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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Os novos desafios da museologia


A museóloga Marília Bonas, diretora técnica do Museu do Café, de Santos, coordena hoje, a partir das 9h30, o workshop de Gestão em Museus, na sede da Oficina Cultural “Tarsila do Amaral”. O órgão realiza até o mês de junho uma rodada de trabalhos que também inclui Conservação Preventiva em Museus e Elaboração de Projetos Culturais e captação de recursos.

A proposta do evento de hoje, é debate, por exemplo, num universo cultural conduzido pelas novas tecnologias e recursos diminutos, tornar os acervos mais atraentes e visitados. Além de apresentar um referencial teórico sobre a direção de museus e práticas de gestão cotidiana desses espaços.

Marília Bonas é graduada pela PUC e mestre em Museologia Social pela Universidade Lusófona de Lisboa. Atualmente, é diretora técnica do Museu do Café, em Santos, e do Museu da Imigração, em São Paulo. Atua na área cultural há mais de 11 anos, tendo se especializado em pesquisa, documentação e gestão de museus.
“O debate em torno da gestão cultural abrange todos os setores e áreas artísticas, é latente frente aos avanços das tecnologias e os desafios são diários para mantermos o público e os espaços atrativos. As propostas nessa área acontecem no sentido de ampliar o conhecimento desses gestores e apresentar ideias e novas ferramentas para o aprimoramento do trabalho cultural”, explica Milena Deganuti, coordenadora da Oficina “Tarsila do Amaral”.

Agenda
Para as outras duas atividades que acontecem no mês de junho as inscrições estão abertas. São elas: workshop de Conservação Preventiva em Museus, ministrado pela professora e doutora em História, Cultura e Sociedade, museóloga Andréia Zabrieszach, do Museu de Arte Sacra de São Paulo, dias 12 e 13 e o workshop de Elaboração de projetos culturais e captação de recursos no dia 20 com Chico Maia, mestre em Ciência da Informação pela PUC-Campinas e pesquisador do Laboratório de Estudos em Comunicação, Tecnologia e Educação Cidadã na Unesp-Bauru.

fonte:
http://www.diariodemarilia.com.br/Noticias/110673/Os-novos-desafios-da-museologia

Museu de Belas Artes de Boston (EUA) e sua impressionante coleção de arquivos sobre a necrópole.

Site permite navegar online por pirâmides

É possível viajar ao Egito para entrar na pirâmide de Quéops ou visitar as câmaras funerárias de Gizé
 
http://imagem.band.com.br/zoom/f_99728.jpg

A partir de agora não é mais preciso viajar ao Egito para entrar na pirâmide de Quéops ou visitar as câmaras funerárias da célebre necrópole egípcia do planalto de Gizé, graças à reconstituição tridimensional do local, disponível na internet.

A empresa francesa Dassault Systèmes, especializada em sistemas tridimensionais, desenvolveu o projeto em parceria com o Museu de Belas Artes de Boston (EUA) e sua impressionante coleção de arquivos sobre a necrópole.

Navegando no site "com um simples computador doméstico, o grande público pode descobrir as maravilhas do Egito antigo. Com um monitor 3D, os usuários poderão viver a experiência de um mergulho estereoscópico ainda mais fascinante", explicou Mehdi Tayoubi, encarregado de estratégia e marketing interativo da Dassault Systèmes.

A reconstituição permite ao visitante passear pela necrópole, visitar as tumbas, as galerias e as câmaras funerárias, bem como entrar nas pirâmides de Quéops e de Miquerinos. Também é possível admirar os trinta primeiros objetos que foram descobertos no começo do século XX e ter acesso a fotos, diários de escavação, mapas e outros arquivos coletados durante as expedições arqueológicas, explicou a empresa em um comunicado.

Museus

Além do grande público, o projeto Giza 3D também se destina aos museus, que poderão utilizá-lo para criar salas para exposições temporárias ou permanentes, bem como à educação e à pesquisa.

A Dassault Systèmes já dotou o departamento de egiptologia da Universidade de Harvard da reconstituição de uma galeria de Gizé e as duas organizações trabalham em colaboração para estender o uso destas tecnologias aos outros domínios da pesquisa.

"O poder do 3D permite explorar o planalto de Gizé como era na época dos antigos egípcios, algo simplesmente impossível de se fazer atualmente com os objetos abrigados em museus do mundo inteiro. Os estragos da erosão, das pilhagens e do avanço da cidade (do Cairo) modificaram para sempre o aspecto original deste planalto", afirmou Lawrence Berman, conservador de antiguidades egípcias do Museu de Belas Artes de Boston, onde o Giza 3D foi oficialmente lançado na noite de terça-feira.

fonte:
http://www.band.com.br/noticias/tecnologia/noticia/?id=100000502659

Cultura promove Troca de Saberes no Museu do Carvão

A Secretaria de Estado da Cultura, por meio da diretoria de Cidadania Cultural, promove a Troca de Saberes, com o Griô Prudêncio, nesta terça-feira (8), às 17h, no Museu do Carvão, em Arroio dos Ratos.

