quinta-feira, 5 de julho de 2012

Museu do Café apresenta contação de histórias para crianças

O espetáculo, que começa nesta quinta, 5, ensina sobre a história do café e de Santos
O Museu do Café, localizado no centro histórico de Santos, é também uma opção cultural infantil válida para ser acrescentada na lista de opções dos pais de crianças em férias. Começa nesta quinta-feira, 5, o espetáculo "Recontando", que ensina sobre a história do café e de Santos. A programação do museu é gratuita e os interessados devem se inscrever pelo telefone (13) 3213-1750.

As próximas atrações estão programadas para as três sextas-feiras que seguem: 13, 20 e 27 de julho. Todas as sessões de contação de histórias estão programadas para as 15h. Durante a apresentação serão narradas as histórias "A lenda do café", "O barão e o menino Benedito" e "Uma Viagem na história", que tratam sobre os valores humanos e a importância de viver em cooperação, tendo como pano de fundo as lendas e histórias do café.

SERVIÇORecontandoDatas: 05, 13, 20 e 27 de julho
Local: Museu do Café
Endereço: Rua XV de Novembro, 95, Centro Histórico de Santos
Horário: 15h
Entrada: Grátis
Inscrições: (13) 3213-1750

fonte:
http://saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=220466&c=6

Os desafios dos museus para a conservação da arte digital


Por muitas vezes, questionou-se o museu como uma entidade institucional não adaptada a certas práticas artísticas da arte digital. A arte de caráter efêmero e interativo, feita na rede e para se conectar através dela, não teria sido pensada para estar entre as paredes dos museus e galerias. Sempre existiu, então, uma fronteira entre as estruturas amplas e abertas da arte digital e o papel tradicional do museu.

