quinta-feira, 28 de julho de 2011

Coxim recebe oficina “Capacitação em Elaboração de Projetos Culturais”

A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), por meio da Assessoria de Projetos, realiza em Coxim, de 8 a 12 de agosto a oficina Capacitação em Elaboração de Projetos Culturais, voltado à capacitação de gestores culturais no interior do estado. O treinamento será feito pela técnica e analista de atividades culturais Eliane Miranda. 

A oficina integra o programa Interação e visa a capacitação de gestores de projetos culturais, direcionada para produtores culturais, artistas, servidores públicos e sociedade civil. A ação conta com a parceria da Prefeitura Municipal de Coxim, através da Fundação Professora Clarice Rondon de Cultura, Desporto e Lazer - Funrondon. 

O projeto acontece no campus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, na Estrada do Pantanal, das 7h às 11h, e das 13h às 17h. A capacitação será dividida em 4 módulos, com abordagem inicial voltada aos conceitos básicos da cultura universal, nacional e Estadual. No módulo 2, o curso abordará a legislação voltada ao fomento do setor, apresentando aos alunos os detalhes da Lei Rouanet (Lei n.º 8.313 de 23/12/1991), Lei do Audiovisual (Lei n.º 8.685 de 20/07/1993), Fundo Nacional de Cultura (FNC) e o Fundo de Investimentos Culturais de Mato Grosso do Sul (FIC/MS). 

Nos dois últimos módulos serão discutidas as técnicas de criação e planejamento para projetos culturais (criação, elaboração, pré-produção) e a Captação de Recursos. Este último apresentará as estratégias necessárias para criação do projeto de captação, elaboração das propostas de patrocínio, prestações de contas e relatórios finais. 

Interação  

O projeto tem como objetivo capacitar profissionais para atuarem no mercado cultural, capazes de planejar, executar e gerenciar projetos de maneira eficaz. Tem como público-alvo os servidores públicos do setor cultural e áreas afins, além de professores, coordenadores, universitários, músicos, artesãos, gestores e lideranças culturais locais.

Em desenvolvimento desde março de 2007, já atendeu mais de 35 municípios e público direto de aproximadamente 800 participantes. A última capacitação aconteceu em Inocência entre 11 a 15 de julho de 2011.

Serviço: As inscrições para a Oficina de Capacitação em Elaboração de Projetos Culturais em Coxim são gratuitas e podem ser feitas nas dependências da Funrondon, na Rua Antonio de Albuquerque, 100, Centro, com Élson Vital, das 7h às 12h, pelos telefones 3291- 4778 / 3291-3383 ou pelo email funrondoncdl@yahoo.com.br.

Os municípios ou entidades interessados em firmar parceria com a Fundação de Cultura para a realização do Interação – Capacitação em Elaboração de Projetos Culturais - podem entrar em contato nos seguintes telefones: 3316-9328 / 3316-9329 ou por meio do e-mail fcmsprojetos@gmail.com.


