sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Exposição Permanente do Salão Universitário de Humor – Unimep Tema do mês: ‘Que país é esse?’ traz humor jovem ao Martha Watts


CENTRO CULTURAL MARTHA WATTS
PROGRAMAÇÃO DE SETEMBRO 

Exposição Permanente do Salão Universitário de Humor – Unimep
Tema do mês: ‘Que país é esse?’ traz humor jovem ao Martha Watts

“NASCER DO SOL” MOSTRA COLETIVA DE ARTE
Curadoria: Carlos Augusto Almeida
Abertura: 31/08 às 9h
Visitação: 31/08 a 21/09
Local: Sala Monet

CRIAR É APRENDER Exposição em comemoração aos 131 anos do Colégio Piracicabano
Visitação: 11 a 28/09
Local: Sala Da Vinci 

Movimento e Som
Exposição dos alunos do curso de Fotografia
Organização: Hugo de Lima
Visitação: 06 a 21/09
Local: Sala Irineu Guimarães

ENCONTRO COM A LITERATURA - A personagem leitora no romance do século XIX
Tema: “O vermelho e o negro” Com a Prof.ª Josiane Maria de Souza, coordenadora do Curso de
Letras/Português da Unimep
Data: 11/09 às 15h30     
Local: Mini auditório
Inscrições: ccmw@unimep.br
Entrada franca e entrega de certificado

UMA TARDE COM: GRETA GARBO
EXIBIÇÃO DO FILME: NINOTCHKA
Direção de Ernst Lubitsch - com Greta Garbo e Melvyn Douglas
Data: 14/09 às 14h
Local: Mini auditório

Programação da 6ª Primavera dos Museus: A função social dos museus

RODA DE CONVERSA SOBRE MUSEUS INCLUSIVOS
Data: 25/9 às 14h30
Local: Mini auditório
Entrada franca
Público: pessoas que trabalham em museus e outros órgãos de divulgação
cultural em Piracicaba e região
Objetivo: trocar experiência e informações sobre:
•     Conceito de inclusão (com referência a pessoas com deficiência
física, visual ou auditiva, idosos e com locomoção limitada),
•     Modelos de museus inclusivos,
•     Alternativas de adaptação arquitetônica e de comunicação,
•     Proposta de capacitação para atendente de museus e outras agencias
culturais.

APRESENTAÇÃO DA BANDA DO INSTITUTO FORMAR
Apresentação em comemoração ao início da Primavera
Data: 27/9 às 9h30
Jardim do CCMW

ENTRADA FRANCA
Segunda à sexta-feira das 09h às 17h
Espaço Memória Piracicabana
Coleções especiais:
João Chiarini (cultura e folclore)
Rocha Netto (esportes)
Jair Toledo Veiga (genealogia)
Arquivo do fórum (processos jurídicos)
Jornal “O Diário”

Museu Prof.ª Jaïr de Araújo Lopes
Visitas monitoradas

Centro Cultural Martha Watts
Rua Boa Morte, 1257 – Centro Piracicaba – SP
Fone: (19) 3124-1889       www.unimep.br/ccmw 

Museu Internacional de Arte Naïf reabre no Rio

Depois de cinco anos fechado, MIAN reabre suas portas apresentando o maior acervo de arte naïf do mundo






Fechado desde 2007, o Museu Internacional de Arte Naïf (MIAN) é reinaugurado no Rio de Janeiro trazendo oito exposições com um total de 250 obras e uma videoistalação. Dono do maior acervo de arte naïf do mundo, com um total de 6.000 obras, o MIAN apresenta o trabalho de artistas de todos os Estados Brasileiros e de mais 100 países.

Apesar de ainda necessitar de obras na fachada e modernização de recursos tecnológicos, como a instalação de sistemas de audioguia, o edifício sede do MAIN teve sua área expositiva totalmente reformulada. Hoje, o museu abriga exposições interativas, permanentes e temporárias, todas de cunho sócio-educativo e cultural.

A reabertura do museu, possível depois das reformas na estrutura da sede, acontece com o apoio da Prefeitura do Rio e da fundação holandesa Prince Claus Fund, que visa salvaguardar acervos.


 Exposições permanentes do acervo nacional
- Rio de Janeiro, Gosto de você, Gosto dessa gente Feliz – Obra de Lia Mittarakis, a tela de 4 por 7 metros retrata o Rio de Janeiro em um a visão panorâmica

- Rio de Janeiro Naïf – mostra com 40 quadros naifs cariocas mostrando os principais pontos turísticos da cidade
-Naïfs + 20 – Usando a temática do evento Rio+20, a natureza, a mostra traz obras dos artistas Zizi Sapateiro, Ivonaldo, Emerlinda, Rosina Becker do Valle, Magda Mitarrakis, Berenic, Mabel e Dalvan.

