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terça-feira, 31 de maio de 2011

Encontro com Clay Shirky - “Excedente Cognitivo”

Clay Shirky, que está no Brasil para participa do encontro A Sociedade em Rede e a Economia Criativa, realizado pelo Instituto Vivo e Fundação Telefônica. Ele é o autor de Cognitive Surplus, ou “Excedente Cognitivo” em tradução literal.

O título brasileiro “A Cultura da Participação – Criatividade e Generosidade no Mundo Conectado” dedica-se a analisar as mudanças comportamentais que lançam o cidadão contemporâneo a uma nova atitude em relação ao seu tempo livre.
Da febre de consumo de gim na Inglaterra do século XVIII à embriaguez do telespectador da segunda metade do século XX, Shirky apresenta os novos padrões de comportamento dos seres digitais contemporâneos: proativos, protagonistas, em busca de “autonomia como motivação pessoal intrínseca”.
Recheados de casos e estudos de psicologia e economia comportamentais, Shirky tenta compreender as motivações e usos dos mecanismos digitais em torno da cultura participativa. Ele fala de uma nova economia gerada a partir de processos colaborativos, desenvolvida e incentivada por amadores (que fazem por amor) e um tipo de recompensa que transcende as relações comerciais de mercado.
Sem nos apresentar prognósticos sobre o futuro da produção do conhecimento, apresenta uma nova ótica para compreender e avaliar a tensão gerada entre os provedores de conteúdos amadores e profissionais, a partir de exemplos que demonstram a simples satisfação dos cidadãos contemporâneos (ele refuta a tese do conflito geracional XYZ) de participar ativamente de algo que simplesmente o tire da relação passiva com a mídia.
O professor do Programa de Telecomunicações da Universidade Nova York e consultor de empresas como Nokia, BBC, News-Corp, nos apresenta o “excedente cognitivo” como um novo e potente capital social, permitindo o engajamento, o compromisso social e a melhor utilização do tempo em tarefas coletivas, que façam sentido a grupos de afinidade antes confinados à clausura passiva da televisão.
Nosso ambiente de mídia (ou seja, nosso tecido conjuntivo) mudou. Num histórico piscar de olhos, passamos de um mundo com dois modelos diferentes de mídias – transmissões públicas por profissionais e conversas privadas entre pares de pessoas – para um mundo no qual se mesclam a comunicação social pública e a privada, em que produção profissional e a amadora se confundem e em que a participação pública voluntária passou de inexistente a fundamental.
O livro nos ajuda muito a compreender os movimentos dessa nova indústria cultural, que vem sendo forjada a partir de grandes negociações entre conglomerados de mídia e empresas digitais como MySpace (adquirido pela News-Corp), YouTube (e seus acordos operacionais com a Warner), Skype (recém-adquirida pela Microsoft). Mas não o suficiente para traçar prognósticos precisos sobre a relação dessa economia espontânea e criativa com uma velha economia baseada na exploração de franquias baseadas na propriedade intelectual.
“A Cultura Participativa” dialoga e complementa com outras publicações do gênero, como “A Cauda Longa” e “Cultura da Convergência”, entre outras, e nos oferece ferramentas concretas para o uso das tecnologias de informação e comunicação a serviço de empreendimentos criativos.
A mídia da qual somos alvo, mas não nos inclui, não merece ser tolerada”.

