sábado, 5 de novembro de 2011

O Espírito Mundo é um programa de divulgação, promoção e difusão do Brasil ...

Seleção de artistas: Espírito Mundo 2012


Espírito Mundo é um programa de divulgação, promoção e difusão do Brasil por meio de intercâmbios culturais em torno do mundo realizado pelo Instituto Quorum, instituição sediada em Vitória-ES.
Em 2012, o Espírito Mundo vai acontecer na França (V Espirito Poitou e III Espírito Provence, em Celles Sur Belle e Aix-en-Provence); na Espanha (II Hay Espiritu Madrid, em Madri); e na Inglaterra (II Espírito Brum, em Birmingham), entre agosto e setembro de 2012. As inscrições estão abertas até 16 de novembro.
De 2008 a 2011 o projeto enviou para a Europa centenas de artistas e técnicos brasileiros para participar de quase 200 shows em festivais internacionais. Além de shows, o instituto inseriu artistas em residências artísticas (literatura, artes visuais), além de promover a participação em festivais de teatro, dança, exposições e oficinas e, ainda, eventos de audiovisual.
Conheça o edital dos festivais clicando no link abaixo. Os selecionados serão divulgados até 30/12 no site oficial do programa. www.espiritomundo.com

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babel das artes

Museu de sapatos no Canadá expõe criações dos anos 20 e outros modelos raros

Para a época em que as roupas ganharam formas soltas e referências do guarda-roupa masculino, os sapatos de luxo eram responsáveis por fazer um contraponto, explorando texturas com couros de réptil ou metalizados, tecidos adamascados e até mesmo bordados e aplicações de cristais.


Bata Shoe

Foto 1 de 22 - Na exposição "The Roaring Twenties - Heels, Hemlines and High Spirit", os sapatos de salto médio, bico fino e tira no peito do pé que marcaram a década de 1920 são destaque, como o modelo bicolor da foto presente logo na entrada da exposição Geovanna Morcelli/UOL
Com um acervo que engloba quase 5 mil anos de história, o "Bata Shoe Museum" em Toronto é um passeio obrigatório para quem não resiste a um novo par de sapatos e quer conhecer um pouco da evolução do item do vestuário.

Na exposição "The Roaring Twenties - Heels, Hemlines and High Spirit", em cartaz até junho de 2012, o museu faz um panorama dos sapatos femininos da década de 1920, em que predominavam os modelos com tira em "T" no peito do pé, recortes inventivos, salto médio e bico fino levemente arredondado.
  • Geovanna Morcelli/UOL
    Duas das principais características dos sapatos dos anos 20 são as tiras em "T" e os recortes inventivos, como é possível visualizar nestes três modelos criados pela suíça Bally entre 1920-1925


A exposição traz ainda curiosidades históricas, como o fato de que nos anos 20 as mulheres não usavam sandálias, mesmo durante o verão. Foi só nos anos 30 que os modelos mais abertos começaram a ganhar alguma popularidade. Enquanto isso não aconteceu, os calçados fechados na frente e mais cavados no peito do pé eram considerados os ideiais para os dias quentes.

Raridades
Criado em 1979 com base no acervo pessoal de Sonja Bata - uma suiça que se casou com um empresário da indústria calçadista da República Tcheca em 1946 e migrou para o Canadá fugindo da Segunda Guerra Mundial - o museu reúne também peças desde o século 15, como os pontudos calçados originários da região da Cracóvia na Polônia, exemplares raros como os usado no período da Renascença, modelos usados especialmente para casamentos em meados de 1800 e também os sapatos diminutos datados do fim do século 19 e que eram símbolo de status entre as mulheres chinesas.

