quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Museu Lasar Segall promove Projeto Intervenções e convida artistas contemporâneos para expor obras inéditas nos jardins da instituição

O Museu Lasar Segall, (IBRAM–MinC), promove, desde 2011, o projeto Intervenções, com curadoria deJorge Schwartz e de Marcelo Monzani. O projeto apresenta artistas contemporâneos, com obras inéditas, no espaço interno (jardim) do Museu Lasar Segall. Trata-se de intervenções artísticas que têm propiciado ao público a oportunidade de refletir sobre as relações entre espaço arquitetônico, espaço público e artes visuais.

Na sexta edição a artista convidada é Marilá Dardot. Seu projeto consiste em escrever o verso “Para aprender da pedra, frequentá-la”, sobre o piso de pedras portuguesas do jardim. Este verso faz parte do poema “A educação pela pedra” (1955), de João Cabral de Melo Neto, e as letras serão construídas com o mesmo tipo de pedras e rejuntes de cimento, criando um verso em relevo no piso do jardim. Forma e conteúdo se fundem na pedra sobre a pedra.

Dardot afirma que: a estratégia de trabalhar com letras que de alguma maneira se fundem ao chão já aparece no meu trabalho “Porque as palavras estão por toda parte” (2008), que também materializava no espaço uma frase retirada do livro “Os detetives selvagens”, do escritor chileno Roberto Bolaño.

No histórico do projeto a primeira convidada foi a escultora e ceramista Lygia Reinach, e segundo ela,“além do orgulho de ser convidada a inaugurar o projeto num espaço digno e inusitado, considero a iniciativa ousada, e não duvido que Segall aplaudiria”. A artista apresentou duas esculturas, uma em cerâmica e água, e outra de aço corten, de aproximadamente 2 metros de altura.

Na segunda edição foi a vez de Regina Silveira retomar um tema que lhe é caro: a luz. Ela criou a obraGlossário, instalação em vinil adesivo aplicado na estrutura de vidro e metal que cobre os jardins do museu com a palavra “luz” repetida em diferentes tipologias, favorecendo reflexos e efeitos diversos.

O artista plástico espanhol José Manuel Ballester, terceiro convidado do projeto, apresentou Arquitetura e Simulacros, um trabalho de deslocamento arquitetônico. A partir de fotografias de grandes proporções da janela do atelier de Lasar Segall (1891-1957) instaladas nas paredes dos jardins externos da casa modernista que abriga o museu, a intervenção de Ballester criou uma ilusão de ótica. Esta foto foi colocada em caráter permanente dentro do atelier de gravura de Segall.

Na quarta edição a artista Mônica Nador inspirou-se em uma xilogravura de Segall, Cabeça de Negro, 1929, e desenvolveu uma justaposição de imagem com um autorretrato, realizado em 2004, por um morador da periferia de São Paulo, participante do projeto Jardim Miriam Arte Clube (JAMAC). Tempos distintos em diálogo marcam as diferenças da desigualdade e da beleza.

A última edição do projeto, a quinta, contou com o trabalho da artista Edith Derdyk, com a obra Alçapão, que propunha uma leitura enigmática do espaço arquitetônico, abrindo, simbolicamente, outras paragens e passagens secretas, talvez num desejo de acionar mananciais necessários para a sobrevivência da arte e os lugares em que habita – uma casa, um ateliê, um museu.

Serviço:

Projeto Intervenções VI – A educação pela pedra

Artista convidada: Marilá Dardot

Curadoria: Jorge Schwartz e Marcelo Monzani

Período: 24 de novembro de 2012 a 24 de fevereiro de 2013

Horário: Diariamente, das 11h00 às 19h00. Fechado às terças-feiras

Endereço: Rua Berta, 111 – Vila Mariana – Tel: 11 5574. 7322 – Fax: 11 5572.3586

Site: www.museusegall.org.br

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Mais informações:

Selene Cunha – e-mail selene@mls.gov.br Tel. (11) 5574.7322 / 9478.9567
Assessora de Comunicação Museu Lasar Segall – IBRAM / MinC

