sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

“A Música na Escola"


Este projeto tem como objetivo a contribuição para a instrumentalização de professores, em resposta à lei que determina a obrigatoriedade do ensino musical nas escolas de ensino básico.

Oferece material para consulta e reflexão para quem trabalha em sala de aula, por meio de propostas de conteúdos programáticos para o ensino da música; textos inéditos e sugestões práticas de exercícios, dinâmicas e processos a serem aplicados no dia a dia, nos mais diferentes contextos, faixas etárias e regiões do nosso país.

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... reunimos pesquisadores, professores e músicos para discutir o tema música na escola, e o resultado é um livro (de pequena tiragem) e um site, que disponibiliza todo o material - livro completo, videos, práticas, para ser lido online, baixado ou impresso. Espero que visite a página e dê sua opinião. Se gostar, compartilhe, porque fizemos para que o maior número de professores e interessados no assunto possam ter acesso 
AbraçoRenata---------


fonte:

O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM) abre inscrição....

MAM-BA realiza curso de audiovisual e mídia locativa

Curso ocorre no museu, situado em Salvador, entre março e agosto.
Prazo de inscrição para o primeiro dos quatro módulos ocorre até o dia 2.

 
MAM BAHIA (Foto: Divulgação MAM/BA) 
 
Cursos serão ministrados no MAM-BA
(Foto: Divulgação MAM/BA)
 
 
O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM) abre inscrição para o primeiro dos quatro módulos do curso ‘Formação em Audiovisual Contemporâneo e Mídia Locativa’. As aulas ocorrem no espaço, que está ocalizado na Avenida Contorno, em Salvador. Será realizada, ao fim dos cursos, uma mostra de vídeo e filmes elaboradas pelos participantes.

O prazo de inscrição para o módulo inicial - 'Cinema, documentário & vídeo-arte: semelhanças, diferenças e produção' - ocorre até o dia 2 de março. Os candidatos devem enviar currículo, carta de interesse e expectativas para o e-mail: labmam@bahiamam.org. Os cursos ocorrem aos sábados, das 9h às 13h e das 14h às 18h. Foram disponibilizadas 30 vagas para cada um dos quatro módulos independentes. Podem participar profissionais, artistas e estudantes que trabalham com cinema, audiovisual, arte eletrônica, interessados em tecnologias móveis e espaço urbano, segundo a organização.

Os módulos seguintes levam os títulos 'Linguagens do audiovisual e edição', que será iniciado no dia 5 de maio; 'Audiovisual e espaço: mídia locativa e narrativa não-linear', a partir de 2 de junho; e 'Audiovisual e interatividade – experimentações com Arduino e PureData', em 21 de julho. Além dos cursos, serão realizados encontros de formação, com pesquisadores e artistas, entre eles Kátia Maciel (UFRJ), Suzete Venturelli (UNB), Gilberto Prado (USP) e André Lemos (UFBA).
 
 
fonte:
http://ocursodecinema.blogspot.com/2012/02/mam-ba-realizsa-curso-de-audiovisual-e.html

Museu de Arte Sacra de Paraty entrega obra do século XIX a Instituto Histórico

Após 18 anos sob a guarda do Museu de Arte Sacra/Ibram, o Livro de Compromisso da Santa Casa de Misericórdia de Paraty está agora sob os cuidados do Instituto Histórico e Artístico de Paraty (IHAP).



A assinatura do Termo de Devolução aconteceu no dia 6 de fevereiro e contou com as presenças do diretor do Museu de Arte Sacra, Julio Cezar Neto Dantas, da presidente do IHAP, Maria José dos Santos Rameck, e teve como testemunhas Padre Roberto, pároco da Paróquia Nossa Senhora dos Remédios, e técnicos do Ibram em Paraty.
O Livro, datado de 1863, registra os atos da irmandade da Santa Casa e contém dados biográficos de todos os seus membros. O livro esteve sob a guarda do Museu de Arte Sacra de Paraty desde 1997, quando integrou uma exposição sobre a Santa Casa na antiga sede da Secretaria de Turismo (Cadeia Velha). Em 2009, o IHAP solicitou a reintegração do Livro ao seu acervo, o que demandou análise de documentação divergente sobre a guarda do objeto.
Para o presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), José do Nascimento Júnior, a devolução do Livro ao IHAP reflete o desejo do Ibram em manter uma atuação conjunta com vistas a beneficiar a comunidade local. “Tanto o IHAP quanto o Museu de Arte Sacra cumprem papel relevante na preservação da história do município. O Ibram fez e continuará fazendo sua parte, através do Museu de Arte Sacra, e seremos também vigilantes no que concerne à proteção do patrimônio comum às duas instituições”, escreveu Nascimento Júnior à presidente do IHAP.
Texto e foto: Museu de Arte Sacra de Paraty

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Ladrões assaltam museu grego no lugar de origem das Olimpíadas

Por Harry Papachristou
ATENAS, 17 Fev (Reuters) - Ladrões armados saquearam nesta sexta-feira um museu em Olímpia, a localidade da Grécia onde eram realizadas as Olimpíadas, e levaram artefatos de bronze e cerâmica, semanas após roubos na Galeria Nacional do país.
O ministro da Cultura, Pavlos Geroulanos, apresentou sua renúncia, mas sua saída não deve desestabilizar o governo, que está se apressando para fechar um acordo de resgate financeiro internacional para aliviar a crise da dívida grega.
A polícia disse que ladrões armados invadiram um dos dois museus de Olímpia, na região sul da Grécia, dominaram uma guarda e roubaram em torno de 70 objetos de bronze e cerâmica.
"O valor dos objetos roubados ainda não foi estimado", disse um oficial da polícia à Reuters.
Em janeiro, três obras de arte, incluindo uma de Pablo Picasso e outra do pintor holandês Piet Mondrian, foram roubadas da Galeria Nacional da Grécia, em Atenas.
Após o primeiro assalto à galeria, autoridades do Ministério da Cultura disseram que cortes no orçamento do museu prejudicaram o sistema de segurança.
A Grécia tem presenciado uma elevação nos crimes depois que a sua economia sobrecarregada de dívidas encolheu 16 por cento de tamanho desde o seu pico em 2008, levando a taxa de desemprego entre jovens para pouco abaixo de 50 por cento.
Um porta-voz do governo disse que o primeiro-ministro Lucas Papademos irá decidir se aceitará a renúncia de Geroulanos, uma vez que os fatos forem esclarecidos.
(Reportagem adicional de Renee Maltezou)

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"Facility Report", - Seguro para obras de arte ainda é pouco explorado no Brasil

"As obras de arte têm valor imensurável". Para os titulares e apaixonados por elas, a perda ou o prejuízo de uma obra é algo que não se pode medir, falando-se em valor sentimental ou cultural, porém é algo que pode ser segurado. Apesar de não ser uma das principais apólices comercializadas no Brasil, o seguro para obras de arte protege colecionadores, galeristas, museus e exposições.
 
Como é o caso do RD Obras de Arte All Risks, oferecido pela Almeida Gomes Seguros. A empresa, com sede em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Estados Unidos, trabalha com esse seguro há 10 anos. Como o próprio nome já indica ("All Risks"), a cobertura da apólice inclui todos os riscos aos quais a obra está exposta - roubo, queda, deterioração (por chuva, luz, umidade), danos causados durante o transporte, entre outros. Em caso do cliente enviar sua obra para alguma exposição, há a opção da cobertura "prego a prego", que envolve todas as etapas do transporte da obra até o retorno ao local de origem.
 
Quando o cliente contrata a apólice, ele responde um questionário minucioso, com questões sobre a segurança do local onde a obra está locada e o tipo do produto (quadro, escultura, livro). "Nós encaminhamos o relatório para a sede de Miami, pois não trabalhamos com seguradoras no Brasil. Logo depois a seguradora envia o questionário para a resseguradora que vai avaliar, precificar e mandar a emissão para o Brasil", afirma José Flávio Almeida Gomes, diretor executivo da Almeida Gomes Seguros. A empresa trabalha com a Liberty, dos EUA, e com o Lloyd's. Durante a emissão da apólic,e fica a critério da resseguradora americana eleger ou não uma empresa de vistoria no Brasil para inspecionar o local e as obras.
 
No caso de museus, eles geralmente possuem "Facility Report", que é um relatório sobre a instalação - registrada na prefeitura da região. Caso haja a vistoria, a empresa pode fazer alguns apontamentos, se necessário, de mudanças no local e concede um prazo de 30 dias para a alteração de algum dispositivo. Por exemplo: disponibilizar extintor de incêndio ou alterar a posição de uma lâmpada. Se o cliente não regularizar, a seguradora pode vir a cancelar a apólice e devolver o prêmio pago proporcional. "As companhias não têm interesse em negar uma apólice de seguro para obra de arte e não é um seguro de difícil aceitação. Essa recusa só acontece caso o cliente (seja residência ou uma instituição) esteja demasiadamente exposto a um risco ou caso a companhia não considere o(s) produto(s) como obra de arte", expõe. Gomes exemplifica que já houve um caso de proposta recusada. Esse queria proteger uma mesa, de acervo pessoal, com aproximadamente 30 anos de existência. As seguradoras avaliam como antiguidade produtos com mais de 50 anos.
 
As seguradoras trabalham com um departamento especializado para realizar essas avaliações e mensurações. Há empresas no Brasil, a exemplo da Museum Cultural (São Paulo), que facilitam a cotação de seguros, pois realizam análises da documentação das coleções e avaliação dos riscos a que as obras estão expostas, e também participam nos momentos de liquidação de sinistros.[2]
 
De acordo com Gomes, o preço dessa apólice gira, em média, em torno de 2% do valor segurado. Ele destaca que é comum o próprio cliente calcular o valor da obra quando se trata de artistas locais. Em casos de artistas mundialmente conhecidos é mais fácil para a seguradora mensurar, mas quando se trata de locais, o cliente oferece o valor e a companhia busca mais informações sobre a obra, para checar o preço. Segundo Gomes esse é um mercado crescente e há bastante procura por parte, principalmente, dos museus - quando trabalham com um acervo consignado. "As pessoas têm consciência de que precisam buscar o seguro. Claro que a procura ainda é muito pequena em relação à proporção do número de museus e da quantidade de obras existentes no Brasil. Muitas pessoas não procuram por falta de conhecimento, por não saberem que esse seguro existe. Elas ligam para uma ou duas seguradoras e recebem a informação que elas não trabalham com esse tipo de seguro e, após isso, desistem de procurar", finaliza.
 
font:
http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=64511:seguro-para-obras-de-arte-ainda-e-pouco-explorado-no-brasil&catid=45:cat-seguros&Itemid=324