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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

convite para o 7º Curso Básico/Teórico de Museologia e Museografia - MusIAL- Museu do Instituto Adolfo Lutz.


A Museologia transcende paredes, conta segredos emocionantes... Traz à luz tudo o que está escondido ou mantido a sete chaves. É a base do EDUCAR de maneira lúdica, curiosa, instigadora, interativa, desafiadora

7º Curso Básico/Teórico de Museologia e Museografia
07 a 11 de janeiro de 2013 - das 8h às 12h

Período: 07 a 11 de janeiro de 2013 - das 8h às 12h Duração: 20 horas/aula Valor: Grátis Número de vagas: 50

Coordenadoria de Controle de Doenças
INSTITUTO ADOLFO LUTZ
Núcleo de Acervo – Museu

MusIAL- Museu do Instituto Adolfo Lutz

Coordenação:
PqC Pedro Antonio Federsoni Jr-Biólogo-CRBio-01–nº1094/01-D – Museólogo-COREM-SP– nº 11/86
PqC Silvana Campos da Rocha Calixto - Bióloga – CRBio-01 – nº 6135/01-D - Educadora de Museu

Local do Curso:
Não há estacionamento para visitantes
Instituto Adolfo Lutz - Av. Dr. Arnaldo, 355 - Edifício Central –
Auditório Augusto Scragnolle Taunay - 2º andar
Próximo ao Metrô Estação Clínicas (150m);
em frente ao Velório do Cemitério do Araçá;
entre Faculdade de Medicina da USP e Instituto do Câncer e Emílio Ribas.

INSCRIÇÕES:
Serão aceitas até as 16h do dia 04 de janeiro de 2013,
ou até quando forem preenchidas as vagas.
De preferência por e-mail para cursos.musial@gmail.com com Pedro, Silvana
Por telefone: (011) 3068-2854 (Com Pedro ou Silvana ou Célia)
e 3068-2855 (Núcleo de Treinamento)

Programa:

1ª aula: Museu – Definições – Educação Formal/Informal/Não formal – História dos Museus – Bastidores de um Museu – Como fazer Museu – Objeto x Observador – Objeto Museal – Exibição

2ª aula: Motivações e atrativos para o público – Educação: Eyes on, Hands on, Minds on, Hearts on – Educação Ambiental – Culturas e costumes

3ª aula: Museografia – Elucubrações e possibilidades – Expografia – Saúde do Acervo – Programação de exibições – Pessoas com deficiências – Espaços – Iluminação

4ª aula: Ambientes – Dioramas – Preparação de material manuseável e interativo – Meios lúdicos

5ª aula: Segurança – Programação racional de visitação - Discussões – Avaliações e Confraternização

Certificado de participação: SIM
Receberão certificados os alunos que tiverem 80% de freqüência (quatro meios períodos)

Prefeitura de SP disponibiliza acervo cultural em site gratuito

Todas as obras de todos os acervos culturais da Prefeitura de São Paulo foram reunidas em um único portal e estão acessíveis ao público.


Obras de arte dos museus municipais, fonogramas raros, fotos históricas, figurinos de espetáculos de sucesso montados no Theatro Municipal, esculturas expostas em praças e parques. Tudo isso agora está em um banco de dados aberto na internet.


O portal foi lançado nesta quarta-feira pela manhã no Museu da Imagem e do Som é já está no ar. 

Laboratório de Estudos Interdisciplinares em Arqueologia


Apresentação

O simpósio “Arqueologia, Memória e História Indígena” a ser realizado na Universidade Federal de Santa Catarina é fruto de uma parceria tripartite entre o recém criado laboratório LEIA, Laboratório de Estudos Interdisciplinares em Arqueologia da UFSC, o LINTT, Laboratório Interdisciplinar de estudos sobre tecnologia e território, sediado no Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP e o LETT, Laboratório de Tecnologias Tradicionais, da UFRGS. O evento será realizado entre os dias 7 e 9 de novembro no auditório do Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral (MARquE).“Arqueologia, Memória e História Indígena” dá continuidade aos seminários do LINTT, atingindo assim sua terceira edição, a primeira fora do estado de São Paulo, unindo-se à VI semana de arqueologia e patrimônio da UFSC. Nesta edição, o seminário será promovido pelo LEIA, reforçando o vinculo deste novo centro no grupo de pesquisa CNPq sobre Tecnologia e Território, no qual os outros dois laboratórios mencionados já fazem parte.