Museu Lasar Segall – Idealizado por Jenny Klabin Segall – viúva de Lasar Segall –, foi criado em 1967 por Mauricio Segall e Oscar Klabin Segall, filhos do artista. Hoje, ele integra o Instituto Brasileiro de Museus – IBRAM, do Ministério da Cultura, como unidade especial. Seu principal objetivo é conservar, pesquisar e divulgar a obra de Lasar Segall. Com um acervo de 3.000 trabalhos do artista, constitui-se em um atuante centro de atividades culturais, nas áreas de Gravura, Fotografia, Criação Literária, além de abrigar uma biblioteca especializada em Teatro, Ópera, Dança, Cinema, Fotografia, Rádio e Televisão e extensa documentação sobre a vida e a obra de Lasar Segall. O Museu conta ainda com uma sala de cinema de 92 lugares, o Cine Segall, onde são exibidos filmes do circuito de São Paulo.

fonte:
http://www.cultura.gov.br/site/2012/11/13/museu-lasar-segall-promove-projeto-intervencoes-e-convida-artistas-contemporaneos-para-expor-obras-ineditas-nos-jardins-da-instituicao/

À procura de museus? Confira lista de opções para visitar em Manaus

Na capital amazonense, os acervos vão da cultura indígena até as descobertas tecnológicas.


MANAUS – Por infinitas razões, o homem coleciona objetos e lhes atribui valor – seja afetivo, cultural ou simplesmente material. Os museus tiveram origem neste hábito do colecionismo, que existe desde a Antiguidade. Embora tenham conceito de preservação histórica, eles também são opções de entretenimento. Na capital amazonense, os acervos vão da cultura indígena até as descobertas tecnológicas, passando por objetos históricos. Para você que quer uma opção diferente neste feriado, o portalamazonia.com preparou uma lista com os mais conhecidos museus de Manaus. Confira:






Fundadores da TV Amazonas: Milton Cordeiro, Phelippe Daou e Luís Margarido. Foto: Divulgação/ Acervo

Museu da Rede Amazônica

Local: Praça Francisco Pereira da Silva, 149 – Distrito Industrial
E-mail:museu.icram@redeamazonica.com.br
Telefone: (092) 3216-3084
Horário: Segunda a sexta de 8h às 18h

Histórico

Fundado em 18 de abril de 2002, o Museu Rede Amazônica preserva a história da Rede Amazônica (inaugurada em 1972) e de seus fundadores: Phelippe Daou, Miltom Cordeiro e Joaquim Margarido. No local, encontram-se expostos os primeiros equipamentos importados para a antiga Rádio TV do Amazonas.

Acervo: Equipamentos, roupas de época e livros sobre comunicação.

Museu do Homem do Norte

Local: Rua Quintino Bocaiuva, 626 – Centro
Telefone: (92) 3633-1074
Horário: Segunda a sexta das 9h às 17h.

Histórico

Fundado em 13 de março de 1985, o museu é mantido pela Fundação Joaquim Nabuco e possui um acervo dando ênfase a vida do homem na região Norte do Brasil. O foco é o modo de vida, usos e costumes presentes na cultura e as atividades econômicas principais da Amazônia como a juta, borracha, castanha, pesca e guaraná com destaque para produtos típicos da região.

Acervo: O museu contém também fotografias, maquetes e miniaturas. O museu é antropológico e didático.

Museu do Seringal Vila Paraíso

Local: Igarapé São João – Afluente do Igarapé do Tarumã Mirim (Zona Rural).
Acesso: Somente por via fluvial (barco: De 25 a 30minutos)
Telefone/Fax: (92) 3234-8755
E-mail: demus@culturamazonas.am.gov.br
Horário: De terça a domingo, das 08h às 16h.

Histórico

Este museu é resultado do pólo de cinema do Amazonas. O local atrai visitantes que desejam conhecer de perto o modo de ser e viver do homem do seringal, conduzindo os visitantes aos tempos áureos do Ciclo da Borracha.

Acervo: É formado por ambientações da época do ciclo da borracha. Móveis e utensílios testemunham a riqueza dos seringais, quando a borracha estava no auge de sua valorização econômica.


Museu do Seringal Vila Paraíso. Foto: Soraia Magalhães

Museu de Minerais e Rochas Geólogo Carlos Isotta

Local: Av. André Araújo, 2150 – Aleixo
Fone (92) 3644-2799
Horário: Segunda a Sexta, das 8h às12h e das 14h às 18h.

