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sexta-feira, 2 de setembro de 2011





Museu amplia divulgação com parceria com Acorse Seguros

1 – Nova Parceria: A coordenadoria do projeto fechou parceria com a Acorse – Corretora de Seguros, com o objetivo de ampliar, ainda mais, a divulgação do Museu do Café. A corretora instalou recentemente um painel digital em sua sede à rua Dr. Costa Leite, 1414, esquina com a Rua Visconde do Rio Branco. O painel transmite mensagens para os usuários daquela via. Assim, a partir de agora o painel incluirá um texto convidando para uma visita ao Museu do Café. Importante salientar que a Acorse surgiu em 1964 e sua habilitação como corretora é o de número 30, já que em todo o Brasil existiam apenas outras 29 empresas do ramo. Atualmente, existem mais de 60 mil empresas operando no setor. 
A empresa tem como proprietário Silso de Oliveira Pinto. Com esse apoio a Acorse passa a ser mais uma “Empresa Amiga da Fazenda Lageado”, passando a integrar o grupo com diversas outras empresas que acreditaram no sucesso do projeto e que, desde 2006, vem apoiando as iniciativas desse que é, reconhecidamente, um dos mais importantes projetos que tem com objetivo resgatar a história, preservar a cultura e incentivar o turismo.

2 – Números: O Museu fechou o mês de agosto com 1.197 visitantes. Somando os números de 2011 já atingimos 13.211 visitantes.

3 – Novas doações: A população botucatuense continua colaborando com o Museu do Café. Neste mês de agosto mais objetos foram doados aumentando o acervo do Museu. O Prof. Jaime de Toledo Piza e Almeida Neto, docente aposentado do Instituto de Biociências doou um quadro com desenho de um moinho, movido a água. O desenho é de autoria do Sr. Pedro Basta, genitor do Prof Cesar Basta e apresenta detalhes técnicos que lembram a estrutura do moinho da Fazenda Lageado. Além disso, o Museu recebeu também, uma máquina de escrever manual, marca Olivetti, modelo Lettera 32, e uma balança marca Filizola, modelo BR, com capacidade para 6 kg. Essa balança era muito utilizada em armazéns e empórios para pesagem de grãos (arroz, milho, feijão) antes do advento dos supermercados. Esses objetos foram doados pelo Sr. Antonio Carlos Busch. Com essas doações esses cidadãos são os novos “Amigos da Fazenda Lageado”. Você também pode ser mais um. Entre em contato com o Museu pelo telefone (14) 3811-7240 ou pelo email: museudocafe@fca.unesp.br

4 – Nova Exposição: O Espaço Cultural do Museu está abrigando a exposição “Florestas” do Grupo Oka. Essa exposição vai até o dia 16 de setembro. Já agendada para o dia 20 o Espaço Cultural vai receber as obras do artista Franco Belli. O artista peruano é reconhecido internacionalmente pelas obras retratando colibris, além de natureza morta e figuras femininas. Essa exposição está sendo possível graças a parceria com a Brazil Gallery (www.brasilgallery.com.br), a mesma parceria que permitiu trazer para o Botucatu, a exposição de Aldemir Martins. A exposição de Franco Belli tem como curador Oscar D´Ambrósio e produção cultural de Ricardo Cardoso. Com a exposição de Franco Belli o Espaço Cultural do Museu do Café chega a sua 18ª exposição em pouco mais de 2 anos.

5 – Ziraldo: Graças a parceria com o Museu do Café de Santos, o nosso Museu irá receber em na segunda quinzena de outubro uma exposição com trabalhos de autoria do famoso cartunista Ziraldo. São 21 painéis retratando diversas situações, tendo como ponto de partida o café. No próximo número traremos mais informações. Mais uma vez o Museu oferece uma oportunidade rara para a população botucatuense e para nossos visitantes.