 O objetivo de trazer este simpósio para a Universidade Federal de Santa Catarina é fortalecer o crescimento da arqueologia nesta instituição, propiciando assim uma parceria com a USP e com a UFRGS. Esta parceria reflete também o crescente diálogo entre os docentes dosprogramas de pós-graduação das três universidades, a saber: Prof.Dr. Lucas Bueno – Programa de Pós-Graduação em História da UFSC, Profa.Dra. Adriana Schmidt Dias – Programa de Pós Graduação em História da UFRGS e Profa.Dra. Fabíola Andréa Silva – do Programa de Pós-graduação em Arqueologia do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP. Dessa maneira, a realização deste evento se confirma como uma ferramenta para o aprofundamento das discussões sobre arqueologia na universidade com professores e pesquisadores de diversas áreas e universidades. Ao estimular o debate na universidade, também incentivamos a participação dos alunos de arqueologia em eventos acadêmicos, oferecendo assim um estímulo para o aprofundamento de seus estudos motivados por professores e pesquisadores engajados em pesquisas arqueológicas internacionalmente reconhecidas.
 O tema para este simpósio é História Indígena e Arqueologia. Busca-se assim refletir sobre as populações indígenas numa perspectiva de longa-duração, aliando abordagens teórico-metodológicas da história indígena e da arqueologia. Tendo como eixo temático os ameríndios, o simpósio busca conjugar pesquisas etnográficas com análises materiais abarcando contextos atuais, coloniais e pré-coloniais. O conjunto de abordagens propostas se desdobra em temas tais como memória, representações e formas de interação, tecnologia e território, cotidiano, cultura material, tradição oral/escrita, e educação e formação intelectual. De caráter multidisciplinar, tais abordagens buscam compreender a diversidade sócio-cultural destas populações atuais e pretéritas, pautando-se em reivindicações das comunidades indígenas com relação à memória, história e cultura. A integração desses diferentes eixos tem o intuito de conferir um caráter histórico para a situação contemporânea das populações indígenas, prerrogativa necessária para atuação em discussões relativas ao lugar do indígena na sociedade brasileira, sua diversidade e perspectivas de futuro.
A escolha deste tema se deve primeiramente a crescente demanda das populações indígenas por pesquisas arqueológicas em seus territórios. Esta por sua vez, se deve a um crescente processo de reafirmação e reconstrução identitária que as populações indígenas vêm passando, também relacionado a novas delimitações das atuais terras indígenas, numa tentativa de ampliação e resgate de territórios ancestrais. A luta pela permanência das populações indígenas em seus territórios e pela sua continuidade cultural sempre fez parte da relação destas populações com a sociedade nacional, no entanto, a relação destas práticas com a arqueologia é um processo muito recente no Brasil. O tema é, no entanto, muito discutido internacionalmente, com especial destaque em países como Estados Unidos, Canadá e Austrália, mas também está presente em outros contextos. As reivindicações das populações indígenas com relação à construção de sua própria história têm impulsionado uma série de mudanças teóricas e metodológicas na arqueologia, etnoarqueologia e antropologia, sendo cada vez mais aceito a necessidade da multivocalidade na construção dos discursos científicos. No Brasil, contudo, esta demanda indígena ainda encontra pouca interlocução no meio acadêmico da arqueologia e muito menos na arqueologia consultiva. Não obstante, alguns pesquisadores têm demonstrado a riqueza teórico-metodológica de abordagens colaborativas com populações tradicionais, entre povos indígenas, ribeirinhos e quilombolas. A organização de um seminário acerca deste tema permite um compartilhamento de experiências de pesquisa em diversos contextos brasileiros e enriquece o debate com pesquisadores internacionais que têm se voltado para este tema.
Pioneiro nos trabalhos de arqueologia em terra indígena com abordagens colaborativas e multivocais, o LINTT tem concentrado as pesquisas sobre este tema no Brasil. Sua parceria com o LEIA vem incentivar a formação desta nova linha de pesquisa neste recém-inaugurado laboratório. Neste mesmo sentido, o LEIA vem realizando uma parceria com o LABHIN, Laboratório de História Indígena do departamento de história da Universidade Federal de Santa Catarina. Este último laboratório com uma extensa trajetória de atuação junto às populações indígenas do sul do Brasil, especialmente os Xokleng, Kaingang e Guarani do estado de Santa Catarina.
O estabelecimento destas parcerias, em síntese, visa aprofundar o conhecimento sobre o passado das populações indígenas brasileiras integrando múltiplas e diversas visões em sua construção no presente. Este seminário nos proporcionará refletirmos sobre estas novas abordagens da arqueologia e da história em terras indígenas, proporcionando reflexões comparativas sobre esta construção multivocal do conhecimento.