Histórico

O Museu foi inaugurado no dia 13 maio de 1982 e deve seu nome ao reconhecimento do trabalho do Geólogo Carlos Isotta. O acervo reúne coleções de minerais e rochas adquiridos por meio de doações de companhias de mineração, geólogos e particulares.

Acervo: Peças Arqueológicas.


Museu Numismática Bernardo Ramos – Foto: Divulgação

Museu Numismática Bernardo Ramos

Local: Praça Heliodoro Balbi, s/n – Centro
Telefone: (92) 622-8387 Ramal: 201
Horário: Terça e quarta de 09h às 17h ou sexta e sábado das 09h às 19h. Nos domingos, o museu funciona das 16h às 20h.

Histórico

Criado em 30 de novembro de 1900, o Museu de Numismática foi reinstalado no prédio da Vila Ninita em novembro de 2000 e, a partir de 2009 passou para sua nova sede no Palacete Provincial.

Acervo: As obras estão em duas salas com exposições permanentes acondicionadas em 74 vitrines. As peças pertecencem às Idades Antiga, Média e Contemporânea, além disso, é constituída por moedas, cédulas, medalhas e condecorações nacionais e internacionais.

Museu Moacir Andrade

Local: Rua Visconde de Porto Alegre, nº 270 – Centro
Telefone: (92) 3621-6714
Horário: Segunda a sexta de 8h às 11h e de 14h às 17h.

Histórico

O Museu Moacir Andrade foi criado em 27 de maio de 1994, pelo Dr. Raimundo Luiz de Salles Teixeira (1991-1995). O local incorporou para si a Sala Memória, uma homenagem ao ex-aluno e ex-professor de arte Moacir Andrade.

Acervo: Telas, fotos, livros e correspondências com personalidades da arte mundial.


Bosque da Ciência – Foto: Divulgação

Bosque da Ciência

Local: Av. André Araújo, 2.936 – Petrópolis Telefone: (92) 3643-3192 ou 3643-3312 Horário: Terça à sexta das 9h às 12h e das 14h às 17h.Aos Sábados, domingos e feriados das 9h às 16h.

Histórico

Inaugurado em 1º de abril de 1995 como parte das comemorações do 40º aniversário do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA. Concretizou-se, assim, um antigo sonho de abrir as portas do Instituto ao público.

O Bosque da Ciência é uma área de aproximadamente 13 hectares, localizado na zona Central – Leste de Manaus. Projetado e estruturado para fomentar e promover o desenvolvimento do programa de Difusão Científica e de Educação Ambiental do INPA, e preservação dos aspectos da biodiversidade existente no local.

Entre os seus objetivos pretende oferecer à população uma nova opção de lazer com caráter sócio-científico e cultural, bem como, propiciar aos visitantes interesse pelo meio ambiente, atrativos turísticos e entretenimento.

Acervo: O museu reúne árvores centenárias, tanques de peixe-boi, animais, acervo de orquídeas, trilhas educativas.

Museu de Arqueologia

Local: Praça Heliodoro Balbi, s/n – Centro
Telefone: (92) 3635-5832/3622-8387
E-mail: arqueologia@culturamazonas.am.gov.br
Horário: Terça e Quarta de 09h às 17h ou Sexta e Sábado das 09h às 19h. Nos domingos o museu funciona das 16h às 20h.

Histórico

Criado em 2009 e é composto por diversos cenários que situam a questão Arqueológica na Amazônia, região densamente ocupada, nos tempos pré-históricos, por populações que chegaram a níveis elevados de complexidade social.

Acervo: Peças e fragmentos arqueológicos.

Museu Casa Eduardo Ribeiro

Local: Rua José Clemente, 322 – Centro Histórico de Manaus
Telefone: (92) 3234-8755
E-mail: mceribeiro@culturamazonas.am.gov.br
Horário: Terça a Sábado das 09h às 17h. Aos domingos das 16h às 20h.

Histórico

Inaugurado em 18 de março de 2010, o Museu Casa Eduardo Ribeiro, recupera a história pessoal, militar e administrativa do maranhense, considerado o grande transformador da capital amazonense. Foi adquirido por particulares depois de sua morte e pelo Governo da União Federal. Em 1961 e em 2002 foi cedido ao Estado por meio de comodato, através da Secretaria de Estado de Cultura. A intenção era específica de recuperação da memória da cidade e da história da medicina.