Bata Shoe Museum
327 Bloor Street West, Toronto - Canadá
www.batashoemuseum.ca

*A repórter viajou à convite da Comissão de Turismo do Canadá


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Navio de pesquisas ganha filial virtual do Museu Russo

O navio de pesquisas científicas “Acadêmico Fiodorov”, principal meio de ligação da Rússia com a sua estação polar na Antártida, ganhou uma filial virtual do Museu Russo, de São Petersburgo, um dos maiores museus estatais de arte.
O Centro Educacional Informativo Museu Russo – Filial Virtual, instalado no navio, começou a funcionar na quinta-feira, 3, e poderá ser visitado em todos os portos em que a embarcação estiver atracada.
O Museu Russo possui uma das maiores coleções de arte do mundo, e as suas telas podem ser apreciadas em todas as filiais virtuais que a instituição instalou pelo mundo.
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Discos do Museu de Imagem e Som vão para o lixo

Exemplares em aparente bom estado foram descartados após dedetização


Discos antigos que pertenciam ao Museu de Imagem e Som (MIS) de Araraquara foram encontrados na quinta-feira (3) em um aterro sanitário da cidade. A Secretaria de Cultura alega que o material descartado está danificado, embora alguns estejam inteiros e aparentem bom estado de conservação.

Confira galeria de fotos
Entre as peças de vinil e baquelite estavam exemplares intactos de gravações de Carlos Gardel, Doris Day, Francisco Alves, Maria Callas, Elvis Presley e raridades italianas de 1943.
Na terça-feira (1), dezenas de discos foram notados por moradores da cidade no estacionamento da Casa de Cultura. A explicação da instituição é que as peças estavam lá devido a uma dedetização realizada no MIS.
Dois dias depois, porém, o material foi descartado. A denúncia partiu de internautas e até mesmo de um funcionário da Secretaria de Cultura.
A reportagem foi ao aterro, onde encontrou os discos. Trabalhadores do local confirmaram que todo o material foi recolhido de dentro da Casa da Cultura.
Outro lado
A secretária de Cultura, Euzânia Andrade, disse que não sabe como o material, supostamente em bom estado, foi levado para o lixão. “O que foi descartado estava comprometido”, afirmou.
Virgínia Fratucci, gerente pedagógico-cultural dos museus de Araraquara, disse que diversos discos foram retirados do interior do MIS entre terça (1) e quarta-feira (2) para não atrapalhar a limpeza e que o material ficou em uma área externa da Casa da Cultura.
Ela afirma, porém, que os discos dispensados não poderiam ser reaproveitados. “Muita coisa não tinha condição de voltar para o MIS e isso foi jogado fora”.


 










Foto: Moisés Scchini/Tribuna Impressa


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Faxineira de museu alemão danifica escultura estimada em R$ 1,9 milhão

A direção do Museu Ostwall em Dortmund, na Alemanha, afirma que uma obra de arte moderna com valor estimado de R$ 1,9 milhão foi seriamente danificada após uma faxineira “limpar” uma pintura no chão, de aparência semelhante a uma poça.
A porta-voz da prefeitura de Dortmund, Dagmar Papajewski, disse nessa sexta-feira que a obraWhen it Starts Dripping from the Ceiling, de autoria do falecido artista alemão Martin Kippenberger, continua exposta no museu, apesar dos danos ocorridos no mês passado.
Papajewski afirma que a equipe de limpeza tinha instruções de limpar apenas a uma distância de 20 centimetros da obra e que não estava claro o motivo de a pintura ter sido vítima da faxina.
Não é a primeira vez que algo deste tipo acontece: em 1986, uma obra de Joseph Beuys imitando uma mancha de óleo, avaliada em R$ 949 mil, também foi estragada por uma faxineira da Academia de Belas Artes de Düsseldorf.
Além dos museus alemães, as galerias britânicas também sofrem com faxineiros aplicados demais. Em 2004, um deles na galeria Tate Britain, em Londres, jogou fora parte de uma obra de outro artista alemão, Gustav Metzger. Ele afirmou que achou que o material era lixo deixado no local. Dessa vez teve jeito: Metzger preparou um material substituto.
O premiado artista britânico Damien Hirst também já passou por isso: uma obra sua, composta de pilhas de garrafas vazias, cinzeiros cheios e canecas de café e exposta na galeria Eyestorm, representando a vida de um artista, foi para lixeira.
Da Agência O Globo




fonte:
http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20111104144804&assunto=103&onde=Viver