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Secretaria de Estado de Cultura realiza o 5º Encontro Estadual de Museus de Minas Gerais


A Secretaria de Estado de Cultura, por meio da Superintendência de Museus e Artes Visuais – SUMAV, realiza o 5°Encontro Estadual de Museus de Minas Gerais, que contará com a participação de MARIA IGNEZ MANDOVANI FRANCO, diretora da Expomus - Exposições, Museus, Projeto Culturais, e CRISTINA BRUNO, Professora Titular em Museologia, do Museu de Arquivologia e Etnologia da Universidade de São Paulo, além de outros especialistas do setor.
Com o tema “Plano Museológico”, o evento tem como objetivo apresentar e discutir a importância dessa ferramenta de planejamento para impulsionar a Gestão de Museus e integrar as áreas de funcionamento, tanto no processo de requalificação, quanto no processo de implantação de um museu.
HISTÓRICO – Minas Gerais conta hoje com mais de 320 museus e, a exemplo de outros estados brasileiros, vem trabalhando sistematicamente para consolidar o ‘Sistema Estadual de Museus’. A principal iniciativa nesse sentido é a realização dos ‘Encontros de Museus de Minas Gerais’.
O 1º Encontro, realizado em 2005, teve como principal proposta a criação do ‘Sistema Estadual de Museus de Minas Gerais’. No 2° e 3º Encontros, realizados em 2008 e 2009, respectivamente, as discussões foram orientadas pela análise da minuta do Projeto de Lei de criação do ‘Sistema Estadual de Museus de Minas Gerais’ e a criação de uma comissão responsável pela redação final do projeto de lei e seus encaminhamentos oficiais.
No 4º Encontro, realizado em 2011, que teve como tema ‘Museus: desafios contemporâneos’, foram discutidos os desafios dos museus e sua função na atualidade, com foco no atendimento ao público, nas exposições e pesquisas.
Nos últimos anos, especialmente a partir de 2004, com a criação do ‘Sistema Brasileiro de Museus – SMB’, nota-se uma crescente articulação pela organização, desenvolvimento e valorização das instituições museológicas brasileiras. Duas ações políticas do governo federal no campo museológico, vieram confirmar e fortalecer a importância cultural da grande e diversificada rede de museus espalhada por todo o território nacional: a criação do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) e a instituição da lei que define o Estatuto de Museus.
A programação completa do 5º Encontro Estadual de Museus de Minas Gerais encontra-se disponível aqui e as inscrições podem ser feitas até o dia 23 novembro de 2012, pelo e-mail encontrodemuseus@cultura.mg.gov.br




Inscrições ficam abertas até o dia 23 de novembro

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Ibram abre consulta pública para Programa Nacional de Educação Museal


O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) iniciou consulta pública para a formulação de um Programa Nacional de Educação Museal (PNEM).
 
O objetivo do PNEM é subsidiar a atuação profissional dos educadores de museus, fortalecer o campo profissional e garantir condições mínimas para a realização das práticas educacionais nos museus e em outros espaços culturais.
Servidores e colaboradores do Ibram, além de interessados em geral, podem participar online da elaboração colaborativa do programa, que pretende constituir diretrizes sobre o tema a partir de nove eixos temáticos e de documentos de referência.
O Programa Nacional de Educação Museal será construído em alinhamento com marcos estruturantes e legais dos campos cultural e museal brasileiro, como a Política Nacional de Museus (PNM), o Plano Nacional de Cultura (PNC), o Plano Nacional Setorial de Museus (PNSM) e o Estatuto de Museus – Lei 11.904/2009.
BloguePara que todos os cidadãos possam discutir as propostas de forma ampla, foi criado o Blogue do PNEM. A plataforma virtual dispõe nove fóruns, cada um relacionado a um eixo temático do PNEM, formando igual número de Grupos de Trabalho (GTs).
Os fóruns virtuais serão abertos no dia 26 de novembro e receberão contribuições durante 90 dias a partir de então. O documento final será consolidado em um encontro presencial com a participação de interessados.
Texto: Ascom/Ibram

Palmeirense inaugura museu na região e sofre com risco de queda do time


 
Local com mais de dez mil itens referentes ao Verdão será aberto no domingo, mesmo dia em que time pode retornar à Série B
 
 
 
 
Globo Esporte

Desde que ganhou um pequeno chaveiro do Palmeiras, em 1981, o representante comercial Edson Alexandre Novas não imaginava que um dia lançaria um museu só com coisas vinculadas ao Verdão. São mais de dez mil itens, que vão desde simples ímãs de geladeira até camisas históricas e recortes de jornais desde a fundação, em 1914.

