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domingo, 12 de junho de 2011

Convênio garante mais de R$ 15 milhões para a FUMDHAM

A Fundação Museu do Homem Americano (FUMDHAM) recebeu R$ 7.924.990,18 milhões no último dia 01/06/2011, referente a um convênio com o Ministério da Ciência e Tecnologia.
O Convênio visa realizar do projeto de prospecção, resgate, acompanhamento arqueológico e paleontológico e educação patrimonial na área de implantação do Projeto de Integração do Rio São Francisco com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional (PISF).
Em maio a arqueólogo Neide Guidon, presidente da FUMDHAM enviou carta ao Presidente do IPHAN, Luís Fernando de Almeida que é responsável pelo Patrimônio Cultural. Na carta Guidon fala das dificuldades em administrar o Parque e pede socorro aos órgãos.
Tudo indica que até o final de 2011 a Fundham receba a 2ª parcela do convênio de R$ 15.546.631,94 com o Ministério da Ciência e Tecnologia.
Dados do convêncio:
Número Convênio: 751401
Objeto: Realizacao do projeto prospeccao, resgate, acompanhamento arqueologico e paleontologico e educacao patrimonial na area de implantacao do Projeto de Integracao do Rio Sao Francisco com Bacias Hidrograficas do Nordeste Setentrional (PISF).
Órgão Superior: MINISTERIO DA CIENCIA E TECNOLOGIA
Convenente: FUNDACAO DO MUSEU DO HOMEM AMERICANO
Valor Total: R$15.546.631,94
Data da Última Liberação: 01/06/2011
Valor da Última Liberação: R$7.924.990,18


fonte:
http://180graus.com/geral/convenio-garante-mais-de-r-15-milhoes-para-a-fumdham-433235.html

Exposição de fotos mostra navios da imigração japonesa

Será aberta nesta sexta-feira (10), às 19 horas, no primeiro andar da Biblioteca Pública Municipal de Londrina, a exposição de fotografias "Paisagens Flutuantes – Navios da Emigração Japonesa ao Brasil". 

Na ocasião, ocorrerá também o lançamento do livro "Navios de Emigração Japonesa ao Brasil", produzido por técnicos do Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil, de São Paulo, que traz não apenas o material usado na exposição, mas também uma listagem de todos os imigrantes japoneses que vieram para o Brasil desde 1908. O diretor do Museu, Takeshi Kurihara, e a vice-diretora, Lídia Yamashita, estarão presentes. 

A iniciativa da montagem da mostra em Londrina é do professor Humberto Yamaki, do Departamento de Arquitetura da UEL, coordenador do projeto de pesquisa Paisagem Etnográfica Paranaense, cadastrado no CNPq. 

Yamaki conta que visitou a exposição no Museu da Imigração Japonesa, em São Paulo, levado por uma curiosidade de base familiar: seus pais vieram para o Brasil, ainda crianças, em 1930. Gostou tanto do que viu que se interessou em oferecer a mesma oportunidade para a comunidade não apenas nipônica, mas de todos os estrangeiros do Norte do Paraná que vieram para o Brasil em condições bastante semelhantes às dos japoneses. A direção do Museu concordou. 

Em São Paulo eram fotos, mas, em Londrina, o que será visto são banners de 1,40m por 1,40m com fotos de mais de 30 navios que trouxeram imigrantes japoneses, além de informações, em português e japonês, como onde o navio foi construído, qual a sua capacidade de transporte de passageiros e cargas, se o navio mudou de nome e datas de chegada ao porto de Santos. 

Esse conjunto é a totalidade dos navios japoneses que trouxeram imigrantes para o Brasil de 1908 a 1930. Alguns fizeram mais de 30 viagens nessa rota, informa Yamaki. 

"No imaginário dos imigrantes japoneses, o navio de partida ao Novo Mundo é quase tão importante quanto a própria terra natal", disse o professor. "Até hoje, em São Paulo, se fazem reuniões das pessoas que vieram no mesmo navio, há 50, 60 anos atrás. Naqueles dois meses de viagem, as pessoas criaram laços de amizade em torno da esperança da vida melhor na nova terra". 

O professor providenciou dois jogos de banners. Enquanto um ficará na Biblioteca Municipal, o outro será apresentado ao público em duas oportunidades: no dia 15, uma quarta-feira, na missa dos imigrantes que reunirá cerca de 300 pioneiros na ACEL; e na Expô Japão, a exposição agrícola da ACEL, que será realizada de 23 a 26 próximos, no mesmo local. 

De acordo com Yamaki, o próprio Museu Histórico da Imigração Japonesa, que montou a exposição original, pretende depois levar os banners para realizar mostras em outras localidades. 

A Exposição "Paisagens Flutuantes – Navios de Emigração Japonesa ao Brasil" poderá ser vista até o dia 30 de junho, no horário habitual de expediente da biblioteca, de segunda a sexta até às 19 horas e no sábado de manhã. Tem o apoio da UEL e da Biblioteca Pública Municipal de Londrina.


fonte:
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-2--49-20110610&tit=exposicao+de+fotos+mostra+navios+da+imigracao+japonesa

A I Feira de Trocas Economia Solidária

A I Feira de Trocas Economia Solidária foi realizada com sucesso pela FASAM - Estação Brasil - na nova sede de sua filial em Salto, dia 5 de junho. A feira é uma ação do Projeto Cultura & Música para Todos os Especiais que compõe a carteira de projetos do Programa Petrobras Desenvolvimento e Cidadania.

Baseada em conceitos solidários e de consumo consciente, a feira contou com a participação de aproximadamente 150 pessoas durante o período das 10 às 16 horas, tempo em que os participantes puderam realizar as suas trocas.