fonte:
museudocafa@fca.unesp.br

Seminário Internacional Economia Criativa



Posted: 01 Sep 2011 11:01 PM PDT
As indústrias criativas estão em constante crescimento. Conforme dados da UNCTAD, só de 2002 a 2008 o mercado relacionado à economia aumentou em 14%. Segundo a UNESCO, o comércio de bens criativos aumentou de US$ 205 para US$ 407 bilhões em 2008, praticamente dobrando de valor no período de seis anos.
Países desenvolvidos já descobriram que as indústrias criativas são um dos setores mais dinâmicos do comércio internacional. Por isso, representantes dos Estados Unidos e do Reino Unido estarão relatando experiências no I Seminário Internacional sobre Economia Criativa, este mês, no Rio de Janeiro.
Temas como “A Economia Criativa Como Estratégia Para o Desenvolvimento”, visam destacar os setores criativos como motores alavancas para os países emergentes.
O evento tem inscrições gratuitas e será transmitido em tempo real através do Portal do IBRE da Fundação Getulio Vargas. Além disso, será produzido um DVD com alguns pontos debatidos no evento. Inscreva-se e coloque na agenda: é nos dias 20 e 21 de setembro. Veja programação aqui.
  

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O mercado global de bens e serviços oriundos da economia criativa tem experimentado nos últimos anos um crescimento sem precedentes. “O valor das exportações anuais desse segmento alcançou US$ 592 bilhões em 2008, o que representa um crescimento médio anual de 14% no periodo de 2002-2008. Segundo a UNCTAD, as indústrias criativas são um dos setores mais dinâmicos do comércio internacional e a demanda global para os produtos criativos continuou crescendo, apesar da crise financeira e da recessão global de 2008.”
De acordo com a UNESCO, o comércio de bens criativos aumentou de US$ 205 para US$ 407 bilhões em 2008, com crescimento médio de 11.5% no periodo 2002-2008, praticamente dobrando de valor no periodo de seis anos.
A economia criativa tem sido compreendida como uma potencial alavanca para o desenvolvimento de muitas nações, sendo que mais de 60 países já realizam procedimentos sistemáticos de mapeamento do seu setor criativo. Em estágio mais amadurecido encontram-se os países desenvolvidos, notadamente os Estados Unidos, as principais economias européias – com destaque para o Reino Unido e a Austrália. Porém, mesmo estes ainda vislumbram as perspectivas de expansão do setor, inserindo o tema estrategicamente com papel de destaque em suas agendas econômicas.
Países emergentes e em desenvolvimento conseguem ter participações expressivas em áreas específicas. Porém há um vasto território inexplorado de possibilidades, que devem ser objeto de políticas públicas, concebidas e implementadas num ambiente de cooperação internacional, especialmente a chamada Cooperação Sul-Sul.
O seminário dará origem a uma edição especial da Revista Conjuntura Econômica, a ser lançada em setembro de 2011, tratando, pela primeira vez, sobre o tema economia criativa. Terá, ainda, cobertura jornalística e contará com um suplemento especial a ser distribuído aos patrocinadores e mailings dirigidos.
O evento será transmitido em tempo real através do Portal do IBRE da Fundação Getulio Vargas, e será feito um DVD, editado, com os principais pontos debatidos no evento. Ele também será distribuído aos patrocinadores e mailings dirigidos.
Programação Preliminar (veja a Programação em inglês aqui)
Dia 20/099h30 às 12h30
Abertura:
Exmª Ministra Ana de Holanda – Ministério da Cultura
Exmº Governador Sérgio Cabral – Governo do Estado do Rio de Janeiro
Exmº Prefeito Eduardo Paes – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro
Profº Luiz Guilherme Schymura – Diretor do IBRE/FGV
PAINEL I: Onde Tudo Começa: A Criatividade na Base da Revitalização Urbana
O objetivo deste painel é apresentar experiências bem sucedidas de revitalização urbana e de identificação e realização de potenciais e vocações criativas de cidades, com seus devidos impactos econômicos. O painel deverá ser composto por representantes de cidades, gestores líderes dos referidos processos. A proposta é a combinação de apresentações de projetos participantes da Rede Cidades Criativas, da UNESCO, com outros projetos. A premissa deste painel é a de que a cidade tem um papel crucial na economia da cultura e na distribuição de bens de base criativa, sendo esta uma característica muito própria dos grupos urbanos. Como não poderia deixar de ser, outro importante aspecto a ser abordado neste painel é a avaliação das possibilidades e do planejamento da cidade do Rio de Janeiro, em vista da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos.
Moderador: Representante do Banco do Brasil
Debatedores:
Washington Fajardo – Coordenador do Programa Rio Distrito de Criatividade – Prefeitura do Rio de Janeiro
Representante de Mumbai (Bollywood)
Gordon Torr – Representante da África do Sul
Cezar Vasquez – Diretor- Superintendente – SEBRAE/RJ
Adriana Scorzelli Rattes – Secretária de Cultura do Estado do Rio de Janeiro
14h30 às 17h30
PAINEL II: Governos e a Economia Criativa: A Nova Economia Requer um Novo Estado?
O objetivo deste painel é a apresentação das perspectivas e desafios de governos em todos os níveis – do local ao nacional – diante das demandas geradas pela nova economia. A economia derivada da distribuição de bens produzidos com base na criatividade, na cultura e na propriedade intelectual, exige novas estratégias, estruturas e políticas, sejam das mais diferentes esferas, tais como da cultura, trabalho e renda, agências de capacitação, órgãos de financiamento etc. O Estado, como dinamizador das relações, fomentando as interações necessárias entre seus departamentos, iniciativa privada e empreendedores, e criando um ambiente fecundo para o desenvolvimento do setor criativo, deve equipar-se de novos conceitos de desenvolvimento bem como de metodologias de operação e mensuração análogas a esses novos paradigmas.
ModeradoraLidia Goldenstein – Economista da Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP
Debatedores:
Luciano Coutinho – Presidente do BNDES
Ricardo Henriques – Presidente do Instituto Pereira Passos/Secretaria de Cultura da Prefeitura do Rio de Janeiro
Kevin McManus – Representante da Inglaterra