DOMINGO NA YAYÁ - Parcerias Laboratório de Música de Câmara da ECA-USP e CoralUSP


O projeto “Domingo na Yayá” conta com apresentações musicais realizadas aos domingos, sempre às 11h, com duração aproximada de 1 hora. Entre os objetivos do projeto estão a articulação entre abertura pública da Casa de Dona Yayá – bem cultural e sede do CPC-USP – e o acesso gratuito, para um público variado, demanifestações artísticas diversas e capazes de proporcionar, além de entretenimento, o contato com o tema do patrimônio cultural.
O mês de junho será dedicado às parcerias que o Centro de Preservação Cultural-USP mantem com o Laboratório de Música de Câmara da ECA-USP e com o CoralUSP, mostrando, por meio de seus grupos musicais e projetos, um pouco do trabalho realizado por essas unidades dentro e fora da Universidade.
12/06 – The Gloeden Boys
O Grupo “The Gloeden Boys”, sexteto formado por Felipe Fachini, Iury Cardoso, Joanes Souza, Leandro Quintério, Roberto Yoneta e Thiago Tavares, explora o violão de diversas formas, abordando um repertório variado de arranjos e composições. Em suas apresentações, o conjunto, com uma performance dinâmica, lança mão de números cênicos e coreográficos de forma irreverente. Seus integrantes são violonistas de formações distintas e com atuações, fora do sexteto, bem diferentes um do outro, contribuindo cada qual com a sua experiência individual, aproveitando-se disso para compor a sonoridade do conjunto.
A Escola de Comunicação e Artes – ECA-USP, em parceria com o CPC-USP Casa de Dona Yayá, desde 2007 tem trazido apresentações de alunos do Laboratório de Música de Câmara, sob orientação do professor Michael Alpert, coordenador do Laboratório de Música de Câmara do Departamento de Música (CMU).
19/06 – Coral USP
Sob a regência de Paula Christina Monteiro, o projeto: “O Mundo em Vozes - Vozes de Todo Mundo e do Mundo Todo” apresenta um repertório eclético, com obras de épocas variadas e de diferentes países, mesclando peças sacras e profanas, populares, folclóricas e eruditas, a capela ou acompanhadas por piano.
O Coralusp é ligado à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP. Fundado em 1967, é aberto a alunos, professores, funcionários e comunidade em geral e conta hoje com 12 grupos. Além dos ensaios realizados em diversos espaços pertencentes à Universidade, o órgão estimula a formação de músicos com atividades que envolvem técnica vocal, história da música (popular e erudita), percepção musical, harmonia, contraponto e regência coral. O Coralusp também coloca seu acervo de arranjos para coro à disposição, para consulta dos interessados.




Periodo: 12/06/2011 à 19/06/2011
Horário: 11h
Local: Os eventos são realizados na sede do CPC-USP / Casa de Dona Yayá, Rua Major Diogo, 353, Bela Vista, São Paulo, SP.

FJA abre edital para o Salão Chico Santeiro

A partir da próxima quarta-feira, 1º de Junho, será aberto o Edital para o Concurso Salão Nordeste de Arte Popular Chico Santeiro, da Secretaria Extraordinária de Cultura (FJA). As inscrições irão até o dia 15 de julho e serão oferecidos 30 prêmios. Os três primeiros lugares serão aquisitivos, no valor de R$ 3 mil; R$ 2 mil e R$ 1 mil, respectivamente. Os demais 27 participantes selecionados receberão prêmio de participação no valor de R$ 500.

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fonte:
http://secretariadeculturarn.blogspot.com/