fonte:
http://www.pantanalnews.com.br/contents.php?CID=73784

Espaço Veja Cultural deve receber público superior a 210 mil pessoas em 2011


Tanto o público leitor da revista Veja, como o não leitor, tem acesso a atividades
Espaço Veja 2011Considerado um dos principais atrativos durante o inverno em Campos do Jordão, o Espaço Veja Cultural São Paulo completa nove anos de atividades na cidade.
O turista que visita o principal destino das férias de julho com certeza já conhece o local, que tem como um dos principais atrativos a patinação no gelo, sessões de cinema, shows e outras atividades para a família, como arvorismo, workshop sobre vinho e massagem. Todas as atividades são gratuitas.
O Espaço, que recebeu em 2010 um público de 207 mil pessoas, vem crescendo em média 10% ao ano desde sua chegada em Campos, e em 2011 esta marca deve atingir um público entre 210 ou 220 mil participantes.
Gerente de Marketing da Editora Abril Gustavo FáveroQuem informa estes dados é o Gerente de Marketing da Editora Abril Gustavo Fávero, que conversou com a reportagem da NetCampos para dar mais detalhes sobre o espaço.
 "É um dos maiores atrativos do inverno brasileiro, com certeza." Argumenta Gustavo sobre o Espaço Veja, que oferece cultura, lazer e entretenimento para crianças e adultos.
Tanto o público leitor da revista Veja, como o não leitor, tem acesso a atividades e ainda tem contato com outras marcas patrocinadoras.
Segundo Fávero, neste ano o Espaço Veja tem acompanhado um fenômeno interessante. Durante quartas e quintas-feiras espaço está tão cheio quanto nos finais de semana, onde é possível observar um público mais qualificado de pessoas que tem casa em Campos do Jordão.
O gerente diz ainda que as pessoas que frequentam o Espaço Veja se identificam com a marca, então trata-se um público com mais qualificação, que tem acesso a uma "versão ao vivo da revista Vejinha".
Espaço Veja Campos do JordãoQuanto às edições futuras, já existe para o próximo ano uma grande intenção dos patrocinadores em continuar participando devido ao sucesso do projeto. "Em 2012 estaremos aqui no décimo ano, fazendo algo ainda maior". Completa Fávero.
Em termos de marketing o Espaço Cultural Veja representa uma ampliação na estratégia da Editora Abril, que além do trabalho de credibilidade publicado na revista impressa, está também na internet, nos dispositivos móveis e também nos eventos, o que gera receita publicitária e expõe a marca de forma diferenciada.
Nos eventos a editora consegue atingir um público que não alcança pela revista ou site, um público que interage com a marca, e consequentemente pode passar a ser leitor.

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Hoje com cerca de 2 mil peças, a maioria delas já catalogada, quem passar pelo “Museu da Beth”...

Museus do Bordado e dos Brinquedos de BH revelam preciosidades


Museus do Bordado e dos Brinquedos de Belo Horizonte revelam preciosidades . Imagem: Euler Júnior/ EM/D.A Press
Imagem: Euler Júnior/ EM/D.A Press
Além do Museu Histórico Abílio Barreto e do Museu de Artes e Ofícios, que são visitas obrigatórias para quem quiser ficar sabendo um pouco mais sobre Minas, seus costumes e sua gente, existem em Belo Horizonte vários outros museus, de menor porte, mas igualmente preciosos na função de guardar a memória dos povos e de seu tempo. O Museu do Bordado, que funciona na casa da sua fundadora, a artista plástica Beth Lírio, é um deles. O outro, uma joia neste período de férias escolares, é o Museu dos Brinquedos. Conhecê-los com o coração aberto é ter a chance de entrar em dois mundos diferentes, ambos fascinantes.


São de encher os olhos. Mineira de Aimorés, há muitos anos vivendo em Belo Horizonte, Beth Lírio conta que começou a se interessar por bordados, rendas e tudo o que dizia respeito a este universo aos 7 anos. Foi naquela época que fez, por conta e risco, com motivos de jarros de flores, uma toalha para uma tia que estava se casando. “Foi minha primeira incursão neste mundo mágico, que nos ensina tantas coisas”, relembra. Com o passar dos anos, sempre ligada ao assunto, começou a sonhar com a possibilidade, que se concretizou em 2002, de criar em Belo Horizonte o Museu do Bordado, que seria o primeiro do gênero no país.


Hoje com cerca de 2 mil peças, a maioria delas já catalogada, quem passar pelo “Museu da Beth”, como também ficou conhecido, terá a oportunidade de deparar, por exemplo, com uma graciosa camisola de criança confeccionada com renda, feita à mão em 1824, dois anos após o grito do Ipiranga. “Esta foi uma doação feita pela família Dophine, de Belo Horizonte, que nos presenteou com várias outras peças”, conta Beth.


Ao lado da camisola, uma linda toalha de 1880, bordada à mão, e que foi entregue ao museu pela família Rosiere, do Rio de Janeiro. Uma joia destas, segundo avalia a criadora do museu, deve ter levado mais de três anos para ficar pronta. Vê-se, ainda, como uma das coisas mais curiosas da casa, uma coleção de seis vestidos, de um total de mais de 300 que, no início do século 20, foram feitos pela costureira Ruth Pinto Gualberto. As peças foram doadas pela irmã, Denaqué, que vive na capital mineira.


