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terça-feira, 15 de maio de 2012

Museu do jornalismo Newseum


O museu do jornalismo Newseum, com sede em Washigton, capital dos Estados Unidos, reeditou nesta segunda-feira o Memorial dos Jornalistas, que homenageia as pessoas que morreram ou foram assassinadas durante a busca pela notícia. Os nomes dos 70 jornalistas mortos em ação foram adicionados ao memorial, assim como dois outros mortos em anos anteriores, em uma cerimônia em uma das salas do museu.
"Os bravos homens e mulheres que têm os seus nomes gravados no Memorial dos Jornalistas nos lembram sobre como pouco da imprensa livre é livre de verdade", disse James C. Duff, presidente-executivo do Newseum. "Todos os dias, jornalistas ao redor do mundo lutar para dar testemunho, algumas vezes sob grande risco pessoal, ao primeiro rascunho da história. O Newseum está orgulhoso de honrar esses jornalista que pagaram o máximo sacrifício na busca pela notícia".
Com a adição destes 72 nomes, o memorial agora homenageia 2,156 pessoas, entre repórteres, fotógrafos, apresentadores e executivos de notícias mortos ao redor do mundo desde 1837. Em 2011, Paquistão e Iraque lideraram a lista de países mais perigosos para jornalistas, com sete mortes registradas em cada.



Mural do Newseum, em Washington, traz fotos com o nome dos jornalistas mortos em ação em 2011. Foto: AFP
Mural do Newseum, em Washington, traz fotos com o nome dos jornalistas mortos em ação em 2011

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