18h – Coquetel de Lançamento das Pesquisas:
Economia e Cultura da Moda no Brasil
Moda no Município do Rio de Janeiro
Economia Criativa em São Paulo

Dia 21/099h30 às 12h30
PAINEL III: Os Direitos Autorais e o acesso aos Bens Culturais 
A Propriedade Intelectual ocupa um papel central na sociedade do conhecimento. A globalização, a revolução digital e as novas tecnologias apresentam riscos e oportunidades para autores, empreendedores criativos e nações. Ainda que existam importantes balizas internacionais para a regulação do setor – a Convenção de Berna e o Acordo TRIPS -, elas e também os gestores públicos nacionais se vêem diante dos desafios postos pelo novo cenário, entre eles o de conjugar a garantia dos legítimos direitos dos autores e criadores com os interesses dos investidores e com a necessidade de democratizar os meios de acesso ao consumo de bens culturais e intelectuais. O que fazer para incrementar o desenvolvimento inclusivo e justo dessa economia, promovendo um balanço entre os direitos privados e o interesse público? De que maneiras o novo quadro pode ser utilizado favoravelmente ao seu desenvolvimento? Estes são alguns dos temas a serem debatidos neste painel.
Moderadora: Joana Varon: Centro de Tecnologia e Sociedade – Direito Rio / FGV
Debatedores:
Representante da Organização Mundial de Propriedade Intelectual – OMPI
Joe Karaganis (American University)
Márcia Regina Barbosa – Diretora de Direitos Autorais do Ministério da Cultura
Representante do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação – Gpopai  / USP
Marcos Bitelli – Sócio da Bitelli Advogados

14h30 às 17h30
PAINEL IV: A Economia Criativa Como Estratégia Para o Desenvolvimento
O mercado global de bens e serviços oriundos da economia criativa tem experimentado nos últimos anos um crescimento sem precedentes. O valor das exportações anuais desse segmento saltou de U$ 227 bi para U$ 424 bi apenas entre os anos de 1996 e 2005, representando um crescimento médio anual de 8,7% de participação no comércio global, segundo a UNCTAD. De acordo com o Banco Mundial, a economia criativa representa cerca de 7% do PIB mundial.
A criatividade é inerente à condição humana; e a cultura um dos ativos econômicos mais democráticos, sendo esta um dos fatores constituintes de todas as sociedades humanas, independentemente do seu estágio de desenvolvimento e prosperidade. Justamente por esse aspecto, a economia criativa tem sido compreendida como uma potencial alavanca para o desenvolvimento de muitas nações. Países emergentes, como o Brasil, a Índia e a China, têm participações expressivas em áreas específicas. África do Sul, Nigéria, Gana e outros países africanos também experimentam sucessos pontuais. Porém há um vasto território inexplorado de possibilidades, as quais devem ser objeto das políticas públicas desses países, concebidas e implementadas num ambiente de cooperação internacional, especialmente a chamada Cooperação Sul-Sul. A proposta deste painel é a reunião de gestores nacionais e das Nações Unidas, compartilhando experiências e trazendo apontamentos para o planejamento estratégico do setor.
Moderador: Alessandra Meleiro (Instituto Iniciativa Cultural/ UFF)
Debatedores:
Edna dos Santos-Duisenberg: Chefe do Programa Economia Criativa da UNCTAD
Eduardo Carlos Ferreira – Superintendente de Microinvestimentos – Banco Itaú/Unibanco
Francisco Simplício – PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento / Unidade Especial para a Cooperação Sul-Sul
David Parrish – Consultor de empreendimentos no setor criativo
Representante da Globo Filmes
Claudia Leitão – Secretaria de Economia Criativa do Ministério da Cultura
Público Alvo
Empresas e empreendedores culturais e criativos de modo geral
Artistas, autores e criadores de conteúdo criativo.
Gestores Públicos das áreas de cultura, trabalho e renda, desenvolvimento etc.
Instituições públicas
Entidades privadas atuantes no desenvolvimento econômico local/nacional
Especialistas, pesquisadores e acadêmicos
Entidades e associações culturais
Local: Fundação Getulio Vargas
Endereço: Praia de Botafogo, 190 – Auditório, 12. andar – (Rio de Janeiro/ RJ)
Data: 20 e 21 de Setembro de 2011
Inscrições: estarão abertas em breve
Mais informações: info@iniciativacultural.org.br

