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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Conexões Criativas traz profundidade e abrangência a temas inéditos relacionados à economia criativa e às cidades, com mediação da Economista e Administradora Pública Ana Carla Fonseca. - Os encontros acontecem no Theatro São Pedro e têm entrada franca, sem necessidade de inscrição.


Convite para 5º encontro do ciclo de palestras Conexões Criativas, que conta nesta edição com dois palestrantes internacionais, Mary Alice Stack (Arts Council England ArtCo - Inglaterra) e Eric Holterhues (Triodos Bank - Holanda), e mediação de Ana Carla Fonseca Reis (Garimpo de Soluções - Brasil), abordando o tema "Modelos de financiamento - de empreendimentos criativos", dia 17/09 (segunda-feira) às 19h no Theatro São Pedro (SP).

Pedimos a todos um apoio na divulgação para que possamos ampliar o acesso de pessoas ao assuntos abordados, além da oportunidade de trocar com os convidados. Informamos que a palestra também será transmitida via internet;


Conexões Criativas

Conexões Criativas

O Governo do Estado e a Secretaria de Estado da Cultura desenvolvem o projeto Conexões Criativas, encontros mensais para discutir as relações entre cultura, economia e criatividade no espaço urbano. Reunindo grandes nomes nacionais e internacionais, Conexões Criativas traz profundidade e abrangência a temas inéditos relacionados à economia criativa e às cidades, com mediação da Economista e Administradora Pública Ana Carla Fonseca.
Os encontros acontecem no Theatro São Pedro e têm entrada franca, sem necessidade de inscrição.
Próximos encontros:
17 de setembro – Modelos de financiamento de empreendimentos criativos
Com Mary Alice Stack (Arts Council England ArtCo, Londres) e Eric Holterhues (Triodos Bank, Holanda)
8 de outubro – Pólo audiovisual – Quando a cidade é um grande estúdio
Com Enrique Avogadro (Buenos Aires), Joe Mazzei (Toronto)
12 de novembro – Legado da Copa do Mundo para a criatividade urbana
Com Tom Fleming (Londres), Caio Luiz de Carvalho (SP) e Olliver Tietz (Berlim)
10 de dezembro – Cidade de design e o design na cidade – caminhos possíveis
Com Jeff Risom (Copenhagen), Jorge Wilheim (SP) e Ben Evans (Londres)

Acompanhe ao vivo aqui o próximo encontro, dia 17/9 às 19h30

Acompanhe também o que aconteceu no último encontro
4º encontro Conexões Criativas (13/08)
Economia Criativa como estratégia – muito além do PIB

com Carlos Martins,  Rob Bennett e Lidia Goldenstein
Parte 1
Parte 2
Parte 3



fonte:
Gustavo Martins

O Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, preocupado em desenvolver ações educativas apoiadas em suas áreas de pesquisa, convida professores do Ensino Fundamental e Médio, e outros educadores para participarem de uma série de Oficinas que têm como objetivo principal a relação entre Arqueologia e Memória em ações educativas na sala de aula ou em outras instituições educacionais e culturais.




As atividades serão realizadas na sede do MAE, às terças-feiras, das
14h às 17h, de 11 de setembro a 13 de novembro de 2012. Serão
oferecidas várias atividades práticas e haverá a discussão de alguns
conceitos relacionados à Memória, Arqueologia, Cultura Material,
Patrimônio Cultural, Objetos Biográficos.



A inscrição para estas atividades pode ser feita por telefone ou e-mail:
telefone: (11) 30914905
e-mail: stm@usp.br
Número limitado de vagas.

As Oficinas são gratuitas.

Os participantes que tiverem 80% de frequência receberão Atestado de
Participação.



Contamos com a presença de vocês.
MAE/USP
Av. Professor Almeida Prado, 1466 - Cidade Universitária da USP - Butantã

Museu de "Huoguo" em Changsha - China

 O Hot Pot (huoguo em Chinês) desde há muito integra a culinária chinesa. Ele surgiu na Região Norte como uma das alternativas alimentares contra o frio. Chegou ao Sul durante a dinastia Tang (618-906). Posteriormente, os nômades do Norte enriqueceram o pot com carne bovina e de carneiro, enquanto os sullisast fizeram o mesmo com os frutos do mar.

fonte:
http://portuguese.cri.cn/623/2012/09/06/1s155799.htm






Na Alemanha, exposição convida público a colorir salas com adesivos

"Qual é menor partícula que conseguimos enxgergar?". Essa é a pergunta que a exposição Dot.Systems - from Pointillism to Pixel faz aos visitantes do museu Wilhelm-Hack, em Ludwigshafen, na Alemanha. Criada pela japonesa Yayoi Kusama, a mostra convida o espectador a fazer a sua própria intervenção em salas onde tudo é inicialmente branco.


