sexta-feira, 29 de junho de 2012

Cinco museus e galerias ”secretas” de Londres

Apesar de dona do título de capital mundial dos museus e galerias, por contar com o maior número de instituições no ranking das mais visitadas em todo o planeta (sete, mais do que Paris e Madrid juntas), Londres não apresenta apenas destinos consagrados como a Tate Modern e o British Museum. A capital britânica acena com uma série de atrações de menor porte, quase secretas por força da competição mais graúda de endereços mais famosos. Sua ausência de fama, porém, oculta coleções fascinantes que agora tentamos a ajudar a colocar em roteiros turísticos futuros.


Museum of Childhood

Apesar de fazer parte do Victoria and Albert, não poderia estar mais distante do suntuoso museu de South Kensington. Fica em Bethnal Green, na região leste de Londres. Uma jóia para quem se interessa pela história social de brinquedos e brincadeiras, ou mesmo da infância. O imenso acervo tem móveis e guarda-roupas infantis, uma incrível coleção de bonecas para lá de centenárias e jogos dos quatro cantos do mundo, como tabuleiros de xadrez e peças de dominó do século 17. Há ainda atividades interativas para as crianças visitantes, a maioria delas gratuitas. O museu fica a uma curta caminhada da estação de metrô de Bethnal Green.


Clink Prison

Para constatar a importância história do local, basta saber que foi por causa da notória prisão medieval britânica que surgiu a expressão ''to be sent to the clink'', uma forma generalizada de se referir ao encarceramento em inglês. Datando de 1144, a prisão era o destino de quem desobedecesse à lei no distrito medieval de Southwark, especialmente a clientela dos muitos bordéis da região. Hoje, oferece uma experiência meio educacional e meio ''thriller'', que inclui a manipulação de artefatos originais, como instrumentos de tortura. Naturalmente, o museu conta com algumas atrações não muito recomendáveis para crianças menores. Desça na estação de London Bridge. Os ingressos custam seis libras.


Museum of Brands, Packaging and Advertising

Fruto da paixão do historiador e colecionador Robert Opie, que deu início à empreitada com uma mera embalagem de chocolates, o museu abriu as portas em Gloucester, no sul da Inglaterra, em 1984. No final de 2005, instalou-se em Notting Hill para oferecer a um público muito maior uma verdadeira viagem ao mundo da publicidade e propaganda, que permite ainda uma espiadela por um outro ângulo no comportamento social de gerações passadas. Há também um olhar para o futuro: uma das principais exibições permanentes tem como tema o desenvolvimento de embalagens menos agressivas ao meio-ambiente. Com ingressos a 6,50 libras para adultos e 2,25 para crianças , o museu fica a uma curta caminhada da estação de metrô de Notting Hill Gate.


Wallace Collection

Embora esteja bem no centro de Londres e conte com um invejável acervo de obras que incluem pinturas de Grandes Mestres, a Wallace Collection não faz parte das 40 mais visitadas galerias e museus do Reino Unido. E a ausência de multidões surge como razão ainda maior para que turistas visitem a coleção particular do filantropo e aristocrata Richard Wallace (1818-1890), doada por sua viúva ao patrimônio histórico sob a condição de que nenhum objeto deixasse o palacete de Manchester Square, nem mesmo sob empréstimo. Como consequência, visitantes podem ver sob o mesmo teto tanto quadros de Rembrandt e Velázquez quanto uma seleção de armas e armaduras medievais. Tudo de graça e a uma curta caminhada de estações de metrô mais centrais como Oxford Circus e Bond Street.


Freud Museum

Localizado no sofisticado bairro londrino de Hampstead, o museu é mais do que a casa em que o pai da psicanálise viveu com sua família depois de fugir da Áustria por conta da ocupação nazista, em 1938: Sigmund Freud (1856-1939) era um colecionador inveterado de antiguidades e deixou mais de 2 mil objetos egípcios, gregos e romanos, muitos deles no escritório que ocupava e que permanece arrumado como nos tempos em que por lá vivia e trabalhava - sim, o famoso divã de Viena veio na mudança. O museu também tem uma série de memórias ligadas a Anna Freud, a filha mais jovem do psicanalista e ocupante do casarão de 20 Maresfield Gardens até sua morte, em 1982. A entrada é franca para crianças menores de 12 anos e adultos pagam seis libras. O museu fica a uma curta caminhada das estações de Finchley Road e Swiss Cottage.