- Homenagem a Rousseau – Em uma sala com projeção de vídeos, uma homenagem ao pintor francês Henri Rousseau, o primeiro artista moderno a ser reconhecido como naïf no mundo moderno. No vídeo mostra reproduções fotográficas de algumas de suas obras mais relevantes como La Bohémienne endormie (A cigana adormecida); A guerra; A encantadora de serpentes; O sonho; Eu mesmo, retrato, paisagem.

- Homenagem Lucien Finkelstein – Uma sala comk diplomas, medalhas e troféus do fundador do Museu de Arte Naïf, Lucien Finkelstein

- Brasil, 5 séculos – Exposição que tem como proposta principal retratar fatos e acontecimentos históricos significativos desde a chegada dos Portugueses ao Brasil até a inauguração de Brasília, utilizando uma linha do tempo sobre esses eventos numa tela única (1,40m altura x 24m comprimento), de autoria da paulista Aparecida Azedo, sendo a maior tela do mundo no gênero naïf.

- Mestres Naïfs Brasileiros – Coletiva de expoentes da arte naïf brasileira como Aparecida Azedo, Lia Mittarakis, Gerson, Elza O.S, Grauben, Chico da Silva, Octacilia, Cardosinho, Leandro Joaquim, Heitor dos Prazeres, Miriam e Miranda. Nesta mostra, são tratados temas relacionados a diversos aspectos do país tais como: fauna, flora, religião, folclore.

- Lenda ou Realidade? – Coletiva de artistas naïfs estrangeiros como Prefete Duffaut (Haiti), considerado um dos maiores pintores naïfs vivos do mundo, Luiza Caetano (Portugal), Thraki Jones (Chipre), Ysanne Gayet (Paraguai), Barbara Wikle (EUA), Tito Lucaveche (Espanha). A exposição terá telas com temas relacionados aos aspectos do imaginário e cotidiano dos povos de vários países.

Museu Internacional de Arte Naif (MIAN)

Quando:
terça a sexta, das 10h às 18h; sábado, das 12h às 18h com agendamento prévio (pode ser feito até um dia antes)
Onde: MIAN. Rua Cosme Velho, 561 – Cosme Velho.
Quanto: R$ 16; R$ 8 (meia entrada), estudantes, menores de idade e maiores de 60 anos. Crianças até 5 anos não pagam

fonte:
http://www.revistabrasileiros.com.br/2012/08/25/museu-internacional-de-arte-naif-reabre-no-rio/

Casa de Cora Coralina abriga museu com objetos da escritora



À beira do rio Vermelho, ao lado de uma ponte de madeira, uma casa em especial desperta a atenção de quem passa por lá. Um lugar onde todos os moradores parecem cultivar certa devoção.
 
Faz sentido. Foi ali que nasceu e viveu Cora Coralina (1889-1985), a "voz viva" de Goiás.
A casa pertencia à família da poetisa e doceira. Hoje, abriga um museu que preserva a história dessa personagem que é um símbolo da Cidade de Goiás e da tradição da vida interiorana do Brasil.

O casarão é mantido como nos tempos em que Cora o habitava. Dentro dele, o quarto com a cama simples e os vestidos pendurados na parede. Na cozinha, ainda estão lá o fogão de lenha e o tacho de cobre usado parar preparar os doces cristalizados.

Goiás velho

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Na Cidade de Goiás, detalhe da ponte da Lapa e da casa da escritora Cora Coralina (1889-1985), no rio Vermelho 
 
A bengala, que amparou Cora até os últimos dias, também continua ali. Pena que nada possa ser fotografado ou filmado.

É possível ver suas fotos e cartas, assim como seus livros e a máquina de escrever. A menina, que cursou só as primeiras letras, aos 14 anos escreveu os primeiros contos e poemas sob o pseudônimo de Cora Coralina -Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas é seu nome de batismo.

DOCES E CAUSOS
A Cidade de Goiás e, consequentemente, o próprio Estado ofereciam material criativo em fartura a Cora.

Entre o passado e o presente, as festas religiosas, a comida típica da região, os moradores e seus "causos", tudo isso motivava e inspirava a escritora de Goiás.


Janela com escultura de Cora Coralina, na casa da poetisa
Janela com escultura de Cora Coralina, na casa da poetisa   

A Casa Velha da Ponte, como é chamada, é uma referência, um ponto de encontro dos locais.

A imagem da figura mais emblemática da Cidade de Goiás, esculpida na janela lateral, voltada para o rio, acaba virando também um jeito prático de se situar e de se localizar pelo centro histórico.

Olhando por suas ruas de pedra, dá até para imaginar Cora ali, esperando por Maria Grampinho, a andarilha folclórica de Goiás.

Ninguém sabe ao certo dizer de onde Maria Grampinho veio. Sabe-se que ela perambulava pela cidade carregando uma trouxinha.