Edson também não imaginava que a inauguração do museu poderia acontecer bem no dia em que o clube poderá cair novamente para a Série B do Campeonato Brasileiro.
Após 30 anos juntando itens do Verdão, alguns que nem o próprio Palmeiras deve ter, o representante comercial, que mora em São José do Rio Preto, inaugura o museu neste domingo, em um churrasco que contará com presenças de estrelas do clube como Ademir da Guia, César Maluco e Leivinha.

No local, haverá um telão para acompanhar o confronto entre Palmeiras e Fluminense, que pode decretar o rebaixamento.

– Eu e vários amigos meus queríamos fazer um evento desse tipo para inaugurar o museu. Começamos a planejar antes do título da Copa do Brasil e quando ganhou, pensamos que seria o momento certo realmente. Mas nunca imaginaríamos que o time iria brigar para não cair – afirmou o palmeirense, hoje com 46 anos.
Em sua casa, Novas conta com um cômodo especialmente feito para receber o museu.

A entrada já mostra como será o local. Uma porta de vidro, desenhada com todos os símbolos do Palmeiras e escrito “Spazio Palestrino”, ou, espaço palestrino. No local, ele tem fotos históricas do clube, de ídolos e todas as camisas do clube desde a fundação, além de modelos de treino e comemorativos. Curiosamente, a ideia de montar o museu começou em 2002, em outro ano triste para os palmeirenses, o do rebaixamento.

– Comecei a pensar no museu mesmo em 2002, mas era uma coisa simples. Eu tinha apenas dois armários com várias coisas do Palmeiras. Com o tempo fui comprando e ganhando de amigos tudo que era relacionado ao clube. Minha ideia inicial era inaugurar em 2009, com o título do Brasileiro que o técnico Muricy Ramalho fez questão de perder.
Daí surgiu a ideia de inaugurar este ano, mas para a nossa tristeza há o risco do rebaixamento – disse.

Raridades

Dentre as relíquias alviverdes, o representante comercial tem recortes de jornais com notícias do Palmeiras desde 1914 até hoje, além de pôsteres com diversos times da história do clube, e não apenas os times campeões. Um dos itens nem mesmo o clube tem: um livro contando o dia a dia do Palmeiras, de 1914 a 1951.

– Esse livro foi um presente de um falecido diretor do Palmeiras e conta a história não só do futebol, mas de vários outros esportes do clube, até de bocha, além dos bailes que eram feitos do clube. Vários diretores do Palmeiras já vieram falar comigo para conseguir o livro, mas não dou e não vendo para ninguém - afirmou.

Um dos xodós do palmeirense em seu acervo é um vinil em comemoração ao cinquentenário do Palmeiras, de 1964, que traz narrações dos jogos importantes do clube, como a campanha do título da Taça Rio de 1951, título considerado como Mundial pelos palmeirenses.

– Acho que esse vinil nem o acervo do Palmeiras deve ter. É uma das peças que mais tenho carinho aqui, dentre outras também. Tem narrações além da Taça Rio de outros jogos importantes contra São Paulo e Santos. É uma peça que, para um palmeirense, não tem preço.

Resignação

Mas se verde é a cor da esperança, não é mais para Novas. O palmeirense fanático já vê o rebaixamento como certo já há um bom tempo, desde a derrota para o Coritiba por 1 a 0, em Araraquara, no mês passado.

– Tirando o lado emotivo, de torcedor, e também o lado da matemática, o Palmeiras caiu quando perdeu para o Coritiba. Era a chance que tínhamos de diminuir a diferença para começar a reação para se livrar da queda. Depois daquele jogo passei a acreditar que o time não tinha mais chances de permanecer na primeira divisão – falou.

E se para ele o Palmeiras não tem mais chance de se livrar da queda, Novas acredita que o Sport e o Bahia devem permanecer, caindo a Portuguesa, além do Palmeiras, Figueirense e Atlético-GO.
– Além de jogar a segunda divisão no ano que vem, o Palmeiras deve jogar uma das piores edições da Série B, porque não haverá nenhum outro clube grande. Os clubes de tradição que estão lá, como Vitória, Atlético-PR e Goiás, vão subir, e em 2013 só haverá o Palmeiras. Por isso devemos priorizar a Libertadores no ano que vem.

Culpados

Para Edson Novas, a culpa maior pela situação do Palmeiras e do possível rebaixamento cabe aos dirigentes. Ele acredita que há pelo menos 10 anos o clube está "jogado às traças". Mas deixa uma parte da responsabilidade ao técnico Luiz Felipe Scolari.

