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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Curso no Museu de História Natural ensina a fabricar aquecedores solares


O Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG abre mais uma vez as inscrições para o curso de extensão Aprendendo a Fabricar, Montar e Instalar seu Aquecedor Solar de Baixo Custo. A edição de agosto será realizada no próximo sábado, dia 11, das 9h às 17h.

O curso, que acontece no Museu desde 2008, aborda o processo de construção e instalação de aquecedores solares em residências. A aula é dividida em dois módulos: o primeiro trata das normas técnicas e princípios de funcionamento do sistema, e o segundo aborda montagem, noções de medida, corte e colagem, posicionamento e manutenção do sistema.

A iniciativa é um projeto da Sociedade do Sol, que tem sede no Centro Incubador de Empresas Tecnológicas da Universidade de São Paulo (USP). Seu objetivo é possibilitar a disseminação da tecnologia de construção de um aquecedor solar de água, de 200 a mil litros, destinado a substituir parcialmente a energia elétrica consumida em chuveiros.

As inscrições serão efetivadas após envio da Guia de Recolhimento da União (GRU), que pode ser impressa com acesso ao site do Tesouro Nacional, junto ao comprovante de pagamento, no valor de R$ 50, para o email do curso (rafael@terraqueos.net) ou pelo fax (31) 2535-8366.

Mais informações pelo telefone (31) 3409-7607.
(Com Assessoria de Imprensa do Museu de História Natural)

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Longe do óbvio, cores para decifrar


“O que é pintado nem sempre poder ser traduzido em palavras”, despista o artista plástico Décio Soncini ao ser questionado sobre as perspectivas que norteiam a exposição “4 Códigos”, que será aberta ao público hoje no Museu de Arte Brasil - Estados Unidos (Mabeu) do Centro Cultural Brasil-Estados Unidos (Ccbeu). O trabalho foi idealizado ao lado dos artistas Francisco Gonzalez, Jair Glass e Charbel, que juntos chegaram a Belém com cerca de 40 desenhos e pinturas com toques impressionistas. As telas são obras recentes e inéditas feitas exclusivamente para a mostra na capital paraense. Existem características comuns que unem sujeitos em torno de um projeto que, em se tratando de imagens, podem ser traduzidas em intensidade artística. É desta forma que Décio define a relação com os companheiros do grupo “Guaianases”, uma parceria que já soma quase 40 anos. “As coincidências entre nós são figurativas, somos da mesma geração, trabalhamos de forma lúdica, compartilhamos de uma visão mais fantástica e utilizamos componentes mais expressionistas”, conta.

Artistas ministrarão oficina gratuita

Paralelamente à exposição, os artistas ainda vão realizar a oficina “Decifrando códigos” realizam até a próxima sexta, no Atelier de Artes do CCBEU. Na ocasião, serão abordados aspectos da pintura acrílica, da colagem, além de teorias da arte que influenciam os trabalhos do grupo.

A construção do trabalho de cada integrante para a mostra em Belém pôde ser acompanhada pelos internautas no blog www.4codigos.blogspot.com.br. “Somos amigos, temos fortes laços fraternos, mas nossas vidas tomaram outros rumos e direções, o amor pela arte é a garantia de que esse laço se perpetue. Porém não tínhamos como nos encontrar com tanta frequência. A internet era nosso ponto de encontro e onde acompanhávamos a evolução dos trabalhos de cada um”, explica.

Os quatro artistas paulistas se conheceram na década de 70 e logo passaram e se reunir em encontros semanais no ateliê do pintor Antonio Vitor, localizado no bairro de Guaianases, periferia de São Paulo. Nessas reuniões, que envolviam de sessões de pintura de paisagens ao ar livre, produção de gravuras, conversas sobre arte e política, foi sendo delineada entre os artistas uma constante preocupação comum com o domínio do fazer artístico.

No início dos anos 1980 o grupo passou a ser reconhecido pela crítica como “Grupo Guaianases”. No mesmo período, foram apresentados ao público de Belém pelo curador Gileno Chaves. “Temos uma relação de 30 anos com a cidade. Periodicamente estamos realizando exposições por aqui, sejam individuais ou coletivas”, afirma Décio.

Em 1989, o grupo, junto com outros artistas, realizou uma grande exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) e, alguns anos depois, em 1996, no Espaço Henfil de São Bernardo do Campo, dessa vez apenas com os quatro integrantes originais.

