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terça-feira, 7 de junho de 2011

OFICINA DE MAPAS - Construção cartográfica através de cadernos de viagem




“Os mapas são um campo estruturado de intencionalidades, uma língua franca que permite a conversa sempre inacabada entre a representação do que somos e a orientação que buscamos. A incompletude estruturada dos mapas é a condição de criatividade com que nos movimentamos entre seus pontos fixos. De nada valeria desenhar mapas se não houvesse viajantes para os percorrer.” (SANTOS, Boaventura Souza, 2002:22)
A oficina Construção Cartográfica propõe aos participantes um exercício de reconhecimento do espaço habitado, a partir de um percurso pelo Bixiga dos artistas e artesãos.
O objetivo é aproximar as referências locais e sensoriais dos integrantes com seu espaço vivido, levando em conta um diálogo entre o EU – futuro viajante/cartógrafo – e o OUTRO – artistas e artesãos do Bixiga.
Como resultado final de todo o processo, a oficina sugere intervenções de ordem individual (caderno de viagem e mapa base) e coletiva (troca de experiências e reflexões).
A oficina é uma das atividades do projeto Bixiga em Artes e Ofícios: Percursos Audiovisuais, que visa mapear os fazeres de artesãos e artistas do bairro a partir da perspectiva de moradores, frequentadores, trabalhadores e dos próprios artesãos e artistas.
Os materiais produzidos pelos participantes das oficinas e pela equipe de mapeamento serão apresentados em forma de website e exposição na Casa de Dona Yayá.
O website apresentará um mapa no qual será possível visualizar lugares e agentes relacionados às artes e ofícios por meio de fotografias, vídeos, depoimentos e cadernos de viagem.
O material produzido pelos participantes da oficina ficará em posse do Centro de Preservação Cultural (CPC-USP), onde no primeiro semestre de 2012 acontecerá uma exposição com os resultados do projeto.
Responsável
Fernanda Barreto
Graduada em Bacharelado em artes visuais na Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP). É integrante do coletivo 3D e trabalha no ateliê ATELIETA. Atualmente, participa de grupos que investigam as práticas urbanas e desenvolve suas pesquisas com foco nas relações presentes na cidade e seus limites físicos e virtuais.
Carga horária: 8 horas 
Público-alvo
Morador, trabalhador ou frequentador do bairro do Bixiga. Idade mínima de 18 anos.
Vagas: 20 pessoas por turma
Valor: Atividade Gratuita
Datas e horários:
Turma 1: 29/6 e 06/7, às quartas-feiras, das 9h às 13h
Turma 2: 30/6 e 07/7, às quintas-feiras, das 13h30 às 17h30
Pré-inscrições
de 01 a 15 de junho de 2011
Enviar para o e-mail cpcpublic@usp.br nome completo, vínculo com o bairro do Bixiga (morador, trabalhador ou frequentador), endereço onde mora ou trabalha no bairro ou locais que costuma frequentar, um parágrafo informando o interesse em participar desta oficina e a opção pelo período do curso: Turma 1 (manhã) ou Turma 2 (tarde).
O material recebido dentro do prazo acima será analisado pelos responsáveis pelo curso com base no perfil do público-alvo. 
Seleção
O resultado da seleção será publicado no dia 21 de junho, no site www.usp.br/cpc, seção “Agenda”.



Periodo: 29/06/2011 à 07/07/2011
Horário: 9h-13h e 13h30-17h30
Local: Os eventos são realizados na sede do CPC-USP / Casa de Dona Yayá, Rua Major Diogo, 353, Bela Vista, São Paulo, SP.



fonte:
http://www.usp.br/cpc/v1/php/wf05_agenda.php?ano_select=2011&mes_select=6&cat_select=0&id_evento=325

O Centro Cultural da Espanha em São Paulo apresenta os Encontros AVLAB

Segunda feira, 13 de junho, às 19:30 horas. Entrada franca.


Originalmente desenvolvido e implementado no Medialab-Prado de Madri e atualmente em atividade em
Madri, Córdoba/Argentina e São Paulo, Encontro AVLAB é um ciclo didático e participativo de arte e
tecnologia, criações experimentais e atuações audiovisuais. O formato contempla em sua programação
mensal música experimental, arte digital, dispositivos interativos, processos de áudio e vídeo em tempo real,
além de plataformas colaborativas e projetos educativos, científicos e de tecnologias sociais.

fonte:
http://www.ccebrasil.org.br/system/presskits/60/original/12-avlab-dossier-prensa-20110606.pdf

Estudo descobriu que homens que gostam de visitar museus de arte ...


