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domingo, 3 de julho de 2011

overno e Prefeitura de São Paulo discutem a criação de um Museu da Diversidade Sexual, destaca Folha de S. Paulo

A colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, noticiou neste sábado que o governo e a Prefeitura de São Paulo discutem a criação de um Museu da Diversidade Sexual até novembro, na região do largo do Arouche. 

A ideia é ter linhas do tempo discutindo o tema nas áreas de cultura, política, mercado, mídia e cotidiano, e buscar inclusive registros sobre a sexualidade dos índios na época do descobrimento. 

Participantes da parada e da Feira Cultural LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), na semana passada, gravaram depoimentos que serão exibidos na futura instituição.


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http://www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=17217

Jararaca do Instituto Butantan terá o nome de Yubá

O filhote de jararaca-ilhoa do Instituto Butantan, na zona oeste de São Paulo, será chamado de Yubá, que significa "amarelo" em tupi-guarani. O nome foi escolhido pela internet e por urna colocada no prédio do Museu Biológico. Ao todo, 60 mil pessoas votaram durante duas semanas, tempo que durou o pleito. "A ação é para desmitificar o ser vivo serpente, que é associado a uma coisa ruim", comentou o diretor Giuseppe Puorto sobre a primeira votação on-line organizada pelo museu para batizar uma espécie.Leia mais (30/06/2011 - 22h20)

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Museu da Energia de Itu tem programação de férias


Exposição "Água: Energia do Planeta Terra" será atração.
O Museu da Energia de Itu terá programação especial de férias. A partir do dia 14 de julho, o público poderá visitar a nova exposição "Água: Energia do Planeta Terra", composta por cartuns de 78 artistas de diferentes nacionalidades, que tem como objetivo mostrar a urgência de utilizar a água de forma inteligente, ética e eficiente, percebendo-a como um patrimônio a ser preservado, garantindo uma qualidade de vida melhor para as futuras gerações.
Além da nova exposição o visitante poderá participar nos dias 8, 15 e 22 de julho, da Brinquedoteca “Recicloteca”, que tem como objetivo, estimular a criatividade e incentivar a educação ambiental das crianças.
E no período de 19 a 22 de julho, será oferecida a oficina “Cartuns e Desenhos de Humor”, ministrada pelo cartunista Rucke que abordada às técnicas para desenhar cartuns e caricatura. As inscrições para essa atividade pode ser realizada no Museu de 05 a 16 de julho gratuitamente.
O Museu da Energia de Itu está localizado na rua Paula Souza, 669, centro - Itu/SP. Mais informações pelo telefone (11) 4022-6832.

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Museu do Surf

Museu do Surf – A praia de Maracaípe, considerada um dos mais visitados pontos de surf, vai ganhar um Museu do Surf. Para isso, a gestão municipal está solicitando a doação de troféus, pranchas e objetos esportivos utilizados pelas gerações de surfistas.

O museu vai abrigar espaços para a exposição das peças e ainda áreas livres para que os jovens possam receber instruções e assistir palestras e projeções de filmes sobre o esporte.


Os moradores do município de Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife, receberão uma série de ações sociais no segundo semestre deste ano. Serão implementados o programa “Dentista em Casa”, sensores inteligentes nos postos de saúde, quiosques de lazer para idosos e combate a acidentes domésticos. Além disso, a prefeitura da cidade vai criar o Museu do Surf, na praia de Maracaipe.


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http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20110701163156&assunto=28&onde=VidaUrbana

Em honra ao aniversário, museus de todo o país prepararam exposições para explicar a "gloriosa história"...


PC chinês faz 90 anos e dá ao mundo a sua visão da nova superpotência 




O Partido Comunista da China comemora hoje seu 90º aniversário com toda a pompa e cerimônia condizentes com os governantes incontestes de uma superpotência em ascensão. Mas, por trás de toda a retórica congratulatória sobre rejuvenescimento nacional, há uma preocupante visão que os chineses têm da história e das relações internacionais.
Em honra ao aniversário, museus de todo o país prepararam exposições para explicar a "gloriosa história" do partido para as massas, e cada uma delas é aberta do mesmo jeito: "Desde que os invasores britânicos começaram a guerra do ópio, em 1840, as potências capitalistas ocidentais vieram uma após outra para a China, e assim a China foi reduzida a uma sociedade semicolonial e semifeudal", diz a introdução da exposição no local, em Xangai, onde o partido foi fundado em 1921.
Os visitantes dessas exposições ou os leitores dos livros de história chineses ficarão ultrajados com a perversidade dos imperialistas ocidentais e inspirados pelo triunfo heroico do Partido Comunista, por ele ter finalmente livrado o país da opressão dos invasores estrangeiros. Mas em todas as exposições e nos livros de história oficiais mal se fala da cruel Revolução Cultural, que durou uma década, ou do desastre econômico do Grande Salto para Frente, que segundo se estima provocaram a morte de 45 milhões de pessoas.
Essas e outras omissões evidentes, e a fixação nos crimes dos agressores estrangeiros vêm sendo descritas por alguns acadêmicos chineses como algo parecido com nutrir os jovens da nação com "leite de loba". O relato da humilhação nacional marca até hoje as relações da China com o Ocidente e, embora isso seja visto pelo Partido como uma maneira de desviar as críticas contra si mesmo, é algo que também poderá ricochetear contra os líderes chineses se eles forem percebidos como brandos demais com os estrangeiros. Durante sua visita ao Reino Unido nesta semana, Wen Jiabao, o primeiro-ministro chinês, foi educado demais para mencionar diretamente a guerra do ópio.
Mas para qualquer um com um conhecimento rudimentar da história oficial da China, a mensagem foi clara quando ele censurou o Reino Unido por "apontar o dedo" e "reprovar" Pequim por seu histórico nos direitos humanos. Em uma entrevista conjunta à imprensa com David Cameron, o primeiro-ministro britânico, ele falou dos 5 mil anos de história da China, em que o país já foi exposto a sofrimentos imensuráveis (nas mãos das potências imperiais lideradas pelo Reino Unido, na implicação não dita). "Isso ensinou os chineses a nunca falar com os outros de uma maneira reprovadora, e sim a respeitar as nações na base da igualdade", disse Wen.
Os altos funcionários chineses que estiveram em Londres chegaram até a dizer que a preocupação do Reino Unido com as violações dos direitos humanos na China significa que agora o país é visto menos favoravelmente em Pequim que a Alemanha, a França, a Itália e a Espanha.
É difícil levar a sério tais ameaças quando se olha para o histórico recente do governo chinês de colocar as relações com vários países num congelamento diplomático. A Alemanha e a França vêm sendo vistas recentemente como as ex-potências imperialistas mais odiadas, depois que seus líderes receberam o Dalai Lama ou criticaram as sanções impostas ao Tibete.
A Austrália e os Estados Unidos também vêm sendo acusados por Pequim de "magoar os sentimentos de 1,3 bilhão de chineses" e o Japão, que invadiu a China na década de 1930, é perpetuamente culpado do mesmo. O problema em estimular o nacionalismo xenófobo é que você precisa continuar alimentando a fogueira com novas humilhações e, na medida em que a China fica mais poderosa e assertiva no mundo, a eterna sensação de humilhação dos chineses poderá levar a equívocos diplomáticos perigosos de todos os lados.
Pequim precisa avaliar com atenção a visão que tem da história, mas diplomatas, políticos e cidadãos comuns do Ocidente também devem entender o prisma histórico e político através do qual a China vê o mundo, para que eles possam lidar melhor com sua ascensão.
Qualquer estudante chinês provavelmente consegue mencionar datas e detalhes sobre a guerra do ópio e os posteriores "tratados traiçoeiros e desiguais" que permitiram ao Ocidente, liderado pelo Reino Unido, abocanhar pedaços do território chinês.
Mas a maioria dos estudantes britânicos e de outras partes do mundo tem apenas uma vaga ideia dessa história tumultuada.
Wen mencionou esse desequilíbrio após assistir a uma exibição de "Hamlet", uma de suas peças favoritas, em Stratford-upon-Avon: "Ela me fez imaginar se os amigos estrangeiros têm um interesse tão entusiasmado pela história e o teatro da China, quanto eu tenho por Shakespeare".
Fonte: Valor Econômico