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domingo, 30 de setembro de 2012

Futuros Possíveis: Arte, Museus e Arquivos Digitais


Agência FAPESP – O Simpósio Internacional “Futuros Possíveis” discutirá temáticas emergentes no campo da preservação do patrimônio artístico e cultural, reunindo especialistas de renome internacional da área de conservação de arte digital e de digitalização de acervos.
Participarão do simpósio especialistas como Christiane Paul (curadora de Novas Mídias do Museu Whitney, de Nova York), Gerfried Stocker (diretor artístico do Ars Electronica, da Áustria), Arianne Vanrell (do Museu Reina Sofia, de Madri) e Rudolf Frieling (ex-curador do ZKM e curador de Novas Mídias do MoMA, de São Francisco).
A coordenação é de Giselle Beiguelman (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP) e Ana Gonçalves Magalhães (Museu de Arte Contemporânea da USP).
A crescente produção artística com meios digitais e eletrônicos demanda procedimentos específicos para a preservação de bens, que, além de efêmeros, implicam novas formas de processamento. O simpósio combina discussões sobre metodologias de preservação e análises de formatos de curadoria de informação.
Outro destaque é a discussão de processos de informatização e digitalização de acervos, problema que vem se tornando cotidiano nos museus.
Mais informações e inscrições: www.fau.usp.br/digitalmemory 

Museu de Arte Moderna convida visitante a refletir sobre história colonial do país


São Paulo – Em uma das paredes do Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, uma pintura apresenta um velho mapa-múndi, com um corte exatamente no meio da tela. Como se a tela fosse um corpo, o corte vertical passa a expor as vísceras, a carne e o sangue da obra. A pintura, chamada de Mapa de Lopo Homem 2, da artista carioca Adriana Varejão, cria uma simbologia para a violência da história colonial no Brasil.

Elaine Patricia Cruz - Agência Brasil


Esta é apenas uma das 42 obras da artista que estão expostas no MAM, no Parque Ibirapuera, até o dia 16 de dezembro. “Tecnicamente, é muito interessante como ela faz isso. Ela estrutura a pintura, usa resina e verniz. Parece realmente que são vísceras que saem de dentro do quadro”, explicou Felipe Chaimovich, curador do Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, em entrevista à Agência Brasil.

É a primeira vez que a artista faz uma exposição panorâmica tão abrangente, com uma retrospectiva que abarca obras desde o início de sua carreira, nos anos de 1990. A exposiçãoAdriana Varejão – Histórias às Margens tem curadoria de Adriano Pedrosa. O título da mostra refere-se, nas palavras da própria artista, ao mar, “mas também àquilo que está fora do centro”.

“[Os visitantes] vão encontrar trabalhos de todas as fases da Adriana Varejão, desde o início dos anos 1990, sempre ligado à ideia das histórias às margens, ou seja, esse comentário que ela faz sobre uma série de histórias que vão aparecendo, como a história colonial, a história do Brasil, a história da pintura, e de como isso tudo vai ganhando um corpo. Esse é o fio que leva o visitante ao longo dessas 42 obras que estão sendo expostas no MAM”, disse o curador do museu.

Alguns desses trabalhos são inéditos no país, vindos de coleções do Guggenheim Museum, em Nova York, e da Tate Modern, em Londres, entre outros. A exposição apresenta também telas produzidas especialmente para a ocasião, tal como um painel de azulejos. “Ela fez para o MAM, agora, uma série de azulejos em um painel de 18 metros, uma obra monumental”, disse Chaimovich.

Para ele, as obras de Adriana Varejão, que mostram pinturas, azulejos, cenas de canibalismo, vísceras, linhas geométricas e cerâmicas, provocam uma grande reflexão sobre a história do Brasil. “Ela é realmente uma artista que tem conhecimento muito profundo sobre essa circulação de imagens do mundo colonial e traz visivelmente uma reflexão com grande relevância sobre a história do Brasil”, disse.

A entrada para a exposição é gratuita. Mais informações podem ser conferidas no sitewww.mam.org.br.

Famílias participam de gincana no Museu Emílio Goeldi, em Belém



Parque é área preservada em pleno centro de Belém.
Participantes da gincana devem alimentar os animais neste domingo, 30.


Das treze famílias inscritas para participar da Gincana "Minha Família no Museu Goeldi", quatro semi-finalistas participam de uma tarefa presencial neste domingo (30), em Belém. Representantes de cada equipe devem ajudar a alimentar os animais que vivem no Parque Zoobotânico, localizado na capital paraense.
Parque Zoobotânico tem 5,2 hectares de floresta preservada no centro de Belém (Foto: Oswaldo Forte/Libcop)Parque Zoobotânico tem 5,2 hectares de floresta
preservada no centro de Belém (Foto: Oswaldo
Forte/Libcop)
A partir das 7h40 da manhã, os integrantes das famílias acompanham o Setor de Nutrição para receber orientações sobre o preparo de dieta alimentar do animal e a distribuição do alimento até o recinto dos bichos.
A gincana faz parte da programação pelos 117 anos do Parque Zoobotânico e 146 do Museu Goeldi, e busca integrar as famílias no dia a dia do Museu. Nas quatro equipes que continuam na disputa há doze pessoas, entre parentes e amigos. No dia 21 de outubro, será realizada uma segunda tarefa presencial.
O Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi está localizado no centro urbano deBelém e possui uma área de 5,2 hectares. Foi fundado em 1895, sendo o mais antigo do Brasil no seu gênero. Além de abrigar uma significativa mostra da fauna e flora amazônicas, o Parque concentra as atividades educativas do Museu Goeldi e recebe anualmente cerca de 200 mil visitantes. 
ServiçoA Tarefa Presencial da I Gincana “Minha família no Museu Goeldi” será neste domingo, dia 30 de setembro, no Parque Zoobotânico do Museu Emílio Goeldi (Av. Magalhães Barata, 376, entre Avenida Alcindo Cacela e Travessa 9 de Janeiro).  

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Museus gastronômicos



Foi inaugurado hoje perto de Bolonha, na cidade de Anzola dell’Emilia, na Itália, um museu inédito: o Gelato Museum Carpigiani, dedicado à história dos famosos sorvetes italianos.
O museu está na sede da Carpigiani, fabricante bolonhesa de maquinário para a produção do sorvete, e abriga mais de 20 máquinas oficiais de gelato, além de dez mil imagens, documentos, ferramentas e acessórios históricos e exibições multimídia.

As visitas são gratuitas e precisam ser agendadas. Mas quem não tem como ir até Bolonha pode aprender um pouco com a apresentação no site do museu, que traça a origem do gelato aos tempos de Catarina de Médici.
Saindo da sobremesa para o prato principal, o primeiro museu dedicado à pizza foi aberto em Filadélfia, nos EUA. O Pizza Brain tem uma pizzaria artesanal e abriga a maior coleção de memorabilia relacionada a pizzas do mundo, registrada no livro “Guinness” de recordes.

Inaugurado no começo do mês, o museu também tem entrada gratuita. Uma pena que seu site não tenha o mesmo material da página do Gelato Museum. Para conhecer a coleção, é preciso ir até Filadélfia _ a vantagem é que dá pra comer uma pizza in loco.



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Com 869 livrarias, 116 salas de teatro, 110 museus, 85 parques e áreas verdes, sete grandes casas de espetáculos e 294 salas para shows, São Paulo é considerada uma das potências culturais não só do País, como também da América Latina. A distribuição desses equipamentos culturais, no entanto, é desequilibrada e insuficiente à demanda.

Lazer e verde só para poucos paulistanos


Com 869 livrarias, 116 salas de teatro, 110 museus, 85 parques e áreas verdes, sete grandes casas de espetáculos...

Apesar do público mensal de 50 milhões de pessoas, há apenas 282 telas de cinema. Existe uma biblioteca para cada 100 mil habitantes da metrópole, segundo o estudo World Cities Culture Report, que elegeu 12 cidades em todos os continentes com potencial para gerar cultura. São Paulo está entre elas, mas ainda tem um longo caminho a percorrer para alcançar grandes metrópoles mundiais, como Nova York e Berlim, ou até mesmo emergentes, como Johannesburgo ou Xangai.

Dados do Centro de Estudos da Metrópole mostram que os equipamentos culturais estão concentrados na região central e nas áreas nobres da cidade, nas zonas oeste, sul e centro. Em Guaianases, zona leste da capital, onde mora o grupo de amigos Cláudia Pereira da Silva, Vânia Maria de Freitas, Iran da Silva Paulo e Angelo Márcio Leandro da Silva, as possibilidades de lazer são praticamente inexistentes. "Até fizeram um shopping em Itaquera, mas é muito pequeno e só tem duas salas de cinema. Para conseguir um ingresso, tem não só que comprar com antecedência pela internet, como também ter cartão de crédito e isso, por aqui, não é comum", reclama a assistente social Vânia de Freitas, 45 anos.

Mais do que espaços culturais, os moradores da periferia sentem falta de áreas de convivência como parques e praças. A mancha urbana de São Paulo tem apenas 2,6 metro quadrado, em média, de praças e parques por pessoa, segundo estudo da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. O recomendado, segundo a Organização Mundial da Saúde, são 12 m² de área verde por habitante.

A média geral já é considerada baixa por especialistas, mas alguns bairros, na região central e na periferia, as paisagens são ainda mais cinzentas. Os índices de áreas verdes correspondem a menos de 1 m² por pessoa em pelo menos dez das 31 subprefeituras da cidade. A gestão do prefeito Gilberto Kassab prometeu criar cem parques até o fim de 2012. Dos 85 existentes hoje, 51 foram criados desde 2005, segundo a Secretaria do Verde. Outras 60 áreas estão em estudo, projetos, desapropriações e em obras, sem previsão de finalização.

O professor de urbanismo da Universidade de São Paulo (USP) Nestor Goulart acredita que a cultura vai além de soluções de problemas sociais - com iniciativas por toda São Paulo, ela serviria também como uma proposta de urbanização. Para ele, a falta de áreas de lazer deve-se à quantidade elevada de loteamentos ocupados de forma irregular. "Não há controle sobre isso e o poder municipal não se organiza para fazer as reservas necessárias."

Goulart ressalta que uma cidade do tamanho de São Paulo está permanentemente em processo de reciclagem de seus espaços. "A única solução é aumentar os espaços com planos conjuntos de aumento da ocupação, casados com crescimento das áreas livres", diz. A criação de parques é uma necessidade real, para o professor, com um porém: "Eles devem estar em locais de fácil acesso, próximo à linhas de trens e metrô para que a população em massa possa usar".

Para o arquiteto Gilberto Belleza, do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), uma opção seria transformar áreas abandonadas em pequenos espaços de lazer, mais próximos da população. "Pode ser um galpão que receba atividades culturais, ou com um parquinho para as crianças." Ele destaca a importância, ainda, de se construir clubes, com áreas de esporte, para suprir a demanda da população mais pobre.

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Pinacoteca difunde arte de Antonio Parreiras


A Pinacoteca do Estado de São Paulo, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, apresenta a exposição Antonio Parreiras, pinturas e desenhos com 20 trabalhos realizados entre 1887 e 1929. As obras pertencem aos acervos da Pinacoteca do Estado e do Museu Antonio Parreiras, primeiro museubrasileiro dedicado à obra de um único artista e que neste ano comemora 70 anos de existência.

Antonio Diogo da Silva Parreiras (Niterói, RJ, 1867-1937) é conhecido como um dos principais paisagistas brasileiros entre o final do século 19 e as primeiras décadas do século 20. A exposição apresentada na Pinacoteca é uma oportunidade única para ver um conjunto de cinco desenhos raramente exposto, com destaque para Cabeça de onça, 1916, Salgueiros em dezembro, 1917, Vieilles Maisons à Sartene [Velhas casas em Sartene], 1918, e Chaumière Saint-Alpinien [Cabana Saint-Alpinien], 1919. Também serão exibidas 16 pinturas de paisagens, marinhas, casarios e figuras, realizadas durante suas viagens pelo Brasil e pela Europa. Deste conjunto, destacam-se Manhã de inverno, 1894, Dia de mormaço, 1900, Marinha, cerca de 1905, e Tormenta, 1905, entre outros.

“Parreiras executou diversos gêneros de pintura. Difícil indicar o número aproximado de obras que realizou. Segundo o próprio Parreiras, em sua autobiografia História de um pintor, contada por ele mesmo (1926), até aquele momento havia feito mais de 850 telas. “(...) Elogiado como paisagista; criticado como pintor de temas históricos e de pinturas de gênero – especialmente os nus –, suas obras estão presentes em muitos museus brasileiros e, também, em coleções particulares. Quando vivo, foi reconhecido como o mais importante pintor atuante pela revista Fon-Fon em 1926”, afirma Ana Paula Nascimento, curadora da mostra.

A exposição acontece de 6 de outubro a 3 de março de 2013. Local: Praça da Luz, 02, Luz - Telefone: (11) 3324-1000. Terça a domingo, das 10h às 17h30. Às quintas, até as 22h.


Antonio Parreiras, pinturas e desenhos é apresentada no programa de exposições temporárias da mostra Arte no Brasil: uma história na Pinacoteca de SP
Antonio Parreiras, pinturas e desenhos é apresentada no programa de exposições temporárias da mostra Arte no Brasil: uma história na Pinacoteca de SP


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Governo vai acabar com as borlas nos Museus - Portugal


A Secretaria de Estado da Cultura prepara uma revisão do actual sistema de gratuitidade nas entradas nos museus, disse à Lusa fonte do gabinete de Francisco José Viegas. O adjunto para a comunicação do secretário de Estado esclarecia deste modo as declarações tornadas públicas do director-geral do Património Cultural, Elísio Semmavielle, segundo as quais se está a trabalhar na nova tabela de preços, que deverá entrar em vigor na Primavera de 2013.




"O que a Direcção-Geral do Património Cultural está preparar, e que já tinha sido anunciado pelo secretário de Estado, é uma proposta de revisão do sistema de gratuitidade actualmente existente, o qual não beneficia, por um lado, as necessidades do turismo interno e, por outro, não contribui, tal como é desejado, para a resolução das necessidades dos museus", disse a mesma fonte.
Segundo o adjunto do secretário de Estado da Cultura, "esta proposta será analisada pela tutela tendo como garantia que, na aplicação do seu formato final, garantirá sempre uma lógica de equidade e de acesso à fruição dos bens culturais, de acordo com os diferentes tipos de público".
A secretaria de Estado pretende "permitir aos museus beneficiarem de um reforço para a sua manutenção e para a melhoria dos serviços que prestam", rematou.
Na passada quinta-feira, em declarações à Lusa, Elísio Summavielle, reconhecia o constrangimento financeiro que se vive na área da cultura e afirmava: "Temos de fazer omeletes com pouco ovos, mas ovos de excelência".
O presidente da Associação Portuguesa de Museologia, João Neto, em declarações à Lusa considerou imprescindível o aumento do preço das entradas nos museus para fazer face aos custos inerentes.
"Existem custos muito grandes nos museus, uns que têm a ver com a dignidade dos profissionais especializados que trabalham nos museus, outros que têm a ver com a própria conservação das peças e do edifício", defendeu.
Para este representante dos museus portugueses, os descontos que são feitos no preço das entradas - "que chegam a ser de 50 e 60 por cento" - tornam o valor "numa gorjeta" dada aos museus.
"Não consigo conceber que se paguem ninharias, como se fossem esmolas, porque os museus têm uma riqueza patrimonial e fundamental em termos de conhecimento e de integração das pessoas na sociedade", salientou.

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Museu a céu aberto pode ser visitado a partir de hoje; entrada é gratuita

Réplicas e fósseis de dinossauros, maquete de cinco metros do litoral de São Paulo, maquete do pré-sal, uma mini-plataforma de petróleo, museu de geociência, tudo reunido em um grande espaço na Praia do Gonzaga, em Santos, promete ser uma das principais atrações do 46º Congresso Brasileiro de Geologia.

A Praia das Geociências é um museu a céu aberto que pretende ser o ponto de encontro de estudantes, curiosos e toda a população da região. O público poderá ter acesso a informações importantes ligadas à educação ambiental, uso sustentável dos recursos oferecidos pela natureza como o petróleo, o gás e outros minerais.

“É o local perfeito para passar uma manha agradável com a família e saber como podemos preservar os recursos naturais do planeta utilizando-os de forma sustentável. Será um dos nossos principais contatos com a cidade de Santos, queremos ver o público prestigiando esse evento importante para todos”, explica Fábio Machado, presidente da Comissão Organizadora do 46º Congresso. “Quem comparecer a Praia das Geociências também vai levar como brinde uma mostra de petróleo que vamos distribuir”, completa.

46º Congresso acontece até 5 de outubro
Divulgação de novos dados nos mais variados setores da geologia fazem parte da programação do 46º Congresso Brasileiro de Geologia e 1º Congresso de Geologia dos Países de Língua Portuguesa que acontece na cidade de Santos, de 30 de setembro a 5 de outubro, no Centro de Convenções do Grupo Mendes. Confira a programação

SERVIÇO
PRAIA DAS GEOCIÊNCIAS
Local: Praia do Gonzaga, Av. Presidente Wilson com Av. Ana Costa, Santos.
Quando: de 29 a 30/9 das 11h às 18h / de 1 a 5/10 das10h às 18h/ 6/10 das 11h às 18h
ENTRADA GRATUITA


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http://www.atribuna.com.br/noticias.asp?idnoticia=167318&idDepartamento=5&idCategoria=0

O Museu das Águas é o tema de próxima Terça



A palestra será no dia 2 de outubro às 19h, no auditório 2 da Fabico. O tema será apresentado pela coordenadora do grupo de trabalho que elabora o projeto do museu, a artista plástica Zorávia Bettiol.


O uso adequado das águas é vital para a continuidade da vida na terra. Na próxima terça-feira, dia 2 de outubro, às 19h, no auditório 2 da Fabico (rua Ramiro Barcelos, 2705), o Núcleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul e Centro Acadêmico de Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia da UFRGS promovem um debate sobre a importância de um consumo consciente da água com a apresentação do projeto do Museu das Águas de Porto Alegre. A palestra será ministrada pela coordenadora do grupo de trabalho que elabora o projeto, a artista plástica Zorávia Bettiol.


No mundo, mais de 783 milhões de pessoas ainda estão sem acesso à água potável. Zorávia Bettiol lembra que a água é motivo de guerra em algumas regiões. A importância deste bem natural, limitado, será mostrada e debatida no museu através de três módulos: o histórico, o educativo e o artístico. A Terça Ecológica fará parte da Semana Acadêmica da Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia da UFRGS , da XIX Semana Interamericana e da XII Semana Estadual da Água, que ocorrem de 29 de setembro a 6 de outubro de 2012, promovidas pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental - Seção Rio Grande do Sul.


No dia 22 de março, Dia Mundial da Água, foi assinado o protocolo de intenções para viabilizar o Museu das Águas de Porto Alegre, inspirado na experiência de outros países como Portugal, França e Irã. Ao grupo que trabalhava no projeto somaram-se os seguintes órgãos públicos e entidades, formando a Comissão Pró-Museu das Águas: Prefeitura Municipal de Porto Alegre; Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae); Governo do Estado; Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano (Metroplan); secretarias estaduais da Cultura, do Meio Ambiente, de Obras, de Irrigação e Desenvolvimento Urbano e de Habitação e Saneamento; Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes-RS); Associação Riograndense de Imprensa (ARI); Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan); Associação Rio-Grandense de Artes Plásticas Francisco Lisboa; Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB); e Lions Club (Distrito LD-3),


O evento é aberto ao público.

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Seminário Internacional de Pesquisa em Museologia no Brasil


O Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio (PPG-PMUS – UNIRIO / MAST) vai receber a 4a edição do Seminário de Pesquisa em Museologia dos Países de Língua Portuguesa e Espanhola (IV SIAM) e o 21º Encontro Anual do Subcomitê Regional de Museologia para a América Latina e o Caribe – ICOFOM LAM.

O evento é aberto a todos aqueles interessados nos debates e reflexões relevantes no campo da Museologia e dos estudos sobre o Patrimônio, especialmente os que investigam a teoria museológica e as relações entre Museologia, Patrimônio e Interculturalidade.
As atividades do evento se realizarão entre 05 e 09 de novembro e incluirão conferências, apresentações de trabalhos e debates teóricos.
Lugar de realização: Museu Imperial, Petrópolis
Duração em dias: 5 (mais dois dias de excursão pós-evento)
Idiomas do seminário: português e espanhol. Será realizada uma confêrencia em francês, com tradução.

Instituições responsáveis:
- Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) (organizadora)
- Museu de Astronomia e Ciências Afins (organizador)
- Universidade do Porto
- ICOFOM LAM

Datas Importantes

Submissão de resumos (IV SIAM; 21º ICOFOM LAM): até 30 de agosto, 2012
Submissão de textos completos (IV SIAM; 21º ICOFOM LAM): até 30 de setembro, 2012
Inscrições antecipadas: até 30 de agosto, 2012
Inscrições regulares: até 30 de setembro, 2012

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