terça-feira, 28 de agosto de 2012

Museo de Arte Precolombino, Cusco


O que é?

Museu que reúne peças incaicas e pré-incaicas, em Cusco.

Onde fica?
Plaza de las Nazarenas, 231.

Casa Cabrera - Museo de Arte Precolombino

Por que conhecer?
Localizada na Plaza de las Nazarenas, a construção foi feita sobre fundações do Amaruc’ta, a casa do saber dos incas. Ali, educava-se a elite cusquenha. Com a chegada dos espanhóis, o local foi convertido em casa de religiosas e depois em hospício.

Posteriormente, o local foi ocupado pelo conquistador espanhol Alonso Díaz. E, por volta de 1850, ela passou a ser propriedade de Don Luis Jerónimo de Cabrera. Ele talhou o escudo de armas da família na fachada.

A mansão destaca-se pela simplicidade dos traços. O saguão conduz a um belo pátio interior. No centro deste, uma bela pileta de pedra.

Museo de Arte Precolombino - Pinacoteca
Desde 2003, passou a funcionar no prédio da Casa Cabrera o Museu de Arte Pré-Colombiana, filial do Museo Larco, de Lima. Ele abriga uma bela mostra arqueológica, das culturas Nazca, Mochica, Huari, Chimu e Inca.

No Museu de Arte Pré-Colombiana, você encontrará obras-primas de 1.250 AC até 1.532 DC. Os maiores destaques são as cerâmicas e esculturas, bem como os valiosos quadros da Escola Cusquenha.

Contabilidade
Diariamente, das 9h às 22h.
Entrada paga.

fonte:

Ecomuseu irá sediar evento sobre inovação e criatividade no turismo


O turismo atual está em franco desenvolvimento pelo seu impacto social e econômico na região. Isso requer cada vez mais criatividade e inovação como instrumentos para desenvolver o empreendedorismo e a originalidade dos projetos, processos e experiências turísticas.

Para os profissionais do turismo colocarem em prática todas as ideias e criativas e de inovação em relação ao setor, nos dias 3 e 5 de outubro, será realizado no Reguígio Biológico Bela Vista, o evento “Criatividade e Inovação em Turismo”. O evento faz parte de uma série de ações promovidas por meio de um convênio entre Fundação PTI e Sebrae no passado, que visa o desenvolvimento do turismo na Região Trinacional do Iguaçu (Brasil, Paraguai e Argentina).
 
O encontro será conduzido pela consultora do Parque Tecnológico de Andalucia – localizado em Málaga (Espanha) - Ângela Behrendt, que é PhD em Ciências da Educação. De acordo com a coordenadora do evento, Thaisa Praxedes de Oliveira, a iniciativa tem como objetivo mostrar que a criatividade e a inovação estão acessíveis a todos. “Não é preciso esperar por grandes 
transformações ou ideias. A criação está na essência das coisas simples”, destacou.
 
Os temas principais do encontro serão: Pensamento Criativo; Criatividade e Inovação cérebro-integral; Comunicação; Solução Criativa de Problemas; Processo de Troca e Aplicações no Turismo. As vagas são limitadas e as pré-inscrições podem ser realizadas até o próximo dia 31 de agosto, pelo site  https://www.surveymonkey.com/s/turismocriativo


Acesso à cultura pode diminuir a criminalidade, diz especialista


Conforme a Constituição Brasileira, as cidades, os Estados e a União são os responsáveis por oferecer aos cidadãos brasileiro o acesso à cultura. Em entrevista ao G1, o gestor cultural Marcelo Bones, revelou que o acesso à cultura pode deixar as pessoas mais felizes, sadias e até diminuir o índice de criminalidade!
“As pessoas mais sensíveis, se expressando de uma forma melhor, acompanhando e vendo teatro, fotografia, museu, podendo ver balé, orquestra sinfônica, vai criando uma relação mais humana. E com certeza, a gente vai conseguindo ter uma sociedade muito melhor, à medida que as pessoas tiverem mais acesso à cultura e mais acesso à arte”, afirma.
Ainda segundo o especialista, quando se trabalha a cultura se trabalha também a expressão, a sensibilidade, o belo com o debate e a discussão sobre a cidade, fazendo com que o ser humano se transforme. “A cultura e a arte têm um papel fundamental na transformação das pessoas e, consequentemente, se transformando as pessoas, se transforma também a cidade, se transforma o país”.
 fonte:

