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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Reforma no Museu de Arte Sacra começa 2ª

O edifício do século 18 que abriga o Mosteiro da Luz e o Museu de Arte Sacra, na Luz, região central de São Paulo, será restaurado a partir da próxima segunda-feira. O complexo localizado na Avenida Tiradentes, construído por Frei Galvão e conhecido local de peregrinação, é tombado e uma das poucas construções remanescentes do século 18 na cidade de São Paulo.
Segundo a Secretaria de Estado da Cultura, serão investidos R$ 733 mil para reformar o telhado, que hoje tem problemas como goteiras, além das fachadas, que sofrem desgaste e estão bastante descascadas. A última reforma no local foi há cerca de 15 anos. A previsão é de que as obras durem pelo menos três meses. O museu e a igreja do mosteiro permanecerão abertos durante a execução da reforma.
O prédio foi construído em 1774 com a técnica de taipa, bastante comum na época - ainda há paredes internas que mostram como a terra foi usada para erguer paredes, juntamente com madeira (pau a pique). Na região não havia pedra nem cal. O estilo arquitetônico segue um padrão comum em mosteiros e outras casas da época, com portas e janelas amplas.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


fonte:

Por que não se vai mais a museus?

Atualmente, o cidadão contemporâneo se vê diante de uma variedade de ofertas de entretenimento, produtos e serviços jamais vista. 

Paralelo a isso, os meios tradicionais de comunicação carregam uma inédita descrença por parte desse consumidor. 


E como pano de fundo disso, percebe-se na contemporaneidade, um cidadão com um nível de exigência visivelmente atípico, e com uma vasta possibilidade de formas de entretenimento e consumo de cultura em geral. 


E é justamente nesse contexto em que cidadãos, consumidores de entretenimento, tendem a se conectar a experiências mais relevantes e que estejam alinhadas com seu estilo de vida e, mais que isso, que não o transformem em mais uma pessoa sucumbida à massa. 


As pessoas hoje definem determinadas experiências de consumo como representantes de algo mais do que experiências aparentemente comuns de consumo.


E por que não se vai a museus? Essa pergunta transita nas cabeças dos principais curadores de arte e diretores culturais do país. E uma série de hipóteses pode ser listada no sentido de compreender e elucidar esse problema. Museu é cansativo e na primeira saída o visitante vai embora, ou então perde muito tempo tentando entender a obra e esquece de se entreter. Dentro dessa hipótese, vale destacar o que cidades como Bilbao, na Espanha, fizeram. 


Algumas agências de turismo, no momento de desenhar rotas de passeio para turistas estrangeiros, colocaram a visita ao Museu Guggenheim justamente nos momentos de descanso.


O fato é que hoje se evidencia uma crise no consumo de museus. Em uma rápida comparação com outras formas de consumo cultural, no teatro e no cinema, por exemplo, o espectador fica sentado e também absorve e consome cultura com um nível menor de esforço. 


Outro indício forte é que, por conta de avanços tecnológicos, outras formas de entretenimento, como a Internet e o uso de redes sociais, ganham uma envergadura bastante latente. 


Até mesmo a tradicional indústria do cinema, ainda assim, apresenta performances bastante satisfatórias, financeira e midiaticamente falando.


O que falta fazer para que o consumo de arte, de cultura, de museus ganhe mais visibilidade? O que esse texto se propõe fazer, ou seja, trazer essa discussão para o debate, já é um começo importante. 


Outra hipótese evidente é que arquitetos, curadores de exposições e profissionais de arte possuem conhecimentos de marketing relativamente incipientes. 


Aqui vale desdobrar outro questionamento: essa incumbência pertence a esses profissionais?Por exemplo, o arquiteto que, durante a idealização do projeto, decide colocar uma escada na entrada do museu, tem conhecimento que estudos hoje mostram que cada degrau na frente de uma loja representa 5% a menos de visitação? Ou então: um diretor de um museu que contrata e treina funcionários de linha frente, sabe que 70% dos fatores que fazem clientes não comprarem novamente de uma empresa são relacionados a problemas de atendimento?


O que é possível identificar no processo de marketing de experiência é a busca pelo momento único de consumo, por um processo de encantamento exclusivo, sofisticado e que vise diferenciações máximas. 


E no segmento de museus, fundamentalmente em exemplos brasileiros, percebe-se uma completa despreocupação nesse sentido. O design sofisticado da arquitetura dos prédios busca sim um impacto visual, mas a forma como de divulgação das exposições, o treinamento de funcionários e a preocupação com a marca do museu evidencia uma lacuna nesse campo e, consequentemente, um convite para pesquisadores se concentrarem nesse tema. 

 Coordenador do MBA em Gestão de Marcas (Branding) da Trevisan Escola de Negócios (@marcoshiller). *Marcos Hiller



fonte:
http://www.onorte.net/noticias.php?id=35942

Lançada a publicação Museus em Números com informações sobre 1,5 mil unidades do país | Agência Brasil

Brasília - Com os dados e informações básicas sobre 1,5 mil museus brasileiros, foi lançada hoje (17) a publicação Museus em Números. São dois volumes que trazem o panorama estatístico nacional e internacional do setor de museus e também uma análise sobre a situação do setor nas unidades federativas do Brasil.
Os dados do livro correspondem à realidade dos museus brasileiros que responderam ao questionário do Cadastro Nacional de Museus (CNM). Há no CNM mais de 3 mil instituições, mapeadas em todo o país à época da realização da pesquisa, em setembro de 2010.
Na cerimônia de lançamento, os representantes das unidades da Federação foram presenteados com um exemplar do livro e participaram também de uma mesa de debates para analisar os dados da publicação.
'Memória e invenção definem o fazer cultura', disse o secretário de Cultura do Distrito Federal, Hamilton Pereira, que também falou sobre as metas do governo local para o setor. 'Entre as metas que nós estamos trabalhando, está situada uma, que é estabelecer a sintonia entre Brasília, capital do país, e as políticas públicas de cultura da União. Porque nós estamos dez anos atrasados, doze para ser mais preciso. Perdemos esse vínculo de diálogo. Isso não ajuda o país, nem a capital do país', avaliou o secretário.
A ministra da Cultura, Anna de Hollanda, falou sobre a situação da capital diante do tema. 'A capital veio para Brasília, mas os grandes museus estão ainda no Rio. É aqui que iremos ter referência da cultura brasileira e nisso estamos atrasados mesmo', disse a ministra.
Ela também ressaltou a importância do trabalho do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), entidade vinculada à sua pasta, onde ocorreu a cerimônia de lançamento da publicação. 'Temos uma identificação muito forte, a política do Ministério da Cultura e a política do Ibram, porque pensamos em uma política estruturante. A gente não pensa em uma política de eventos. A gente pensa em uma política que vai buscar, que vai fazer levantamentos. Ás vezes, as pessoas não se dão conta do trabalho que é fazer um levantamento de museus, de tudo o que eles representam', observou.
Todos os anos, desde 1977, o Conselho Internacional de Museologia define um tema para celebrar o Dia Internacional de Museus, comemorado em 18 de maio. No Brasil, o Ibram promove a Semana Nacional de Museus desde 2003. Em 2012, na décima edição do evento, o tema será Museus em um Mundo em Transformação, Novos Desafios, Novas Inspirações.
Edição: Lana Cristina
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Street Art: grafitti inspira a moda

O grafitti nasceu clandestino e perseguido, mas conquistou reconhecimento. Alguns artistas são bastante valorizados, entre eles Jean-Michel Basquiat. Já Keith Haring é considerado pioneiro da arte de rua como obra de arte. Seu grafite inspira até hoje vários outros artistas. Ambos foram incentivados pelo americano Andy Warhol – ícone do movimento Pop Art.

Além das galerias de arte, a Moda vem consagrando esta expressão artística em roupas e acessórios. Até mesmo a grife de luxo Hermés inseriu o grafitti em sua coleção de lenços. A esportiva Reebook reproduziu desenhos de Basquiat em seus tênis e a fast fashion Top Shop nas roupas. No Brasil, a marca Havaianas lançou coleção (edição limitada) de sandálias com criações de grafiteiros convidados.

Há, no mercado, várias opções de produtos grafitti inspired. Tem até tecidos com estampas de grafitti para criar como quiser. Inspire-se e veja como a street art pode ser fonte inesgotável para a criação de acessórios de Moda.

Basquiat nos tênis Reebok. http://goo.gl/3B7aw Graffiti no relógio Swatch Stencil nos braceletes. (trendhunter.com) Estampas grafitti nos biquínis. trendhunter.com Colar grafitti. http://goo.gl/ZGPdY Anel grafitti. http://goo.gl/ZGPdY Top Shop colection. http://goo.gl/sgSk2 Cinto grafitti inspired. http://goo.gl/hgaj9 Grafitti no tênis. http://goo.gl/pzMpn Haring nas bijus. trendhunter.com Hermés luxo com grafitti. http://goo.gl/nvY1r Tecido estampado. http://goo.gl/nZ94k Keith Haring nos sapatos. Bolsa Graffiti by Jimmy Choo

fonte babel das artes