terça-feira, 27 de março de 2012

Museu de Arte Contemporânea recebe exposição Las Américas de José Morea


O Museu de Arte Contemporânea (MAC) abre nesta terça feira (27) a exposição “Las Américas”, do artista espanhol José Morea. A mostra é mais um fruto da parceira entre o MAC e o Instituto Valenciano de Arte Moderna (IVAM), responsável por trazer a Fortaleza a exposição “De Picasso a Gary Hill”, em 2010. O evento está marcado para às 19h e vai contar com a presença da presidente do IVAM, Consuelo Ciscar; do curador da mostra Vicente Jarque; além do curador do MAC, José Guedes.
MAC

O público terá oportunidade de conhecer a produção artística de Jose Morea, artista espanhol que constrói um universo muito rico e particular a partir de elementos da cultura e do folclore brasileiro. A exposição, com mais de 100 obras, retrata parte da jornada pelo Brasil, que o espanhol vivenciou nos últimos 10 anos. Dominado por uma orientação na interface da arte e da vida cotidiana, Morea novamente manifesta o seu interesse em mitologia e lendas populares, tanto primitivos e presente, em pinturas que balançam no contexto de uma poética entre os extremos artísticos.

MAC2Las Américas, é dividida em três seções que mostram traços da experiência do artista em Salvador. De acordo com o curador Vincent Jarque, a estratégia do artista é para representar a experiência humana em todas as suas dimensões, e isso o torna também uma maneira de compreendê-la um fluxo contínuo permanentemente interrompido, como uma sucessão interminável de experiências particulares de signos diferentes, e sem também respeitar hierarquias entre altos e baixos, grande e pequeno, bonito e feio, o sagrado e o profano. Uma atitude que só poderia ser encontrada na Bahia, precisamente na Bahia, a terra mais adequado a dar frutos".

Parceria MAC e IVAM

O Museu de Arte Contemporânea do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, ao receber a primeira montagem da exposição Las Américas de José Morea, dá continuidade a uma parceria com o Instituto Valenciano de Arte Moderna (IVAM), que em muito tem enriquecido a história da arte no Ceará. Através dessa parceria pudemos vivenciar a experiência de conhecer obras de artistas fundamentais para a compreensão da arte nos séculos XX e XXI. 

A parceria com o museu espanhol que tem brilhante direção de Consuelo Císcar, possibilitou a vinda ao nosso Estado, somente  nos últimos 5 anos,  de exposições como: Homem.com-Se, de
Julio Quaresma, Arte POP Na Coleção do IVAM, Identidade Feminina, e De Picasso a Gary Hill, esta última significando um marco importante nesta história pois, pela primeira vez, uma mostra desta envergadura foi concebida e produzida no Ceará, graças ao apoio do Governo do Estado. E isto só foi possível, é importante que se diga,  pelo acesso que nossa curadoria teve à reserva técnica daquela importante instituição europeia; o que seria impossível sem a relação de respeito e confiança desenvolvida entre os dois museus.


O IVAM traz ao MAC Dragão do Mar um belíssimo conjunto de telas inéditas produzidas por Morea na sua Espanha natal e no Brasil, países em que mantém atelier. Ele divide seu tempo entre Chiva, cidade onde nasceu, nas cercanias de Valencia e Salvador na Bahia, para onde foge quando chega o inverno na Europa. As duas cidades, segundo ele, são “mediterrâneas, lúdicas e coloridas”. O mesmo pode-se dizer de alguns momentos de seu trabalho. Em outros abre espaço para a ironia e a crítica social.

Vindo de uma terra de grande tradição na pintura; terra de Velásquez, Goya, Picasso, Miró, Tápies, e seus universos seminais; José Morea pinta de maneira saborosamente livre e, é saudabilíssimo que não tenha uma linha definida, (ele mesmo diz que “qualquer situação pode gerar uma imagem nova, não me importa se contradiz um quadro anterior”), pois isso não significa dizer que não possua uma caligrafia vigorosa e pessoal.

José GuedesCurador do MAC Dragão do Mar

Mais Informações
Funcionamento do MAC: Acesso gratuito. De terça a quinta-feira das 09 horas às 19 horas. Acesso permitido até às 18h30. De sexta-feira a domingo, inclusive feriados, das 14 horas às 21 horas.  Acesso permitido até às 20h30.