Além destas peças, que são apenas uma pálida amostra do que o visitante poderá encontrar no Museu do Bordado, existem centenas de outras, como vestidos de noivas confeccionados em épocas diversas, camisolas de núpcias, vestidos de festas, roupas do dia a dia e toalhas. “O mais interessante é que, por estas peças, podemos saber muito não só da história do Brasil ao longo dos anos, como também da evolução da própria mulher, de estilos e classes diferentes”, observa Beth Lírio.


De uns tempos para cá, com a dimensão que ganhou o museu, cujos visitantes e doações vindas de todas as partes do país continuam chegando, sua fundadora começa a alimentar um outro sonho, que é o de conseguir uma sede própria. “Como primeiro passo, estamos fazendo um abaixo-assinado, já com centenas de assinaturas, com o qual esperamos sensibilizar as autoridades, no sentido de nos ajudar a viabilizar este projeto, que só vai ajudar a engrandecer ainda mais a história de Minas”, diz.
Do Estado de Minas

Eslováquia: o noivo preterido


Esqueça as trapalhadas do filme Eurotrip e os litros de sangue derramados em O Albergue. Os cineastas hollywoodianos parecem mesmo ter preferência por roteiros que colocam jovens mochileiros em busca de ôba-ôba naEuropa em apuros quando atravessam a fronteira com a Eslováquia. Quanta injustiça! Se você só conhece o país pelas telas, é hora de rever seus conceitos.
Para começar, a capital, Bratislava, é uma cidade vibrante, que sabe como poucas inspirar modernidade sem desprezar o passado. Prova desses novos tempos é a Eurovea, enorme shopping dividido em dois prédios de traçado futurista, às margens do Danúbio. De lá, barcos partem diariamente com destino às ruínas do castelo de Devin, erguido estrategicamente na fronteira com a Áustria. Em questão de minutos, o futuro vai ficando para trás... até que vira passado.
Reserve um bom tempo para visitar os sítios arqueológicos da fortificação sem pressa. Algumas ruínas datam de antes de Cristo, mas o castelo propriamente dito foi construído no século 13, sobre antigas fundações celtas e romanas.
Depois, o local foi dominado por turcos em 1683, pelas tropas de Napoleão Bonaparte em 1809 e pelos soviéticos até a queda do comunismo, em 1989. Um monumento no pé da colina, à beira de uma extensa ciclovia, lembra os eslovacos mortos pelo Exército Vermelho enquanto tentavam atravessar o Rio Moldávia para chegar à Áustria, logo ali, na outra margem. Em Devin, o sonho do capitalismo ficava mais perto e, ao mesmo tempo, tão distante.
Castelos sombrios, aliás, não faltam à Eslováquia. Na região dos pequenos Cárpatos, perto da Estrada do Vinho de Modra e a apenas 30 quilômetros de Bratislava, o renascentista Cervený Kamen é de arrepiar. Não só pelo jeito quase militar da guia que acompanha os visitantes ou pela coleção de cabeças empalhadas de veados, bisões e antílopes anexada às paredes, mas principalmente pelo frio dos ambientes, que congela os ossos e faz muita gente ter vontade de se esconder na passagem secreta que há dentro de um dos guarda-roupas.
TLSe não quer levar bronca, contenha-se. Alguns locais sequer podem ser fotografados, assim como a mobília dos nobres que viveram e caçaram ali entre os séculos 16 e 20. Um viveiro de falcões e uma espécie de masmorra reforçam os ares lúgubres da construção, pertencente ao Museu Nacional da Eslováquia.

