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sábado, 12 de novembro de 2011

Gursky tem outras quatro obras de um total de seis da série à qual pertence “Reihn II” expostas em importantes museus, entre eles a galeria Tate Modern, em Londres e o Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA).

Foto mais cara do mundo custa US$ 4,33 mi

A imagem panorâmica do Rio Reno que você vê ao lado, tirada pelo alemão Andreas Gursky em 1999, alcançou na última terça-feira, dia 8, em um leilão organizado pela casa Christie's, o preço mais caro já pago por uma fotografia: US$ 4,33 milhões (R$ 7,58 mi).

Além do valor, o tamanho da obra, intitulada “Reihn II”, também é superlativo, já que a imagem mede 1,85 de altura por 3,63 de comprimento.

Rein II mede 1,85 de altura por 3,63 de comprimento / DivulgaçãoRein II mede 1,85 de altura por 3,63 de comprimentoDivulgação



Os milhões desembolsados pelo comprador da foto, cujo nome não foi divulgado, superaram amplamente as estimativas da casa de leilões, que inicialmente avaliou a venda entre US$ 2,5 (R$ 4,37 mi) e US$ 3,5 milhões (R$ 6,12 mi).

Gursky tem outras quatro obras de um total de seis da série à qual pertence “Reihn II” expostas em importantes museus, entre eles a galeria Tate Modern, em Londres e o Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA).


"99 Cent II Diptychon", realizada por Gursky em 2001. Foto: Divulgação


Mestre na arte de compor linhas geométricas a partir de grandes panoramas, o artista alemão faz com suas fotografias imensos instantâneos da vida moderna, onde milhares de detalhes podem ser observados na mesma obra.

Antes de ter a foto mais cara já vendida até hoje, Gurky figurava no ranking da 15 imagens mais valiosas em segundo lugar, com “99 Cent II Diptychon”, de 2001, clique também em grandes proporções de um supermercado.

Até a última terça-feira, a autora da fotografia mais cara da história era a cineasta Cindy Sherman, que teve um autorretrato de 1987 vendido por US$ 3,89 milhões (R$ 6,81 mi) em 18 de maio de 2011.


Autorretrato de Cindy Sherman. Foto: Divulgação

Sustentabilidade e Cultura

O governador Agnelo Queiroz recebeu mais um reconhecimento pela iniciativa de transformar a obra do Estádio Nacional de Brasília em mais um monumento da capital federal, exemplo de arrojo e sustentabilidade.


Agnelo Queiroz foi o único homenageado na categoria Poder Público do prêmio Liderança em Ação, em cerimônia realizada no dia 25 de outubro, em São Paulo. Honra concedida pelo órgão máximo responsável por fiscalizar e incentivar em todo o planeta a execução de construções sustentáveis: o Green Building Council Brasil (GBC Brasil).




Após exibição de imagens do Estádio Nacional de Brasília em dois telões, o governador subiu ao palco para receber o reconhecimento da entidade internacional. “Isso mostra que seguimos o caminho certo ao decidirmos não construir apenas um estádio, mas uma arena verde, que segue os conceitos mais modernos de sustentabilidade, de aproveitamento dos recursos naturais. Não é apenas uma obra, mas um legado para a capital do país”, disse Agnelo Queiroz.


O prêmio da GBC Brasil é mais um reconhecimento da qualidade do trabalho executado em Brasília. O Estádio Nacional de Brasília é o primeiro do mundo com possibilidade de receber o certificado máximo de sustentabilidade. O selo Leed Platinum – entregue após a conclusão da obra – é reconhecido internacionalmente e garante que a construção é sustentável.


A Ecoarena brasiliense receberá a abertura da Copa das Confederações de 2013 e sete jogos da Copa de 2014. A capital da República disputa ainda o direito de sediar a Universíade de 2017 (jogos universitários, que são o terceiro maior evento mundial esportivo).


Segundo a diretora executiva da GBC Brasil, Maria Clara Coracini, o projeto de Brasília é um exemplo a ser seguido pelas demais unidades da Federação. “O estádio tem apoio incondicional do governador, profissionais de altíssimo gabarito, qualificados e comprometidos com a construção sustentável e a vontade genuína de realizar uma Copa Verde”, elogia. “É por isso que o GBC Brasil decidiu reconhecer publicamente o trabalho de Brasília”, destaca.