Computadores, móveis, roupas, sapatos, tênis, brinquedos, verduras, legumes, carrinhos de bebê, bijouterias, cds, dvds, livros, revistas, entre outros, foram alguns dos produtos que a FASAM e os participantes disponibilizaram para trocas. Além de produtos, as pessoas também disponibilizaram seus serviços (faxineiras, eletricistas, jardineiros, encanadores, entre outros), através de negociações.

Na Feira de Trocas Economia Solidária vale troca direta e troca indireta, privilegiando a criatividade. Apenas não vale circular dinheiro, tendo sendo criada uma moeda social que recebeu o nome de TREM. As pessoas que não querem ou não conseguem realizar as suas trocas de maneira direta, podem se dirigir ao Banco Social (uma sala adaptada para isso) e lá trocarem seus produtos pela moeda social.

Atividades culturais também fizeram parte da programação. O Ponto de Cultura Balé da Cidade apresentou-se com duas coreografias; o Ponto de Cultura Espaço Cultural Barros Junior esteve presente com uma apresentação de dança e um esquete teatral; já o Ponto de Cultura @FIM, Anselminhos, Pagadores de Promessas realizou filmagens do evento.

A Feira voltará a acontecer todo primeiro domingo de cada mês, sempre das 10 às 16 horas. A sede da FASAM Salto Estação Brasil está localizada na praça Álvaro Guião, 67/87/167. Telefone para contato (11) 4029-2700.

fonte:
http://www.itu.com.br/regiao/noticia/i-feira-de-trocas-economia-solidaria-e-realizada-em-salto-20110610 

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Nossos museus

Nossos museus estão aí, apesar de tudo, abertos quase que diariamente para uma minoria,e revelam uma diversidade interessante de assuntos, além da preservação de ideias
Pergunte a um mogiano de nascimento ou de coração, se ele sabe quantos museus existem na cidade ou se conhece algum. Depois, faça a mesma indagação a várias pessoas. A resposta que prevalecerá será um surpreendente não. Mogi das Cruzes tem um vasto repertório artístico e cultural em todas as modalidades, para todos os gostos. 
No entanto, infelizmente, ainda é uma cidade que trata e toca a sua cultura a trancos e barrancos, focada na realização de eventos para atingir o maior número de pessoas em locais de grande concentração humana. Dessa forma, não se cria ou incentiva esse gosto por nossas origens, afinal, o passado pode nos revelar muito sobre o momento atual e futuro.

Sem eventos de incentivo à formação de um público para esse tipo de lazer cultural e histórico com um projeto contundente para utilizar os acervos como meio de educação, de nada adianta cuidar dos prédios que abrigam nossos museus, manter as peças impecavelmente dispostas e bem-cuidadas, pois poderão virar verdadeiros elefantes brancos. E esses museus que ninguém vê servirão apenas para exibirmos uma vocação para esse tipo de apreciação que, de fato, não temos. Um mero efeito placebo, assim como os falsos remédios que o paciente toma e acaba achando que sarou por causa deles, mais ou menos assim.

Mas nossos museus estão aí, apesar de tudo, abertos quase que diariamente para uma minoria, e revelam uma diversidade interessante de assuntos e uma preocupação constante de autoridades, associações e pessoas envolvidas com a preservação das ideias, das boas ações, da nossa história. E vale a pena ser visitados. São quatro sob a responsabilidade de Prefeitura e entrada gratuita aos visitantes.

O Museu de Arte Sacra, por exemplo, nos últimos 20 anos, amargou mudanças diversas, suas peças barrocas, com anjos e santos entalhados em madeira, que até ficaram em um depósito empoeirado no 3º andar da Prefeitura no final dos anos 90, até, enfim, voltar ao seu local de origem e justo, na Igreja do Carmo, no centro histórico.

O Museu Histórico e Pedagógico Visconde de Mauá é focado em documentos históricos que revelam os detalhes da formação de Mogi das Cruzes, seus personagens importantes, imagens antigas do município, enfim, uma aula de história que proporciona ao público acesso direto aos documentos originais. Uma verdadeira viagem ao passado.

O Museu Histórico Professora Guiomar Pinheiro Franco, no casarão da tradicional família mogiana, mostra objetos de ex-combatentes que viraram nome de importantes avenidas e ruas da cidade, além de mobiliário do século XXVII, imagens raras de santos e toda a história de sua última proprietária, dona Guiomar, que dedicou sua vida às causas sociais, principalmente à frente da Rede de Combate ao Câncer, que hoje leva o seu nome.

E, por último, o Centro de Cultura e Memória "Expedicionários Mogianos", o mais recente, que reverencia àqueles que participaram da 2ª Guerra Mundial, com objetos, imagens e livros que estão em exposição permanente. Recentemente, a cidade também ganhou o Museu da Festa do Divino, de total responsabilidade da Associação que organiza o evento. Está na área central e, nas cores vermelho e branco contam a história da festa mais tradicional do país. 
Vale a dica: resgatar tudo de bom que Mogi das Cruzes um dia viveu, visitando nossos museus, conhecer o seu passado dará ao visitante aquela sensação de dever cumprido ao entender como tudo começou e como os fatos foram ocorrendo ao longo de nossa rica história. Para quem cuida dessas preciosidades, é hora de alavancar as visitas por meio de ações que despertem o interesse de pessoas de todas as idades, de criar mais essa tradição na cidade. É puro exercício da cidadania, faz bem a todos!

fonte:
http://www.moginews.com.br/materias/?ided=1227&idedito=61&idmat=95372