VINHO
Perto dali, a estrada em Pezinok revela outro patrimônio nacional: o vinho. Várias vinícolas oferecem degustações de rótulos tipicamente eslovacos em châteaus do século 17. Entre eles, a Slovak National Collection of Wine, que abre de sexta a domingo, das 11h às 18h, no Castelo de Pezinok.
A degustação de três brancos e três tintos, comentada por um sommelier, custa 6,99 euros por pessoa (cerca de R$ 15), e também é possível provar as variedades livremente, por uma hora e meia, ao custo de 16,99 euros (R$ 38).
Até os eventos giram em torno da bebida, como o Grape Harvest Festival, realizado em setembro, e o Days of Open Cellars, em novembro.
Mas se você já cansou de viajar no tempo, volte ao presente provando os vinhos do Parque Elesko. O espaço abrange um restaurante, bar com adega para degustações do líquido de Baco e o Museu Zoya, com obras de Andy Warhol - entre elas, a célebre sequência de imagens de Marilyn Monroe sorrindo.
Os eslovacos valorizam muito a arte, e fazem questão de mostrar seus museus aos turistas. Nesse quesito, um grande orgulho nacional é a Galeria Danubiana, em Cunovo, com belíssimas esculturas de arte moderna espalhadas pelo jardim.
Atualmente estão em exposição no interior as telas abstratas da síria Asma Al-Assad. Em 4 de setembro tem início a mostra do criativo designer Jan Kaplický. E no dia 11 de dezembro o museu dá a largada à 2ª Danube Biennale, que reúne obras de vários jovens artistas que moram em países cortados pelo Rio Danúbio.
Por fim, aproveite o passeio pelos arredores da capital para conferir o processo de confecção da tradicional cerâmica majolika - outra obra-prima das artes eslovacas -, e depois rume para Bratislava a tempo de fotografar as atrações do centro antigo e do seu castelo no topo ainda sob a luz do dia.
Um terço da área original do centro histórico foi demolido na Segunda Guerra Mundial e nos tempos de subjugo à União Soviética. Até hoje a região apresenta conjuntos habitacionais na periferia e outros prédios de mau gosto herdados dos comunistas, como a pirâmide invertida, onde funciona a rádio estatal.
Mas a parte antiga não perdeu seu encanto. Passear por suas ruas repletas de lojinhas, restaurantes, bares com mesinhas no calçadão e gente andando pra lá e pra cá é fascinante.
Monumentos como a Igreja de Santa Elisabeth, popularmente chamada de Igreja Azul, despontam como exemplo de art nouveau. A construção, datada de 1909, apresenta mosaicos e pinturas em cerâmica. Serve de ponto de partida para os passeios a pé pelo extenso calçadão da Rua St. Michael's Michalská, considerada a mais turística de Bratislava.
Embora a maioria dos prédios apresente estilo semelhante, alguns merecem atenção especial no centro histórico, como a igreja erguida por franciscanos no século 13, em estilo gótico eslovaco. Ao lado dela, na Praça France, fica o maior monastério do país, reconstruído em estilo barroco. E mais abaixo, na Praça Hlavné Námestie, há uma igreja protestante.
Contorne a torre neogótica e alcance a Primaciálne Námestie, onde está o palácio Primaciálny Palác Radnica, de fachada cor-de-rosa. Em 1809, Napoleão bombardeou o local, mas ele continua imponente, escoltado pela estátua de São Jorge em seu cavalo com a lança no dragão.
Bratislava, aliás, tem vocação de fênix para reerguer-se das cinzas ainda mais interessante. O castelo situado no alto da cidade que o diga. Com elementos góticos, barrocos e ecléticos, ele foi incendiado em 1811 e reconstruído em 1953 para abrigar acervos de história e música do Museu Nacional Eslovaco.
Mas nem só de história vive sua gente. A noite também é animada nos bares do centro histórico, e os eslovacos adoram arriscar alguns passos de samba, merengue ou rumba como se fosse tudo a mesma coisa. Definitivamente, a globalização também chegou à menos turística das capitais centro-europeias... Mas o charme de séculos atrás permanece. Permita se apaixonar sem medo de cair em apuros ou de acordar sem os rins em um banheiro de albergue. Isso não acontecerá. Apesar da fama de mal, o país é alegre, bonitão, gentil, romântico, divorciado e ainda mantém uma relação cordial com a ex-mulher tcheca. Quer mais o quê para fisgá-lo?