A exposição Dot.Systems, na Alemanha, foi criada por Yayoi Kusama. Foto: AP
A exposição Dot.Systems, na Alemanha, foi criada por Yayoi Kusama
Foto: AP

Ao entrar nos cômodos, os espectadores podem grudar uma série de adesivos coloridos ondem bem entenderem, de sofás a jogos de pratos. A exposição busca discutir a importância e o significado dos pontos na vida moderna, seja como elementos de convergência ou de fragmentação.
Kusama, artista conhecida por seus projetos pontilhados e moda excêntrica - bem como suas perucas coloridas -, começou a pintar ainda na infância, quando morava no Japão. Na época, sua técnica preferida consistia em juntar pequenos pontinhos para construir uma imagem, ideia que levou para todos as suas futuras obras.
Residente em Nova York e conhecido no mundo inteiro por sua arte multicolorida, Kusama resolveu dar àDot.Systems - from Pointillism to Pixel uma abordagem mais interativa que a antecessora e Dots Obsession - Dots Transformed into Love, onde ela também criava cenários lúdicos através do posicionamento de bolas gigantes pintadas com pontos coloridos.
A passagem da exposição pelo museu Wilhelm-Hack será encerrada no dia 30 de setembro deste ano.

fonte:

Arquivo de Frank Lloyd Wright muda-se para Nova Iorque

São mais de 23 mil desenhos e 44 mil fotografias, protótipos, manuscritos e outros documentos de Frank Lloyd Wright (1867-1959), considerado um dos grandes arquitectos da modernidade, que passam agora a estar na posse do Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova Iorque e da Columbia University.


O arquivo foi adquirido em conjunto pelas duas instituições nova-iorquinas com o aval da Fundação Frank Lloyd Wright, que anunciou esta parceria na terça-feira, revelando que os milhares de documentos passam agora a pertencer às colecções permanentes do MoMA e da Columbia University com o objectivo de facilitar o acesso ao público, que já os poderá consultar no final do próximo ano. 

Estes documentos estavam, até agora, espalhados pelas casas do arquitecto em Taliesin West, no Arizona, e Taliesin in Spring Green, em Wisconsin. Esta é a primeira vez que se reúne todo o arquivo.

Em comunicado, a Fundação Frank Lloyd Wright explicou que a Columbia University será o repositório de todos os documentos escritos, incluindo milhares de desenhos dos projectos de Wright, assim como fotografias das obras, correspondência profissional e pessoal, e entrevistas dadas pelo arquitecto. Já o museu vai integrar na sua colecção de arquitectura e design todos os trabalhos tridimensionais e todos os protótipos das obras de Wright, fotografias e modelos, assim como os modelos arquitecturais (muitos deles feitos para a exposição que o MoMA dedicou ao arquitecto em 1940).

“Esta administração conjunta e a preservação dos arquivos vai dar um novo impulso a publicações, exposições e programas públicos sobre o trabalho de Wright, permitindo que seja exposto no contexto de outros grandes modernistas do século XX”, lê-se no comunicado, que acrescenta ainda que esta parceria vai “maximizar a visibilidade e o valor da investigação para gerações de investigadores, estudantes e público”. 

“A Fundação Frank Lloyd Wright leva a sério a sua responsabilidade de servir o bem público, garantindo a melhor conservação possível, acessibilidade e impacto de um dos arquivos mais importantes e significantes do mundo”, escreveu no mesmo comunicado Sean Malone, CEO da fundação.

A mudança do arquivo vai acontecer durante os primeiros meses do próximo ano, prevendo que esteja disponível ao público e a todos os interessados no final de 2013.

“Tendo em conta as forças individuais, recursos e capacidades da fundação, do MoMA e de Columbia, tornou-se claro que esta gestão colaborativa é de longe a melhor forma de garantir o maior impacto, o mais alto nível de conservação e o melhor acesso público”, acrescentou Malone. 

Para a crítica de arquitectura Ada Louise Huxtable, autora da biografia de Frank Lloyd Wright, esta foi a melhor solução para evitar a dispersão de um arquivo tão importante não apenas para a arquitectura como para a arte e a história do século XX. “Não há lugar melhor do que Nova Iorque. É o centro da investigação e actividade”, disse Huxtable à Reuters. 

“No MoMA, o trabalho de Frank Lloyd Wright estará em conversação com outros grandes artistas e arquitectos modernos como Picasso, Mies van der Rohe e Le Corbusier”, destacou, por sua vez, Barry Bergdoll, curador no departamento de Arquitectura e Design MoMA, acrescentando que com esta nova aquisição abre-se um novo capítulo para a apreciação do legado de Wright.

Mesmo com a mudança do arquivo para Nova Iorque, a Fundação Frank Lloyd Wright continuará a acompanhar todos os processos que envolvam os documentos, dando apoio às duas instituições. Ao mesmo tempo, continuará a preservar todas as obras e o legado do arquitecto como o tem feito até agora.

Frank Lloyd Wright foi responsável por 1141 obras arquitectónicas, incluindo casas, escritórios, igrejas, escolas, livrarias, pontes e museus. Deste total, segundo a fundação, 409 obras ainda estão de pé, como por exemplo, o Museu Guggenheim de Nova Iorque.








Frank Lloyd Wright com um modelo desenhado por si numa exposição no MoMAFrank Lloyd Wright com um modelo desenhado por si numa exposição no MoMA (DR/Fundação Frank Lloyd Wright)

fonte:http://www.publico.pt/Cultura/arquivo-de-milhares-de-documentos-de-frank-lloyd-wright-mudase-para-nova-iorque-1561801