Microprojetos para Território de Paz


O Microprojetos mais Cultura para territórios de Paz tem o intuito de colaborar com a economia local e pequenas iniciativas por meio do fomento e incentivo a artistas, grupos artísticos independentes, grupos étnicos de tradição cultural e pequenos produtores culturais residentes nos bairros definidos como de Territórios de Paz pelo Pronasci. O Projeto é uma iniciativa conjunta entre o Ministério da Cultura, por meio do Programa Mais Cultura e do Ministério da Justiça através do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). O objetivo é dar oportunidade de acesso para as diversas camadas da população brasileira à produção, ao reconhecimento e ao consumo de bens culturais. Outro objetivo é proporcionar maior dinamismo econômico nas comunidades por meio de apoio financeiro aos artistas, escritores, grupos independentes e produtores culturais locais. As iniciativas contempladas vão receber de 1 a 30 salários mínimos (valor máximo de R$ 15,3 mil), conforme as ações propostas.
“A intenção é trabalhar com o público mais vulnerável à violência e articular políticas públicas para que este público tenha uma perspectiva de vida melhor, através do fomento da cultura, da promoção da cultura de paz, prevenindo assim, a violência”, explica a coordenadora geral de Ações de Prevenção em Segurança Pública da SENASP, Cristina Villanova.
Para o antropólogo e gestor cultural, Caio Gonçalves, é interessante quando múltiplas esferas do poder se mobilizam para atuação em segurança pública. “Como se trata de uma questão complexa, a atuação nesse âmbito também precisa ser complexa. Nesse sentido, a atuação conjunta de ministérios de diferentes vocações é importante”, diz.
De acordo com Gonçalves, o projeto "território da paz" tem uma característica importante, que é a atuação comunitária. “Essa proposição é alcançada de modo diferenciado nos diversos territórios que são contemplados pelo projeto em todo país. A ação em cultura pode ajudar a multiplicar essa disponibilidade da atuação em nível comunitário. Além disso, quando pensamos em territórios dominados por grupos criminosos - seja o tráfico, sejam milícias e correlatos - a presença estatal é sempre reduzida. E essa questão fica especialmente clara em ações que não sejam ligadas a áreas mais emergenciais, como saúde e educação. A presença estatal através do financiamento de cultura nesses territórios é muito importante”, explica.
Para Villanova o maior benefício dos Microprojetos mais Cultura para territórios de Paz será a prevenção à criminalidade e à violência. “Os projetos articulados em Territórios da Paz vão desde polícia comunitária a justiça comunitária. Só nos Complexos da Maré e Alemão foram contemplados 26 projetos, fora Cantagalo, Chapéu Mangueira, Pavão Pavãozinho,Cidade de Deus e outros.Serão implantados equipamentos públicos para esportes, atividades culturais etc”, conta.
Caio Gonçalves é mais ponderado. “É difícil falar sobre impactos de projetos que ainda não foram implementados. Mas a interlocução entre áreas distintas deve ser compreendida como sendo promissora. É importante, contudo, que não se perca de vista as outras dimensões que também precisam ser articuladas para garantir a segurança pública. Assim, é crucial que ações como esta não sirvam para eclipsar outras iniciativas que precisam ser tomadas para garantia da segurança”, pondera.

A iniciativa financiará projetos de hip hop, grafite, rap, teatro, literatura, artesanato e dança, produção de vídeos e documentários, gravação de CDs e outras manifestações artísticas em comunidades com elevados índices de violência. O projeto destinará R$ 10,7 milhões para apoiar os projetos artísticos e socioculturais voltados a jovens de 15 a 29 anos.


fonte:
http://www.observatoriodefavelas.org.br/observatoriodefavelas/noticias/mostraNoticia.php?id_content=1044

Museu Zoroastro Artiaga cria projeto artístico aos domingos

O próximo dia 5, primeiro domingo de junho, torna-se um marco artístico na recente história do Museu Zoroastro Artiaga (unidade da Agência Goiana de Cultura – Agepel).  Nesse dia, a partir das 10 horas, será a abertura do projeto Música no Museu, a primeira de uma série de apresentações artísticas, no Auditório Henrique Silva, com entrada franca. 
 
Sob a coordenação do músico Lucas Mendes, o espetáculo de abertura terá David Santos (saxofone) e o próprio Lucas Mendes revezando-se ao violão e ao piano. A estreia começará com uma improvisação (Jam), seguida por um programa que reúne samba e jazz em canções da célebre cantora francesa Edith Piaff (1915-1963) e do compositor carioca Noel Rosa (1910-1937), um dos maiores nomes da música brasileira.
 