Está localizado em uma área de interesse de preservação, no Centro Histórico de Manaus. Possui uma exposição permanente de mobiliário residencial de época, objetos de uso pessoal e de arte que procuram recriar o modo de vida do final do século XIX e início do século XX, época em que viveu Eduardo Gonçalves Ribeiro. As salas e aposentos tomam o nome de fatos e personagens considerados relevantes na vida do ex-governador e seus antigos proprietários.

Na mesma casa está instalada a sede da Academia Amazonense de Medicina, fundada em 1980. No lugar, podem ser encontradas informações sobre a história da medicina no Amazonas, disponibilizadas em linguagem digital.


Museu Casa Eduardo Ribeiro. Foto: Divulgação/ SEC-AM

Acervo

Constituído por móveis e utensílios típicos de uma residência particular de alto nível conforme os padrões dos anos 1890/1900 da cidade de Manaus. As peças foram reconstituídas com base referencial no arrolamento de bens do ex-governador Eduardo Gonçalves Ribeiro, em 1900, e o edital de leilão em hasta pública dos móveis originais. Entre eles, objetos de uso pessoal, equipamento de trabalho, vestuário e lazer. Acervo textual, documentos digitalizados de caráter pessoal e profissional.

Teatro Amazonas

Local: Praça São Sebastião, s/nº – Centro
E-mail: teatroamazonas@culturamazonas.am.gov.br
Telefone: (92) 3622-1880 / 3622-2420 Horário: Segunda a sábado de 9h às 17h.

Histórico

Administrado pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura, teve sua construção inicial em 1882, e foi inaugurado em 31 de dezembro de 1896, no auge do ciclo econômico da borracha, na administração do governador Fileto Pires Ferreira. É o principal patrimônio cultural arquitetônico do Amazonas.

O Pano de Boca foi pintado por Crispim do Amaral e a decoração do Salão Nobre executada pelo italiano Domenico de Angelis. Tombado como patrimônio histórico em 28 de novembro de 1966, este prédio tem capacidade para 701 pessoas na platéia e nos andares de camarote.

Após restauração realizada em 1990 pelo Governo do Estado, retomou seu apogeu com a realização do Festival Amazonas de Ópera e com a apresentação em seu palco de espetáculos clássicos e populares de dança, música e teatro de artistas locais, nacionais e internacionais.

Promove visitas guiadas e teatralizadas para turistas e comunidades, com personagens de época revendo fatos importantes de sua história.


Teatro Amazonas, ícone da cultura amazonense. Foto: Divulgação/Secretaria de Cultura

Centro Cultural Luso-Brasileiro

Local: Rua Ferreira Pena, nº 37, Centro
E-mail: luso_club@yahoo.com.br
Horário: Segunda a sexta, 08h às 12h e 14h às 17h; sábado, 8h às 12h.

Histórico

O complexo compreende o Museu Ivan Ferreira Valente, que expõe peças do tradicional Luso Sporting Club datadas do início do Século XX; e o Museu Fernando Ferreira da Cruz, que registra a história da Real e Benemérita Sociedade Portuguesa Beneficente do Amazonas, fundadora e administradora do antigo Hospital Português.

Acervo: Artesanato português, exposição com trajes típicos portugueses e peças de porcelana.


Museu da Imagem e do Som – Foto: Divulgação

Museu da Imagem e do Som do Amazonas (MISAM)

Local: Praça Heliodoro Balbi, s/n – Centro Telefone/Fax: (92) 3233-3677 PABX (92) E-mail: misam@culturamazonas.am.gov.brHorário: Terça e Quarta de 09h às 17h ou Sexta e Sábado das 09h às 19h. Nos domingos o museu funciona das 16h às 20h.

Histórico

Criado em 2000, o museu tem por objetivo pesquisar, coletar, conservar, divulgar e popularizar acervos de imagens, áudio e vídeo relativos a Amazônia por meio da imagem, do áudio e do vídeo. Todo o acervo é restrito a pesquisa in loco, não podendo ser reproduzido ou emprestado.

Acervo: Cerca de 245.000 peças.

Museu do Índio

Local: Rua Duque de Caxias,356 – Praça 14 de Janeiro
Telefone: 3635-1922 / 3234-1422
Horário: De Segunda a Sexta das 8h30 h às 11h30 e das 14h às 16h30. Aos sábados das 8h30 às 11h30.