Museu Paulista sedia 17ª Semana de Arte e Cultura


Palestra “O Museu Paulista e a Iconografia Bandeirante” é gratuita e aberta ao público
O Museu Paulista, conhecido como Museu do Ipiranga, recebe, em setembro, a 17ª Semana de Arte e Cultura, realizada pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP. As atividades, gratuitas, têm por objetivo integrar a sociedade com a universidade. Para participar, basta se inscrever através dos telefones (11) 2065-8075 / 8061 ou do email acadmp@usp.br.

Para o dia está prevista a palestra "O Museu Paulista e a Iconografia Bandeirante", que irá abordar o Museu como difusor da Iconografia Bandeirante durante o século XX em São Paulo.

SERVIÇO
17ª Semana de Arte e Cultura
Dia 21/09, das 10h às 12h
Local: Museu Paulista
Endereço: Parque da Independência, s/n.º - Ipiranga CEP 04263-000 São Paulo
Evento gratuito, com inscrições prévias obrigatórias

Do Portal do Governo do Estado

USP - História dos Museus e da Museologia

Uma aula aberta da disciplina História dos Museus e da Museologia está agendada para 30 de agosto, às 14 horas. A aula será ministrada pela professora Maria Margaret Lopes, diretora do Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), sediado no Rio de Janeiro. E deverá ocorrer no Auditório do Museu Paulista da Universidade de São Paulo (MP-USP).


Mais conhecido como “Museu do Ipiranga”, o Museu Paulista da USP localiza-se no Parque da Independência, no bairro paulistano do Ipiranga.

O evento, que faz parte dos Seminários sobre a História dos Museus na América Latina, é gratuito. Mas, como as vagas são limitadas, os interessados precisam se inscrever.

Inscrições: acadmp@usp.br ou (11) 2065-8075 / 2065-8061.

Agência FAPESP

Oli guarda o único museu de autocolantes do mundo

Nega ser um “sticker nerd”. Abriu o Hatch Museum em 2008, em Berlim, e já perdeu a conta a quantos autocolantes tem expostos. Não rejeita nenhum donativo e aceitas trocas com Portugal
Oliver Baudach colecciona autocolantes desde os 13 anos. Hoje, com 41, dá para imaginar a quantidade de pequenas obras de arte que devem andar lá por casa. E pelo Hatch Museum, em Berlim, a sua maior realização profissional – e pessoal, claro.

No primeiro (e único) museu do mundo dedicado a autocolantes, Oliver não cobra entrada aos visitantes. Turistas e artistas são convidados a conhecer o espaço no bairro Mitte, no centro da capital alemã, e a apreciar a colecção que deve rondar as 25 mil peças, espalhadas em várias divisões.

Em entrevista ao P3 via e-mail, Oli, como prefere ser tratado, contou a história do espaço. Ao aperceber-se do crescimento de exposições temporárias e concursos de design de autocolantes, bem como de livros e sites para trocas, concluiu que não era um “sticker nerd” no meio de um “pequeno planeta de ‘stickers nerds’”. Havia mais pessoas (muitas mais) a apreciar as pequenas obras de arte. Uma breve pesquisa online, no Verão de 2007, confirmou a sua ideia inicial: não havia nenhum sítio que celebrasse apenas esta cultura.

Oli, que cedo começou a andar de skate, chegou a ter uma skateshop e a trabalhar como director de marketing para uma grande empresa do meio, estava “mais do que impressionado com a grande e incrível cultura de ‘stickers’ das ruas de Berlim”. A vontade de preservar os autocolantes que o clima estraga e de ter informação sobre os autores levou-o a consolidar a ideia antes que alguém tivesse a mesma ideia ao mesmo tempo.