– O Felipão tem uma parcela de culpa, mas não é o maior culpado. O principal culpado é a diretoria, que contrata jogadores que não servem para o Palmeiras, e, além de errar nas contratações, insiste no erro de mantê-las. A direção deveria fazer um contrato com jogadores considerados apostas de seis meses, e, se vingar, prolongar o contrato. Agora temos jogadores ruins no elenco e com contratos de três, quatro anos, que acabam se tornando problema ao clube – disse.

Novas acredita que esta situação faz com que o Palmeiras se torne cada vez menos um clube grande, que, a cada temporada, vai perdendo a credibilidade que conquistou ao longo da história. Para ele, o fato de alguns jogadores optarem por não vestir a camisa do Verdão mostra bem isso - o que, aliás, pode prejudicar a campanha do time na Libertadores do ano que vem.

– Não podemos nos apequenar, nos tornar, com todo respeito, uma Portuguesa. Nos últimos anos tivemos vários jogadores, como Thiago Neves, Carlinhos Bala, Ronaldinho Gaúcho e, recentemente, o Alex, que preferiram não vir para o Palmeiras. Isso mostra que tem algo errado no clube. Por isso acho que não teremos um elenco muito bom na Libertadores e não devemos passar da primeira fase.

E se o Palmeiras não quiser se apequenar cada vez mais, segundo Novas, é preciso uma reformulação completa na diretoria e também no próprio elenco. Jogadores como Márcio Araújo, Maurício Ramos, João Vítor, Obina, Betinho e Juninho, para ele, não têm condições de vestir a camisa palmeirense.

– Os diretores têm de ter coração palmeirense, mas também ter conhecimento para administrar. Se você for para várias cidades grandes do Estado de São Paulo você vai encontrar uma loja e uma escolinha oficial do Corinthians, do São Paulo e de outros clubes. Mas gostaria de saber da diretoria por que não temos nada disso do Palmeiras. Isso traz receita e torcedores para o clube. No ano que vem, teremos uma das arenas mais modernas do mundo com um time na Série B. É lamentável.

fonte:
http://www.regiaonoroeste.com/portal/materias.php?id=42424

Novembro está pródigo de estripulias criativas, prenunciando um final de ano de grandes realizações

 Caros Amigos e Colegas,

- Segunda 12 teremos a sétima edição de "Conexões Criativas" (em anexo), trazendo um debate que atiça os ânimos de 10 dentre 10 brasileiros: o legado dos grandes eventos para a criatividade e a cultura das cidades sede. Na pauta, Londres 2012 e a Copa da Alemanha serão revisitados por dois especialistas internacionais de primeira, sob a mediação do sempre preciso Caio Luiz de Carvalho e apresentação desta que vos ecreve. No Theatro São Pedro/SP, às 19h30, com entrada franca.

- Na terça 13, às 19h, o renomado Club Transatlântico trará à tona o estado da arte e os desafios da economia criativa (em anexo). Do debate participaremos Tom Fleming, colega do pool de peritos da UNESCO, eu e os 70 presentes que esperamos para esquentar a discussão. Entrada franca (http://www.ct-sp.com/economiacriativa).

- Na sexta 16 será a vez de garimparmos sinergias com os colegas criativos da chilena Valparaíso, no tradicional encontro Follow Quinta(http://www.followquinta.cl).

-  Na terça 21 o Consulado da Holanda em São Paulo oferecerá um prato cheio para designers, arquitetos e urbanistas: uma mesa com seis peritos holandeses e brasileiros, do calibre de Ton Venhoeven e Gisela Schulzinger, que terei o prazer de moderar. Das 13h30 às 15h30, na FAAP, catraca livre.

- Atendendo a pedidos, o SEBRAE Bahia e a Garimpo porão em marcha 11 oficinas sobre economia criativa e cidades criativas, destinadas a atiçar a já agitada criatividade baiana. Começaremos por Feira de Santana (23) e Santo Antônio de Jesus (24). O link para inscrições estará emhttp://www.garimpodesolucoes.com.br

- A última palestra do mês será no encontro da Organização dos Estados Iberoamericanos, em Cuenca, (http://www.campuseuroamericano.org/programa). Notícias fresquinhas serão compartilhadas, como sempre, na página Facebook da Garimpo de Soluções e nohttp://www.criaticidades.com.br

- Já no artigo do mês no Canal RH, o tema é a formação de ambientes criativos: http://www.canalrh.com.br
E aguardem! Ainda esta semana compartilharemos algo em que os garimpeiros vêm trabalhando há meses! 

Abraços e até já,
Ana Carla Fonseca