"Net.flag", Mark Napier
Contudo, isso parece estar mudando. O Solomon R. Guggenheim Museum foi um dos pioneiros na aquisição de coleções de obras de arte digital. Em 2002 a instituição encomendou a obraNet.flag, de Mark Napier, um trabalho dinâmico online que permite aos espectadores modificar a aparência de uma bandeira virtual em tempo real. O museu adquiriu também o trabalho de software com a alteração dinâmica do conteúdo para sua coleção permanente. Como parte do acordo, Napier exigiu que o trabalho fosse mantido sempre vivo.
Para a equipe curatorial do Guggenheim a arte digital pode ocupar o museu, posto que as artes não devem ser separadas por mídias. Além disso, acredita que é preciso que os museus se preparem para a obsolescência da tecnologia efêmera. Os artistas deveriam ser incentivados a imaginar as possíveis formas que seu trabalho possam assumir no futuro. Esse é um viés aceitável, mas que pode ser perigoso, posto que poderia limitar o trabalho do artista que, para se integrar na “roda” de artistas digitais reconhecidos institucionalmente, devam produzir segundo critérios de inclusão nas coleções de museus.
Essa é uma prática que já ocorre especialmente nas galerias que negociam arte digital. A Postmasters Gallery de Nova York, por exemplo, pioneira na introdução das artes digitais no mercado da arte contemporânea, considera que um dos problemas enfrentados pelas galerias que as comercializam está no fato de se constituírem em obras intangíveis. Os formatos específicos das obras podem se tornar um problema, seja porque não se parecem atrativas para os colecionadores acostumados a investir em pinturas, esculturas e fotografias, seja pela necessidade de conservação. Uma das soluções encontradas foi comercializar a obra digital em impresso digital ou como vídeo de uma peça interativa disponibilizado em CD.
Certamente nem todos os artistas concordam com a inclusão de obras de arte digital em coleções de museus e galerias. Muitos deles reivindicam o caráter livre dessa prática artística. Concedê-la a uma instituição poderia submetê-la ao risco de não ser mais livre e facilmente acessível.
Enquanto segue a discussão sobre as possíveis limitações sofridas pelo artista digital para adequar seus trabalhos ao mercado da arte, o que já é consenso entre artistas, curadores, colecionadores e pesquisadores é que arte digital tem o seu impacto no patrimônio cultural e não pode ser identificada como uma prática isolada, mas sim inserida em um contexto mais amplo da arte contemporânea.
Digital Art Conservation, exibição no ZKM – Media Museum
Dessa forma, a necessidade de preservação da arte digital é uma emergência. O legado deixado pelas artes das novas mídias faz parte do patrimônio da nossa cultura. Museus, fundações e colecionadores tem se dado conta da importância da arte de nosso tempo. Aumentam sua coleção, mas, ao mesmo tempo, se dão conta de que essas obras exigem manutenção. Então, proporcional à aquisição, aumentam os problemas associados à preservação da mídia instável: a deterioração física dos componentes, a rápida obsolescência tecnológica e as especificidades do equipamento e formato do conteúdo da obra.
A deterioração da tecnologia se produz quando uma parte da obra de arte já não funciona dado um erro mecânico ou uma debilidade físico-química de seus materiais. Pelo uso prolongado, qualquer tecnologia pode ser vulnerável à deterioração. A obsolescência da tecnologia se produz quando uma tecnologia já não é mais utilizada, posto que tanto o formato de seu conteúdo como o equipamento necessário para sua manutenção já não estão mais disponíveis no mercado. Quando um componente utilizado em uma obra de arte se torna obsoleto ou antiquado a obra de arte deixa de funcionar.
Além disso, obras de arte digital contem componentes tecnológicos que são elementos integrantes da obra e considerados parte do formato de seu conteúdo. A presença desses elementos são essenciais para a experiência do interator com a obra, já que contem a informação que constitui a fonte principal da obra.
Nesse sentido, no âmbito da arte digital tudo está condenado a morrer. Somente a intervenção humana contínua torna possível prologar a existência desses objetos instáveis e efêmeros. Quando o esqueleto de um trabalho digital complexo falha, e não há suporte, inevitavelmente a obra tende a morrer.
Logo, ao adquirir uma obra de arte digital, o museu também adquire a responsabilidade de conservá-la. A questão é: como conservar o intangível? Como conservar a arte digital? Para que se preserve a arte digital são necessários sistemas eficazes de restauração, conservação e arquivamento das obras.
Uma primeira solução para os museus é instituir um departamento específico dedicado aos novos meios, do qual se encarreguem conservadores especializados em tecnologia digital. E esse é já um problema evidente. Faltam profissionais especializados nesse setor.
Alguns dos principais museus do mundo já dispõem de departamento específico para a conservação da arte digital. Além do Guggenheim (curadores Carol Stringari e Jon Ippolito) – já mencionado anteriormente no artigo –, Tate Gallery de Londres (Pip Laurenson), o Museu de Arte Moderna de São Francisco (Jill Sterret), já dedicam atenção especial às artes digitais.
Ao longo do tempo, parcerias também vem sido criadas para a preservação dessas práticas artísticas. Por exemplo, em 2002, o Guggenheim estabeleceu colaboração com a Daniel Langlois Foundation para a Arte, Ciência e Tecnologia, com sede em Montreal, para formar a Variable Media Network (Rede de Mídia Variável), um esforço para melhorar as práticas de conservação das obras digitais. Membros da Variable Media Network e Ciao se uniram a outras organizações, incluindo Rhizome.org, um afiliado do New Museum of Contemporary Art, para empreendimentos coletivos de preservação, tal como o arquivamento Avant Garde. Essa colaboração, que surge com a rubrica “Forging the Future”, é administrada pelo Still Water lab, da Universidade de Maine, e oferece ferramentas de código aberto e livre para a preservação da arte digital.
Ações isoladas ou colaborativas permitiram a realização de interessantes abordagens e estratégias de conservação da tecnologia a fim de permitir o funcionamento contínuo da arte digital. Variable Media Questionaire (Questionário de Mídia Variável) e Mediadata Standards são dois desses sistemas. O primeiro foi desenvolvido por Jon Ippolito, em 2000. O Questionário de Mídia Variável é uma forma interativa ligada a um banco de dados maior que é projetado para capturar informações sobre o comportamento digital e performativos das obras de mídia variável adquiridas pelo museu. O objetivo é auxiliar artistas e profissionais do museu na compreensão das necessidades da obra de arte quando sejam necessárias alterações futuras que favoreçam sua continuidade.
Já o Mediadata Standards foi desenvolvido por Richard Rinehart, diretor e curador adjunto do departamento de mídias digitais do Berkeley Art Museu. A partir da metáfora de partitura musical, e nas informações adquiridas de documentos como o Questionário de Mídia Variável, seria possível traçar a espinha dorsal da obra de arte, a fim de poder reinterpretá-la posteriormente, quando o curador se depare com algum problema técnico, evitando, assim, sua extinção.
Certamente, essas ferramentas de conservação são bem interessantes e merecem uma melhor análise do que essas breves definições. Mas isso já é pauta para o próximo artigo da série Panorama do Mercado da Arte Digital.
Sobre O Autor
Fundadora e Diretora do site TecnoArteNews. Pesquisadora independente de artes e novas tecnologias. Doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Mestre em Letras - Teoria da Literatura pela Universidade Federal de Juiz de Fora.