Em ação conjunta com a ONG Movimentação e a União das Associações de Moradores de Arroio dos Ratos (UAMAR), o evento consiste em uma roda de memória de tradição oral e escrita do projeto Interface da Fala – Comunicação com Protagonismo Comunitário.

Texto: Asscom Sedac

Jader pede recursos para obra no Museu Goeldi

O Museu Paraense Emílio Goeldi, referência mundial em Amazônia, precisa concluir a construção do Centro de Exposições Eduardo Galvão, obra já iniciada e que precisa de recursos para chegar à sua fase final. No Centro ficarão as exposições permanentes do acervo do Museu, além da Coordenação de Museologia da instituição. O diretor do Museu, Nilson Gabas Júnior, esteve quarta-feira (09), em Brasília, em reunião com o senador Jader Barbalho (PMDB/PA) para solicitar apoio para dar continuidade à obra paralisada desde 2008.

Para dar agilidade ao processo o senador encaminhou ainda ontem ofício para o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antônio Raupp, solicitando apoio de recursos, um montante de R$ 3 milhões, conforme documento apresentado ao senador pelo diretor do Museu Goeldi. Juntamente com o documento encaminhado ao ministro, o senador anexou o Ofício MPEG/DIR nº 126/2012, assinado por Nilson Júnior, relatando a exposição de motivos que justificam a urgência na retomada da obra, além de documentos e projetos também encaminhados pelo diretor.

Em seu ofício ao ministro, Jader Barbalho destaca que o Museu Goeldi é uma instituição das mais respeitadas, inclusive com inserção e respeitabilidade junto a comunidade científica internacional, contribuindo para a conservação de recursos naturais e a preservação da diversidade sociocultural da Amazônia. Além disso, acrescenta o senador, cabe ainda ao Museu incrementar, modernizar e documentar os acervos institucionais, inclusive programas de Coleções Biológicas, mantendo núcleos de inovação e transferência tecnológica, gerenciando consultorias por meio de interações com setores públicos e privados.

“Acrescente-se, ainda, que no campo da Ciência , Tecnologia e Inovação a inclusão do desenvolvimento social tem proporcionado a socialização de conhecimentos científicos relacionados à Amazônia, contribuindo para a preservação do patrimônio cultural e melhoria de vida de diversos grupos sociais que vivem na região, além de viabilizar programas de formação de professores e de estudantes dos ensinos médio e fundamental, visando socializar o conhecimento científico”, continua o senador.

ORGULHO

Jader Barbalho lembra que o Museu Goeldi é um dos espaços de maior orgulho para a sociedade paraense pelo acervo que possui, pela oportunidade de oferta de conhecimento, sendo considerado o segundo maior museu de história natural do Brasil, com 4,5 milhões de itens registrados, e um dos poucos a ter coleções tombadas como Patrimônio Histórico Nacional pela dimensão e pelo valor científico, histórico e cultural.

REFORMAS

A atual gestão do Museu vem implementando um amplo projeto de reformas e readequações dos espaços no seu Parque Zoobotânico, que tem contado com apoio de diversas instituições e com recursos do Governo Federal. Muito mais que um “espaço verde” no meio de uma grande cidade, o Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi é referência da tradição local, onde gerações interagem com a natureza.

Para o senador, apesar do esforço e sucesso da realização de tão importantes obras, ocorre a necessidade de recursos para finalizar a obra do Centro de Exposições Eduardo Galvão. “Sei que Vossa Excelência é sabedor da importância do MPEG não somente para o Pará, a Amazônia e o Brasil, com um público visitante de aproximadamente 250 mil pessoas, o que estimula o nosso interesse em participar do apoiamento do pleito, com a certeza de que Vossa Excelência haverá de priorizar o atendimento do projeto face sua importância para a sociedade brasileira”, conclui o senador. (Diário do Pará)

fonte:
http://www.diariodopara.com.br/N-155505-JADER+PEDE+RECURSOS+PARA+OBRA+NO+MUSEU+GOELDI.html

Ladeiras de Olinda abrigam pequenos museus



As ladeiras de Olinda abrigam ainda alguns pequenos, porém interessantes museus. 


O Museu Regional de Olinda exibe peças de decoração e mobílias antigas, enquanto o Museu do Mamulengo tem mais de mil objetos relacionadas ao velho teatro popular de rua de fantoches.
Já o Museu de Arte Sacra de Pernambuco funciona numa das mais antigas construções da cidade, o antigo Palácio Episcopal. No Mercado da Ribeira é possível observar de perto alguns bonecos gigantes que fazem parte do carnaval.
Se tudo isso parecer cansativo demais, um "trenzinho" turístico leva os mais preguiçosos para uma volta pelas principais ruas e atrações do centro histórico.
Fora de temporada, o visitante fica ainda mais vulnerável às insistentes abordagens feitas pelos guias ávidos por clientes. Contratar um guia credenciado (R$ 20 a hora) pode não somente enriquecer as visitas como também ajuda a livrar o turista de novas investidas pelo resto da estadia. 



fonte:
http://www.jornalfloripa.com.br/turismo/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=510