Museu do Suíno no Ibram

O Museu do Suíno foi cadastrado no Ibram (Instituto Brasileiro de Museus) do Ministério da Cultura, estando presente no Guia dos Museus Brasileiros (pág. 406) e, além disso, faz parte do Plano Nacional Setorial de Museus.
Classificado como um museu de Ciências e História Natural e também como um museu de História pois mostra a domesticação do suíno até os dias atuais.
"Estamos com as obras da nova sede em ritmo bem acelerado. A mudança para este novo espaço deverá ocorrer em outubro", afima o proprietário e administrador do Museu do Suíno, Hiran Kunert.
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Governo realiza audiências sobre Conselho de Cultura em cinco cidades

Começa nesta quarta-feira (27), por Cornélio Procópío, uma série de audiências públicas sobre a implantação do Conselho Estadual de Cultura (Consec). Encontros semelhantes serão realizados ao longo desta e da próxima semana em Cianorte, Medianeira, Irati e Curitiba, para que a população conheça e opine sobre a criação do órgão. O Conselho terá representantes da sociedade contribuindo para a formulação de políticas públicas de cultura.

“Iniciamos 2011 com o compromisso de fortalecer a cultura do Paraná e os resultados até agora têm sido bastante positivos. Conseguimos restabelecer o diálogo com os agentes culturais, formatar novos projetos e retomar ações como a Conta Cultura. Estamos readequando processos e trabalhando para implantar uma gestão que envolva todas as unidades da secretaria”, disse Paulino Viapiana.

A criação do Conselho faz parte das metas de governo estabelecidas para esta gestão. É a segunda etapa de um trabalho que foi iniciado com a proposta de implantação do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (Profice) e que será completado com a elaboração do Plano Estadual da Cultura.

Segundo o secretário, essas estruturas são fundamentais para que o Paraná tenha as condições mínimas necessárias para integrar o Sistema Nacional de Cultura. “Com a aprovação dessas leis, podemos consolidar o Sistema Estadual da Cultura e assim estar em sintonia com a realidade nacional”, afirma Viapiana, que também participa das audiências.

Ele destaca a importância da participação do público nessas ações. Com as audiências do Profice, realizadas em 14 cidades do Estado, foi possível desenvolver um projeto de lei que atende as necessidades das diferentes regiões do Estado. Em agosto o texto segue para votação na Assembleia Legislativa. “As propostas do Profice e do Consec são objetivas, claras e sinalizam o caminho pelo qual a cultura do Paraná irá seguir. Isto não poderia ser feito sem a participação da sociedade. Esperamos continuar contando com amplo apoio dos paranaenses”, diz Viapiana.

Além disso, apenas no primeiro semestre de 2011 mais de 250 mil atendimentos foram realizados nos espaços vinculados à Secretaria da Cultura. Exposições, oficinas, palestras, apresentações musicais e teatrais, além da exibição de filmes e atividades literárias contemplaram interessados nas mais diversas formas de manifestações artísticas.

A secretaria também promoveu o encontro, em Curitiba, dos 18 coordenadores regionais de cultura para elaboração de um plano de trabalho conjunto que atenda as necessidades de cada região. Uma das ações definidas e que já está em andamento é o inventário das manifestações culturais do Paraná, que está sendo elaborado com o apoio dos coordenadores.

AÇÕES – Dentre os destaques está também a reformulação da grade de programação da Rádio e TV Educativa, agora E-Paraná, com foco mais cultural. No Teatro Guaíra, a definição de uma agenda anual de concertos para a Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP), que inclui apresentações em diversas cidades do Estado, o projeto Teatro para Piás e Gurias, realizado aos domingos no Teatro José Maria Santos, e a retomada do Festival Espetacular de Teatro de Bonecos.

Na Biblioteca Pública do Paraná (BPP), a nova gestão iniciou um trabalho de atualização do acervo, além da criação de eventos literários e culturais e a modernização da instituição, começando com a estreia da nova logomarca. No segundo semestre, a BPP lança a primeira edição do seu jornal literário.

Os museus gerenciados pela secretaria também promoveram novas ações. Um seminário coordenado pelo crítico e curador Paulo Herkenhoff iniciou o debate sobre os museus do futuro, trabalho que continuará ao longo do ano. O próximo encontro ocorre no dia 02 de agosto, aberto ao público, com entrada gratuita.