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Ministra Luiza Bairros participa da inauguração do Museu Capixaba do Negro, em Vitória, no Espírito Santo



Ministra Luiza Bairros participa da inauguração do Museu Capixaba do Negro, em Vitória, no Espírito Santo
Ministra da Igualdade Racial visitou as obras do Mucane em março do ano passado

A ministra Luiza Bairros participa, na quinta-feira (5.07), da reinauguração do Museu Capixaba do Negro (Mucane), a convite da Prefeitura de Vitória, no Espírito Santo. O equipamento, que resgata as riquezas culturais da miscigenação étnica, em especial do negro, e sua influência nos costumes, nas tradições e na cultura capixaba, conta com auditório, biblioteca, área para eventos, museu e mezaninos. “É mais um espaço importante de visibilidade da história e cultura do povo negro”, afirma a titular da Secretaria de Políticas de Promoção de Igualdade Racial – SEPPIR. A abertura será animada por shows musicais, entre eles, uma apresentação do Ilê Aiyê, primeiro bloco afro da Bahia e ícone cultural da população negra, fundado em 1974.

Histórico
O Mucane foi instituído pelo governo do Espírito Santo, por meio do Decreto nº 3.527, em 13 de maio de 1993, com a finalidade de reunir, preservar e conservar a história da cultura negra. Em 2007, foi cedido à Prefeitura de Vitória, que viabilizou recursos municipais e federais para reforma do espaço.

Serviço
Reinauguração do Museu Capixaba do Negro (Mucane)
Quando: quinta-feira (5), às 19 horas.
Onde: Museu Capixaba do Negro. Avenida República, 121, Centro – Vitória (ES).
Coordenação de Comunicação

Museu Mello Leitão está parado na Comissão da Amazônia da Câmara


O projeto de lei que transfere o Museu de Biologia Melo Leitão (MBML) do Ministério da Cultura para o Ministério da Ciência e Tecnologia, continua travado em Brasília. Novamente em pauta na Comissão de Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional, da Câmara dos Deputados, a matéria mais uma vez foi retirada de pauta. Pedido partiu do deputado federal Dudimar Paxiúba (PSDB-PA).



A promessa feita por Audifax Barcelos (PSB), que vinha defendendo a aprovação do PL, é que após a retirada repentina do projeto da Comissão de Finanças e Tributo (CFT), há três semanas, o deputado e relator da Comissão da Amazônia, Valtenir Pereira (PSB-MT), deveria devolvê-lo à CFT. A afirmação foi feita após uma conversa com o presidente da comissão, Wilson Filho (PMDB/PB).

Já o deputado Audifax Barcelos (PSB), após uma semana de tentativas, não quis se pronunciar sobre o assunto. Sem o socialista para articular o retorno do PL para a Comissão de Finanças e Tributo, a aprovação da matéria, aguardada desde 2005, continua sem previsão. A situação desagrada a ambientalistas e pesquisadores do Estado que cobram uma nova intervenção do deputado e uma explicação sobre o envio do projeto à Comissão da Amazônia, em sua reta final.