Maria Grampinho ganhou morada no porão da casa de Cora. E a poetisa ainda dedicou-lhe um poema. Coisas de Cora.

fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/turismo/1145150-casa-de-cora-coralina-abriga-museu-com-objetos-da-escritora.shtml

Museu Antonio Parreiras, em Niterói, será reformado




Três edificações e jardim histórico do complexo serão revitalizados de acordo com o projeto da Ópera Prima Arquitetura e Restauro





O Museu Antonio Parreiras (MAP), localizado no município de Niterói, no Rio de Janeiro, vai ser revitalizado. Uma parceria entre a Secretaria Estadual de Cultura e o Ministério da Cultura permitiu a restauração das três edificações do museu, além do jardim histórico.

Vânia Laranjeiras

Será reformado o prédio da antiga residência de Parreiras, seu ateliê e a Vila Olga. O projeto arquitetônico da reforma do complexo, que foi construído em 1896 e tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1967, foi feito pela Ópera Prima Arquitetura e Restauro.

Os estudos e a elaboração do projeto de restauração começaram em 2009, com diagnósticos do levantamento arquitetônico, paisagístico, bibliográfico e o mapeamento de danos e esquadrias.

A modernização, que já foi aprovada pelo Iphan, será executada pela Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio (Emop), com coordenação da Assessoria de Projetos da Secretaria de Educação (Astec) e acompanhamento do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac).

De acordo com o museu, as intervenções estão alinhadas a um Programa de Requalificação Institucional, previsto no Plano Museológico do MAP. O museu deve ser reaberto ao público em 2014.


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Vânia Laranjeiras



fonte:
http://www.piniweb.com.br/construcao/arquitetura/museu-antonio-parreiras-em-niteroi-sera-reformado-266209-1.asp























































Museu do Bom Jardim será inaugurado hoje

O equipamento será aberto com a exposição "Jardim das Memórias", que retrata vivências em cinco bairros
Com a exposição "Jardim das Memórias", será inaugurado, às 16 horas de hoje, o Museu Comunitário do Grande Bom Jardim, que tem como meta a ousada missão de "falar da memória de um povo e de seus guardiões por direitos comunitários".


A organização dos moradores no cotidiano do Grande Bom Jardim, assim como a influência religiosa faz parte do que é contado no museu comunitário

Reunindo peças como frases, manifestos, painéis, fotos e vídeos, a exposição dá voz aos moradores e reconstrói parte da história de cinco bairros de Fortaleza: Granja Portugal, Granja Lisboa, Bom Jardim, Canindezinho e Siqueira.

"Os painéis mostram a temática de luta e resistência, utilizando tecnologia nova na cartografia social", cita o curador Adriano Almeida, acrescentando que um vasto acervo documental e imagético registra, também, as práticas religiosas e espirituais dos moradores. São, ainda, retratadas as expressões artísticas da comunidade, através de peças como o artesanato.

Gerido por nove entidades e organizações populares, o Museu está em execução desde 2009. Após percalços, passa a funcionar na Rua Dr. Fernando Augusto, 987, Bom Jardim, e será inaugurado, nesta sexta-feira, com a fala de pessoas das comunidades e apresentações artísticas. Também hoje, serão lançados um site, uma cartilha e um documentário, mostrando os esforços de preservação e valorização da memória social dos moradores do lugar.

"Não temos sede própria. Somos um movimento cultural sem teto. Pedimos uma sala emprestada e fizemos a reforma do espaço", diz o curador e sociólogo Adriano Almeida, ao comentar as dificuldades enfrentadas.

O vasto acervo foi possível graças a um amplo processo de pesquisa participativa sobre os bens culturais daquele território localizado na periferia de Fortaleza e sua história. Jovens pesquisadores e lideranças ajudaram a montar o acervo material e imaterial que será incorporado ao Museu.

Articulação

Assim, esse projeto resulta do esforço e da articulação de nove entidades comunitárias dos cinco bairros. A iniciativa para a conservação da memória popular, informa Adriano, tem o fomento de parceiros locais e externos como o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram-MinC) e a Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI).

As lutas travadas no cotidiano de um povo, bem como as celebrações e conquistas no processo de construção de seu território e de afirmação de suas identidades são objetos da exposição "Jardim das Memórias". Segundo Adriano, essas memórias têm uma ligação forte com a água, com a terra e com a carnaúba.

"A partir da análise das entrevistas, dos conteúdos gerados em seminários comunitários e nos grupos, percebemos que são muito fortes nas práticas cotidianas a organização dos moradores e a influência religiosa", observa o curador.

Identifica, ainda, a importância das pastorais sociais, que têm como berço as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e os espaços de manifestação das culturas religiosas de matrizes africanas e ameríndias. O objetivo da exposição foi registrar ações das comunidades "como forma de refletir o caminho trilhado para seguir adiante".

Hoje, na inauguração do Museu, será exibido o vídeo Fincapé, produzido em 1989 por uma Organização Não-Governamental (ONG) e que narra a luta dos moradores daquela região da periferia da Capital em prol do alargamento da Av. Osório de Paiva.

fonte:
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1176213