O projeto Música no Museu desponta com diferentes objetivos, segundo Henrique de Freitas, diretor do Museu Goiano Zoroastro Artiaga: oferecer ao público uma opção cultural de indiscutível qualidade e, ao mesmo tempo, resgatar uma história de envolvimento com as artes, principalmente a música, uma vez que o Museu anos atrás, abrigou o Conservatório Goiano de Música, foi sede da Orquestra Sinfônica de Goiás e atualmente é palco de ensaios regulares do Coral do Tribunal de Contas do Estado.  “A intenção é abrir espaço para a música em geral, desde o gênero erudito ao popular, passando pelo jazz, blues, modas de viola e outros estilos”, explica o diretor. A iniciativa visa ainda ressaltar o papel do Museu como aparelho cultural que fomenta ações para a revitalização do centro da cidade, especialmente a Praça Cívica, onde se localiza.
 
Por sua vez, Lucas Mendes define a proposta como “opção por uma música leve”, e promete inserir o evento na agenda de apresentações das datas festivas regionais e trazer para o palco grupos de catiras e congos, além de expressões do folclore de Goiás. No início, as exibições acontecerão em domingos alternados, com programações já estabelecidas para 19 de junho e 3 de julho. Posteriormente, as atrações serão em domingos seguidos. De início, os espetáculos serão musicais, posteriormente, haverá espaço para outras manifestações artísticas e culturais, como: dança, poesia e teatro, entre outras. 
 
Com apenas 18 anos de idade, Lucas Mendes de Oliveira é estudante de Publicidade da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO). Estudou música durante um ano no Instituto Lüdenscheid, na Alemanha, é presidente da Academia Filosófica Goiana (grupo de estudos de filosofia), vem tocando jazz em vários palcos do Brasil e, há quatro anos, tem se apresentado em 12 países da Europa. 
 Mais informações: (62)  3201-4676


fonte:
http://www.tosabendo.com/conteudo/noticia-ver.asp?id=78952

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Museus da política em AL: prédios estão conservados, mas falta acervo


Pequeno territorialmente e economicamente acanhado, Alagoas sempre chamou a atenção do restante do país por ser o berço de expressivas figuras do cenário político nacional. No mês dedicado aos museus, a reportagem de O JORNAL visitou os acervos dedicados à memória dos personagens da política que despontaram do nosso Estado para marcar o cenário político nacional. Um passeio que começa com o nascimento da República, proclamada pelo primeiro presidente do Brasil, marechal Deodoro da Fonseca; passando pelo seu sucessor, o também marechal Floriano Peixoto.  Personagens que são lembrados muito mais por dar nome a ruas e prédios públicos, como Tavares Bastos, que nomeia a Assembleia Legislativa. Os acervos visitados por O JORNAL, em geral, estão em bom estado de conservação, mas alguns sofrem da falta de peças, como é o caso da casa onde nasceu Marechal Deodoro, onde a mobília é composta de réplicas. Também em Marechal, a casa onde nasceu Tavares Bastos se prepara para se transformar em museu. O local não guarda peças, e atualmente serve de sede para uma colônia de pescadores.
Casa de Marechal: fora dos roteiros turísticos
Com pouco mais de 45 mil habitantes, a pequena Marechal Deodoro conserva em suas ruas estreitas a casa onde nasceu o homem que viria comandar a transposição do país do regime monárquico para o republicano. Nascido em 1827, quando a cidade ainda se chamava Cidade das Alagoas, Marechal Deodoro marcou sua gestão como primeiro presidente do país pelo esforço em consolidar o regime republicano, recém-instaurado.
Hoje, a casa onde nasceu Deodoro, no centro da cidade, de original conserva apenas a fachada em estilo colonial. Paredes e pisos forma reconstruídos em 1970. Dentro, móveis e utensílios são apenas replicas que tentam reproduzir objetos utilizados na época. A Casa de Marechal ainda guarda algumas fotográficas originais do proclamador da república, entre elas a única onde Deodoro aparece “a paisana”.

Lixo no jornal! (excelente idéia)

Onde você põe o seu lixo?
 
A grande justificativa das pessoas que dizem que "precisam" de sacolinhas plásticas é a embalagem do lixo. Tudo bem, não dá mesmo pra não colocar lixo em saco plástico, mas  “Sacos de lixo Biodegradáveis” que são feitos com materiais orgânicos e de fibras vegetais levam bem menos tempo para se degradarem no solo assim causando menos impacto na Natureza.
Além disso será que não dá pra diminuir a quantidade de plástico no lixo?
Melhor do que encher diversos saquinhos plásticos ao longo de uma semana éusar um único saco plástico dentro de uma lixeira grande na área de serviço, por exemplo, e ir enchendo-o por alguns dias com os pequenos lixinhos da casa (da pia, do banheiro, do escritório).
Se o lixo é limpo, como de escritório (papel de fax, pedaços de durex, etc), pode ir direto para a lixeira sem proteção.
No caso dos lixinhos da pia e do banheiro o melhor substituto da sacolinha é o saquinho de jornal. Ele mantém a lixeira limpa, facilita na hora de retirar o lixo e é facílimo de fazer.
Leva 20 segundos. A ideia veio do origami, que ensina essa dobradura como um copo. Em tamanho aumentado, feito de folhas de jornal, o copo cabe perfeitamente na maioria dos lixinhos de pia e banheiro que existem por aí. Veja:
Você pode usar uma, duas ou até três folhas de jornal juntas, para que o saquinho fique mais resistente. Tudo no origami começa com um quadrado, então faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca. Você terá dobrado uma aba equivalente a um quarto da página da direita, e assim terá um quadrado.
 
saco jornal 1.jpg
 
 
Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo, e mantenha sua base para baixo.
saco jornal 2.jpg
 
 
Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda.
saco jornal 3.jpg
 
 
Vire a dobradura "de barriga para baixo", escondendo a aba que você acabou de dobrar.
saco jornal 4.jpg
 
 
 
Novamente dobre a ponta da direita até a lateral esquerda, e você terá a seguinte figura:
saco jornal 5.jpg
 
 
 
Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro.
 
saco jornal 6.jpg
 
 
Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação.
 
 
saco jornal 7.jpg
 
 
 Se tudo deu certo, essa é a cara final da dobradura:

saco jornal 8.jpg
 
 
Abrindo a parte de cima, eis o saquinho!

saco jornal 9.jpg
 
 

É só encaixar dentro do seu cestinho e parar pra sempre de jogar mais plástico no lixo!
 
saco jornal 10.jpg
 
 
 Que tal?
 
saco jornal 11.jpg
 
 
Pode parecer complicado vendo as fotos e lendo as instruções, mas faça uma vez seguindo o passo a passo e você vai ver que depois de fazer um ou dois você pega o jeito e a coisa fica muito muito simples. Daí é só deixar vários preparados depois de ler o jornal de domingo!

domingo, 29 de maio de 2011

E tudo é inspirado nos estúdios da Vera Cruz...

A grande notícia da Memória na última semana foi a de que o Museu da Televisão Brasileira virá para São Bernardo antes de setembro. Ficará na Cidade da Criança e focalizará toda a história da televisão: de São Paulo e de outros Estados.
Conversamos com Luiz Francfort, pioneiro da televisão, e o professor Antonio de Andrade, da Universidade Metodista. E os dois explicaram que a escolha de São Bernardo tem tudo a ver com a Companhia Cinematográfica Vera Cruz: do cinema à televisão foi o salto dos nossos artistas pioneiros.
"Quando fecha a Vera Cruz, ficam todos desempregados. E vão fazer publicidade para TV, ainda em películas, já que não havia vídeo-tape", conta Andrade.
"A Vera Cruz é simbólica; tem uma força grande; e o Museu da Televisão está sendo montado ao lado dos antigos estúdios", acrescenta Luiz Francfort.
Além do que a Cidade da Criança, de 1968, só existe por causa da novela Redenção, da antiga Excelsior, que ficou quase três anos no ar. A Prefeitura - tempo do prefeito Hygino de Lima - aproveitou o espaço cenográfico e surgiu aquele que já foi chamado de o maior parque temático brasileiro.
GRANDE ABC
À frente do Museu da Televisão Brasileira está o Aquário de São Paulo. E seus idealizadores criaram espaço para homenagear o artista e o técnico do Grande ABC, da atriz Marisa Prado (estrela da Vera Cruz) ao cenógrafo Pierino Massenzi, recentemente falecido. Eles também participaram da História da Televisão Brasileira e não serão esquecidos, a exemplo de tantos mais. 


