quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Governo estadual investe na pesca, com reforma em laboratórios e museu

São Paulo - Um decreto assinado pelo governador Geraldo Alckmin abre um crédito suplementar ao orçamento da Secretaria de Agricultura e Abastecimento paulista de R$ 1,5 milhão, oriundo do Tesouro do estado. O recurso será utilizado em obras de reforma do Museu de Pesca, localizado em Santos, e vinculado ao Centro de Pescado Marinho do Instituto de Pesca (IP), da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta/SAA). O Centro também terá laboratórios revitalizados e poderá promover a capacitação e formação de pescadores. A expectativa é que as obras sejam entregues nos primeiros meses de 2012. - Para o museu, a readequação e reparo da infraestrutura inclui aspectos de acessibilidade, abrangendo elevador e rampas para melhor locomoção de portadores de deficiências, instalação de corrimão, adaptação de sanitários, para citar alguns, além da recuperação de locais com infiltração, da parte elétrica, pintura, trocas de janelas, dentre outros.

Está previsto ainda um projeto de aspectos museológico e museográfico, como o planejamento das exposições, acervo, reserva técnica e dinâmica de funcionamento. Ele está sendo formulado com alguns parceiros e o objetivo é tornar o ponto turístico mais dinâmico, também com o recebimento de mostras itinerantes vindas de outros museus.

Já a sede do Centro de Pescado Marinho poderá atender pescadores artesanais e industriais da Baixada Santista com foco em três ações distintas: educação formal, capacitação e formação de mão de obra especializada. O IP pretende incrementar a elaboração, desenvolvimento e execução de projetosespecíficos, capacitação de professores, disponibilização de infraestrutura, aulas práticas e cursos específicos.

"Essa ação é importante porque a exploração dos estoques de pescado está no limite e o desenvolvimento pesqueiro deverá buscar um aumento da rentabilidade, havendo a necessidade de incorporação de avanços tecnológicos à atividade. Como um dos gargalos é a baixa capacitação, com altos níveis de analfabetos e analfabetos funcionais, buscamos o desenvolvimento ambiental, social e economicamente sustentável, além da inserção desse contingente da sociedade, resguardando sua cidadania", diz o diretor do IP, Edison Kubo.

A modernização e adequações de laboratórios para desenvolvimento de produtos e processos à base de pescado e seus resíduos pretende ajudar o setor a minimizar o desperdício de matéria-prima.



fonte:
http://www.dci.com.br/Governo-estadual-investe-na-pesca_-com-reforma-em-laboratorios-e-museu-8-395237.html

Artesão: tem Prêmio SEBRAE Top 100

Já estão abertas a inscrições para a 3ª edição do Prêmio SEBRAE TOP 100 de Artesanato. O objetivo é selecionar as 100 unidades produtivas mais competitivas do país e lançar um catálogo.




O artesanato é um setor importante da identidade cultural do Brasil e gerador de renda para milhares de brasileiros. O prêmio ajuda a valorizar o trabalho realizado pelos artesãos.

Além do valor cultural, a estética é valorizada no Prêmio, no entanto, são vários os critérios para a avaliação como grau de inovação, adequação ambiental, adequação cultural, responsabilidade social, etc. Confira no site do Prêmio SEBRAE Top 100 todas as regras, inscreva-se ou dê a dica para alguma associação ou artesão que você conhece e curte. O prazo final das inscrições é em novembro.


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Novas galerias de arte em São Paulo buscam atingir público jovem

Embaladas pelo boom da arte de rua, novas galerias abrem espaço para novos artistas e se focam no público que está começando a se interessar pela arte, novos colecionadores ou apenas apreciadores. Em São Paulo, esse ano, dois novos nomes que reúnem o que existe de mais legal na produção nacional foram inaugurados, a Galeria Filtro e a Galeria LOGO.
Foto:
Flavio Samelo para Galeria LOGO (Foto: Reprodução) 
GALERIA LOGO

Na versão mais tradicional, com espaço físico fixo, a LOGO está voltada para a arte contemporânea. Baseia-se na união de três pontos de vista distintos representados por Carmo Marchetti, Lucas Ribeiro “Pexão” e Marcelo Secaf, responsáveis pela galeria localizada no bairro de Pinheiros. A proposta da LOGO é apresentar e discutir arte independente e urbana, que surge de locais que vão além de museus e galerias e foca na relevância das obras para a sociedade.

Foto:
Lucas Ribeiro, da Galeria LOGO (Foto: Reprodução)
Lucas Ribeiro conta mais sobre o trabalho desenvolvido pela galeria:

Criativa - De onde veio a ideia para a criação da LOGO? A Galeria tem algum objetivo específico?
Lucas Ribeiro - A galeria LOGO é o alinhamento da minha visão com as visões dos meus sócios, a Carmo Marchetti e o Marcelo Secaf. Eu já tenho uma galeria em Porto Alegre, desde 2003, mas conheci a Carmo quando fiz a curadoria da primeira edição da mostra TRANSFER, no Santander Cultural, em 2008. Ela foi visitar e escrever a respeito da mostra para uma revista. Um pouco depois a Carmo foi curadora de uma exposição bem impressionante em uma galeria em SP, que tinha bastante a ver com a minha pesquisa. Foi bem natural encararmos esse projeto juntos. Através dela conheci o Marcelo, que na época presidia o Conselho da Pinacoteca do Estado de São Paulo. Conhecendo a coleção de arte particular do Marcelo, ficou claro que ele estava em sintonia com nossas ideias e acrescentaria muito ao projeto. Trabalhamos com arte contemporânea visual que emerge de circuitos paralelos. Queremos apresentar essa produção para o mercado da arte, colocar as obras em coleções importantes e viabilizar a carreira dos artistas, incentivando a pesquisa sobre todo um cenário artístico.

