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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Museu Histórico Nacional – 90 Anos



Instituição gerenciada pelo Ibram/MinC prepara programação especial para comemorar a data
Os 90 anos do Museu Histórico Nacional (MHN) serão contados por meio de exposição que será inaugurada nesta quinta-feira, 2 de agosto. O conjunto das peças expostas é variado, incluindo, por exemplo, o primeiro objeto do acervo -  uma casaca de um senador da época do Império -  e a mais recente aquisição -  um uniforme de gari doado pela Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb).
Intitulada Museu Histórico Nacional – 90 Anos de Histórias, a mostra será aberta às 18h30 desta quinta-feira,  na sede do MHN, no Rio de Janeiro, com a presença do presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), José do Nascimento Junior, e da diretora do MHN, Vera Tostes.
Através da exposição, o visitante terá a oportunidade de conhecer melhor a trajetória do MHN:  a formação do acervo, que hoje reúne aproximadamente 350 mil itens, e as iniciativas pioneiras, como a criação da primeira escola de museologia do país e do primeiro serviço federal de proteção ao patrimônio nacional.
Até outubro
A mostra, que ficará em cartaz até 14 de outubro,  será dividida em módulos temáticos e contará com um total de 350 peças representativas do acervo do museu.
O Museu Histórico Nacional é gerenciado pelo Ibram, instituição vinculada ao Ministério da Cultura.
Além da exposição, a programação do MHN inclui o lançamento de selo e carimbo comemorativos, além de aplicativo multimídia. Foram produzidos sob encomenda 12 mil exemplares do selo, criado por Lau Torquato e foto de Andrea Capella.
Criado em 1922, no governo do presidente Epitácio Pessoa, o Museu Histórico Nacional representa um espaço criado para valorizar e difundir a cultura e a história nacional.
Aplicativo para iPhone, iPad e iTouch
Desenvolvido pela Neo Cultura, o aplicativo permite a navegação através do mapa do museu,  seja por uma lista contendo as obras selecionadas ou através de um teclado (útil, quando no interior do museu). Enquanto o acervo é apresentado, fotos sobre o tema são exibidas.
O novo aplicativo viabiliza  que a “visita” ao MHN possa ocorrer, mesmo que o usuário esteja a muitos quilômetros de distância.  Ultrapassando fronteiras geográficas, o Museu Histórico Nacional amplia seu público e cumpre sua missão de produção e difusão de conhecimento.

(Texto: Marcos Agostinho, Ascom/MinC)
(Fotos: Divulgação/MHN)

Famosos chegam a São Paulo: Impressionismo: Paris e a Modernidade, que abrirá sábado (4), no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil); e Caravaggio e Seus Seguidores, a ser inaugurada quinta (2), no Masp (Museu de Arte de São Paulo).

Capital paulista recebe exposição


A pintura toma conta da cidade. Duas grandes exposições de artistas mundialmente famosos chegam a São Paulo: Impressionismo: Paris e a Modernidade, que abrirá sábado (4), no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil); e Caravaggio e Seus Seguidores, a ser inaugurada quinta (2), no Masp (Museu de Arte de São Paulo).
A exibição do impressionismo apresenta as mais importantes obras do Museu d'Orsay -dedicado à arte do século 19-, localizado em Paris. O público vai poder conferir 85 telas de artistas como Claude Monet (1840-1926) e Vincent van Gogh (1853-1890). "Essa é a maior exposição realizada pelo museu na América Latina. Grande parte das obras que vêm para cá nunca saiu da instituição'', diz Marcos Mantoan, gerente do CCBB.

Já a mostra dedicada ao italiano Michelangelo Merisi (1571-1610) -mais tarde conhecido pelo nome da aldeia onde nasceu, Caravaggio- traz seis obras do artista e outras 14 assinadas por pintores que seguiam suas técnicas. "Há muita dificuldade em realizar uma exposição de Caravaggio, pois, oficialmente, há cerca de 70 obras dele pelo mundo. Algumas são painéis de igreja e santuários. Por isso, tivemos que procurar coleções particulares e museus'', conta Fabio Magalhães, curador da exposição. (Diana Dantas – Folhapress)




Exposição, Caravaggio e Seus Seguidores, será inaugurada nessa quinta-feira no Masp / Foto Divulgação


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Rio de Janeiro acolhe encontro luso-brasileiro de museus-casas


Fundação Casa de Rui Barbosa realiza de 13 a 15 de agosto uma conferência dedicada aos revestimentos de interiores do século XIX, com destaque para o azulejo e a pintura mural e a sua aplicação no Brasil.


O evento será dedicado ao debate dos revestimentos arquitetônicos dos interiores no século XIX, com destaque para o azulejo, o estuque e a pintura mural, e as relações entre a tradição portuguesa, com traços ocidentais e orientais, e sua aplicação no Brasil.
"Por ocasião das comemorações do Ano de Portugal no Brasil e Ano do Brasil em Portugal (7/09/2012 – 10/06/2013), o IV Encontro presta homenagem ao Real Gabinete Português de Leitura, pelos seus 175 anos de serviços de divulgação cultural, e assinala a parceria que vem sendo desenvolvida entre a Fundação Casa de Rui Barbosa e as organizações portuguesas Fundação Ricardo Espírito Santo e Silva (FRESS), Museu da Emigração e das Comunidades (MEC) e o ICOM Portugal", informa uma nota da Fundação Casa de Rui Barbosa.
As inscrições para o encontro luso-brasileiro podem ser feitas pelo endereço museu@rb.gov.br e têm o custo de R$ 50 para profissionais e público em geral e de R$ 30 para estudantes e sócios do ICOM.
O IV Encontro Luso-Brasileiro de Museus-Casas não é a única iniciativa em que a Fundação Casa de Rui Barbosa trabalha no momento. De 20 a 31 de agosto a instituição receberá o curso "Estuques decorativos em Portugal", ministrado pela pesquisadora Isabel Mendonça. As inscrições para o curso custam R$ 150 para profissionais e R$ 80 para estudantes.

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