27.03.2012
Assessor de Comunicação e Marketing do IACC
Marco da Escóssia ( imprensa@dragaodomar.org.br / 85 3488.8625 - 8733.8829)

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EL AÑO MAYA

El gran evento es el 
1. Coloquio Internacional de Calendarios, donde hablaremos de los mayas y de otros sistemas de regiones tan lejanas como China, Bali o los Andes. 
2. Conferencia Magistral con Erik Velásquez García, uno de los epigrafistas más importantes a nivel mundial, quien discutirá acerca de las supuestas profecías mayas del fin del mundo. Se complementan estos magnos eventos, con 
3. Cursos sabatinos: impartidos por investigadores mexicanos y extranjeros. Este año presentamos tres cursos dedicados a los pueblos mayas prehispánicos y actuales: El tzolk’in, un sistema de contar y entender el tiempo entre los mayas de GuatemalaEscultura monumental del sureste mesoamericano durante el período Formativo y Principios generales del calendario y la escritura jeroglífica maya.



fonte:

Dois suecos ( mágicos ) resolveram promover a cidade de Estocolmo --- idéias criativas...

Os gadgets da Apple já foram usados por diversos mágicos para criar ilusões de ótica. Agora, dois suecos resolveram promover a cidade de Estocolmo.

[mágica] Ilusionistas usam 7 iPads para contar uma história 

O resultado é interessante, confira:

vidio duração 3,24
visite

 
 
fonte: www.museudamagica.com.br 
 

Gestão de museus como negócio


com Maria Ignez Mantovani Franco

216_entrevistaignezmantovani_Quem disse que cultura não pode ser um ramo de empreendimento? E que lidar com exposições museológicas não pode ser fonte de renda? Essas e outras questões perpassam a conversa com Maria Ignez Mantovani Franco, que aos 27 anos criou a primeira empresa brasileira de exposições, museus e projetos culturais, a Expomus.

A empresa em questão é responsável pela implementação da concepção museológica da mostra Pioneiros & Empreendedores e já atuou em cerca de outros 200 projetos de arte e cultura em diversos países.

Maria Ignez é doutora em Museologia pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa, Portugal. Em entrevista exclusiva ao Unifor Notícias, a museóloga e empresária mostra que para empreender basta querer e, claro, inovar. Confira.

Unifor Notícias: A senhora fundou a Expomus muito jovem. Como aconteceu?
Maria Ignez: Meu primeiro emprego foi na Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo, em São Paulo. No momento em que eu ingressei nesse trabalho, essa secretaria foi desmembrada. Todos os outros funcionários queriam muito ir para a área de turismo, que era uma área mais jovem. E eu fiquei na cultura para atender o secretário no gabinete (José Mindlin). A partir daí, eu descobri de uma forma muito mais intensa o que era arte. Depois que fiz uma especialização em Museologia, continuei trabalhando na mesma secretaria, mas me atrelei à área de museus. Em seguida coordenei a área técnica de todos os museus do estado de São Paulo. Eu me apaixonei pela noção de projeto, e aí foi o grande empreendedorismo, porque aos 27 anos eu fundei a primeira empresa de museologia do Brasil. Eu tive o insight: da mesma forma que existiam os escritórios de arquitetura, por que não um de museologia?

Unifor Notícias: Qual é a contribuição que a cultura brasileira pode dar a eventos turísticos como a Copa?
Maria Ignez: A nossa cultura é material e imaterial. Ela vai estar exposta na nossa forma de acolher e de nos comunicar com esse público estrangeiro que virá. Mas temos que nos preparar para isso. Os museus, por exemplo, têm uma oportunidade muito grande de exercer um papel social relevante num momento desses. Por quê? Porque quando nós vamos à França queremos conhecer o Louvre. Então os estrangeiros não querem ver apenas a Copa do Mundo, as Olimpíadas, eles querem conhecer o país. E, no momento de conhecer nossa cultura, os museus são os carros-chefes; é onde essa memória social está contida, e nós precisamos estar habilitados para isso. Quando eu digo ‘habilitados’, me refiro a pensar uma programação de ponta, estar com os nossos museus bilíngues, trilíngues, em horários estendidos, e com as cadeias turísticas os contemplando.

Unifor Notícias: E as expectativas são boas?
Maria Ignez: Nós vamos receber a Conferência Mundial de Museus em 2013. Isso é um mote fundamental para 2014, 2015, 2016. Vamos receber 4 mil profissionais dos principais museus do mundo. Esses profissionais vão se deslocar em roteiros culturais para ver cidades brasileiras. Isso nos antecipa uma missão.

Unifor Notícias: Como a senhora avalia a relação entre a economia e os museus em geral?
Maria Ignez: Nós estamos hoje num momento da discussão da economia criativa, em seus diferentes formatos, concepções e nas suas pluralidades de responsabilidades. Olhamos muitas vezes o museu como uma coisa empoeirada, uma coisa do passado, quando na verdade o museu hoje é a catedral do século 21. Quer dizer, não há um arquiteto que não queira projetar um museu. Os principais monumentos edificados no mundo hoje estão em museus, os grandes arquitetos internacionais têm as suas obras magnas em museus. Eu avalio que a própria economia precise desses símbolos, como símbolos de inovação, de transformação. A área de cultura é também um grande empreendimento social. Ela tem a missão de formar as futuras gerações, e não há nada de mais empreendedor do que isso.