No Museu Oscar Niemeyer (MON), agora ligado diretamente à estrutura da Seec, as 21 exposições que estiveram disponíveis ao público nos primeiros seis meses de 2011 reuniram quase 90 mil pessoas. Além disso, ações educativas como palestras, seminários e oficinas fizeram do MON palco de discussão e aprendizado da arte.

Outras 14 mostras temporárias foram realizadas nos demais museus da Seec, atingindo um público de cerca de 25 mil pessoas. O acervo do Museu Paranaense atraiu 5,4 mil visitantes e quase 100 instituições de ensino realizaram passeios mediados no espaço, totalizando 3,4 mil alunos. Além das exposições permanentes, o Museu também promoveu oficinas, palestras e desenvolveu diversas linhas de pesquisa em geografia, antropologia e história.

Para o segundo semestre já estão sendo programadas várias atividades como o lançamento do Prêmio Paraná de Literatura e o circuito de artes plásticas, além da circulação de espetáculos, palestras, audiências públicas, entre outras.

CALENDÁRIO – Audiências públicas sobre a criação do Conselho Estadual de Cultura

CORNÉLIO PROCÓPIO

Dia: 27 de julho, às 19 horas.

Local: Teatro da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (Avenida Alberto Carazzai, 1640)

CIANORTE

Dia: 28 de julho, às 19 horas.

Local: Prefeitura Municipal (Praça da República, 100)

MEDIANEIRA

Dia: 29 de julho, às 19 horas.

Local: Centro Popular de Cultura Arandurá (Avenida Brasil, 1677)

IRATI

Dia: 1º de agosto, às 14 horas.

Local: Câmara Municipal (Rua Doutor Correia, 139)

CURITIBA

Dia: 03 de agosto, às 09 horas.

Local: Museu Oscar Niemeyer (Auditório Poty Lazzarotto. Rua Marechal Hermes, 999)



fonte:
http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=64866&tit=Governo-realiza-audiencias-sobre-Conselho-de-Cultura-em-cinco-cidades

Museu Itinerante apresenta exposição em Ribeirão Preto

Projeto que apresenta reproduções de grandes obras de arte estará na Casa da Cultura de 05 de agosto a 11 de setembro



O projeto cultural Museu Itinerante Rabobank traz a Ribeirão Preto, de 05 de agosto a 11 de setembro, na Casa de Cultura, a exposição "A Natureza das Pessoas", que apresenta 40 reproduções de grandes obras de arte selecionadas cuidadosamente pela curadora Katia Canton.
Os trabalhos são uma coletânea de pinturas, fotos e documentação de instalações espalhadas por grandes museus do mundo e mostram a visão de artistas nacionais e internacionais sobre a relação entre ser humano e natureza.
Entre os artistas brasileiros que participam da exposição estão Cândido Portinari, Lasar Segall, Manuel de Araújo, Araquém Alcântara,Tarsila do Amaral e Leda Catunda; entre os estrangeiros estão Vincent Van Gogh, Edward Munch, Claude Monet e Paul Cézanne.
Ribeirão Preto será representada por dois artistas locais, sendo Marcelo Maimoni e Eny Alipert.
Arte e Educação
O projeto conta também com um programa de arte-educação voltado a estudantes de escolas da rede pública, que envolve um workshop para professores e distribuição de livros de estudos sobre o tema da exposição e as obras que a compõem.
Mediadores treinados especialmente para esta exposição estão prontos para receber os visitantes e especial atenção é dada a grupos escolares previamente agendados junto à secretaria de educação.
Esses colaboradores do projeto são selecionados dentro da comunidade, treinados pela curadora e devidamente remunerados.

SERVIÇO
Abertura: 05/08, às 9h
Período da exposição: 05.08.2011 à 11.09.2011
Local: Casa de Cultura (Área de Convivência)
Horário: Terça a sexta-feira, das 9h às 18h; sábados, domingos e feriados (exceto segundas-feiras), das 12h às 18h
Endereço: Praça Alto do São Bento, s/nº - Ribeirão Preto/SP
Entrada gratuita (visitas monitoradas)
 

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