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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Exposição "Oralidade, Futuro da Arte?"

Inauguração dia 8 de setembro, às 17 horasNo próximo dia 8 de setembro, pelas 17 horas, inaugura no Museu da FBAUP a Exposição "Oralidade, Futuro da Arte?", que reúne trabalhos realizados pelos estudantes de Doutoramento em Arte e Design / 2ª edição.

Os trabalhos expostos foram desenvolvidos no âmbito da unidade curricular Práticas e Estudos Avançados II, a partir de um texto de Ernesto de Sousa intitulado "ORALIDADE, FUTURO DA ARTE?", que "surge catalizador, mobilizador, e pertinente de contemporaneidade", possibilitando "reconstruir imaginários e narrativas, foi possível dar sustentabilidade à natureza investigativa nos processos de pensar e de fazer o projeto", refere António Quadros Ferreira, Diretor do Curso de Doutoramento em Design e Arte.

Este evento, segundo o Diretor do Curso de 3º Ciclo, é uma oportunidade de testemunhar " um exemplo, positivo, de que se deseja partilhar, e que afinal demonstra a efetiva possibilidade da investigação em arte e design acontecer com mobilização, empenho, e entusiasmo".

Patente até 16 de setembro, "Oralidade, Futuro da Arte?" poderá ser visitada de segunda a sexta-feira, entre 10 e as 13 horas e entre as 14 e as 17 horas.

A entrada é livre. 







O Diretor da Faculdade de Belas Artes da Universidade
do Porto, Francisco Artur de Vaz Tomé Laranjo e o Diretor do curso de Doutoramento em Arte e Design, António Quadros Ferreira, vêm por este meio convidar V. Exa. para a inauguração da Exposição Oralidade, Futuro da Arte?, a decorrer na próxima quinta-feira, 8 de setembro, às 17 horas no Museu da Faculdade.
Esta exposição reúne trabalhos realizados pelos estudantes de Doutoramento em Arte e Design / 2ª edição, no âmbito da unidade curricular de Práticas e Estudos Avançados II.






Doutorandos do DAD-2ªedição
Exposição PEA2
(Museu FBAUP, 8.9.11_16.9.11)
A partir de um texto de Ernesto de Sousa, ORALIDADE, FUTURO DA ARTE?, os estudantes do DAD_2ª edição desenvolveram um trabalho que, realizado no âmbito de PEA2, se mostra no Museu da FBAUP. À semelhança do ocorrido no final do 1º semestre estaremos em presença de um trabalho que deve servir de testemunho, junto da comunidade académica, da possibilidade de se fazer repercutir motivações acrescidas nas naturezas de cada um dos projectos de investigação. O texto de Ernesto de Sousa surge catalizador, mobilizador, e pertinente de contemporaneidade. A partir desta proposta foi possível reconstruir imaginários e narrativas, foi possível dar sustentabilidade à natureza investigativa nos processos de pensar e de fazer o projecto. Esta exposição, que antecipa a apresentação dos projectos de investigação em sede de Provas de Aferição, tem ainda o mérito de se suscitar como antecâmara do que será o caminho proposto pelos estudantes do DAD_2ª edição ao longo do seu 3º ciclo de estudos.
De facto, o que aqui presenciamos, uma vez mais, é o exercício de reiteração de que a investigação em arte e design deve ser objecto de uma incessante procura de identidade que contribua para uma definição de território próprio. Justamente aquele que permite a inscrição permanente de uma narrativa de cada um dos doutorandos em domínio de investigação agregado a práticas científicas através de projectos também aplicados e ou multidisciplinares, onde seja possível desenvolver práticas contemporâneas de arte e de design. Onde seja possível, ainda, a construção do sentido de uma lógica de apreensão do real, do pensar e do fazer na sua correspondência com o projecto, do documental como forma contínua e sistemática na construção de memórias, da reiteração de estratégias de adequação entre o processo e o objecto, e do lugar enquanto hipótese de narrativa visual estruturante, entre muitas outras situações. O que aqui se testemunha, finalmente, é um exemplo, positivo, de que se deseja partilhar, e que afinal demonstra a efectiva possibilidade da investigação em arte e design acontecer com mobilização, empenho, e entusiasmo.
É possível, finalmente, perceber-se aqui e agora, por sedimentação de estratégias desenvolvidas e partilhadas com os estudantes do DAD_2ª edição, a consistência do projecto de doutoramento em Arte e Design que apresenta características verdadeiramente inovadoras, onde a sua matriz é configurada por um entendimento plural inscrito em áreas científicas e do saber transversais e identitárias de um reinventado programa de Escola.
António Quadros Ferreira
FBAUP, 8 de Setembro de 2011


fonte:
http://sigarra.up.pt/fbaup/noticias_geral.ver_noticia?P_NR=1042

Encontro de Museus de Países de língua Portuguesa em Lisboa


O Museu do Oriente acolhe o VI Encontro de Museus de Países e Comunidades de Língua Portuguesa, entre 26 e 27 de Setembro.


O encontro de Museus de Países e Comunidades de Língua Portuguesa é organizado pela comissão portuguesa do International Council of Museums (ICOM), com o apoio do ICOM Brasil e em parceria com a Fundação Oriente, Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA).


O evento, que decorre entre 26 e 27 de Setembro, tem como principais objectivos incentivar e aprofundar a troca de experiências, estabelecimento regular de parcerias entre os museus e seus profissionais em países e comunidades de língua portuguesa, e potenciar a sua afirmação no seio do ICOM.


fonte:
http://noticias.portugalmail.pt/artigo/20110908/encontro-de-museus-de-paises-de-lingua-portuguesa-em-lisboa

Talento paraibano na obra Independência ou Morte


O gênio dos desenhos, Pedro Américo, tinha apenas 10 anos quando foi descoberto em Areia, no Interior da Paraíba, pelo naturalista francês Louis Jacques Brunet. Logo foi convidado para integrar uma comitiva que retratou a flora e a fauna do Nordeste do Brasil.

Depois da aventura, Pedro Américo estudou arte no Rio de Janeiro e frequentou a Escola de Belas Artes de Paris – graças a bolsa de estudos recebida por Pedro II.

O quadro Independência ou Morte (também conhecido como O Grito do Ipiranga) faz parte do Museu do Ipiranga, em São Paulo. Todo o acervo está tombado peloInstituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. O quadro foi pintado em 1888.

Quadro Independência ou Morte, do Museu do Ipiranga, foi pintado em 1888 pelo artista paraibano Pedro Américo.





fonte:
Babel das Arte

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