Com o apoio financeiro dos seus pais – no banco, todos o viam como um louco assim que mencionava o projecto – e de um programa estatal que incentivava a criação do próprio emprego, apressou-se a fazer obras no local escolhido e abriu ao público em Abril de 2008. Aí se manteve até Dezembro de 2010, quando o contrato acabou e teve de recomeçar do zero. Aproveitou e decidiu “pensar em grande, o que significou mudar para uma área mais cara mas, também, mas visitável por turistas”, onde se mantém até hoje.

No início, valeu-se da sua própria colecção, “maioritariamente de skateboard, streetwear, música, lojas, revistas e um pouco de street art”. Só ao longo dos primeiros meses, quando o projecto começou a ser divulgado, passou a receber donativos de artistas e visitantes.

Trocas em Portugal
Oli, que nasceu em Barcelona, recebe e envia, pelo correio, autocolantes de e para toda a Europa e colabora com 150 marcas. É o envio de “stickers” através da pequena loja do Hatch que garante a sobrevivência do mesmo. Graças a este projecto, os miúdos que gostam desta arte “sabem sempre quando são lançados novos autocolantes e têm imediamente a hipótese de escolher aqueles que querem”. É por isso que o museu lembra a Oli a sua infância, quando “corria as lojas de skate e graffiti a perguntar por autocolantes”.

Também pede aos visitantes que lhe enviem autocolantes dos seus países de origem, para que a colecção se diversifique. Foi isso que aconteceu com Ana Carolina, uma portuguesa que, numa viagem a Berlim, se deparou com o museu e logo se prontificou a partilhar com Oli algum espólio nacional, uma vez que o dono "tinha interesse em ter alguns autocolantes portugueses".

"Encontrámos o museu por acaso e como gostamos muito de 'street art' entrámos. Vimos uma colecção fabulosa, com artistas muito conhecidos", contou Ana Carolina ao P3. Regressou a Portugal com vários autocolantes oferecidos e, de momento, está a recolher, entre alguns amigos e conhecidos, material para enviar para a Alemanha. Há, até, artistas portugueses a produzir “stickers” especiais para o Hatch Museum.

Como qualquer coleccionador que se preze, Oli tem vários autocolantes repetidos. Divide-os em caixas e, sempre que pode, deixa que os visitantes do seu museu levem algum para casa, como recordação. E esta é uma das coisas de que mais gostam, a par das bebidas orgânicas grátis que preenchem um cantinho do espaço e da hipótese de “receber informação de contexto sobre alguns artistas ou autocolantes”.

A cada artista, Oliver Baudach garante a presença no museu, “porque a exposição é como parte da rua, onde toda a gente pode deixar os seus autocolantes e ninguém os selecciona”. “A única coisa que faço é criar, por vezes, molduras individuais de ‘stickers’, dependendo da sua relevância, da quantidade ou da qualidade criativa dos mesmo”, explica. “Mas nunca recuso um donativo e nunca tirei um autocolante da exposição, pelo que a colecção do museu cresce permanentemente.”

De Berlim, cidade para onde se mudou em 2000 vindo de uma pequena cidade do Sul da Alemanha, Oli esperava maior apoio, sendo o primeiro museu dedicado a “stickers”. “Ainda há quem trate os autocolantes como o enteado da arte contemporânea.”


Há artistas portugueses a produzir “stickers” especiais para o Hatch Museum Ana Carolina
A entrada no museu é gratuita
O Hatch Museum recebe e envia, pelo correio, autocolantes de e para toda a Europa
Oli mudou-se para Berlim em 2000 e desde 2008 que é dono do primeiro museu dedicado a autocolantes



fonte:
http://p3.publico.pt/cultura/exposicoes/4248/oli-guarda-o-unico-museu-de-autocolantes-do-mundo

Fundação Catarinense de Cultura leva Oficina de Conservação Preventiva de Acervos ao Vale do Itajaí

A Fundação Catarinense de Cultura (FCC), por meio do Sistema Estadual de Museus (SEM/SC), convida os profissionais atuantes em museus da Região do Vale do Itajaí para participarem da Oficina de Conservação Preventiva de Acervos. A capacitação ocorrerá nos dias 18 e 19 de setembro de 2012, das 8h30min às 17h30min, no Museu de Arte de Blumenau (MAB).