fonte:
http://www.dgabc.com.br/Columnists/Posts/15/5713/e-tudo-e-inspirado-nos-estudios-da-vera-cruz.aspx

sábado, 28 de maio de 2011

Começa em Nova York a construção de museu assinado pelo arquiteto Renzo Piano

Whitney Museum of American Arts tem formas assimétricas que se harmonizam com os prédios industriais do entorno


Mauricio Lima

No início desta semana, começou a ser construído o novo prédio do Whitney Museum of American Arts, em Nova York, projetado pelo arquiteto italiano Renzo Piano. Além de abrigar o acervo do museu, o edifício terá espaço para apresentações, laboratórios de conservação de obras de arte e aulas sobre a arte norte-americana. A inauguração está prevista para 2015.

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Segundo o arquiteto, "o design do museu surge de um estudo cuidadoso de suas necessidades e de uma responsabilidade com o terreno onde o edifício será construído. Nós queríamos aproveitar a sua vitalidade e ao mesmo tempo, reforçar a sua natureza rica. O primeiro grande sinal disso é a entrada que será construída em balanço, criando uma grande praça pública. De lá, o visitante poderá visualizar o Rio Hudson através das grandes janelas".
O projeto traz um edifício com formas assimétricas, mas que relembram a característica dos edifícios industriais do entorno. O edifício será predominantemente na cor branca, mas usará também o metal, principalmente nos terraços.
O novo prédio terá aproximadamente 4,6 mil m² de galerias internas e 1,2 mil m² de galerias externas, que serão divididas em vários terraços, proporcionando uma visão diferente das obras, tendo a cidade como pano de fundo. O espaço ainda vai abrigar uma área aproximada de 1,6 mil m² para exibições temporárias, que será a maior galeria sem colunas da cidade de Nova York.
O edifício também vai contar com auditório para 170 pessoas, salas de aula, sala de projeções e uma biblioteca, além de áreas para lojas, cafés e restaurantes.

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Museu Histórico e Cultural promove oficina sobre museologia


O objetivo é formar e capacitar os participantes a desenvolver pesquisas na área de humanidades


A Secretaria de Cultura, por meio do Museu Histórico e Cultural de Jundiaí, promove nos dias 3 e 4 de junho oficina na área de museologia. Com 30 vagas e inscrições gratuitas, a oficina sob o tema “Introdução à História Oral” será ministrada pela historiadora Elisandra Gasparini. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail:museusolardobarao@jundiai.sp.gov.br, até o dia 31 de maio.