Mesmo com o parecer favorável do deputado e relator da Comissão da Amazônia, Valtenir Pereira (PSB-MT), eles afirmam que o andamento do PL na Câmara vem protelando a criação do Instituto de Ciências e Tecnologia para a Mata Atlântica do Brasil, o que colocará o Espírito Santo no centro dos principais debates sobre sustentabilidade ambiental.

Sem a transferência, é cada vez mais frágil a situação do museu, localizado em Santa Teresa (região serrana do Estado), que enfrenta dificuldades financeiras e a falta de recursos humanos para seu funcionamento.

O PL também já dispõe de parecer favorável do próprio Audifax na Comissão de Finanças. A retirada do projeto da CFT foi apontada pelo socialista, na ocasião, como um “grande erro”. 

Fundado em 1949 pelo naturalista Augusto Ruschi (1915-1986), o Museu Mello Leitão é uma das principais instituições ligadas ao patrimônio natural do País. Foi incorporado ao Ministério da Cultura em 1983 e mesmo com restrições orçamentárias e carência de recursos humanos, se mantém como uma referência nacional e internacional no apoio à pesquisa e conservação da mata atlântica, um dos cinco biomas prioritários em todo o mundo em termos de conservação da biodiversidade.

A mudança da administração já recebeu parecer favorável da Casa Civil, em 2009, mas a assinatura do decreto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, previsto para dezembro do mesmo ano, não ocorreu.

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Museu terá suas obras iniciadas

Equipamentos construídos no entorno do açude reunirão acervo referente a luta pela obtenção da água
Quixadá
. A administração municipal de Quixadá aguarda para breve a implantação de novos equipamentos estruturantes no entorno do Açude do Cedro, considerado uma das principais atrações turísticas desta cidade e do Centro do Estado.

A Prefeitura ainda não anunciou oficialmente, mas está assegurada a restauração do antigo armazém e também a construção de um parque esportivo na jusante - área abaixo da barragem - do primeiro açude construído no Brasil. Os recursos para a realização das obras estão garantidos.

Conforme a secretária municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Camila França, nesta primeira etapa apenas o armazém principal será restaurado. A vila operária, situada ao lado do pavilhão onde eram armazenados os materiais usados na obra, será restaurada posteriormente. O local onde eram armazenados os materiais de construção e equipamentos será transformado no "Museu das águas". O investimento será da ordem de R$ 200 mil. A obra será iniciada nesta semana. O prazo para conclusão é de seis meses, informou a secretária.

O outro empreendimento terá investimento superior a R$ 1,9 milhões. Preliminarmente o projeto recebe o título de "Parque Esporte Natureza e Vida". No local já foram realizadas provas de mountain bike e corridas de orientação, montanhismo e arvorismo. Agora, além dessas atividades o espaço receberá pistas de motocross e bicicross. Também está prevista a construção de um mirante, quiosques e áreas de piquenique e camping. O empreendimento contará com recursos do Município, Ministério dos Esportes e Petrobras, explicou o secretário de Participação Popular Esporte e Juventude, Blasco Monte.

Embora a atual administração tenha pouco mais de cinco meses, em razão do atual prefeito, Romulo Carneiro, não ter se candidatado a reeleição, os dois secretários pretendem assegurar à população a implantação dos dois equipamentos estruturantes antes da entrega do Município ao futuro gestor. Enquanto Camila França espera inaugurar o museu do Cedro até o fim do ano, Blasco Monte corre contra o tempo. Ele aguarda mais propostas para construção do parque "ecoesportivo". O objetivo é realizar a licitação dentro de no máximo 60 dias. Por enquanto apenas um projeto foi apresentado, o Park Adventure.

