segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Nas férias, o "Museu do Café vai à praia"



Projeto leva o Museu à orla da praia de Santos e desenvolve atividades gratuitas durante todo o mês de janeiro
Neste verão, praia também é sinônimo de cultura. O projeto “Museu do Café vai à praia” pretende levar, entre os dias 3 e 30 de janeiro, um pouco da história do café e das atividades do Museu para orla da cidade.

Entre as atrações, todas gratuitas, estão atividades educativas, oficinas, degustação de drinks de café e exposição de objetos históricos. O espaço ficará ao lado da tenda de verão da prefeitura local, na praia do Gonzaga, e estará disponível entre 10h30 e 17h30.

ASSISTA AO VÍDEO
Aproveite a noite para visitar um museu da cidade

Confira a programação do "Museu do Café vai à praia":


Jogos educativos

Data: de 3 a 30 de janeiro
Horário: das 10h30 às 17h30
Local: Tenda Museu do Café vai à praia
Endereço: Praia do Gonzaga – Santos – SP
Entrada gratuita

Dicas de preparo de um bom café

Data: dias 3, 10, 17 e 24/1
Horário: às 17h
Local: Tenda Museu do Café vai à praia
Endereço: Praia do Gonzaga – Santos – SP
Entrada gratuita

Degustação de cafés e drinks gelados

Data: dias 5,12 e 19/1
Horário: às 17h
Local: Tenda Museu do Café vai à praia
Endereço: Praia do Gonzaga – Santos – SP
Entrada gratuita

Oficina de escultura de areia
Data: dias 4 e 18/1
Horário: às 15h
Local: Tenda Museu do Café vai à praia
Endereço: Praia do Gonzaga – Santos – SP
Entrada gratuita


Oficina de fotografia

Data: dias 6 e 20/1
Horário: às 15h
Local: Tenda Museu do Café vai à praia
Endereço: Praia do Gonzaga – Santos – SP
Entrada gratuita

Do Portal do Governo do Estado

Museu de Arte Contemporânea planeja sede própria em 2013 . (MAC/RS)



Abertura deve ocorrer no dia 10 de novembro, ao final da Bienal do Mercosul

O diretor do Museu de Arte Contemporânea/RS (MAC/RS), André Venzon, planeja para 10 de novembro, ao final da 9ª Bienal do Mercosul, a abertura da sede própria, com 1.600 metros quadrados, na rua Voluntários da Pátria, no antigo prédio da Mesbla). O local pertence ao Centro Cultural do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRS), prevendo a criação de cineclube, biblioteca e do projeto Prelúdio.

No mezanino serão realizadas exposições permanentes, de acervo e no Átrio (térreo), as temporárias, de fora do RS. "Nossa ideia é levar a experiência que fizemos com a exposição dos 20 anos, no Santander, para espaço permanente: amplo, com climatização e visibilidade das obras. Este é o nosso modelo", projeta Venzon.

A etapa seguinte será um concurso arquitetônico legitimando o museu e a criação de diversas ações para que o museu passe a ser conhecido do grande público. A nova área, por ter 15 metros de altura, possibilitará a exposição de obras de grandes dimensões. Com a parceria do IFRS, terá um público de 2.640 estudantes. Na sede antiga, localizada na Casa de Cultura Mario Quintana seguirá funcionando a parte administrativa e reserva técnica do MAC.

fonte:
http://www.correiodopovo.com.br/ArteAgenda/?Noticia=482349

Museu do Ouro mostra tesouros pré-hispânicos da Colômbia


Quando chegaram à América do Sul, no século 16, os espanhóis começaram a ouvir falar de uma lenda que dizia que em algum lugar do continente havia um grande império onde as cidades eram feitas de ouro. O mito de Eldorado despertou a cobiça dos conquistadores e, em 1535, foram organizadas duas expedições para explorar o território da atual Colômbia em busca dessa terra fantástica.
Os europeus nunca encontraram Eldorado, mas entraram em contato com povos que usavam inúmeras peças de ouro em seu dia a dia, pois acreditavam que o metal era sagrado. Depois de conquistarem e saquearem essas populações, os colonizadores guardaram esses tesouros por séculos, até que em 1939 os artefatos foram reunidos em um único lugar: o Museu do Ouro, em Bogotá, instituição que hoje reúne a maior coleção do mundo de peças produzidas pelas populações pré-hispânicas a partir do metal precioso.
O museu, localizado no bairro histórico da Candelária, conta com 34 mil peças de ouro distribuídas por cinco salas que se estendem por uma área de 13 mil metros quadrados no total. A primeira sala explica as técnicas de mineração e manufatura utilizadas pelos povos nativos, que transformavam recursos da natureza em verdadeiras obras de arte.
O segundo espaço conta a história dos povos que habitaram a Colômbia antes da chegada dos espanhóis, revelando como eles viviam e quais eram suas tradições. O ambiente seguinte, chamado “Cosmologia e Simbolismo”, fala do significado que os objetos de ouro tinham para os indígenas, e reúne algumas das obras primas da coleção do museu.
Já a “Sala de Oferendas” é um ambiente de penumbra que conecta céu e terra por meio de seis vitrines cilíndricas, mostrando o papel sagrado do ouro para a religião dos povos antigos. Finalmente, a quinta sala, denominada “Exploratório”, promove a interatividade entre público e acervo por meio de vídeos, maquetes, mapas, jogos e outros recursos.
Fundado em 1939, quando o Banco da República passou a proteger o patrimônio histórico colombiano, o museu começou com apenas 1,4 mil peças, mas hoje reúne o mais completo acervo do mundo sobre o tema. E a melhor maneira de conhecer tudo isso é por meio de uma das visitas guiadas organizadas no espaço.
Elas acontecem de terça a sábado, com monitoria em espanhol ou inglês, e duram uma hora. Por meio delas, os visitantes conhecem todo o simbolismo e a importância do ouro para as comunidades pré-colombianas.
O Museu do Ouro fica no Parque de Santander, na quinta esquina da rua 16. O local funciona de terça a sábado, das 9h às 18h, e as entradas custam 3.000 pesos colombianos (pouco menos de R$ 4). Aos domingos, a entrada é gratuita e a instituição funciona das 10h às 16h.
Serviço

Museo del Oro
Parque de Santander (na quinta esquina da rua 16)
00XX 571 343-2222
Terça a sábado, das 9h às 18h. Domingo, das 10h às 16h
Entrada: R$ 4 (grátis aos domingos)
Com mais de 34 mil peças em seu acervo, o Museu do Ouro, em Bogotá, reúne a mais completa coleção do mundo de artefatos produzidos pelas civilizações pré-hispânicas a partir do metal precioso Foto: Sara y Tzunki/Creative Commons
Com mais de 34 mil peças em seu acervo, o Museu do Ouro, em Bogotá, reúne a mais completa coleção do mundo de artefatos produzidos pelas civilizações pré-hispânicas a partir do metal precioso
Foto: Sara y Tzunki/Creative Commons
fonte:http://vidaeestilo.terra.com.br/turismo/turismo-de-negocios/bogota/museu-do-ouro-mostra-tesouros-pre-hispanicos-da-colombia,fcfa27471c2eb310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html


domingo, 30 de dezembro de 2012

Museu Casa Azul exibe joias, vestidos e próteses usados por Frida Kahlo


CIDADE DO MÉXICO - Em janeiro de 1939, Frida Kahlo viajou pela primeira vez a Paris. A convite de André Breton, mentor do surrealismo, a mexicana expôs sua arte e sua própria figura na capital francesa. “Em todas as reuniões a que vou e em qualquer lugar onde estou, o centro das atenções sou eu: com minhas formosas roupas bordadas indígenas, com meus adornos de flores na cabeça, e inválida”, relatou Frida a Diego Rivera, seu marido, em carta escrita durante a viagem.

Pela primeira vez, esses vestidos e adereços coloridos que viraram a marca da pintora são mostrados ao público. A Casa Azul, museu que funciona na residência onde Frida nasceu, em 1907, viveu praticamente toda sua vida e morreu (em 1954, por conta de uma pneumonia ou suicídio), inaugurou a exposição “As aparências enganam: os vestidos de Frida Kahlo”. O nome da mostra é inspirado em um dos muitos autorretratos feitos por Frida. No desenho, por baixo de suas roupas, vê-se seu corpo nu cheio de cicatrizes, as pernas desiguais — uma delas decoradas com borboletas — e a coluna fraturada.

Por causa da pólio, Frida tinha uma perna mais curta que a outra. Além disso, aos 18 anos sofreu um grave acidente de trânsito que deixou inúmeras sequelas — foi operada mais de 30 vezes. Para ocultar o problema nas pernas, usava saias muito longas e adaptava seus calçados. E, para disfarçar as cicatrizes e os aparelhos ortopédicos que usava no tronco, fazia com que as atenções estivessem sempre em seu rosto, cabelos e pescoço.

— Frida transformou incapacidade em vitalidade. Criou um estilo para chamar a atenção de uma maneira muito sua — assinala Hilda Trujillo, 47 anos, diretora do Museu Frida Kahlo, a Casa Azul.
Dona de um estilo único e revolucionário para a época, a pintora construiu sua imagem com base em dois pilares: a deficiência física e suas raízes mexicanas, explica Circe Henestrosa, 38 anos, curadora da exposição. Segundo Circe, as roupas recuperadas — a grande maioria feita pela própria Frida — e agora mostradas ao público ajudam a entender a personalidade da pintora:
— Esses objetos nos deram muita informação de como ela era, seus gostos, suas cores favoritas. Frida era muito vaidosa e sofisticada.

As peças também destacam as convicções políticas da mexicana — que abrigou o comunista Trotsky, expulso da Rússia, em sua casa — e sua opção por valorizar as vestimentas típicas de seu país.

Além de saias, blusas, sapatos e joias da artista, são expostos pela primeira vez os aparelhos ortopédicos e a prótese que teve que usar por causa da amputação da perna direita em 1953. Esse material revela o sofrimento físico que, durante a vida, a artista mexicana enfrentou. “Pensaram que eu era surrealista, mas nunca fui. Nunca pintei sonhos, só pintei a minha própria realidade”, disse certa vez Frida.

Em seu testamento, o muralista Diego Rivera (1886-1957) fez constar que um dos banheiros da Casa Azul, que guardava objetos da mulher, deveria permanecer fechado por 15 anos.
— Ele tinha conflitos como comunista e não queria que isso fosse mostrado, para preservar a imagem de Frida. Quem ficou a cargo disso, Dolores Olmedo, resolveu que enquanto estivesse viva o banheiro não seria aberto. E mais, mandou também fechar armários, baús e gavetas. E ela viveu muito tempo — explica Trujillo.

Só em 2004, depois da morte de Dolores, esse material foi conhecido: mais de 20 mil documentos, entre fotos, desenhos (como o autorretrato que dá nome à exposição), cartas, além de mais de 300 objetos pessoais da artista.

Pouco a pouco esse tesouro vem sendo mostrado. Os vestidos e outros pertences de Frida passaram por um cuidadoso processo de restauração e estarão expostos até novembro do ano que vem — haverá uma rotatividade de peças para evitar a deterioração e para que todo o material possa ser visto. Também em 2013 será publicado um livro com fotografias dos objetos recuperados.

Renato Camarillo Duque, 25 anos, restaurador responsável por tratar as peças de Frida, diz que ficou assombrado ao ver as vestimentas:

— Fiquei fascinado ao observar os detalhes dos tecidos, a delicadeza dos bordados, a cor e a textura. Muito diferente das fotos branco e preto, que era o que conhecíamos até então.
Embora trancados por mais de cinco décadas, os objetos estavam, em sua maioria, em bom estado.

— Estiveram guardados em uma temperatura linear, com pouca flutuação de umidade e temperatura. Mais de 80% das prendas estavam impecáveis — explica Camarillo, que realça a importância de que tenha sido possível recuperar esse material: — São documentos que permitem estudar Frida e seu contexto, além de serem peças maravilhosas da cultura mexicana, algumas delas já nem são mais confeccionadas.

Do material encontrado em 2004, grande parte ainda não foi mostrado ao público.
— Temos, por exemplo, uma carta que o Einstein escreveu a Diego agradecendo por ter sido pintado — conta Trujillo.

Ícone das feministas
Como em testamento Rivera disse que nada do que havia na casa poderia sair — os vestidos tiveram que ser restaurados na própria residência —, só quem visita o museu, que toma quase uma quadra inteira do charmoso bairro de Coyoacán, na Cidade do México, tem o privilégio de ver de perto as famosas cores de Frida.

— Ela não teve reconhecimento em vida, mas nos anos 1970 foi redescoberta, primeiro na Alemanha, depois no mundo todo. É um ícone das feministas, dos deficientes, mas também uma figura da moda. O que poucos sabem é que ela posou para a “Vogue” em 1939, era amiga da editora da revista em Nova York e se importava muito com seu estilo — diz a diretora do museu.
No passeio pela Casa Azul, que recebe em média 20 mil visitas mensais, nota-se como a artista mexicana encanta e ainda marca tendência.

— Olha essa blusa, eu usaria hoje e tenho certeza de que seria um sucesso — diz uma moça de 20 e poucos anos, deslumbrada com uma das vestes expostas.

Na visita a Paris, em 1939, Frida disse que chamou a atenção a ponto de os carros pararem no meio da rua para vê-la. Parece que hoje não seria tão diferente.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/museu-casa-azul-exibe-joias-vestidos-proteses-usados-por-frida-kahlo-7162467#ixzz2GYfXh9X3 

sábado, 29 de dezembro de 2012

Curso de Museologia - Chamada final e confirmações


Inscritos no 7º Curso Básico/Teórico de Museologia e Museografia do IAL
Espero que tenham passado bem durante a festa de Natal e que a PAZ reine entre nós, que vamos conviver por uma semana.
Demoramos para dar uma resposta definitiva a todos, porque tivemos SUPERLOTAÇÃO para este curso em particular.
Para sanar todas as pendências tivemos de acertar ponteiros com outras diretorias, com lotação de auditório e com nossa capacidade didática.
Fizemos todo o possível para adequar nossas instalações e resolvemos atender a todos... Mesmo os que estavam excedentes...
Estão todos inscritos e com direito de frequentar a semana de 7 a 11 de janeiro de 2013.
Vamos precisar da compreensão de todos para um ponto primordial do Curso.
Como tudo vai ser absolutamente informal e a lotação será total, vamos necessitar do apoio dos inscritos com relação a:
  • Pontualidade - Início às 8h.
  • Frequência - só recebem Certificado os alunos que frequentarem 80% das aulas (5 aulas = tolerância 1 falta)
  • Uso de celular - desligar no início da aula (em relação ao vibracall, melhor desligar também)
Quanto ao CHEGAR ao Instituto Adolfo Lutz:
  • Endereço: Av. Dr. Arnaldo, 355 - Edifício Central (prédio antigo que fica à direita do portão de entrada) - 2º andar - Auditório "Augusto D'Escragnoli Taunay
  • O Instituto não conta com estacionamento para visitantes
  • Os estacionamentos particulares estão no meio e ao redor do Quadrilátero da Saúde. A circulação nas imediações, às vezes, é impossível devido à quantidade de Hospitais ao redor. Por vezes, demora-se uma hora para chegar a um ponto qualquer.
  • A melhor maneira de chegar é por Metrô (ou ônibus)
    • Linha Verde - descer na Estação Clínicas e subir a escada que dá para a Faculdade de Medicina e Hospital Emílio Ribas.
Um favor especial: aqueles inscritos que não puderem, por alguma maneira, frequentar o Curso, POR OBSÉQUIO, avisem-nos com antecedência.
Esperamos vocês no dia 7 de janeiro.
Abraço fraterno
Pedro

Embora esteja em constante evolução, a internet já coleciona alguns marcos históricos desde sua criação, e agora muitos deles podem ser visitados em um museu – online, obviamente –, criado por três holandeses: The Big Internet Museum.
Entre as atrações estão a ARPAnet, que deu origem à rede, o email, IRC e ICQ (os vovôs do MSN, Gtalk e Skype), o spam e até mesmo os emoticons.


Museu da Internet | Foto: Internet Museum

"Nós não temos um prédio. A razão é simples: nossa coleção só existe online. Fora isso, somos um museu como qualquer outro –com curadores, uma coleção permanente diversificada, exposições temporárias, diferentes alas, doações, e mais. Talvez possamos até abrir uma loja de souvenirs no futuro", diz um anúncio dos criadores Dani Polak, Joep Drummen e Joeri Bakker no site:Para os que viram a WWW (World Wide Web) nascer, é uma viagem no tempo, e para as gerações mais novas, acostumadas ao mundo dos tablets, trata-se de uma oportunidade de entender como chegou-se até aqui em tão pouco tempo.
Curiosamente, a página de abertura diz que o local tem entrada gratuita, e que está aberto constantemente, sete dias por semana, 24 horas por dia, mas estará fechado durante o Carnaval no Brasil, "por razões óbvias".
O museu também dá a possibilidade de o usuário se transformar em um dos curadores, ao mover objetos que acha mais importantes na coleção, além de enviar sua própria entrada para a exposição, com algo que julgue relevante na história da rede.

Alas especializadas

"O museu tem sete alas especializadas. Por exemplo, na ala de história os visitantes descobrem os primeiros testes com a ARPAnet [primeiro "sistema operacional" da internet antes da criação da WWW]", explicam os criadores.
Na ala "meme", encontram-se fenômenos virais como Chuck Norris, que em 2005 foi criticado por sua suposta dureza, e o Nyan Cat, uma animação de um gato feita em 8 bits ao ritmo da canção "Nyanyanyanyanyanyanya".
Entre as exposições temporárias, a agência britânica de produção de conteúdo digital MediaMonks prepara uma mostra especial sobre o Adobe Flash – plataforma multimídia para agregar animações, vídeos e interatividade.
Em sua resenha sobre o museu, o blog especializado em tecnologia The Verge diz que "apesar de ser uma boa maneira de refrescar a memória sobre as coisas que havíamos esquecido", as exposições "não oferecem a possibilidade de ver de perto os curiosos objetos físicos da história da internet".

fonte:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/12/121227_museu_internet_jp.shtml

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Ibram abre as inscrições para a 11ª Semana de Museus em 2013




 
Museus e instituições culturais interessados em participar da 11ª Semana de Museus já podem garantir sua participação na temporada de eventos, que acontecerá 13 a 19 de maio de 2013. O Ibram recebe inscrições de hoje (21) até o dia 22 de fevereiro. Inscreva-se aqui.
Cartaz do Dia Internacional dos Museus 2013
Realizada em comemoração ao Dia Internacional dos Museus (18 de maio), a Semana de Museus terá como tema nesta edição Museus (memória + criatividade) = mudança social. Proposto pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM), ele associa dois conceitos que têm caracterizado o setor museal nos últimos anos.
Criado em 1977 pelo ICOM, o Dia Internacional dos Museus tem como objetivo sensibilizar o público sobre o papel dos museus no desenvolvimento da sociedade. Em 2012, a data contou com a participação recorde de cerca de 32 mil museus em mais de 129 países.
No Brasil, a Semana de Museus contou com a participação de 1.114 museus e organizações culturais, somando 3.420 eventos entre exposições, palestras, oficinas, seminários e ações educativas, realizados em 513 cidades por todo o país.
Texto: Ascom/Ibram

Robôs são guias no Museu de Artes de Sochi


O Museu de Artes da cidade russa de Sochi implantou guias virtuais. Um conjunto de robôs multimídia, formado por computador, projetor de imagens e painel de comando, orienta os visitantes em torno das dependências da instituição e sobre o seu acervo. O “funcionário” robótico informa a localização precisa de cada peça e sobre o seu autor ou autora.
Além de orientar os visitantes, os guias virtuais do Museu de Artes de Sochi dão as boas vindas na entrada e exprimem agradecimentos na saída. Os robôs funcionam como recepcionistas femininas, e inúmeros visitantes têm elogiado esta iniciativa pela sua perfeição. A direção da instituição disse que o sucesso destas “orientadoras” é tamanho que elas já fazem mais sucesso do que o próprio acervo,


fonte
http://www.diariodarussia.com.br/cultura/noticias/2012/12/27/robos-sao-guias-no-museu-de-artes-de-sochi/

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Instituições se unem para implantar Museu de Ciência e Tecnologia




O acordo de cooperação técnica para a implantação do Museu de Ciência e Tecnologia de Brasília, publicado nesta semana, no Diário Oficial da União (DOU), vai ampliar as relações técnico-científicas para a elaboração do projeto e promover ações conjuntas de difusão de ciência e tecnologia (C&T) no Distrito Federal (DF).


MCTI

Croqui da exposição sobre o Cerrado, prevista para 2013. Pelo acordo, os órgãos devem indicar os titulares e suplentes do Comitê Técnico Museus de C&T de Brasília no prazo máximo de dez dias a contar da publicação. O comitê também terá um prazo de 30 dias para apresentar um plano de trabalho para a implantação.

O equipamento científico-cultural já tem seu plano museológico finalizado. Ele prevê a ocupação de uma área de 20 mil metros quadrados em área central da capital e a divisão em vários ambientes, com valor de construção estimado em R$60 milhões.

O anúncio da construção do complexo foi feito na abertura da 9ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2012), este ano, em Brasília. O ministro do MCTI , Marco Antônio Raupp disse que o projeto será moderno, dinâmico e interdisciplinar. “Teremos o museu em breve”, adiantou Raupp na solenidade. De acordo com o governador do Distrito Federal (DF), Agnelo Queiroz, a decisão vai ao encontro da intenção de fazer do DF uma referência em ciência, tecnologia e inovação.

Projeto pronto

De acordo com a coordenadora da comissão de implantação do museu, Monica Menkes, a área escolhida para a construção fica no Eixo Monumental, próximo ao Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

O espaço será dividido em várias áreas, como o Parque da Ciência (onde ficam os experimentos científicos e as crianças podem brincar e aprender), e o Espaço Ciência e Tecnologia em Foco, direcionado à popularização científica, “onde o público vai poder interagir com especialistas sobre as notícias mais recentes e sobre as descobertas na área”. O local contará ainda com exposições, auditório, anfiteatro, oficinas multiuso, café, restaurante etc.

A ideia é que o espaço alcance destaque mundial sem perder as características nacionais. “Um museu inovador e interativo, aos moldes dos museus dos países desenvolvidos, mas adaptado aos nossos padrões – ou seja, por ser aqui em Brasília, vai ter a cara do Cerrado”, adianta Monica, que é arquiteta.

Exposição inaugural

A expectativa é que o primeiro módulo do museu fique pronto em 2014, mas a primeira exposição deve acontecer antes da finalização do espaço físico, nos meses de setembro e outubro do ano que vem. A mostra será realizada no Museu da República e no Jardim Botânico, simultaneamente, incluindo oficinas e trilhas interativas.

“É uma exposição de grande porte, com fotografias, vídeos, acervos, tecnologia e muita interatividade. Na área central do Museu da República, seremos surpreendidos por duas árvores do Cerrado com as suas raízes, uma virada para cima outra para baixo, para se ter ideia de quão maior é a profundidade das raízes das árvores do Cerrado e que, por isso, elas se mantêm durante todo o período da seca”, conta Monica Menkes. “Essas árvores ficarão girando por meio de mecanismos adequados para a sua sustentação, para que sejam observadas bem em toda a sua grandeza."

fonte:
http://www.vermelho.org.br/mg/noticia.php?id_secao=11&id_noticia=202044

Iepé participa do II Encontro Museus em Rede da Amazônia


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Nos dias 01 e 02 de dezembro de 2012, membros da equipe do Iepé, acompanhados de representantes indígenas dos povos Apalai, Tiriyó, Wajãpi e da equipe do Museu Kuahí participaram do II Encontro Museus em Rede da Amazônia, realizado em Saint Georges de l’Oyapock, na Guiana Francesa. O evento é parte do projeto Museus da Amazônia em Rede, que resulta de uma parceria entre o Museu de Culturas Guianenses (Guiana Francesa), Museu Stichting Surinaams (Suriname) e Museu Paraense Emílio Goeldi (Brasil). O projeto tem como um de seus objetivos principais a criação de um acervo virtual com coleções dos três países e também prevê a realização de Encontros Transfronteiriços, o primeiro tendo sido realizado em St Laurent du Maroni, em 2011.  As atividades se concentraram na realização de 4 ateliers de discussão: “A conservação do patrimônio imaterial: meios e resultados”; “Construir e fazer viver um museu: uma abordagem participativa”; “A transmissão do patrimônio imaterial na escola” e “A comercialização do artesanato”.
 
Esse segundo encontro contou com uma delegação expressiva de representantes brasileiros, mobilizados pelo Iepé e pelo Museu Goeldi. Kasiripina, Japu e Tapajona Wajãpi e Simone Ribeiro, do Iepé, apresentaram as ações do Plano de Salvaguarda da Arte Gráfica Wajãpi com enfoque para as pesquisas que os Wajãpi estão desenvolvendo sobre seu patrimônio cultural. Lux Vidal e membros da equipe indígena do Museu Kuahí relataram as atividades de pesquisa e de exposição que têm sido realizadas nesse Museu, com ênfase no trabalho de oficinas de pesquisa e organização e difusão de informações por meio de exposições etnográficas no Museu.Luís Donisete Grupioni traçou um panorama da situação da educação escolar indígena no Brasil nos últimos anos, abordando os princípios e a prática da educação diferenciada e seus desdobramentos em termos de se pensar uma proposta de transmissão dos patrimônios culturais indígenas nas escolas das aldeias. A comercialização do artesanato indígena e programas de valorização cultural foram abordados nas apresentações de Lucia Van Velthem, Iori Link, Diakui Tiriyó, Cecilia Wayana e Anirawaré Wayana.
 
Como eventos paralelos, o Encontro contou com a inauguração, em Saintt Georges, da exposição “Camopi, um novo olhar”, realizada por jovens do Camopi, e da exposição “A roça e o Kahbe”, no Museu Kuahí, que contou com a presença de autoridades como o Secretario de Cultura do Estado do Amapá, José Miguel, e da prefeita de St Georges de l’Oyapock, Fabienne Mathurin-Brouard.

fonte:
http://www.institutoiepe.org.br/noticias/47-eventos/238-iepe-participa-do-ii-encontro-museus-em-rede-da-amazonia-.html

China tem 3.589 museus em todo o país



Beijing, 26 dez (Xinhua) -- A China possui 3.589 museus, incluindo 3.054 estatais e 535 privados, de acordo com informações divulgadas em uma conferência sobre relíquias culturais realizada na terça-feira.

A China continuará promovendo a entrada gratuita em museus e melhorando a qualidade de exibições e serviços públicos, disse na conferência o ministro da Cultura, Cai Wu.

Cai disse que as relíquias culturais se tornaram gradualmente um novo foco de atenções da população, e podem aumentar a atratividade de uma cidade e impulsionar em grande medida o desenvolvimento do setor de turismo.

Em 2011, o Museu do Palácio, também conhecido como a Cidade Proibida, recebeu 14 milhões de visitantes, o dobro do número registrado em 2002. Durante o feriado da Data Nacional, o museu recebeu ainda mais visitantes, com um número recorde de 182 mil pessoas em um só dia em 2011.

Li Xiaojie, diretor da Administração Estatal de Patrimônio Cultural, disse que a autoridade divulgou documentos relacionados para fortalecer a supervisão sobre leilões de relíquias culturais e intensificar a administração sobre o mercado de antiguidades e os programas de televisão de verificação de relíquias

fonte:
http://br.china-embassy.org/por/szxw/t1000895.htm

Conheça o acervo digital do Museu da Imigração



Lista dos imigrantes que chegaram ao Brasil pelo Porto de Santos está entre os materiais disponíveis
O acervo digital do Museu da Imigração é um baú de preciosidades. São mais de 250 mil imagens digitalizadas que revelam a história da imigração no Estado de São Paulo e no Brasil. Lá estão disponíveis também as listas de bordo dos navios de imigrantes que ancoraram no Porto de Santos entre 1888 e 1973.

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Um banco de dados online integra o acervo digital do museu e documentos pertencentes ao Arquivo Público do Estado de São Paulo. São mais de 247 mil páginas para consulta e download gratuito. Há documentos como listas com os nomes dos imigrantes embarcados, principalmente em portos europeus, com desembarque previsto no Porto de Santos.

Pesquisadores, estudantes, descendentes de imigrantes e demais interessados podem consultar o acervo no site do Museu da Imigração. A busca pode ser feita por critérios como o nome do navio, um determinado intervalo de anos ou a data precisa do desembarque em Santos. A ferramenta de pesquisa possibilita buscas específicas entre as categorias do acervo.

Do Portal do Governo do Estado

domingo, 23 de dezembro de 2012

Curador leva cinema a espaço dos museus





Manter viva a história do cinema no espaço dos museus não se resume a organizar mostras e preservar acervos.

Exposição detalha vida e obra de Godard

Como demonstra o trabalho do curador Dominique Païni, o trânsito das salas de exibição para as exposições integra o amplo movimento de expansão do cinema para outros contextos e modos de consumo das imagens.

Depois de atuar como programador, distribuidor, produtor e de ocupar, de 1993 a 2000, o cargo de diretor do mais venerado acervo de cinema do mundo, a Cinemateca Francesa, Païni diversificou a programação do Beaubourg com exposições como "Hitchcock e a Arte" e "Jean Cocteau no Fio do Século".

"Na época em que fiz 'Hitchcock e a Arte', fui acusado de impor excessos subjetivos nas associações que propus entre os filmes e as obras de artes plásticas", diz Païni.

"Depois disso, surgiram outras propostas estimulantes e vários cineastas, como Agnès Varda, Harun Farocki, Chantal Akerman ou Apichatpong Weerasethakul agregaram possibilidades ao termo 'cinema exposto'."

Atualmente, Païni finaliza os detalhes de uma exposição em comemoração ao centenário do diretor italiano Michelangelo Antonioni, que será aberta em abril, em Ferrara, na Itália.

Na exposição de Antonioni, Païni diz seguir um mesmo princípio: confrontar a obra cinematográfica a obras de arte que pertencem a outras disciplinas, contemporâneas dos filmes do cineasta italiano.

"Diferentemente de Hitchcock, Antonioni é um cineasta bastante lúcido a respeito do lugar artístico, e não apenas industrial, que o cinema adquiriu."

"Por isso, eu não tive de 'inventar' referências, apenas reli atentamente o que ele disse e escreveu a respeito de seu trabalho", diz.

A exposição vai ocupar um grande palácio renascentista em Ferrara. "Isso também servirá para aproximar Antonioni das tradições da arte italiana. Eu adoraria que uma instituição no Brasil manifestasse a vontade de recebê-la", afirma.


fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1204911-curador-leva-cinema-a-espaco-dos-museus.shtml

Ecomuseu inaugura novo espaço


O Ecomuseu da Amazônia ampliou sua sede em Caratateua e agora conta com mais espaço físico para suas atividades. Quem ganha é a população atendida pela instituição, comunidades de Icoaraci, Mosqueiro, Cotijuba e Outeiro. A inauguração das novas instalações do Ecomuseu teve a presença do grupo de carimbo Portal da Melhor Idade, da ilha de Caratateua, e foi prestigiada pelo prefeito de Belém, Duciomar Costa, e pela secretária municipal de Educação, Therezinha Gueiros, entre outras personalidades.

A equipe que coordena as atividades do Ecomuseu tem à frente a professora Terezinha Resende. “São pessoas maravilhosas”, elogia a artesã Vanessa Delgado. Natural da Colômbia, Vanessa, que mora em Caratateua, trabalha com a técnica macramê, aplicada em sapatos, roupas e pulseiras. No Ecomuseu da Amazônia ela encontrou apoio para desenvolver sua arte. Os trabalhos do Ecomuseu são direcionados para a valorização das tradições culturais, envolvendo aspectos diferenciados, tais como música e dança, cultivo comunitário de hortaliças, produção de pescado em cativeiro e turismo de base comunitária.

fonte:
http://www.escolabosque.org/?pg=txt&id=61&tit=Ecomuseu%20inaugura%20novo%20espa%C3%A7o

sábado, 22 de dezembro de 2012

Artes Visuais nos Fóruns Setoriais do MinC




Representantes das Artes Visuais de todas as regiões do Brasil compareceram ao Fórum Nacional de Cultura. O evento realizado de 13 a 15 de dezembro em Brasília-DF reuniu delegações de diversas manifestações culturais de todas as regiões do Brasil. A abertura contou com a presença da ministra da Cultura Marta Suplicy e participação de João Roberto Peixe, secretário de Articulação Institucional do MinC e de Antonio Grassi, presidente da Funarte.
Os Fóruns têm como objetivo a renovação do Conselho Nacional de Política Cultural – CNPC que reúne um representante de cada Colegiado Setorial, entre eles: arte digital, arquitetura e urbanismo, design, artesanato, patrimônio material, patrimônio imaterial, culturas afro-brasileiras e arquivos, artes visuais, circo, culturas populares, culturas indígenas, dança, moda, música, teatro e livro, leitura e literatura.

Todas as regiões tiveram representes eleitos para o Colegiado. As Artes Visuais do Nordeste teve forte participação, com 14 delegados. O processo eleitoral foi acompanhado por Xico Chaves – Diretor do Centro de Artes Visuais da Funarte e também de Charles Narloch, atual representante das Artes Visuais do CNPC.
Da Bahia participaram Álvaro Villela, Iraildes Nascimento Mascarenhas e José Carlos Mamede. De Pernambuco, Bruno Monteiro, Izidorio Cavalvanci e Saulo di Tarso. Da Paraíba, Raquel Stanick e Sandra Vasconcelos e de Rio Grande do Norte Alex Gurgel, Henrique Fernandes, Mariana do Vale, Pablo Pinheiro, Paula Georgia Fernandes e Teotonio Roque.

Aos 30 eleitos do Colegiados Setoriais (15 titulares e 15 suplentes) foram atribuídas uma série de funções, como discutir as políticas para cada setor, debater, analisar, acompanhar e fornecer subsídios ao plenário do Conselho para definição de políticas, diretrizes e estratégias dos respectivos setores culturais. Pablo Pinheiro foi eleito o representante do Nordeste para o Colegiado.

Os titulares do Colegiado elegeram como membro das Artes Visuais do CNPC Davy Alexandrisky, do Rio de Janeiro e como suplente Miguel Chikaoka, do Pará.

fonte:
babeldasartes

Principal museu de Lima reúne tesouros antigos do Peru




Localizado no distrito de Pueblo Libre, na região metropolitana de Lima, o Museu Larco abriga uma das mais importantes coleções do mundo de peças produzidas pelos povos que habitaram a região do atual Peru antes da chegada dos colonizadores espanhóis. Fundada em 1926 pelo arqueólogo Rafael Larco Hoyle, a instituição fica no interior de uma mansão do século 18 e reúne mais de 45 mil artefatos pré-colombianos, entre eles peças de ouro (como a indumentária acima, da cultura mochica,), máscaras, colares e cerâmicas dos antigos povos andinos. Fácil de chegar, fica a 15 minutos de táxi dos bairros Miraflores e San Isidro e a entrada custa R$ 25

fonte:
http://vidaeestilo.terra.com.br/turismo/turismo-de-negocios/lima/principal-museu-de-lima-reune-tesouros-antigos-do-peru,dc93343bb3abb310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

CONGRESSO - III Semana Internacional de Arqueologia "André Penin" do MAE-USP




 Inscrições para a III Semana Internacional de Arqueologia “André Penin”, evento da pós-graduação de arqueologia do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo que ocorrerá entre os dias 22 e 27 de abril de 2013 na USP.

Para participar, deverão ser enviados os resumos das apresentações de comunicações e painéis de acordo com os seguintes critérios:

·            O texto deverá ter, no máximo, 1.500 caracteres (com espaçamento) resumindo a intenção da apresentação, objetivos, região geográfica da pesquisa e o objeto de estudo.

·            Serão aceitas inscrições para apresentação de comunicação APENAS de graduados e pós-graduandos.

·            Serão aceitas inscrições para painéis APENAS de alunos graduandos.

·            O número máximo de coautores permitidos por trabalho é de quatro pessoas.

Os textos passarão por uma avaliação a cargo da Comissão Científica da III Semana Internacional de Arqueologia “André Penin”. Caso necessário, serão devolvidos aos autores, que terão o prazo de uma semana para fazer as alterações devidas.

Acesse o formulário de inscrição em:
http://ngforms.ngprofessionals.com.br/sistema/builder/rander_form/4316b21a57a3c131655921fb0a9e62277e30eb23

Em breve divulgaremos o site do evento com maiores informações.

Facebook: https://www.facebook.com/semana.dearqueologia
Email: semanadearqueologia.maeusp@gmail.com

Comissão Organizadora
--
JuCa Moreno de Sousa
Arqueólogo (Bacharel) / Archaeologist (Ba)
Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE), Universidade de São Paulo (USP)

Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos (LEEH) / Instituto de Biociências (IB), Universidade de São Paulo (USP)
Web Page http://usp-br.academia.edu/Jo%C3%A3oCarlosMorenodeSousa
C V: http://lattes.cnpq.br/6851252332629543
(11) 9 9793 1712

Património Arqueológico - Portal do Arqueólogo - PORTUGAL


O Portal do Arqueólogo é dedicado a todos os profissionais que trabalham na área da arqueologia profissional e de investigação. Este serviço pretende facilitar e agilizar procedimentos decorrentes da prática profissional da arqueologia no território continental e promover a dinâmica entre a tutela do património arqueológico e o trabalhador/investigador.

A nova fase do portal permite também o acesso a instituições profissionais e científicas na área do património histórico e arqueológico, com responsabilidades como entidades enquadrantes de trabalhos arqueológicos, para consulta de pedidos de autorização em que participam.

Neste espaço, podem pesquisar-se as ocorrências de património arqueológico, inventariadas no Endovelico (base de dados do património arqueológico), que tem como fontes os documentos técnicos existentes nos processos do Arquivo de Arqueologia, bibliografia especializada, e as ações de relocalização de novos sítios efetuadas pelos técnicos da instituição.

A atualização da base de dados é diária e permanente.

A localização geográfica dos sítios arqueológicos é fornecida para quem se regista no portal.

fonte:
http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioarqueologico-portaldoarqueologo/

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Museu dos Tigres Voadores é inaugurado na China




Um museu comemorativo dos Tigres Voadores, um esquadrão dos Estados Unidos que ajudou na luta da China contra os japoneses na Segunda Guerra Mundial, foi aberto terça-feira ao público na Província de Hunan, centro da China.
O Museu dos Tigres Voadores, localizado no Aeroporto Zhijiang no distrito de Zhijiang, comporta 1.387 peças históricas dos Tigres Voadores, expostas pela primeira vez.

O Aeroporto Zhijiang foi uma importante base para os Tigres Voadores sob a liderança de Claire Lee Chennault, um funcionário aposentado das Forças Aéreas do Exército dos Estados Unidos que começou a trabalhar na China em 1937.

A construção do museu durou cinco anos. Durante esse tempo, o museu recebeu objetos valiosos de membros vivos dos Tigres Voadores e de suas famílias, incluindo Anna Chan Chennault, esposa de Claire Lee Chennault, informou Wu Jianhong, curador do museu.

As relíquias culturais do museu ajudarão gerações mais jovens a relembrar a história gloriosa dos Tigres Voadores e a valorizar a paz que não foi fácil obter, comentou Chen Canpei, que contribuiu com objetos ao museu.

O Primeiro Grupo dos Voluntários dos Estados Unidos, que em chinês foi apelidado "Tigres Voadores" por seu valor, foi formado em 1941 para ajudar a China a expulsar as tropas japonesas invasoras.

Aproximadamente 2.264 Tigres Voadores e mais de 900 aviadores chineses que lutaram com eles morreram na guerra.

por Agência Xinhua

fonte:
http://portuguese.cri.cn/561/2012/12/19/1s159814.htm

O Senhor dos Anéis em vitrais Por Jian Guo




Aproveitando o retorno à Terra Média, com a estreia mundial de O Hobbit hoje nos cinemas, convido os leitores a conferirem o trabalho do ilustrador chinês Jian Guo, que contou a Saga do Anel este ano em forma de vitrais.

O Senhor dos Anéis - magnum opus do escrito, professor e filólogo britânico J.R.R.Tolkien é, sem sombra de dúvidas, um dos maiores clássicos da Literatura de todos os tempos, inspirando pessoas de todos os cantos do mundo há quase um século. Se antes com apenas os livros, alguns jogos eletrônicos ou RPGs, além de uma obscura adaptação em desenho feita pela Disney, a legião de fãs sempre aumentou ao longo das décadas, com a obra transposta para o Cinema a Terra Média cresceu ainda mais conquistando um público inimaginável até então, inspirando mais uma leva enorme de artistas pelo planeta.

Jian Guo é um claro exemplo deste fenômeno, não somente por ter sucumbido aos poderes da Terra Média, como por ter também se rendido ao poder do Um Anel, deixando-o manifestar-se em suas obras. O resultado deste encontro, em que Jian Guo parece ter bebido na fonte viva da mitologia tolkieniana, pode e dever ser apreciado nos vitrais desenvolvidos por ele, onde cada uma das imagens remete à passagens históricas da grande saga.

A luta de Gandalf contra o Balrog, a passagem pelos Argonautas, o encontro de Frodo e Galadriel e outras cenas que certamente habitam a memória dos fãs podem ser reconhecidas neste excelso trabalho. Mas a história ainda não terminou, pois a Terra-Média que o mundo conheceu entre 2001 e 2003, está de volta hoje com a estreia mundial de O Hobbit nos cinemas. A nova saga promete encantar o planeta mais uma vez, contando a história que originou o conflito mostrado na trilogia anterior. E tudo começa com uma jornada inesperada na companhia de Gandalf e Bilbo, o bolseiro.

Se a saga vai servir como injeção de novas ideias para Jian Guo só o tempo dirá, mas enquanto isso os ótimos trabalhos do artista chinês, que tem a Fantasia e a Ficção Científica como seus estilos de arte preferidos, podem ser conferidos em sua página no DeviantArt. - http://breathing2004.deviantart.com/

veja as imagnes

Fonte: bibliobelas
http://wp.me/p1aUXK-FG

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Conferência ICOM Rio 2013 lança página web e abre inscrições online




Já estão abertas as inscrições para a 23ª Conferência Geral do Conselho Internacional de Museus (ICOM), que acontece na cidade do Rio de Janeiro (RJ),  de 10 a 17 de agosto de 2013.

O evento, que é trienal, reúne durante uma semana especialistas e profissionais de museus de todo o mundo para debater questões contemporâneas relacionadas ao setor.

As inscrições podem ser feitas através do sítio web da conferência.

http://www.icomrio2013.org.br/pt

A programação inclui reuniões dos comitês internacionais do ICOM, sessões administrativas, nas quais a Assembleia Geral e o Comitê Consultivo definem as orientações da organização e fóruns sobre temas relativos à atualidade do campo museal internacional, além de palestras, atividades culturais e uma feira de museus.

Nesta edição, o encontro traz como tema Museus (memória + criatividade) = mudança social. A ideia é discutir a contribuição dos museus enquanto instituições sintonizadas com os problemas da sociedade e capazes de atuar como instrumento de transformação e desenvolvimento.

O ICOM é a organização internacional dos museus e profissionais de museus que se dedica à conservação, preservação e comunicação à sociedade do patrimônio natural e cultural, tangível e intangível. Criado em 1946, mantém relações formais com a Unesco e tem status consultivo junto ao Conselho Social e Econômico das Nações Unidas.

Texto: Ascom/Ibram

fonte:
http://www.museus.gov.br/destaque/conferencia-icom-rio-2013-inagura-pagina-web-e-abre-inscricoes/

Dia do Museólogo.Parabéns.!

O museu é uma instituição a serviço da sociedade, da qual é parte integrante, e possui nele mesmo os elementos que lhe permitem participar na formação da consciência das comunidades que ele serve. Declaração da Mesa-Redonda de Santiago do Chile, 1972


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Niterói ganha novo museu





A abertura do Museu Janete Costa de Arte Popular reuniu admiradores, amigos e conterrâneos da arquiteta pernambucana, no fim de semana, em Niterói. O novo espaço cultural municipal recebeu nomes como os do acadêmico Marcos Vilaça, o arquiteto Sérgio Rodrigues e o ministro Moreira Franco.

Todos elogiaram a obra no Ingá e a museografia da exposição "Janete Costa, um olhar", assinada pelo filho da homenageada, o também arquiteto Mario Costa Santos,e as colegas Denise Niemeyer e Eliane Amarante.

A mostra tem 140 peças de artistas populares, do Mestre Vitalino a Nicola, de Jaboatão dos Guararapes (PE), que faz esta semana oficina no museu.

fonte:
http://www.jb.com.br/anna-ramalho/noticias/2012/12/17/niteroi-ganha-novo-museu/

domingo, 16 de dezembro de 2012

Mostra no Museu Nacional de Belas Artes marca centenário de Luiz Gonzaga




No mês em que se comemora os 100 anos de nascimento de Luiz Gonzaga, o Museu Nacional de Belas Artes/Ibram abre no dia 17 de dezembro, às 19h, a exposição  O imaginário do rei: visões sobre o universo de Luiz Gonzaga, com curadoria de Bené Fonteles – que recebeu com a mostra o Prêmio Centenário Luiz Gonzaga da Funarte/ MinC.


Além de obras originais, exposição traz objetos e imagens antigas de Luiz Gonzaga
A exposição reúne mais de 160 obras em varias técnicas e linguagens de expressão criadas por 60 artistas de todas as regiões do país, quase todas concebidas especialmente para a ocasião. Traz ainda fotografias históricas e raras de Luiz Gonzaga, livros e discos sobre Luiz Gonzaga, compondo uma rica e diversificada iconografia sobre a vida e obra do “Rei do Baião”.

Também serão exibidos quatro filmes relacionados ao artista: Viva São João!, de Andrucha Waddington; O Milagre de Santa Luzia, de Sergio Roizenblitz; O Homem que Engarrafava Nuvens, de Lírio Ferreira; e Luiz Gonzaga – A Luz dos Sertões, de Rose Maria.

A mostra  já foi vista por mais de 200 mil pessoas em Recife (PE), Salvador (BA), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB) e Brasília (DF). A exposição no MNBA pode ser visitada até 24 de fevereiro de 2013 e tem entrada gratuita. Saiba mais sobre o Museu Nacional de Belas Artes.

Texto: Divulgação MNBA

fonte:
http://www.museus.gov.br/noticias/exposicao-no-museu-nacional-de-belas-artes-marca-centenario-de-luiz-gonzaga/

Itaíba ganha museu do Espaço Ciência

O município de Itaíba, localizado no Agreste pernambucano, vai ganhar seu primeiro museu de ciência, na próxima segunda-feira (15). No local, os visitantes poderão ver experimentos como o disco de Newton, banquinho de faquir, espelhos curvos, plataformas comunicantes, bicicleta de corda bamba, entre outros objetos científicos. A construção do museu faz parte do projeto “Ciência por toda parte”, do Espaço Ciência. 

Alguns programas itinerantes do Espaço, como o Ciência Móvel e a Caravana Notáveis Cientistas Pernambucanos vão integrar a programação de inauguração, que incluirá sessões no planetário digital inflável e experimentos de matemática e ciências.

O museu foi financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (FACEPE), coordenado pelo Espaço Ciência. Já foram inaugurados museus nas cidades de Goiana, Surubim, João Alfredo, Flores, São José do Egito e Salgueiro. Para janeiro, há previsão de inauguração de um centro de ciência na cidade de Bom Conselho, no Agreste do Estado.

fonte:
http://ne10.uol.com.br/canal/interior/agreste/noticia/2012/12/14/itaiba-ganha-museu-do-espaco-ciencia-387124.php

sábado, 15 de dezembro de 2012

A Ecomuseologia e o Ecomuseu



Os conceitos fundamentais da ecomuseologia são três: o de território
musealizável; o conceito amplo de patrimônio cultural (composto por
bens materiais, imateriais e naturais); e o conceito de comunidade
participativa.

Território musealizável: é a idéia central desse modelo de museu. O
território é o espaço onde se desenvolve o cotidiano das pessoas,
possível de ser musealizado. Os bens culturais componentes desse
patrimônio existem e devem permanecer em seu local de origem. Esse é
outro conceito definidor da ecomuseologia - a preservação in situ.

Patrimônio cultural: Para a ecomuseologia o modo de vida das
comunidades, todo o saber adquirido, os objetos, edificações, as
práticas tradicionais, usos e costumes, devem ser preservados.
Entretanto, não somente os aspectos culturais devem ser alvo da
preservação, como também toda a espécie animal ou vegetal do
território. Isto se deve ao entendimento do seu criador (Georges-Henri
Rivière) segundo o qual cada espécie teria uma função específica -
identificada ou não - a desempenhar em seu meio ambiente no presente
ou no futuro, fosse pelo aspecto médico, científico ou econômico.

População: Segundo Rivière, o ecomuseu existe essencialmente para a
população. Suas ações sociomuseológicas colocam a comunidade em
contato direto com sua história, sua cultura, seu meio ambiente, e sua
identidade, desencadeando um processo de valorização do patrimônio
cultural e natural.


Fonte:
https://www.portaleducacao.com.br/turismo-e-hotelaria/artigos/23732/a-ecomuseologia-e-o-ecomuseu

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Homens que vão a museus e galerias são menos estressados


Pesquisa foi realizada com mais de 50 mil pessoas

A correria do dia a dia, as preocupações e o estresse são problemas que dificultam a vida, e o homem, geralmente, está sempre buscando uma forma de manter sua saúde equilibrada. Há opções como malhar, correr, caminhar, andar de bicicleta ou viajar, mas, agora, uma pesquisa aponta que fazer programas culturais é uma forma eficaz de melhorar a saúde.

O estudo foi realizado, recentemente, com 51 mil pessoas, na Noruega e na Suécia, e aponta que homens que costumam frequentar museus e galerias, além de outras atividades culturais, tendem a possuir melhor forma física e mental e ainda sofrem menos de depressão e ansiedade.

A pesquisa foi publicada no Journal of Epidemiology and Community Health. A conclusão foi baseada nos níveis de satisfação com a vida, ansiedade e depressão em adultos voluntários, que responderam a questionários sobre seus estados de saúde e hábitos de vida.

Aqueles que costumam frequentar eventos culturais, pelo menos três vezes por mês, mostraram-se em melhor forma em vários aspectos, afirmando serem mais felizes com a vida. Os pesquisadores dizem que esse tipo de atividade cultural pode ajudar a aliviar o estresse e a reduzir seus impactos no corpo, trazendo efeitos como o equilíbrio da pressão sanguínea e dos hormônios associados a ele.




fonte:
http://www.arcauniversal.com/comportamento/homem/noticias/homens-que-vao-a-museus-e-galerias-sao-menos-estressados--16294.html
redacao@arcauniversal.com

Museu da Música - Itu, 5 anos




Há exatos cinco anos – 14 de dezembro de 2007, foi criado o Museu da Música – Itu, com o objetivo de transformar os referenciais da música local em patrimônio imaterial do povo. Se o que patrimônio é aquilo que uma sociedade conhece e reconhece como tal, era preciso iniciar um processo de pesquisa, guarda e divulgação do saber fazer musical e do patrimônio referente às práticas artísticas em Itu, para que a comunidade local se apropriasse também daquilo que ela, por circunstâncias diversas, não conhecia.

Muito se escreve, em jornais e livros, sobre compositores ituanos. Elias Álvares Lobo (1834 – 1901) é o campeão de referências, mas quase nada a população conhecia de sua obra. Essa preocupação, em revelar esse conjunto patrimonial (que precisa ser pesquisado, transcrito, ensaiado, executado e gravado para que possamos conhecê-lo), motivou o desenvolvimento de ações de integração entre museu e sociedade. Hoje o site www.museudamusicaitu.com.br traz, além de informações gerais, gravações de obras dos nossos compositores.

Ao longo destes últimos anos o Museu da Música – Itu reuniu cerca de dez mil partituras produzidas ou colecionadas na cidade. Além disso, gravações, imagens, objetos e documentos relacionados a músicos e grupos musicais da cidade. Outro registro importante são os depoimentos de músicos que atuaram e atuam na cidade, cerca de vinte entrevistas foram realizadas, que revelam formas de interpretação, atuação, relações de ensino e aprendizagem, remuneração ou não, ao longo do século XX.

O acervo está sendo sistematizado em um banco de dados especialmente desenvolvido para ele, que permite o acesso rápido e fácil à informação. É também um processo longo, que conta, em grande parte, com a ação voluntária dos amigos do museu.

Outra questão que se impunha era um espaço para preservação da memória da música ituana. Em 2009, a cessão da antiga casa do músico Luiz de Francisco abriu caminho para uma pequena sala de mostras e a ações educativas. A parceria com a PróTur – Itu permite a visitação constante ao museu.

A casa de 1890, outrora local de ensaios e produção cultural da família, voltou a abrir suas portas para que o patrimônio musical fosse revelado à comunidade. Em 2012, através da parceria com a Secretaria Municipal de Educação, foram cerca de 900 alunos de escolas públicas e privadas (incluindo os adultos do EJA) que se encontraram com a história das serestas: um divertido evento de contação de história e música. A casa e o museu renovam a sua vitalidade a cada grupo de ruidosos estudantes que pesquisam, cantam, dançam, discutem e se apropriam da história e do patrimônio musical ituano. Deixam a visita falando de Tristão Júnior e seus seresteiros, como velhos conhecidos. Assim também será, em futuro próximo com outros referenciais, que remontam a 1684, o registro mais antigo que se conhece da música produzida em nossa terra.

Foram dezenas de exposições (música sacra, erudita, popular), encontros (ação educativa, patrimônio cultural, museologia, História da Música e da Arte), concertos (Coral VOZES de Itu, Madrigal do Museu, Orquestra Tristão Mariano, Bandas União dos Artistas e N. Sra. do Carmo), publicações (bandas, canto coral, patrimônio material e biografia), além da restauração de obras musicais apresentadas pela primeira vez depois de décadas ou séculos (caso das Matinas do Menino Deus do Padre Jesuíno), registradas e em processo de distribuição de gravações para escolas, bibliotecas e instituições de ensino musical.

Manter tudo isso atuante dependeu do voluntariado dos associados do Instituto Cultural de Itu, do planejamento experiente de figuras como a Curadora, Profa. Maria de Lourdes Sioli e o investimento dos parceiros.

Creio que os resultados, até aqui, são extremamente positivos e só nos dão força para continuar atuando, para propor ações ousadas, para abrir mais espaço às ações educativas. Assim, sensibilizando a comunidade, superando o desinteresse pelo passado, ampliando a curiosidade pelo repertório e o conhecimento do patrimônio imaterial, podemos ser mais fortes, mais cidadãos, mais inteiros.

A celebração do primeiro lustro se dá com um concerto do VOZES de Itu, fazendo uma retrospectiva da música de Natal na história do Ocidente. Significativo

fonte:
http://www.itu.com.br/colunistas/artigo.asp?cod_conteudo=39610

"Guerra e Paz" concorre como melhor exposição de 2012 em enquete da Folha de S. Paulo


O jornal Folha de S. Paulo elaborou uma enquete para escolher a melhor exposição artística de 2012. Ao todo, participam do concurso 57 mostras com os mais variados temas. Entre as concorrentes, está a itinerância "Guerra e Paz", do artista plástico Candido Portinari.

A exposição ficou em cartaz no Memorial da América Latina, em São Paulo, durante o primeiro semestre do ano. Os painéis, encomendado pelo Governo brasileiro, foram doados à sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA), onde permaneceram por 55 anos. Medindo cerca de 14m x10m cada - os maiores pintados por Portinari -, os murais vieram para o Brasil para restauro promovido pelo Projeto Portinari. Ainda está em tempo de votar, o concurso acontece até 16 de dezembro, na página http://polls.folha.com.br/poll/1233916/results