Mais uma derrota para o famoso estereótipo masculino do cara bebendo cerveja e vendo televisão. Um novo estudo descobriu que homens que gostam de visitar museus de arte ou assistir balé têm mais chances de ser felizes com suas vidas e satisfeitos com sua saúde do que homens que não apreciam esses programas intelectuais.
E apesar de um maior interesse em atividades culturais estar associado a uma renda mais alta, as artes mostraram ter um efeito benéfico independentemente de outros fatores que podem influenciar a saúde e a felicidade, incluindo o status socioeconômico.
Segundo os autores, os resultados sugerem que o incentivo à participação cultural pode ser uma forma de incentivar o bem-estar e, consequentemente, a felicidade.
“Temos observado uma preponderância da atividade física como instrumento para promover a boa saúde nas últimas décadas. Porém, será que todas as pessoas são igualmente capazes de se exercitar cinco vezes por semana?”, questiona-se Koenraad Cuypers, da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia e autor do estudo.
“Duvido! Estudos sugerem que 50% do tempo de lazer é gasto com outras atividades que não o exercício físico. Por isso, resolvemos investigar se a participação em atividades culturais também estaria associada com boa saúde, boa satisfação com a vida e ainda baixa ansiedade e depressão. E está”, conta.
Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que as atividades de lazer podem reduzir o estresse e melhorar a saúde mental. Porém, Cuypers percebeu que existem duas maneiras distintas de se participar de atividades culturais. Existe a chamada “cultura criativa”, em que uma pessoa está realmente envolvida com a produção artística, e há também a “cultura receptiva”, em que uma pessoa absorve a performance de outra pessoa.
A cultura criativa inclui a participação de atividades em um clube, cantar em um coral ou fazer trabalho voluntário. A cultura receptiva, por outro lado, inclui atividades como visitar museus e assistir a peças teatrais ou musicais.
Cuypers seus colegas coletaram dados sobre as atividades, a satisfação de vida e dados gerais de saúde, ansiedade e depressão de 50.797 residentes adultos do condado de Nord-Trøndelag, na Noruega central. Controlando fatores como renda e escolaridade, os pesquisadores descobriram que a participação cultural é bom para o bem-estar de ambos os sexos.
Frequentar a igreja e participar de eventos esportivos estão ligados ao aumento na satisfação de vida das mulheres, sendo que as atividades esportivas também dão a elas a sensação de serem mais saudáveis.
Os homens, por sua vez, se sentem mais saudáveis ​​ao realizarem trabalho voluntário e atividades ao ar livre. Surpreendentemente, os pesquisadores descobriram que todas as atividades culturais receptivas, seja musical, teatral ou artística, também foram associados com a boa saúde em homens.
“Os homens parecem receber mais benefícios à saúde por estarem envolvidos em diferentes atividades culturais receptivas do que as mulheres”, nota Cuypers, acrescentando que em ambos os sexos, houve um efeito proporcional: quanto mais atividades uma pessoa realiza, mais feliz ela tende a ser.


fonte:
http://hypescience.com/prepare-seu-livro-homens-cultos-sao-mais-felizes/

3º Encontro Paulista de Museus - Auditório lotado.


Encontro traz representantes dos museus paulistas


Realização da Secretaria de Estado da Cultura, o 3º Encontro Paulista de Museus começa 6-6 no Memorial da América Latina, em São Paulo. Representantes de quatro cidades do Grande ABC (Santo André, São Caetano, Diadema e Mauá) se inscreveram no evento que reúne anualmente mais de 900 nomes. Entre eles, prefeitos, secretários de cultura, dirigentes e profissionais de museus do Estado e do País.
Com o tema "Articulando Territórios", esta edição oferece programação diversificada para debater sobre a gestão das instituições museológicas brasileiras assim como ampliar a rede de interlocução dos museus paulistas.
“Queremos convencer os gestores públicos da necessidade de investimento que se transforma em ativos tanto do ponto de vista da educação quanto da cidadania”, afirma Claudineli Ramos, coordenadora da Unidade de Preservação do Patrimônio Museológico.
No encontro, os museus são apresentados como equipamentos culturais capazes de atuar no desenvolvimento regional por meio da articulação entre preservação do patrimônio, difusão e pesquisa. Além de brasileiros, estudiosos estrangeiros conduzirão as palestras como Isabel Victor, diretora da Rede Portuguesa de Museus, e Américo Castilla, presidente da Fundación TyPA (Teoria y Practica de Las Artes de Buenos Aires).
Um dos destaques da programação é a palestra "Museu: Território do Desenvolvimento Regional e Turismo". Serão expostas práticas desenvolvidas no Centro de Arte Contemporânea de Inhotim, em Brumadinho, Minas Gerais; na Fundação Museu do Homem Americano, em São Raimundo Nonato, Piauí; e na Cidade da Cultura da Galícia, em Santiago de Compostela, Espanha.
O encontro, que segue até quarta-feira, é aberto a gestores, autoridades municipais, estaduais e federais, pesquisadores e estudantes. Os interessados devem fazer inscrição prévia pela internet (www.encontropaulistademuseus.com.br). Toda a programação também pode ser conferida no site.

auditório lotado no primeiro dia