Apesar do entusiasmo dos dois gestores as novidades são recebidas com desconfiança. A Avenida do Cedro, último grande empreendimento anunciado e realizado no local, não atendeu as expectativas da população. O projeto original previa, além da restauração da via de acesso ao Açude do Cedro, a construção de uma ciclovia e quiosques. Além de causar polêmica, o projeto ficou pela metade. Hoje, não existe espaço para as bicicletas.

Iluminação
Parte da iluminação também foi afetada. Às margens da via estão sendo erguidos dois centros de educação, contrariando ambientalistas e a vizinhança.

Considerado defensor comunitário do Açude do Cedro, o ribeirinho Augusto de Freitas elogia a iniciativa dos dois secretários. Os novos investimentos devem atrair mais turistas e com eles benefícios econômicos para a cidade e principalmente para quem explora comercialmente o local. Mas há preocupação quanto a possível descaracterização da arquitetura secular, apesar da área ser tombada em 1977 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em razão da sua importância histórica e beleza natural.

Mais informações:
Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo e Cultura
Rua Tabelião Enéas, 649 - Centro
Telefone: (88) 3412.6208 

Programa Museus Paraná leva exposições itinerantes para três municípios



O Programa Museus Paraná leva neste mês de julho a três municípios do Estado exposições itinerantes, além de debates, palestras e o curso de capacitação em Conservação Preventiva e Museografia. Nesta quinta-feira (5) Irati recebe a mostra “Bens tombados: imagens do Patrimônio Cultural do Paraná”. A exposição “Desejo de Salão - Salão Paranaense, uma retrospectiva” chega a Campo Largo no dia 11 (quarta-feira). Rio Negro abriga a partir do dia 23 a mostra “Gravuras do Acervo MON”. 

A mostra “Bens tombados: imagens do Patrimônio Cultural do Paraná” traz fotos do patrimônio histórico, artístico e natural do Paraná. São exemplares da arquitetura dos séculos 18, 19 e 20, entre eles a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas, em Paranaguá, primeiro imóvel tombado pelo Estado, em 1962; sítios arqueológicos, testemunhos da presença pré-colonial do homem em nosso Estado; ou da rica diversidade natural e paisagística do Paraná, como a Serra do Mar, classificada pela Unesco como Reserva da Biosfera. 

A exposição “Gravuras do Acervo MON” reúne os mais destacados nomes das artes visuais do Brasil e da América Latina. Entre as coleções representadas, o MON selecionou 22 obras que ilustram as diferentes técnicas da arte da gravura, como água-tinta, ponta seca, xilogravura, linoleogravura, zincogravura, e outras. Obras de Poty Lazzarotto, Guido Viaro, Erbo Stenzel, Fernando Calderari, entre outros compõem a mostra itinerante organizada pelo MON para evidenciar a importância dessa linguagem como meio expressivo e artístico de primeira ordem. 

Em “Desejo de Salão - Salão Paranaense, uma retrospectiva” um representativo recorte dessa grande exposição, organizada pelo Museu de Arte Contemporânea do Paraná para exibição no Museu Oscar Niemeyer, apresenta obras de Alfredo Andersen, Theodoro De Bona, Guido Viaro, entre outros artistas premiados ou destaques das edições do Salão Paranaense, que vem sendo realizado pelo Estado desde 1944. 

DEBATES, PALESTRAS E O CURSOS - Além das exposições, outras atividades também serão realizadas. No dia 19, em Irati, ocorre um debate sobre patrimônio cultural, mediado pela Coordenação do Patrimônio Cultural (CPC) da Secretaria de Estado da Cultura. Já nos dias 10, 11 e 12, no município de Campo Largo, ocorre o curso de capacitação em Conservação Preventiva e Museografia com a assessora da Coordenação do Sistema Estadual de Museus (Cosem), Suely Deschermayer. 

O PROJETO - Museus Paraná é um projeto que envolve todo o Estado e beneficia os museus municipais localizados nas diversas regiões do Paraná. O programa consiste em três etapas: exposições itinerantes, capacitação e apoio técnico. O trabalho faz parte do Plano Gestor Museológico, que visa organizar as ações realizadas nas instituições do Paraná. 