Curadores
ALESSANDRA MELEIROPós-doutorado junto à University of London (Media and Film Studies) e Pesquisadora Associada do Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento: www.cebrap.org.br), onde Coordena o Centro de Análise do Cinema e do Audiovisual (www.cenacine.com.br). Doutora em Cinema e Políticas Culturais pela ECA/USP e Mestre em Multimeios pelo Instituto de Artes/ UNICAMP. Autora do livro “O Novo Cinema Iraniano: uma opção pela intervenção social” e organizadora das coleções “Cinema no mundo: indústria, política e mercado”, com cinco volumes (África, América Latina, Europa, Ásia e Estados Unidos), que contou com a colaboração de 35 autores de 20 países, e “A Indústria Cinematográfica e Audiovisual Brasileira”, que conta com seis volumes (“Cinema e Políticas de Estado”, “Cinema e Economia Política” e “Cinema e Mercado”, dentre outros). Presidente do Iniciativa Cultural – Instituto das Indústrias Criativas (www.iniciativacultural.org.br) e Professora Adjunta do Curso de Produção Cultural da Universidade Federal Fluminense (UFF) / Rio de Janeiro. Foi Diretora de Projetos do Centro Cultural São Paulo e curadora de instituições como SESC SP e Centro Cultural Banco do Brasil.
FÁBIO FONSECAProfissional de Comunicação e Marketing, com experiência na iniciativa privada, no terceiro setor, no governo e organismos internacionais. Pós-graduado em Marketing e Gestão Empresarial; mestrando no Instituto de Economia da UFRJ, em seu programa de Políticas Públicas. No ambiente empresarial, em cargos de gerência ou direção, planejou e coordenou a execução de planos de comunicação e marketing, contemplando todo o seu mix (Prêmios: Marketing Best e Colunistas). Em seis anos em organização social de grande porte (Ação Comunitária do Brasil), atuou na elaboração e coordenação executiva de projetos, realizados em parceria com a iniciativa privada, com o governo e organismos internacionais, especialmente aqueles relacionados à cultura, tendo participado da implantação do primeiro Ponto de Cultura do Brasil, no Complexo da Maré/RJ. No âmbito governamental, exerceu cargo de coordenação no PNPE – Programa Nacional do Primeiro Emprego, do MTE, articulando parcerias intersetoriais para a inserção de jovens no mercado de trabalho. Atuou na concepção do programa de inclusão digital do Ministério do Planejamento, participando do seu conselho nacional.
Com o PNUD, participou da coordenação de projeto cooperação sul-sul, promovendo intercâmbio com ênfase em cultura e gestão entre organizações não governamentais brasileiras e africanas. Como consultor da UNESCO na área de economia criativa, realizou o projeto executivo do CIEC (Centro Internacional de Economia Criativa). Possui consistente experiência internacional (EUA, Europa, América Latina, Caribe e África), participando de diversos projetos, treinamentos e eventos do sistema ONU e outros organismos internacionais, inclusive como instrutor e palestrante. Participação na UNCTAD, o Conselho da ONU para o comércio e desenvolvimento, com foco no seu Programa das Indústrias Criativas.
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