quinta-feira, 30 de junho de 2011

MACC expõe obras do acervo do Museu de Arte Naïf do Brasil


O público poderá conhecer um pouco mais da técnica naïf.
A delicada e simples arte da pintura naïf está exposta no Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC) José Pancetti com a mostra "Arte Naif – Com Açúcar e Com Afeto", que traz parte das obras do acervo do Museu Internacional de Arte Naïf no Brasil.
A mostra, que é resultado de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Cultura, Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, Sistema Estadual de Museus (Sisem-SP) e Associação Cultural de Amigos do Museu Casa de Portinari (Acam Portinari), retrata a diversidade e a beleza da paisagem brasileira, além das riquezas provenientes da agricultura.
Por meio da exposição, o público poderá conhecer um pouco mais da técnica naïf (que significa ingênuo em francês), considerada arte simplista e espontânea, por meio de obras de artistas pioneiros nessa técnica no Brasil, entre eles Cardosinho, Heitor dos Prazeres, Iracema e Júlio Martins da Silva.
As pinturas selecionadas para a exposição abordam, principalmente, as etapas do cultivo da cana-de-açúcar e outras culturas, desde o plantio até a industrialização. De acordo com a curadora da exposição, Mariza Campos da Paz, “a arte naïf encanta e cativa o público logo de cara, pois transmite uma visão idílica, encantadora e repleta de cores”.
O Museu de Arte Contemporânea de Campinas está localizado na rua Benjamin Constant, 1633, centro. A entrada é gratuita e pode ser vista até o dia 14 de agosto.

Serviço
Exposição Arte Naïf - Com Açúcar e Com Afeto
Período: de 1º de julho a 14 de agosto
Local: Museu de Arte Contemporânea de Campinas José Pancetti (rua Benjamin
Constant, 1633 – centro de Campinas)
Horário: de terça a sexta-feira, das 9 às 17 horas; aos sábados, das 9 às 16 horas; domingos e feriados, das 9 às 13 horas.
Mais informações: (19) 2116-0346
Entrada: gratuita

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...aproveitando a visita...

pegamos nossos diplomas.
Bacana!!

kiss

Mais uma turma de Técnicos em Museu

Hi Friends!



No último dia 28 foi a apresentação do TCC de mais uma (queridíssima) turma do curso técnico em Museu do Centro Paula Souza. O Trabalho de Conclusão de Curso deste semestre foi um projeto integrado entre os 3 módulos e o resultado final superou  as expectativas. Além da revitalização do Espaço Memória do Carandiru, o projeto incluiu um Centro de Referência e um Laboratório para os alunos do curso técnico.


 Todos sabem o quanto sou fã do curso e mais ainda de todos seus professores que com muito carinho e dedicação, doam parte das suas noites ao curso. Na última terça fiquei feliz e até emocionada de ver sua evolução, além de orgulhosa de ter feito parte dele!

Parabéns formandos!

kiss
J.M.T.

ps. breve mais fotos no FB

“As mulheres estão dominando.............."

Feminilidade e aprisionamento


A artista catalã Marisa Jorba traz a Fortaleza a mostra Esquartejada, com curadoria de Roberto Galvão

Pela primeira vez no Brasil, a artista apresenta obras que
refletem sobre o aprisionamento em que o ser humano se instala (YURI ALEXSANDER/ ESPECIAL PARA O POVO)Pela primeira vez no Brasil, a artista apresenta obras que refletem sobre o aprisionamento em que o ser humano se instala (YURI ALEXSANDER/ ESPECIAL PARA O POVO)
Basta uma volta despretensiosa pelo Museu de Arte Contemporânea (MAC) para perceber uma característica em comum nas mostras do mês de junho e que se estendem pelas férias. “As mulheres estão dominando o Dragão do Mar”, aponta José Guedes, diretor do MAC. A partir de hoje, mais uma artista terá seu trabalho exposto no espaço, ajudando a completar, com a feminilidade, todas as salas do museu, que já apresenta a mostra Identidade Feminina. 

A catalã Marisa Jorba, mais conhecida como Maïs, traz a Fortaleza a exposição Esquartejada, com curadoria de Roberto Galvão. As obras da artista, que já passaram pela Espanha, Alemanha, França, Suíça, Japão e Estados Unidos, ficarão em cartaz no MAC até 21 de agosto. “A exposição conta a história de várias fases da vida de uma mulher”, comenta Maïs, que acompanha a exposição até sábado. O trabalho, segundo ela, quer principalmente retratar as mulheres que sofrem maus tratos. “Isso acontece em todo lugar, a todo momento”, afirma.