Histórico

O Museu do índio foi fundado em 1952 pela madre Mazzone. A admiração da freira das Missões Salesianas pelos utensílios e artesanato indígena quando viajava pelo Alto Rio Negro, próximo ao Pico da Neblina, fez com que esta idealizasse a criação do Museu.

O acervo do museu foi totalmente adquirido nas Missões Salesiana junto as tribos dos índios: Tukano, Yanomani, Wanana, Kobevva, Tariano, Desse e Macu. Os materiais expostos são diversos: utensílios domésticos, armas de caça e guerra adornos ornamentais e rituais, animais empalhados e artesanatos já aculturado, distribuídos em seis salas. Possui um acervo de 3mil peças. Nas salas também estão expostos os materiais utilizados nas diferentes utilidades domésticas (trabalhos feitos pelas mulheres ou pelos homens.

Também se encontram modelos de malocas dos Yanomami. O Museu contém uma loja de artesanato onde se pode comprar alguns produtos indígenas, principalmente cerâmica e objetos de cipó.

Acervo: Mantido pela Congregação das Irmãs Salesianas, o acervo do Museu do Índio, em Manaus, é constituído por utensílios domésticos, armas e adornos das tribos indígenas do alto rio Negro.


Museu do Índio em Manaus. Foto: Divulgação

Museu Tiradentes

Local: Praça Heliodoro Balbi, s/n – Centro
Telefone: (92) 3622-8387
Email: museu-tiradentes@culturamazonas.am.gov.br
Horário: Terça e Quarta de 09h às 17h ou Sexta e Sábado das 09h às 19h. Aos domingos o museu funciona das 16h às 20h.

Histórico

Organizado e inaugurado em 1984, por iniciativa do então Comandante Geral da PM Coronel Élcio Motta, sob a orientação técnica da Fundação Joaquim Nabuco coordenada no Amazonas pelo Dr. Robério Braga. Sua primeira sede foi um salão no térreo do Comando Geral da PM na Praça Heliodoro Balbi. Em 2009, o museu é reinstalado e seu antigo local, hoje denominado – Palacete Provincial.

Acervo: Constituído por dezenas de objetos como: armas antigas, equipamentos do Corpo de Bombeiros, uniformes, distintivos e conderações, documentos, fotografias e outros.

Pinacoteca do Estado

Local: Praça Heliodoro Balbi, s/n – Centro
Telefone: (92) 3622-8387
E-mail: pinacoteca@culturamazonas.am.gov.br
Horário: Terça e Quarta de 09h às 17h ou Sexta e Sábado das 09h às 19h. Nos domingos o museu funciona das 16h às 20h.

Histórico

A Pinacoteca reúne acervo de artes visuais e iconográficas. As obras foram restauradas pelo Atelier de Restauro de Obras de Arte da SEC. Em 2009, foi instalado no Palacete Provincial. Seu acervo oferece um panorama abrangente da produção artística brasileira do século XX, ilustrado sobre tudo, com obras dos grandes artistas amazonenses.

Acervo: 1Possui cerca de 1mil obras de arte.


Museu Amazônico. Foto: Divulgação

Museu Amazônico

Local: Rua Ramos Ferreira, 1036, Centro
Telefone: (92) 3305-5200 – Fax: (92) 3305-5214
E-mail: museuamazonico@ufam.edu.br
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h.

Histórico

O Museu Amazônico é um órgão público suplementar da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), e atua no apoio à pesquisa, ao ensino e à extensão em áreas fundamentais para o conhecimento da Amazônia e de suas culturas. Foi criado em 1975, implementado em 1989 e inaugurado em 1991. O Museu está localizado na Rua Ramos Ferreira, 1036, no Centro Histórico de Manaus.

Acervo: Documental, etnográfico e arqueológico
Museu da Amazônia – Um museu vivo

Que segredos escondem as águas do rio Negro? Que constelações as diversas etnias indígenasamazônicas identificam no céu? Como um mosquito vê a floresta ao seu redor? Seria possível “enxergar” o ar que se move entre a copa das árvores?

A complexidade e diversidade social e biológica da Amazônia suscitam uma série de perguntas. Para algumas, as respostas já existem. Para outras, elas ainda precisam ser descobertas.Embarcar nessa aventura, de imaginar perguntas e buscar respostas, é o que propõe o Musa – Museu da Amazônia.


Tenda de exposições do Museu da Amazônia. Foto: Divulgação/Musa

Histórico

Criado em janeiro de 2009, o Musa ocupa 100 hectares da Reserva Adolfo Ducke, em Manaus, uma área de floresta de terra-firme nativa que há mais de 30 anos vem sendo estudada por cientistas. Os resultados dessas pesquisas, reunidos em catálogos sobre temas como plantas, pássaros e rãs, são o ponto de partida do acervo do museu.

Possui uma plataforma elevada coberta por uma tenda de 80 metros de comprimento. A estrutura abriga um anfiteatro, salas para palestras e exibição de vídeos, banheiros e praça de alimentação. Cruzando seus dois andares, haverá um aquário de 800 mil litros no qual estarão expostos peixes da Amazônia, como o pirarucu, o poraquê e o jaraqui.

Tem ainda trilhas e torres de observação dentro da floresta e exposições temáticas.


fonte:
http://www.portalamazonia.com.br/cultura/variedades/a-procura-de-museus-confira-lista-de-opcoes-para-visitar-em-manaus/

Museus universitários vão discutir produção de conhecimentos científicos e culturais



O Museu Rondon da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) participará do I Seminário Produção de conhecimentos em Museus Universitários no Brasil, nos dias 27 a 30 de novembro, em Manaus (AM). Promovido pelo Museu Amazônico da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), o evento tem o objetivo de fomentar uma reflexão interdisciplinar, entre profissionais que trabalham em museus universitários do Brasil, sobre a produção de conhecimentos científicos e culturais nas instituições de ensino superior. 


Para o supervisor do Museu Rondon, Paulo Delgado, o seminário é uma oportunidade de divulgar a UMFT, as ações e os projetos que o Museu Rondon e Departamento de Antropologia realizam. “Uma destas ações é o projeto de mestrado em Antropologia que está em gestação”, diz ele. “A troca de experiência entre instituições museológicas poderá muito contribuir para alavancar nossas ações voltadas ao ensino, pesquisa e extensão,” afirma.

Da UFMT, vão participar do seminário os professores Paulo Delgado, supervisor do Museu Rondon, e Sônia Regina Lourenço, chefe departamento de Antropologia, com o apoio da Pró-reitoria de Planejamento (Proplan).
Durante o evento, serão apresentadas e discutidas experiências de profissionais dos seguintes museus universitários: Museu de Arqueologia de Xingó , da Universidade Federal de Sergipe (UFS); Museu de Arqueologia e Etnologia, da Universidade Federal da Bahia (UFBA); Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP); Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR); Museu de Arqueologia e Etnologia da USP; Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (UFG); Museu Rondon da UFMT; Museu Câmara Cascudo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore da Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de Santa Catarina (UFSC) e da Rede de Museus e Espaços de Ciências e Cultura da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Para mais informações, entrar em contato com a secretaria do Museu Amazônico/UFAM através do e-mailmuseuamazonico@ufam.edu.br ou pelo telefone (92) 3305 5200.

Confira a programação do evento.
27 de novembro
14h30 -15h: abertura oficial do seminário com apresentação dos organizadores
15h -16h: conferência de abertura: Trajetória dos museus universitários no Brasil como produtores de conhecimentos científicos e culturais: o que mudou?
16h - 17h: confraternização de abertura

28 de novembro
9h - 12h: mesa-redonda: Quais conhecimentos produzimos nos museus universitários e com quais objetivos?
12h - 13h30: almoço
13h30 - 16h30: apresentações sistematizadas das experiências dos museus
universitários participantes sobre o tema da mesa-redonda

29 de novembro
9h -12h: mesa-redonda: Quem produz conhecimentos nos museus
universitários e com quais metodologias?
12h -13h30: almoço
13h30 -16h30: apresentações sistematizadas das experiências dos museus universitários participantes sobre o tema da mesa-redonda.

30 de novembro
9h -12h: mesa-redonda: Museus universitários com novas perspectivas: a produção científica e cultural dos museus nas universidades e sua responsabilidade social na formação da sociedade civil.
12h -13h30: almoço
13h30 -16h30: apresentações sistematizadas das experiências dos museus universitários participantes sobre o tema da mesa-redonda
17h -18h: encerramento

fonte:
http://www.ufmt.br/ufmt/site/noticia/visualizar/9005/cuiaba