Unifor Notícias: O que a senhora acha dos museus cearenses?
Maria Ignez: Eu acho que é muito comum as pessoas não valorizarem aquilo em que estão imersas. Quando penso no Ceará, eu penso na figura do Régis Lopes, diretor do Museu do Ceará, que é uma das grandes cabeças da museologia brasileira. Há lacunas? Claro que há. Mas assim como temos lacunas em outros estados.

Unifor Notícias: Qual a importância de um espaço cultural dentro de uma universidade?
Maria Ignez: Embora não seja um museu especificamente, o Espaço Cultural Unifor é um lugar de experimentação, e isso em uma universidade é fundamental. Todas as linguagens são interessantes para uma formação ampla. Minha recomendação para quem estiver aqui dentro é que se abra para outras áreas. Poder assistir a uma aula numa área que não tenha nada a ver com a sua é tão fundamental quanto assistir ao melhor professor da sua área. Só assim é que a gente consegue ter olhos, ouvidos e cérebro abertos para outros conhecimentos. O outro ponto é que eu queria incentivar que os jovens tivessem atitudes pioneiras. Aos 27 anos, eu escrevi o estatuto de uma empresa que não existia, e esse estatuto é vigente até hoje. As pessoas não podem não se julgar preparadas. Claro que precisa haver o preparo, mas quando se ousa empreender é porque já há uma solidez minimamente estruturada. A gente não empreende só quando cria a empresa, a gente empreende a cada dia que a empresa existe. O que faz da Expomus uma diferença no mercado é inovação. Eu digo ao jovem: não tenha medo desse desejo de inovação. É a única coisa que garante que você está sempre à frente.

Forró é Patrimônio Cultural de João Pessoa

Em junho de 2011, o Fórum Forró de Raiz (PB) entregou ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan a solicitação de Registro das Matrizes do Forró como Patrimônio Cultural do Brasil. Enquanto a resolução não vem, João Pessoa sai na frente e acaba reconhecer o ritmo e suas matrizes culturais como patrimônio imaterial,  graças a um projeto de lei sancionado pela Prefeitura.

Para efeitos da lei, é considerado “forró” a expressão artística-cultural que tenha ligações com as raízes nordestinas, respeitando-se os valores tradicionais desta região, sem utilização de palavras ou gestos que menosprezem as mulheres ou qualquer outro grupo social.

Com o reconhecimento oficial do forró haverá mais perspectivas de promoção e políticas públicas voltadas para a salvaguarda do ritmo.



Gravura de J.Borges (Xilogravura)




O forró é um estilo musical derivado do baião. É também expressão reduzida de “forrobodó” que, por sua vez, quer dizer : “arrasta-pé, farra, troça, confusão, desordem, rolo”. Alguns historiadores afirmam que forró provém da expressão inglesa for all, que significa “para todos”. Assim, teriam sido os  operários ingleses, durante a construção de estradas de ferro no Nordeste, a propagarem a expressão forró.

fonte:
babel das artes

SP é referência em economia criativa no Brasil

  Com o apoio da São Paulo Turismo, foi lançado na noite de hoje o livro "Cidades Criativas - Soluções Inventivas - o papel da Copa, das Olimpíadas e dos museus internacionais", organizado por Ana Carla Fonseca. O livro reúne especialistas que trazem exemplos de diferentes cidades que já passaram pela experiência. Na ocasião, participaram de um debate sobre economia criativa e o legado dos grandes eventos para as cidades. Para Luciane Leite, diretora de Turismo e Entretenimento da SPTuris, o legado desses eventos vai além do desenvolvimento da infraestrutura. "O maior bem deixado será sem dúvida o desenvolvimento do conhecimento, da cultura e de seus talentos criativos", disse.



Debate sobre economia criativa e o legado dos grandes eventos; na home: Ana Carla Fonseca, Caio Luiz de Carvalho e Luciane Leite


Segundo a diretora, em janeiro foi lançado pela SPTuris um estudo sobre o impacto das economias criativas para a cidade de São Paulo. "Até então não tínhamos ideia de quanto esse segmento significava para a cidade. Após o estudo soubemos que a economia criativa movimenta em torno de R$ 40 bilhões, só na capital - cerca de 10% do PIB", declarou. Outro dado do estudo mostra que a taxa de crescimento do emprego formal no Brasil é de 5,4%, da economia criativa em SP é de 9,2%; já 29% dos empregos formais da capital estão na economia criativa (140 mil empregos). "SP é uma referência nesse segmento para o Brasil por todos os eventos que oferece e a SPTuris apoia todos eles por considerar as atividades da maior importância para o desenvolvimento sustentável do destino", declarou.