Para homenagear essas mulheres maltratadas, três ambientes recebem obras produzidas desde 2002. As referências da obra são a casos específicos, como a instalação que remete a corpos de mulheres esquartejadas em um massacre no México ou as esculturas simbolizando o apedrejamento e o uso da burca em países islâmicos. “Mas a minha obra pode ser generalizada para todas as mulheres”. A trajetória de vida da artista também está presente nos trabalhos expostos: “A minha inspiração vem da minha vida e do meu entorno”.

O clima de sobriedade percorre toda a exposição, que também faz uma reflexão sobre o aprisionamento em que o próprio ser humano se instala. Jaulas de ferro montadas pela própria artista foram o meio encontrado para retratar a situação. “Nós mesmos fazemos as grades sobre nós, mas sabemos que sempre podemos sair”, explica. Para o curador Roberto Galvão, Maïs manifesta a realidade humana em sua essência: “Ela traz, na sua arte, a consciência da dificuldade sem ser pessimista”.

“O importante, pra mim, é fazer o que eu sinto”, afirma a artista, sem definir ao certo as expectativas para o público fortalezense. “Em geral, espero que as pessoas sintam algo, pois é para isso que trabalho. Gosto quando isso acontece”. A agressividade dos materiais utilizados — ferros, grades, pregos — divide espaço com o apelo sentimental despertado pelas cores fortes e pelo significado de cada obra. “Maïs consegue fazer uma relação entre o sentimento e a razão”, define o curador.

Segundo o curador, Maïs reúne, em sua obra “forma, conceito e matéria”. O contato para trazer a artista a Fortaleza começou três anos atrás, em uma exposição em Madri. Essa é a primeira vez que Maïs vem ao Brasil. A artista, que vive entre Barcelona, Paris e Nova York, diz que vê muitas semelhanças entre a cidade americana, sua obra e a capital cearense. “O que mais me chamou a atenção foi o contraste entre prédios grandes e casas pequenas”, conta a artista.

SERVIÇO
MOSTRA ESQUARTEJADA (MAÏS)
Onde: Museu de Arte Contemporânea (MAC) – Centro Cultural Dragão do Mar
Quando: Até 21 de agosto (terça a quinta, das 9h às 18h 30min; sexta a domingo, das 14h às 20h 30min)
Acesso livre.
Outras info.: 3488 8624

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Exposição de ideias em cenário deslumbrante



Painéis reproduzindo páginas de O DIA com 60 propostas inovadoras que estão mudando o Rio emolduraram a cerimônia no imponente Museu Histórico Nacional

Rio - Definitivamente, não era um cenário qualquer. E ninguém passou pela cerimônia sem ser impactado pela beleza do espaço que serviu de moldura para o encontro que celebrou os 60 anos do jornal O DIA. O governador Sérgio Cabral, por exemplo, começou seu discurso ressaltando “esta beleza de museu”, e a presidenta Dilma Rousseff também elogiou a escolha do local para a celebração. O Museu Histórico Nacional, criado em 1922, é um dos mais importantes do Brasil, reunindo um acervo de mais de 270 mil itens, entre documentos, imagens, moedas (está lá a maior coleção de numismática da América Latina), selos, móveis, armas e esculturas.
Além de tamanho tesouro histórico, os convidados também tiveram a oportunidade de conferir a exposição inspirada nas 60 ideias que estão mudando o Rio, publicadas no especial que circulou no dia de aniversário do jornal, no último dia 5. A edição mapeou projetos de ONGs, de pessoas físicas e dos setores público e privado, analisou o caminho que estão seguindo e os resultados dessas iniciativas. Os 60 painéis com as ideias ornamentaram o salão e despertaram a atenção dos presentes. 

“A partir de agora, toda iniciativa vitoriosa e empreendimento inovador vai ter largo espaço nas páginas do jornal”, prometeu Maria Alexandra Mascarenhas Vasconcellos, presidenta do Conselho de Administração da Empresa Jornalística Econômico S.A. (Ejesa). 

Beleza de cenário

O conjunto arquitetônico que abriga o Museu Histórico Nacional, localizado na Praça Marechal Âncora, próximo à Praça 15, era um dos pontos estratégicos para a defesa da cidade do Rio de Janeiro, à época capital do Brasil. Após deixar de ser área militar, o então presidente da República, Epitácio Pessoa (1919-1922), visando a dotar o País de um espaço destinado a abrigar um acervo voltado para a História do Brasil, criou ali o Museu Histórico Nacional. Atualmente, o espaço constitui-se no mais importante museu histórico do País. Abrigou o primeiro curso de Museologia do Brasil, mantendo-se até aos nossos dias como referência para a constituição de importantes museus brasileiros.

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