Serviço: 

Bens tombados: imagens do Patrimônio Cultural do Paraná. 

Abertura: 5 (quinta-feira), às 19 horas. 

Período expositivo: 6 a 30 de julho de 2012. 

Entrada gratuita. 

No dia 19, às 14h30, ocorre um debate sobre Patrimônio Cultural com Rosina Parchen, Almir Pontes Filho, Miriam Rocha Loures e Cristina Carla Klüppel. 

Casa da Cultura / Fundação Edgard Egas Andrade Gomes. 

Rua Quinze de Julho, 329. Irati – PR. 

Gravuras do Acervo MON. 

Abertura: 23, às 19 horas. 

Período expositivo: 24 de julho a 30 de agosto de 2012. 

Entrada gratuita. 

Local: Secretaria de Cultura e Turismo / Seminário Seráfico São Luiz de Tolosa. 

Rua Juvenal Ferreira Pinto, 2070. Rio Negro – PR. 

Desejo de Salão. 

Abertura: 11, às 19 horas. 

Período expositivo: 12 de julho a 30 de agosto de 2012. 

Entrada gratuita. 

Casa da Cultura. 

Rua Centenário, 2011. Campo Largo – PR.

A Prefeitura de São Paulo, através da São Paulo Turismo, desenvolveu este roteiro com o intuito de revelar o espírito inovador desta metrópole até para os visitantes que têm menos tempo para conhecer a capital paulista.


Roteiro Cidade Criativa




 Roteiro Cidade Criativa


































São Paulo, a cidade brasileira onde tudo acontece, pode ser considerada um importante laboratório de grandes idéias. A criatividade é irradiada por todos os cantos da cidade e em megaeventos como a Virada Cultural e São Paulo Fashion Week. Uma pesquisa recente, realizada pela Prefeitura de São Paulo, aponta que a economia criativa (conjunto de setores como design, moda, cultura, tecnologia, artes, etc) movimenta cerca de 40 bilhões de reais por ano – 10% do PIB do município.

O grande número de atrativos culturais espalhados pela cidade, áreas revitalizadas e reinventadas, e suas conexões fazem de São Paulo uma Cidade Criativa. Cidade em que a busca por soluções cotidianas para melhoria da qualidade de vida de seus moradores e consequentemente, da prazerosa estada de seus visitantes, é constante. Cidade que estimula os encontros sociais em eventos de rua, praças e parques. Cidade da efervescência cultural, que preserva sua história e valoriza a identidade de seu povo.

A Prefeitura de São Paulo, através da São Paulo Turismo, desenvolveu este roteiro com o intuito de revelar o espírito inovador desta metrópole até para os visitantes que têm menos tempo para conhecer a capital paulista. Aproveite todos os momentos em São Paulo, vivencie a criatividade em alguns dos atrativos selecionados neste roteiro e desfrute desta Cidade Criativa!

Fazem parte do roteiro Cidade Criativa:Vila Madalena
Ÿ Alameda Gabriel Monteiro da Silva
 Catavento Cultural
 Museu do Futebol
Ÿ Museu da Língua Portuguesa
 Casa da Imagem
 Beco do Pinto
 Solar da Marquesa de SantosŸ
 Centro Cultural da Juventude Ruth CardosoŸ
 Cinemateca Brasileira
Ÿ SESC Pompéia
 Casa de Pedra (Gaudí Brasileiro)
Ÿ Parque da Juventude 
 Praça Victor Civita
 Museu Aberto de Arte Urbana (MAAU)Ÿ
 Baixo Augusta
 Rua Avanhandava
 MASP – Museu da Arte de São Paulo
Ÿ Instituto Cervantes
Ÿ Conjunto Nacional
 Caixa Cultural Ÿ Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso
Ÿ Itaú Cultural
Ÿ Casa das Rosas
Parque Ibirapuera
 Mercado Municipal
 Praça Benedito CalixtoŸ
 Centro Cultural São Paulo
 Grandes Galerias
 Complexo Ohtake Cultural
 Cidade Universitária