fonte:
http://br.mulher.yahoo.com/blogs/visit-britain-br/cinco-museus-e-galerias-secretas-londres-093911589.html

Museu da Música – Itu oferece curso de Introdução à História da Música Popular Brasileira

Nos dias 4, 5 e 6 de julho, das 18h às 20h, o Museu da Música – Itu realizará um curso de introdução à História da Música Popular Brasileira, a cargo do professor Adélcio Camilo Machado. As inscrições, com taxa de R$ 20, podem ser feitas no site www.itu.com.br. A inscrição prévia é obrigatória.

O curso conta com apoio do Instituto Cultural de Itu, do Sincomércio – Itu e do site www.itu.com.br, pretende apresentar um panorama sobre uma parte da produção musical que convencionou se designar por música popular brasileira.

Durante as aulas serão abordados temas como: a “origem” da canção popular na modinha e no lundu do século XVIII; o maxixe e o choro na formatação de uma música popular brasileira instrumental; o samba e a construção da “identidade nacional” brasileira; “modernização” e “intelectualização” na MPB dos 1960.

O curso é indicado para estudantes de música e áreas afins, sobretudo das Artes e das Humanidades, bem como para o público em geral que se interessa por música. Estará dividido nos seguintes temas:

>>> Dia 4 (4ª feira): O início da canção popular e da música instrumental brasileira, a Modinha e o lundu, o Maxixe e as bandas de música, os “pianeiros”: Chiquinha Gonzaga e Ernesto Nazareth e o choro e Pixinguinha.

>>> Dia 5 (5ª feira): Samba. A “pequena África” do Rio de Janeiro e o “primeiro” samba gravado, sambistas do morro do Estácio, bando de Tangarás: Almirante, Noel Rosa e Wilson Batista, polêmica entre Noel Rosa e Wilson Batista, Ary Barroso, Radamés Gnattali e o samba-exaltação e o Samba-jazz

>>> Dia 6 (6ª feira): A Moderna Música Popular Brasileira. Bossa Nova, canção de protesto, Tropicália e os Festivais

O professor Adélcio Camilo Machado é Doutorando em Música (Unicamp), na modalidade de Música Popular. Recentemente defendeu, nesta mesma Universidade, sua dissertação de Mestrado intitulada “Quem te viu, quem te vê: o samba pede passagem para os anos 1970″. É professor de música no Colégio Almeida Júnior e trabalha na área de ação educativa no Museu da Música – Itu. O Auditório do Sincomércio fica na rua Maestro José Victório, 137, Centro.

fonte:
http://www.jornalperiscopio.com.br/?p=16928

Educação aprova novas normas para gestão de museus por entes públicos

A Comissão de Educação e Cultura aprovou, na quarta-feira (28), proposta que dá competência para cada ente público definir a forma de gestão dos seus museus, além de ampliar o rol de mecanismos de parceria que poderão ser utilizados pelas entidades.

A medida consta do Projeto de Lei 4977/09, dos deputados Angelo Vanhoni (PT-PR) e José Aníbal (licenciado), que altera o Estatuto de Museus (Lei 11.904/09). A lei em vigor define que os museus serão regidos por ato normativo específico, termo ampliado pelo projeto em análise.

O projeto determina que os museus sejam gerenciados por atos normativos, o que assegura a competência normativa de cada ente federativo sobre seus museus. Além disso, o texto autoriza os museus a estabelecer contratos, convênios, termos de parceria ou instrumentos semelhantes.

Interesse público
O texto foi aprovado com uma emenda do relator, deputado Jean Wyllys (Psol-RJ). Ele especificou no projeto que os contratos, convênios, termos de parceria ou instrumentos congêneres terão como objeto a execução de atividades de interesse público que apoiem a gestão pública da entidade.

“Tornar esse objetivo explícito pode contribuir para a melhor gestão dos museus e, portanto, para a disponibilização de seus acervos e serviços para fruição da comunidade”, justificou.


Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e já foi aprovada pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. Agora segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

fonte:
http://www.cenariomt.com.br/noticia.asp?cod=209336&codDep=1