Na noite da segunda-feira (7/11), o governador Agnelo Queiroz firmou mais uma parceria que possibilitará um legado ainda maior para Brasília com a realização dos jogos de 2014. Agnelo Queiroz se reuniu com a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, na sede do Ministério da Cultura (MinC). O encontro contou ainda com a participação de representantes do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), além dos secretários de Cultura e de Turismo do DF.


O governo federal apresentou o programa Esplanada dos Museus, que consistirá no legado cultural da Copa do Mundo de 2014. Todas as cidades-sede terão seus equipamentos de cultura revitalizados, mas somente Brasília, por ser capital da República, ganhará novos locais. Até 2014, a cidade ganha dois novos museus. Na sequência, mais três serão erguidos na capital. Todos terão gestão compartilhada entre os governos federal e do Distrito Federal (GDF).


“Brasília tem uma grande agenda de eventos até 2017 e o campo cultural precisa refletir isso. O GDF e o governo federal estão em sintonia para desenvolver um trabalho perfeitamente harmônico”, destacou o governador Agnelo Queiroz. Para ele, é preciso mais iniciativas como essa em outras áreas do conhecimento.

O programa prevê a construção dos museus dos Esportes, de Arte das Américas, da Democracia, da Biodiversidade e da Diversidade Cultural. As obras seguirão o padrão arquitetônico do projeto urbanístico da capital e contarão com salas de exposição e de concertos, livraria, restaurante e estacionamento subterrâneo. A parceria estabelece que o GDF fornecerá os terrenos, enquanto o MinC será responsável pela captação de recursos e pelo estabelecimento de parcerias para a construção das unidades.


“O governo federal quer expandir o cardápio cultural nos locais que receberão a Copa do Mundo”, afirmou o presidente do Ibram, José do Nascimento Junior. “Para Brasília, vamos garantir um olhar diferenciado, porque a cidade é a memória do país, a síntese da nossa diversidade biológica, cultural e regional”, completou.



fonte:

http://www.brasiliaemdia.com.br/cidade/192-sustentabilidade-e-cultura-

Fashion Food: a alta-costura e a gastronomia imortalizadas num Museu de Berlim

BERLIM, Alemanha — A alta-costura e a gastronomia se unem num museu de Berlim, que expõe, até o final de janeiro, fotos de manequins envoltas em túnicas confeccionadas com tentáculos de polvos, e usando minissaias de algas ou vestidos de chocolate.
O chefe austríaco Roland Trettl, detentor de inúmeras estrelas do Guia Michelin, transformou-se, também, em 'chef de cuisine" para misturar as fronteiras entre o prazer dos olhos e as papilas gustativas, em criações imortalizadas pelo compatriota, o fotógrafo Helge Kirchberger.
A exposição Fashion Food, que ficará no Museu de Comunicação de Berlim, até 29 de janeiro, questiona a noção preconcebida da estética sobre o "gosto", o consumismo e sobre o que seria desenvolvimento sustentável numa sociedade rica.
"As imagens não são lascivas ou pornográficas, mas têm um quê de erótico e de provocação", explica à AFP Lieselotte Kugler, diretora do museu.
"É também uma homenagem à nutrição. Quando pensamos em todos os alimentos jogados fora anualmente na Alemanha - entre eles 5.000 toneladas de pão -, todos devem refletir sobre a relação entre o que se come e sua industrialização crescente em nossa sociedade", acrescenta ela.
Embora o vestido confeccionado em carne crua de vaca, usado por Lady Gaga durante cerimônia de entrega de prêmios, ano passado, tenha deixado as pessoas perplexas, as criações reveladas na exposição berlinense parecem mais equilibradas.
A modelo "Russian Lardo" apresenta-se, por exemplo, vestindo uma pantalona costurada com bacon magro, acompanhada de uma echarpe de massa e uma peruca de alface frisado, com pimentas vermelhas e folhas de rabanete branco.
Os homens não ficam à margem, como o manequim vestido com uma túnica de descarregador de mercadoria decorada com salmão e usando pantalona de alface.
"A maior parte dos alimentos não é jogada fora", precisou Lieselotte Kugler. Após a seção de fotos, por exemplo, "os tentáculos do polvo são cozidos durante três ou quatro horas para torná-los bem tenros. Depois, todos se sentam para festejar".
Trettl e Kirchberger trabalham juntos há cerca de quatro anos, mas esta exposição é sua primeira realização maior, destinada ao grande público.
Eles publicaram, antes, um livro com boa parte das fotografias apresentadas e as receitas, com prefácio da estilista iconoclasta Vivienne Westwood.
Ela chegou a comparar os retratos com as criações do italiano Giuseppe Arcimboldo, que, no século XVI, pintava rostos feitos com frutas e legumes.
Entre as outras inspirações do chefe austríaco, está a criação "crépine de veau" - uma membrana gordurosa que envolve as vísceras - e que se transforma em elegante echarpe de malha, com um colar de ovos de codorna, ou chocolate, ou bijuterias em pérolas de açúcar prateado.
"Enfim, (...) é uma obra de arte única, composta de alimentos e do próprio modelo, do material e da forma", precisa-ela.

fonte:

Museu da Imagem e do Som exibe documentário sobre negros em Curitiba





Em comemoração à Semana Nacional da Consciência Negra, o Museu da Imagem e do Som do Paraná vai exibir o documentário de longa-metragem Preto no Branco – Negros em Curitiba. O evento ocorre quinta-feira (17) às 19 horas no auditório da Biblioteca Pública do Paraná. 

Para apresentar o filme foi convidada a doutora em Sociologia Marcilene Lena Garcia de Souza, diretora do Ipad Brasil (Instituto de Pesquisa da Afrodescendência), e diretora do Núcleo de Pesquisa do Instituto de Defesa dos Direitos Humanos. 

O longa-metragem é uma realização do Núcleo de Pesquisa e Produção Audiovisual do Projeto Olho Vivo, com coordenação de Luciano Coelho e Marcelo Munhoz. O filme conta histórias de pessoas que têm em comum o fato de serem negras e morarem em Curitiba, cidade onde os afrodescendentes representam, aproximadamente, 20% da população. 

O evento é alusivo ao Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes. 

SERVIÇO: Documentário Preto no Branco – Negros em Curitiba. 

Data: 17 (quinta-feira). 

Horário: 19 horas. 

Local: Auditório Paul Garfunkel, da Biblioteca Pública do Paraná (Rua Cândido Lopes, 133, Curitiba). 

Entrada franca.


fonte:
http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=66484&tit=Museu-da-Imagem-e-do-Som-exibe-documentario-sobre-negros-em-Curitiba

Museu Lasar Segall inaugura mostra de Fayga Ostrower

Um conjunto de cem obras da artista plástica polonesa naturalizada brasileira Fayga Ostrower chega ao Museu Lasar Segall, em São Paulo. A mostra, em parceria com o Instituto Moreira Salles, revela a evolução da carreira da ilustradora, vencedora do Prêmio Internacional da Bienal de Veneza (1958).
A exposição chega à capital paulista com gravuras, instrumentos de trabalho, fotografias, livros e documentos produzidos entre os anos 1940 e 1970, mostrando a transição de Ostrower do expressionismo figurativo à abstração. Destaque para ilustrações especialmente criadas por ela para edições requintadas de romances como "Fontamara" (1993), do escritor italiano Ignazio Silone, "Opus 10" (1952), de Manuel Bandeira, "O Cortiço" (1948), de Aluísio de Azevedo e também para periódicos como o jornal carioca "A Manhã" (de 1947 a 1951). Todas as obras da exposição pertencem ao acervo do Instituto Fayga Ostrower.
A mostra, com curadoria do poeta e consultor de literatura do IMS Eucanaã Ferraz, é dividida em três conjuntos: o primeiro retratando os trabalhos figurativos de Ostrower, o segundo caracterizando a passagem para a abstração e o terceiro com uma linguagem já pertencente ao abstracionismo, com cores inicialmente sóbrias e por fim vibrantes.
Serviço
Fayga Ostrower - Ilustradora
Abertura: 12 de novembro, às 17h00
Em cartaz de 13 novembro de 2011 a 19 de fevereiro de 2012
Museu Lasar Segall: Rua Berta 111, Vila Mariana
De terça a sábado, das 14h às 19h; domingo e feriados, das 14h às 18h
Entrada Franca

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