Como é feita a curadoria da LOGO, existe um critério determinado para seleção dos artistas que integram a galeria?
A curadoria surge de um diálogo entre os três sócios, nem que seja para convidar outro curador, como é o caso do argentino Tristan Rault que está fazendo a nossa próxima exposição. Os artistas representados pela galeria são nomes com os quais já trabalhamos em outros projetos ou acompanhamos o trabalho de perto faz um bom tempo. Nosso principal foco são artistas que possuem raízes em culturas urbanas como o skate, a street art, a produção de histórias em quadrinhos alternativas e a música independente, mas que já possuem um trabalho consistente produzido em ateliê, voltado para ser exposto em galerias e museus.

Nos últimos anos surgiram vários espaços pelo Brasil para promover a nova arte criada aqui. Você vê relação na abertura desses espaços com a popularização da street art, em especial o grafite?
É um cenário que provavelmente ajudou a reaproximar a arte dos cidadãos. Definitivamente a arte de rua influenciou o surgimento de novas galerias. A minha primeira galeria, em Porto Alegre, chamada Adesivo, é um exemplo disso. Mas ao longo do caminho começou a fazer sentido pensar mais nesses artistas urbanos, que emergem dessas subculturas da cidade, como artistas contemporâneos, pois o trabalho deles passou a existir e funcionar dentro de espaços expositivos. A galeria LOGO é um salto nessa direção.

Como a LOGO se relaciona com essas manifestações de arte urbana? É um formato explorado pela galeria?
Eu não acredito em arte de rua dentro de galeria ou museu. Arte de rua é na rua. Mas, no caso de alguns dos artistas com os quais trabalhamos, suas obras de ateliê são em parte influenciadas pelo que fazem ou enxergam nas ruas. Mas é uma produção distinta. Eu conspiro a favor de um conceito de "arte urbana" que englobe diversas expressões com raízes em movimentos que surgem nas cidades, essencialmente independentes e autodidatas, que não constam nos currículos de universidades de arte. Pelo menos por enquanto.

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Virada Cultural será dias 5 e 6 de novembro em Curitiba


Jair Rodrigues, Almir Sater, Hamilton de Holanda, Ultraje a Rigor, Sá e Guarabyra são algumas das atrações da segunda Virada Cultural de Curitiba, que acontecerá no dia 5 de novembro, com mais de 24 horas ininterruptas de espetáculos, em três grandes palcos montados no Centro da cidade. As atrações da Virada Cultural de 2011 foram divulgadas pela Fundação Cultural de Curitiba ontem. “É uma programação para agradar as famílias curitibanas, com grandes artistas e grupos locais, valorizando a produção artística da nossa cidade”, afirmou a presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Roberta Storelli.

A Virada terá início às 11h do dia 5, com a abertura da exposição Anita Malfatti, no Museu Oscar Niemayer (MON), e terminará às 21h de domingo (6). A Virada é o ponto alto da programação da Corrente Cultural, uma parceria entre instituições públicas e privadas, que levará diversos espetáculos aos bairros de Curitiba, até 12 de novembro.
A programação da Virada Cultural inclui também shows com Marcelo Jeneci - que se apresentou no Rock in Rio -, Copacabana Club, A Banda Mais Bonita da Cidade, Orquestra Sinfônica do Paraná com Hamilton de Holanda e o Vocal Brasileirão, que se apresentará com Sá e Guarabyra.
Os palcos para shows serão montados na Rua Riachuelo, nas Ruínas de São Francisco e na Praça da Espanha. De hora em hora, o público terá como opções espetáculos teatrais, exposições, performances, instalações, atividades literárias, sessões especiais de cinema, entre outras atividades que tomam conta das praças, teatros, museus, bares, restaurantes, num total de 84 espaços diferentes.
Corrente Cultural — A Corrente Cultural é uma parceria entre a Secretaria de Estado da Cultura, Prefeitura e Fundação Cultural de Curitiba, Sistema Fecomércio, Sesc Paraná, Sistema Fiep, Sesi, Caixa Econômica Federal, Universidade Federal do Paraná, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Universidade Católica do Paraná, E-Paraná Rádio e Televisão Educativa do Paraná, Goethe-Institut, Aliança Francesa, Instituto Cervantes, Consulado Geral a Polônia e Consulado Geral da Itália.
Este ano, a Virada acontece na data em que é celebrado o Dia Nacional da Cultura, tendo como tema “Viva a cultura da paz”. Os organizadores tomaram como referência o manifesto da Unesco “Por uma cultura da paz e da não violência”, que sintetiza ações e atitudes que devem ser adotadas pelas nações para promover a paz, entre elas, a defesa da liberdade de expressão e da diverO diretor regional do Sesc Paraná, Dimas Fonseca, reforça a importância da participação da sociedade civil organizada. “O Sistema Fecomércio Sesc Senac, mantido por empresários e com foco nos serviços voltados ao comerciário, tem uma preocupação muito forte com a cultura. Assim, firmamos parcerias como esta, para sempre fazermos parte de grandes ações, a exemplo da Corrente Cultural”.

Serviço
A programação da Corrente Cultural está disponível no site: www.correntecultural.com.br


fonte>
http://www.bemparana.com.br/index.php?n=194064&t=virada-cultural-sera-dias-5-e-6-de-novembro