Voltada para pesquisadores, educadores, profissionais de museus e graduandos da área de humanas, a atividade tem como proposta sensibilizar os participantes sobre a importância da história de vida (história pessoal e a do outro) no contexto atual. Apresentar a metodologia de história oral moderna e debater conceitos de história e memória, individual e coletiva.
O objetivo é formar e capacitar os participantes a desenvolver pesquisas na área de humanidades, utilizando-se dos procedimentos de história oral, que visam à valorização do sujeito, suas experiências e seu potencial de mudança. Organizar conjuntamente planos de ação e projetos de história oral.
Elisandra Gasparini é especialista em história oral. Possui formação em história pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e extensão cultural em história oral pela Universidade de São Paulo. Atualmente é coordenadora do setor de história oral do Memorial do Imigrante e professora titular da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo. Tem experiência na área de história social, com ênfase na história da imigração para São Paulo.
ServiçoIntrodução à História Oral
Data: 3 e 4 de junho (sexta e sábado)
Horário: das 8 às 12 horas e das 13h30 às 18 horas
Local: Museu Histórico e Cultural de Jundiaí – Solar do Barão
Endereço: Rua Barão de Jundiaí, 762 – Centro
Inscrições: museusolardobarao@jundiai.sp.gov.br.
Informações: 11 4521-6259

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Entendendo a cultura digital brasileira

     Video mais genial, explicativo, verdadeiro, antropofagico, criativo e BRASILEIRO dos ultimos tempos: http://vimeo.com/24172300 (por @rodrigosavazoni e casa da cultura digita  

PRESERVAÇÃO E GESTÃO URBANA

Mesa de discussão sobre o tema Preservação e Gestão Urbana formada pelo Prof. Dr. Edésio Fernandes (jurista e urbanista, professor universitário e consultor internacional, membro do Conselho Consultivo da UN-HABITAT sobre Despejos Forçados) e pela Profa Dra. Ana Lúcia Duarte Lanna (FAU USP, com experiência na área de história do Brasil, atuando principalmente nos temas de história das cidades, patrimônio cultural, arquitetura, história urbana e história social ).

Na ocasião será lançada a Revista eletrônica CPC n.12 e o livro “Revisitando o Instituto do Tombamento” (Editora Fórum, Belo Horizonte, 2010, coordenadores Edésio Fernandes e Betânia de Moraes Alfonsin).


Data: 31/05/2011
Horário: 19h
Local: Os eventos são realizados na sede do CPC-USP / Casa de Dona Yayá, Rua Major Diogo, 353, Bela Vista, São Paulo, SP.

Artistas e gestores culturais esperados para o Encontro Rumo à Cidadania Cultural

O evento contará com as presenças da futura secretária de cidadania e diversidade cultural do Ministério da Cultura (MinC), Marta Porto e do Presidente da Funarte, Antonio Grassi. Serão debatidas as propostas de gestão da nova secretaria e assuntos ligados as políticas públicas do setor



O “Encontro Rumo à Cidadania Cultural” será realizado em Manaus na próxima terça-feira (31), no Palacete Providencial, na Praça Eliodoro Balbi, s/n – Centro, as 16h. Podem participar representantes de diversos segmentos culturais da sociedade, como artistas, produtores, gestores, coletivos e grupos do setor cultural, veículos de comunicação, universidades, participantes dos Programas “Cultura Viva” e “Brasil Plural”, e demais interessados.
O evento contará com as presenças da futura secretária de cidadania e diversidade cultural do Ministério da Cultura (MinC), Marta Porto e do Presidente da Funarte, Antonio Grassi.
Desde que foi indicada para assumir a pasta no MinC, Marta Porto passou a realizar o “Encontro Rumo à Cidadania Cultural” em várias cidades brasileiras. Ela chega à Manaus com o objetivo de levar aos gestores culturais as propostas de gestão da nova secretaria, e refletir sobre os caminhos para as políticas públicas do setor.
Os encontros tem se proposto a ampliar o diálogo com fóruns e dirigentes de cultura de estados e municípios de todo o país, com objetivo de fortalecer as ações e programas já existentes, repactuar estratégias e iniciar futuras parcerias, preparando o caminho para a implementação do Sistema Nacional de Cultura (SNC). Segundo Marta Porto, que será nomeada Secretária de Cidadania e Diversidade Cultural, o diálogo com os colegiados setoriais é fundamental para a construção de programas e ações de forma coletiva.

fonte: