terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A paz que irradia o Mosteiro da Luz...

O prédio do Museu de Arte Sacra de São Paulo é suntuoso. Em seus jardins, ou no interior, o visitante nem parece estar no centro paulistano. O clima é de paz. O canto gregoriano domina o ambiente. O bom gosto da disposição das exposições, permanentes e temporárias, conduz as pessoas a uma paz poucas vezes sentida nas grandes metrópoles.

Esse mosteiro é um dos raros exemplos de planta octogonal do século 18 mantido na Capital.
São várias exposições, duas delas dedicadas a presépios. Uma é permanente, com o monumental Presépio Napolitano doado por Cicillo Matarazzo; outra, temporária, tem peças cedidas por particulares.
Como Memória mostrou anos atrás, o Museu de Arte Sacra guarda objetos valiosos descobertos em São Bernardo e doados pelos primos Duzzi.
PASSO A PASSO
1. A coleção inicial do acervo foi organizada e sistematizada por dom Duarte Leopoldo e Silva, primeiro arcebispo de São Paulo. Firmado o convênio entre a Mitra Arquidiocesana de São Paulo e o Governo do Estado de São Paulo na década de 1970, iniciou-se uma política de aquisições, ampliando o acervo de forma significativa. 
2. Atualmente o conjunto detém cerca de quatro mil peças, provenientes das principais igrejas e capelas do Brasil, abrangendo do século 16 ao século 20, além de obras de arte sacra de outros países. São coleções sacras, prataria e ourivesaria religiosas, telas, mobiliário, retábulos, altares, vestimentas sacras e livros litúrgicos raros, que o tornam o maior museu do gênero no País.
3. A coleção de lampadários do MAS é a segunda maior do mundo em variedade, atrás apenas da existente no Museu do Vaticano. Não menos importante é a coleção de ícones russos, se não pela quantidade, ao menos pela expressividade e representatividade desse importante segmento da arte sacra internacional. A coleção de relicários e sacrários é também riquíssima.
4. A coleção de Numismática poderia se constituir no acervo de um museu específico do tema. Dela fazem parte medalhas militares, pontifícias e outras.
5. O Museu de Arte Sacra de São Paulo, em síntese, é depositário de importantes relíquias do passado colonial e das influências culturais que marcaram nossa história, sobretudo do movimento barroco. 
FONTES: Museu de Arte Sacra de São Paulo; Andréa Maria Zabrieszach Afonso dos Santos, museóloga; Beatriz Vicente de Azevedo, consultora.
MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO
Diretora executiva: Mari Marino
Endereço: Avenida Tiradentes, 676 - Luz (Metrô Tiradentes)
Estacionamento: Rua Jorge Miranda, 43 (gratuito)
Horários: terça-feira a domingo e feriados das 10h às 18h.
Contatos: 3326-1373 / 5393-3336; mas@museuartesacra.sp.gov.br

DIARIO HÁ 30 ANOS - Sexta-feira, 1º de janeiro de 1982
*O DIÁRIO não circulou em 2-1-1982. As notícias que se seguem são do dia 1º daquele ano.
Data - Brasil faz de 1982 o Ano Internacional do Idoso.
Política (Aleksandar Jovanovic) - A 315 dias das eleições, as regras ainda estão sujeitas a alterações inesperadas.
São Bernardo - Área da antiga lagoa do Jardim do Lago é aterrada e o espaço transformado em centro esportivo.
Editorial - Como de praxe, o governo não presta conta dos gastos.
Esportes - Grande ABC tem o melhor tênis de mesa do País. Dos 44 torneios promovidos pela Federação Paulista em 1981, 28 foram conquistados pela região; dos 17 jogadores relacionados como os melhores do ano, dez são daqui.
Óbito - Falece, em São Paulo, o ex-deputado Antonio Sylvio Cunha Bueno, aos 63 anos. Foi um dos líderes autonomistas de São Caetano.
EM DOIS DE JANEIRO DE
1952 - Náutico FC é fundado em São Caetano.
1977 - 22 universitários do Grande ABC embarcam para o Piauí para participar da 18ª Operação Nacional do Projeto Rondon; na coordenação, o professor Carlos Galante.
TRABALHADORES
5 - Maria Vieira de Jesus, empacotadora da Atlantis.
6 - Antonio Gerônimo. Natural de Portugal. Operário da Rhodia.
7 - José Luiz da Silva. Químico da Rhodia.
8 - Emilia Seccin. Auxiliar de laboratório da Rhodia.
FONTE - 2º Livro geral de registro de associados do Sindicato dos Químicos do ABC. Ano: 1957. Presidente: Trajano José das Neves.
SANTOS DO DIA 
Argeu, Basílio Magno, Gregório Nazianzeno e Macário.
Na foto, Nossa Senhora dos Prazeres. Origem paulista, da região de Sorocaba. Século 17. Barro cozido policromado.
A CAMINHO DOS REIS
RESPOSTA DE ONTEM
Ontem publicamos a foto do presépio da matriz da Paróquia São Jorge, na Cidade São Jorge, em Santo André, dos padres Martin e Ângelo.

fonte:

Trabalhadores de museus e arquivos podem receber proteção especial

BRASÍLIA (Agência Câmara) - A Câmara analisa proposta que obriga o Ministério do Trabalho e Emprego a criar regras complementares à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT- Decreto-lei 5452/43) para proteção das pessoas que trabalham em arquivos, bibliotecas, museus e centros de documentação e memória. A medida está prevista no Projeto de Lei 2361/11 que, na prática, abre espaço para que esses profissionais recebam adicional de insalubridade, a ser definido em norma do Ministério. Este adicional é previsto na Constituição, que determina que ele seja regulamentado por lei.

O autor da proposta, deputado Carlinhos Almeida (PT-SP), diz que essa é uma reivindicação antiga dos trabalhadores da área. “Esses profissionais estão constantemente expostos a agentes biológicos e químicos, todos causadores de graves doenças, principalmente respiratórias. Apesar disso, não foram contemplados em norma do Ministério do Trabalho para que recebam o adicional”, argumentou.

fonte:
http://www.oreporter.com/detalhes.php?id=68496

Trabalhadores de museus e arquivos podem receber proteção especial Leia mais sobre esse assunto em http://www.oreporter.com/detalhes.php?id=68496#ixzz1iNxYVxNj ©2009 - 2011. Todos os direitos reservados a O Repórter.com Ltda Me. Reprodução de conteúdo proibida sem autorização escrita dos editores do portal.

BRASÍLIA (Agência Câmara) - A Câmara analisa proposta que obriga o Ministério do Trabalho e Emprego a criar regras complementares à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT- Decreto-lei 5452/43) para proteção das pessoas que trabalham em arquivos, bibliotecas, museus e centros de documentação e memória. A medida está prevista no Projeto de Lei 2361/11 que, na prática, abre espaço para que esses profissionais recebam adicional de insalubridade, a ser definido em norma do Ministério. Este adicional é previsto na Constituição, que determina que ele seja regulamentado por lei.

O autor da proposta, deputado Carlinhos Almeida (PT-SP), diz que essa é uma reivindicação antiga dos trabalhadores da área. “Esses profissionais estão constantemente expostos a agentes biológicos e químicos, todos causadores de graves doenças, principalmente respiratórias. Apesar disso, não foram contemplados em norma do Ministério do Trabalho para que recebam o adicional”, argumentou.

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