Pinceladas de humor, ironia e crítica social

Sobre os companheiros, Décio é enfático. “Cada uma merece destaque naquilo que faz”, diz. “Jair Glass é um desenhista que une técnicas que misturam papel grafite e colagem, por exemplo, em que existe uma armadilha: parece infantil, mas contém fortes críticas sociais”, comenta sobre o trabalho do amigo. “González faz um jogo de aparente normalidade em suas obras para provocar algumas indagações”, reflete. Em relação ao trabalho de Chardel, ele garante boas doses de humor. “É uma pintura de gestos com muita ironia”, finaliza.

NÃO PERCA

Exposição ‘4 Códigos’, no Museu de arte Brasil Estados Unidos (Mabeu) –travessa Padre Eutíquio, 1309, Belém. A mostra permanece em cartaz até o dia 6 de setembro. Horários: de segunda a sexta das 10h às 12h e das 13h30 às 19h30 Sábados das 9h às 12h. Informações: 3221-6100

VISITE

www.ccbeu.com.br

www.4codigos.blogspot.com.br
(Diário do Pará)

Exposição do PAI homenageia São Luís, no Museu Histórico


A XIII Exposição de Artes, realizada pela Secretaria de Estado da Gestão e Previdência (Segep), tem como tema central “São Luís – uma homenagem a Atenas Brasileira”, cidade que comemorará em 8 de setembro 400 anos de história, lendas e mistérios. A mostra, que reúne 35 telas que foram produzidas por aposentados assistidos pelo Programa de Atenção Integrada para o Aposentado (PAI) nas oficinas de oficinas de Artes Plásticas e Arte Terapia, fica aberta no Museu Histórico e Artístico do Maranhão (Rua do Sol, Centro), até o dia 31 deste mês, de terça-feira a domingo, das 9h às 17h.
“Todas as vezes que estou com vocês eu fico emocionado”, declarou o secretário da Gestão e Previdência, Fábio Gondim, ao fazer a abertura oficial da exposição. A supervisora do PAI, Arlete Pontes, definiu a exposição como a “arte da integração” ao constatar que todos os anos os “jovens” artistas aposentados são prestigiados por seus familiares, que vão conhecer o resultado de seus talentos.
A curadora da exposição, Tereza Moraes Rego, ressaltou que nessa exposição os aposentados/artistas prestam uma bela homenagem a São Luís, retratando em suas telas toda a diversidade cultural da capital representados numa linguagem plástica. “O figurativo predomina e desponta nas formas arquitetônicas da cidade”, enfatizou.
As telas retratam janelas, casarios, azulejos, telhados, praças e praias, pintados em suportes variados, exibindo exuberância de cores e formas. O artista Cloves Pestana, que participa das oficinas do PAI há um ano e seis meses, narrou que quando pinta se esquece do mundo. “É uma atividade muito relaxante, que me transporta”, disse ao falar de sua emoção em expor a sua obra de arte.
As telas foram ilustradas com poesias da professora de História e poetisa Eliana Campos, que conta ainda com a participação do poeta Luis Augusto Cassas, do fotógrafo Edgar Rocha e outros homenageados que fazem parte da história da cidade.

fonte:



A capital pernambucana está sempre ligada em opções turístico-culturais e acaba de criar, como parte do projeto “Conheça o Recife”, o Circuito do Museu da Abolição e Casa Museu Magdalena e Gilberto Freyre (foto).


 http://blog.tribunadonorte.com.br/eturismo/files/2012/08/museu-magdalena.jpg



A estréia do novo roteiro, que na verdade será apenas oficializado, será no próximo sábado (11), com saída às 14h da Praça do Arsenal. Legal, né? Em Natal não surgem valorizações culturais deste tipo. Mas vamos lá…

O Museu da Abolição é uma das edificações mais importantes do século 17. Instalado no Sobrado Grande da Madalena, já foi residência do abolicionista Conselheiro João Alfredo, chefe de gabinete da Princesa Isabel durante a assinatura da Lei Áurea.

Já a Casa-Museu Magdalena e Gilberto Freyre está em funcionamento na Vivenda Santo Antônio de Apipucos, uma edificação do século XIX. Durante mais de 40 anos, foi morada do sociólogo Gilberto Freyre, autor de obras memoráveis como Casa Grande & Senzala. Os visitantes terão a oportunidade de contemplar quadros, objetos, livros e móveis pertencentes ao escritor.


fonte:
 http://blog.tribunadonorte.com.br/eturismo/recife-cria-mais-uma-opcao-turistico-cultural-com-visitas-guiadas-a-dois-museus/64392