Interessados devem se inscrever preenchendo o formulário disponível na página da FCC e encaminhando os dados para o e-mail capacitacaosem@fcc.sc.gov.br até o dia 13 de setembro. A capacitação tem carga horária de 16 horas/aula e será fornecido certificado aos participantes que tiverem, no mínimo, 75% de frequência.

A oficina será ministrada pela conservadora-restauradora do Ateliê de Conservação e Restauração de Bens Culturais (Atecor) da FCC, Márcia Regina Escorteganha. A capacitação abordará as causas da degradação física, química, biológica e humana dos acervos; controle ambiental em espaços museológicos; manuseio e acondicionamento do acervo; mobiliário adequado, iluminação e higienização dos ambientes; além do registro e controle dos acervos museológicos.

Serviço:
O quê: Oficina de Conservação Preventiva de Acervos
Quando: 18 e 19 de setembro de 2012, das 8h30min às 17h30min.
Onde: Museu de Arte de Blumenau (MAB) - Rua XV de Novembro, 161 – Centro – Blumenau – SC.
Informações: (48) 3953-2374 / 3953-2375 / capacitacaosem@fcc.sc.gov.br
Inscrições gratuitas e limitadas.

Museus de São Paulo só têm sites em português

Os turistas estão ficando cada vez mais tempo em São Paulo, sobretudo os estrangeiros: os "gringos" passam, em média, cinco noites na capital, segundo dados da São Paulo Turismo (SP Turis). Porém, quando vão procurar na internet as principais opções de cultura e lazer na cidade, deparam-se com uma dificuldade: sites de grandes museus são uma incógnita para os visitantes estrangeiros porque não têm versões em outra língua, além do português.

É o caso dos sites do Museu de Arte de São Paulo (Masp), do Museu da Imagem e do Som (MIS), da Pinacoteca do Estado e do Museu Paulista da USP, mais conhecido como Museu do Ipiranga. Nesses, qualquer não lusófono sofre para achar informações simples como horário de funcionamento ou preços.

"A previsão da Secretaria de Estado da Cultura é ampliar a acessibilidade linguística para o público internacional em um prazo de dois anos para todos os equipamentos da secretaria, entre eles para o Museu da Imagem e do Som", informou a Assessoria de Imprensa do MIS.

O Masp afirma que seu site está sendo reestruturado e terá versões em inglês e espanhol. O projeto ainda não tem data para ir ao ar. A Pinacoteca do Estado promete para o ano que vem o lançamento de um site trilíngue: português, inglês e espanhol.

O site do Museu Paulista também está em reforma, segundo a instituição. "Primeiramente focamos em melhorar a funcionalidade, agora na segunda etapa buscamos melhorar os atrativos ao público, incluindo a tradução para outras línguas em breve".

Página oficial

Apesar de ter versões em inglês e espanhol, o site oficial da capital paulista (www.cidadedesaopaulo.com) é apenas parcialmente traduzido e tem partes desatualizadas. Na versão em inglês da página produzida e mantida pela São Paulo Turismo (SPTuris), quando alguém clica no menu "museums", por exemplo, vai se deparar apenas com uma lista com os nomes dos museus da cidade e seus respectivos sites. E, como já se sabe, alguns deles são indecifráveis para estrangeiros.

Questionada pelo Estado, a SPTuris disse que "vem trabalhando para tornar a navegação do site mais amigável e atraente" e que a intenção é "complementar as versões em inglês e espanhol do portal e corrigir questões pontuais".

"Porém, estamos enfrentando problemas relacionados ao sistema e, em decorrência disso, também foram iniciados estudos para a criação de um novo site", afirma a empresa da Prefeitura, em nota. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo