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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Apresentação do volume 15 da Revista Portuguesa de Arqueologia



Acaba de ser editado o volume 15 da Revista Portuguesa de Arqueologia, respeitante a 2012. São dez os artigos publicados, sendo quase todos, como é hábito, respeitantes à divulgação dos resultados de escavações de sítios arqueológicos localizados em território português ou relativos ao espólio neles recolhido.

À semelhança do que se verifica nos volumes anteriores, também a epigrafia e a onomástica marcam presença neste volume; cronologicamente, a maior parte dos textos refere-se a temas situáveis na Pré-História e na Época Romana.
Salienta-se a publicação do artigo da Drª Ana Margarida Martins, prematuramente desaparecida, que configura o testemunho derradeiro de uma preenchida vida profissional, devotada sem quaisquer concessões ao conhecimento e à salvaguarda do nosso património arqueológico nas suas diversas vertentes.

O Museu Municipal de Caxias do Sul abriga acervo histórico, artístico e etnográfico.




Conta com maquinários e ferramentas artesanais utilizadas em atividades agrícolas, objetos, móveis, peças de arte sacra, entre outros.

Realiza visitas guiadas, recebendo também exposições itinerantes e projetos de educação patrimonial.

É possível ainda agendar visitas noturnas.

Horário de atendimento:

De segunda a sábado, das 9h às 17h.

Museu Memória Gráfica abre hoje exposição com obras de oficina experimental do Recife


A partir desta quarta-feira, o Museu Vivo Memória Gráfica, instalado no Centro Cultural UFMG, apresenta a mostra O Gráfico Amador, promovida pelo Gabinete do Livro, projeto que promove pequenas exposições ao longo deste ano.

O Gráfico Amador foi uma oficina experimental de artes gráficas fundada em Recife em maio de 1954 por Aloísio Magalhães, Gastão de Holanda, José Laurenio de Melo e Orlando da Costa Ferreira. Tinha como objetivo imprimir pequenos textos literários, principalmente poesia, em tiragens artesanais limitadas.

Publicações
Com quase oito anos de produção, O Gráfico Amador editou quatro tipos de publicações, reunindo 27 livros, três volantes, dois boletins e um programa de teatro. O programa editorial das publicações possuía pequenos formatos, contendo textos impressos em tipografia e ilustrações feitas em litografia, clichê de metal, xilogravura, clichê de barbante e pochoir.

Já a encadernação se baseava em brochuras e, em alguns casos, os cadernos ficavam soltos e envoltos por uma capa, à maneira da coleção O Livro inconsútil, de João Cabral de Melo Neto, também já apresentada pelo Gabinete do Livro, relacionada a modalidades de gravação e impressão.

As visitas podem ser feitas de segunda a sexta-feira, no horário de 10h às 19h, até o dia 30 de outubro. O Museu Vivo Memória Gráfica fica no Centro Cultural, localizado na avenida Santos Dumont, 174, Centro de Belo Horizonte.

Para outras informações entre em contato pelo telefone 3409-8291.

fonte:

Museu Giramundo deve ser reaberto em março do ano que vem Espaço está fechado há dois anos


O Grupo Giramundo e a Universidade  Fumec – cuja parceria faz três anos – prometem a reabertura do Museu Giramundo em março, a criação de curso de extensão de design de bonecos e a publicação delivros da companhia.

Marcos Malafaia, diretor artístico do Giramundo, ressalta que retomar a “natureza universitária” significa algo precioso para o grupo, cuja equipe sempre reuniu alunos e professores de cursos superiores.

O Museu Giramundo está fechado há dois anos. A partir de março, atenderá prioritariamente estudantes da capital mineira e depois, em escala reduzida, receberá o público. “A ideia é fazer um museu vivo, em que o visitante terá contato com os ensaios”, explica Malafaia. A ideia é viabilizar o funcionamento integral da instituição até 2014, quando ele terá estrutura para funcionar de terça-feira a domingo em horário comercial.

“Devolveremos à cidade um patrimônio cultural de extrema importância”, afirma Eduardo Martins de Lima, reitor da Fumec.

fonte:

Beto Novaes/EM/D.A Press
Marcos Malafaia e bonecos do Giramundo

Museu expõe 20 projetos de Paulo Mendes da Rocha


Na Enseada do Suá, o confronto monumental entre a natureza e a arquitetura, numa área de 32 mil m². Um complexo cultural suspenso do solo a partir do qual os frequentadores terão vista livre da paisagem de Vitória. Cenário que o autor do projeto, o arquiteto Paulo Mendes da Rocha, nascido na cidade, filho de um engenheiro de portos, conhece desde sempre.

Criado com a ambição de se tornar referencial no País, o Cais das Artes está 43% pronto e tem previsão de abertura pelo Estado para 2014. É uma de suas principais obras em andamento. Terá museu com espaço expositivo de 3 mil m², teatro multiuso para 1.300 pessoas e uma praça.

Perto dali, no Museu Vale, na vizinha Vila Velha, outros 20 projetos de uma vida inteira estarão expostos a partir de sexta-feira para o público. A mostra "Paulo Mendes da Rocha: A Natureza Como Projeto", com curadoria do crítico de arquitetura Guilherme Wisnik, tem entre os destaques projetos em que fica evidente a ação da técnica sobre a geografia, mais especificamente, as águas, e o redesenho da paisagem natural.

Nem todos foram construídos, apesar de terem a assinatura de um dos arquitetos brasileiros fundamentais, nome de destaque internacional há décadas e dono de um Prêmio Pritzker - o Nobel da área foi concedido no Brasil apenas a Oscar Niemeyer, seu amigo.

Mesmo estes estarão na exposição, em maquetes, por conter ideias poderosas, ainda que possam parecer utópicas aos mais céticos. Como a Cidade do Tietê, de 1981, proposta de construção de uma cidade-porto que integre as redes de transporte rodoviárias e ferroviárias e componha um sistema capaz de sustentar o desenvolvimento econômico da cidade, chegando tanto à região amazônica quanto ao Sul.

E o projeto de reconfiguração da Baía de Montevidéu, de 1998, que, realizado durante um seminário internacional de trabalho na Escola de Arquitetura da capital uruguaia para o qual Mendes da Rocha foi convidado, busca resolver o problema de uma baía rasa sem uma interlocução proveitosa com a cidade.

Ele pensou numa baía que fosse incorporada pela população, servisse ao transporte de massa, aliviando o tráfego, com porto ampliado e uma praça movimentada - quase uma Veneza ao sul das Américas. O mais importante: a capacidade de ligação fluvial com o Brasil, chegando até o Norte. Uma questão cara ao arquiteto, como mostra o vídeo que abre a exposição.

Os visitantes verão ainda as obras mais conhecidas, como as oriundas dos concursos vencidos nos anos 1950, 60 e 80: o Ginásio do Clube Atlético Paulistano, o Pavilhão do Brasil na exposição universal em Osaka, o Museu da Escultura. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Exposição Brazilian Nature é aberta no Museu do MIT


Agência FAPESP – A exposição Brazilian Nature Mystery and Destiny foi inaugurada no dia 22 de outubro, no Museu do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Estados Unidos, durante a cerimônia de encerramento do segundo simpósio da FAPESP Week 2012.

Resultado de uma parceria entre a FAPESP e o Museu Botânico de Berlim, a exposição mostra o trabalho de documentação feito por Carl Friedrich Philipp von Martius (1794-1868), reunido na obra Flora brasiliensis, e uma comparação com fotografias atuais de plantas e biomas. Mostra ainda resultados de pesquisas realizadas no âmbito do projeto "Flora fanerogâmica do Estado de São Paulo" e do programa BIOTA-FAPESP.
A exposição tem sido mostrada em diversas cidades da Alemanha, Estados Unidos e Canadá.
Participaram da cerimônia de encerramento da FAPESP Week 2012 e da abertura da exposição em Cambridge, entre outros, Carlos Américo Pacheco, reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, e o embaixador Fernando de Mello Barreto Filho, cônsul-geral do Brasil em Boston.
Na ocasião, Pacheco e R. John Hansman, diretor do MIT International Center for Air Transportation, falaram a respeito do acordo recentemente firmado entre as duas instituições. Por meio dele, o MIT participará de pesquisas na cidade de São José dos Campos, em São Paulo, em parceria com o ITA. A parceria começará em 2013.
O acordo firmado entre o ITA e o MIT também envolve o intercâmbio acadêmico de estudantes, professores visitantes e a definição de linhas de pesquisa conjuntas.
Brito Cruz falou sobre as oportunidades de intercâmbio entre a FAPESP e as dezenas de instituições de ensino e pesquisa que atuam na área de Boston, com ênfase no programa Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes e no Auxílio à Pesquisa – Pesquisador Visitante.
Ben Ross Schneider, professor do Departamento de Ciência Política do MIT – que é um dos coordenadores da FAPESP Week 2012, juntamente com Brito Cruz e Marcelo Knobel, professor e pró-reitor de graduação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) –, também falou na cerimônia especialmente sobre o programa MIT Brazil – um dos 17 programas binacionais que compõem o MIT International Science and Technology Initiatives (MISTI).
Schneider disse que o MIT Brazil teve início em 2009 e que tem entre seus principais objetivos aumentar a presença de estudantes do MIT no Brasil. Para isso, o programa tem promovido mais cursos de português na área de Cambridge.
website do MIT Brazil dá destaque ao acordo do MIT com a FAPESP, cujos primeiros resultados de pesquisa foram apresentados durante a sessão em Cambridge da FAPESP Week 2012, e reproduzreportagem da revista The Economist sobre a FAPESP, publicada em janeiro de 2011.

Por Carlos Eduardo Lins da Silva, de Cambridge
fonte:
fapesp

Moda sustentável da Paraíba: desfile em SP


A convite do Movimento Ecochic Day, a Babel das Artes reuniu 10 criadores para apresentar em São Paulo a moda sustentável produzida na Paraíba. Nesta cadeia produtiva estão empresários, designers e artesãos dos municípios de Bayeaux, Cabedelo, Campina Grande, Monteiro, Santa Rita e João Pessoa.

O pocket desfile acontecerá no dia 27 de outubro, na região dos Jardins, em São Paulo, e vai apresentar looks criados com algodão colorido* e técnicas artesanais tradicionais como renda renascença, bordados, labirinto, crochê além de acessórios com materiais orgânicos como ossos e couro de peixe.
Participam do desfile Acassia Barreto Gabo Padilha (Areia Vermelha), Maria das Dores Ramos Silva (Atelier Renascença), Romero Sousa, Gorett Irineu (Gizz), Maria Josilene Bernardo de Souto (Joarte), Maria Jose Alves da Cruz (Kairoz), Janina Ribeiro Victor (Maria Xique), Marlene Leopoldino Vital (Marlene Rendas), Ilma Rosa de Souza (Quary Blue) e Rafaella Sousa de Oliveira (Rafa Sousa).

Mônica Horta, que divide a liderança do movimento com Cael Horta, destaca a importância da moda da Paraíba no projeto de cultura sustentável.


“A moda tem uma linguagem atrativa e de extrema importância, achamos por bem apresentar trabalhos de artesãos, designers, estilistas, enfim, criadores de várias partes do Brasil. Quando convidei profissionais da Paraíba pra participarem, minha intenção foi atingir o objetivo do Movimento Ecochic Day, que é mostrar ao Brasil, os brasis que ele desconhece. Poder conhecer e mostrar um pouco dos talentos desse lugar encantador, que é a Paraíba, está sendo um prazer”
, conclui a diretora criativa do Movimento.

O evento tem entrada franca e acontecerá no dia 27 de outubro (sábado) sob o tema Design Integrado. Todas as atividades são abertas, apenas o desfile, às 14h, é restrito a convidados.
Rua Camiranga, 72 – travessa da rua Oscar Freire.

*O algodão colorido da Paraíba tem destaque no mercado da moda sustentável porque já nasce colorido, sem uso de aditivos ou corantes. A certificação é do Embrapa, e o produto acaba de receber denominação de origem.

Clique nas fotos para ampliar.
Biquíni customizado c/renda renascença Areia Vermelha Acassia Barreto Gabo Padilha, da Areia Vermelha Vestido de renda do Atelier Renascença Maria das Dores Ramos Silva, do Atelier Renascença Biojoias de ossos da Joarte. Maria Josilene Bernado de Souto, da Joarte Gorett Iriney da marca Gizz Vestido em macramê c/fios de algodão colorido da Gizz Vestido de linho bordado da Kairoz Maria Jose Alves da Cruz, da Kairoz Janina Ribeiro Victor, da Maria Xique Vestido algodão colorido e labirinto Maria Xique Look todo em renascença é da Marlene Rendas Marlene Vital, da Marlene Rendas Ilma Sousa, da Quary Blue. Maiô customizado c/ crochê da Quary Blue. Grafismo indígena no vestido da Rafa Sousa. Rafaella Sousa de Oliveira criou vestido bordado Sapatos em couro de peixe, por Romero Souza.
Fotos: Marvimm
Produção: Babel das Artes
Maquiagem: Mariana Mendonça
Modelos: Katiza Garcia e Fernanda Araújo
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fonte:
babeldasartes