De acordo com Caio Luiz de Carvalho, diretor da Entretainment & Experience e autor do prefácio do livro, devido aos eventos que SP oferece, os turistas estão cada vez passando mais tempo na cidade. "E não é por causa dos negócios e sim pelos atrativos culturais que a cidade oferta como shows, teatros, cinemas, museus e muito mais", disse. Segundo ele, após o investimento em economia criativa, a capital teve um incremento no tempo de permanência dos visitantes. "Antes um turista a negócios ficava de dois a três dias, hoje ele fica em média cinco", lembrou.

Além de Luciane Leite e caio Luiz de Carvalho, participaram no debate a organizadora do livro Ana Carla Fonseca, o deputado federal e ex-secretário municipal especial para grandes eventos, Walter Feldman, Leonel Kaz, curador do Museu do Futebol e o ator Odilon Wagner. Ao final do evento, os participantes receberam gratuitamente um exemplar do livro recém lançado.



Por: Lisia Minelli 
fonte:
http://www.mercadoeeventos.com.br/site/Noticias/view/82885

Museu do Futebol (SP) faz debate sobre economia criativa

Especialistas e autoridades farão um debate no Museu do Futebol, em São Paulo, sobre economia criativa e a relação com empreendimentos culturais e grandes eventos.


O evento será durante o lançamento do livro Cidades Criativas, Soluções Inventivas – O papel da Copa, das Olimpíadas e dos museus internacionais. A publicação é organizada pela economista Ana Carla Fonseca, editado pela Garimpo de Soluções, com apoio da São Paulo Turismo.

A diretora de Turismo e Entretenimento da SPTuris, Luciane Leite, o diretor geral da Enter Entertainment & Experience e autor do prefácio do livro, Caio Luiz de Carvalho, e o curador do Museu do Futebol, Leonel Kaz, estarão no encontro. 



fonte:
http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/eventos/museu-do-futebol-sp-faz-debate-sobre-economia-criativa_76781.html?pesquisa=1

Cidades Criativas, Soluções Inventivas O Papel da Copa, das Olimpíadas e dos museus internacionais

Como legado para a cultura e a economia criativa da cidade. São seis capítulos fundamentais, escritos por peritos de seus países: Olimpíadas de Barcelona, Olimpíadas de Londres, Copa da África do Sul, Museu Guggenheim de Bilbao e Parques-Biblioteca de Bogotá e Medellín. Concepção, organização e edição da Garimpo de Soluções.







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Ana Carla Fonseca Reis é Admininistradora Pública pela FGV/SP e Economista pela USP, onde se diplomou também Mestre em Administração e atualmente faz Doutorado em Arquitetura e Urbanismo, desenvolvendo uma tese em cidades criativas. Cursou MBA pela Fundação Dom Cabral e trabalhou por quinze anos liderando projetos regionais e globais em marketing e comunicações de multinacionais, baseada na América Latina, em Londres e Milão. Conferencista internacional em marketing cultural, economia da cultura, economia criativa e cultura & desenvolvimento, é co-autora de Teorias de Gestão – de Taylor a nossos dias (Thomson, 1997) e autora do celebrado Marketing Cultural e Financiamento da Cultura (Thomson, 2002) e de Economia da Cultura e Desenvolvimento Sustentável – o Caleidoscópio da cultura (Manole, 2006), primeira obra brasileira sobre o tema e que traz uma abordagem de desenvolvimento à economia da cultura. Este livro foi agraciado com o Prêmio Jabuti 2007. Ana Carla é Diretora voluntária de Economia da Cultura do Instituto Pensarte, articulista do boletim eletrônico “Cultura e Mercado”, Consultora Especial da ONU em Economia Criativa (UNCTAD e SSC-SU/PNUD), coordenadora do curso de Gestão de Produtos e Políticas Culturais da Faculdade São Luís, professora da Fundação Getulio Vargas/SP, da Universidade Candido Mendes/RJ e da Unisinos/RS, membro do painel curador da conferência Creative Clusters do Reino Unido e curadora de diversos seminários internacionais no Brasil.


Garimpo de Soluções tem parceiros gabaritados nos setores econômico, financeiro, social e cultural, com aguçada visão estratégica e de viabilidade de programas e negócios. Sua organização em rede permite que os profissionais mais capacitados contribuam com expertise ímpar ao sucesso de projetos de variados perfis.


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para download: 
http://www.garimpodesolucoes.com.br/downloads/Cidades%20Criativas,%20Solu%E7%F5es%20Inventivas%20-%20final.pdf


fonte:
http://www.garimpodesolucoes.com.br/