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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

I SALÃO DA LITERATURA DE CORDEL


IV ANIVERSÁRIO DA CARAVANA DE CORDEL
I SALÃO DA LITERATURA DE CORDEL
.Feira de Cordel & Exposição de Xilogravura.
.Cordelistas & Repentistas.
.Sarau literomusical.
.Oficinas & Palestras.
Memorial da América Latina
06, 07 e 08 de Dezembro de 2012
Programação – Biblioteca Latino-Americana
Quinta-feira – 06 de dezembro de 2012, às 19h
Abertura solene
  • Homenagem ao Centenário de Luiz Gonzaga – Sarau literomusical
  • Venda & Compra de Livros, Folhetos, Camisetas e Xilogravuras.
  • Exposição de Xilogravura – Matrizes & Cópias.
  • Exposição de painéis & capas de folhetos.
Sexta-feira – 07 de dezembro de 2012
A partir da 10h
  • Salão da Literatura de Cordel.
  • Exposição de Painéis & capas de folhetos.
  • Exposição de Xilogravura – Matrizes & Cópias.
  • Palestra “A influência do cordel na literatura infanto-juvenil” – Prof. Fábio Sombra.
A partir das 15h
  • Venda & Compra de Livros, Folhetos, Camisetas e Xilogravuras
  • Palestra “Ilustração no cordel: da capa cega à policromia” – Prof. Marco Haurélio
Sábado – 08 de dezembro de 2012
A partir das 10h
  • Salão da Literatura de Cordel.
  • Exposição de painéis & Capas de Folhetos.
  • Exposição de Xilogravura – Matrizes & Cópias.
A partir das 15h
  • Venda & Compra de Livros, Folhetos, Camisetas e Xilogravuras
Às 10h e 15h
  • Palestra “Cinema e cordel” – Prof. Aderaldo Luciano
Às 18h
  • Aniversário da Caravana do Cordel – Apresentação Literomusical
Às 20h
Show de encerramento: Moraes Moreira
“Moraes Pé de Serra”
Praça Cívica do Memorial
TODA A PROGRAMAÇÃO COM ENTRADA FRANCA (não é necessária inscrição prévia)


Divisão de Produção de Eventos
Centro Brasileiro de Estudos da América Latina - CBEAL
Fundação Memorial da América Latina
Tel.: (55-11) 3823-4780 / Fax.: (55-11) 3823-4798
email: eventoscbeal@memorial.sp.gov.br

Inaugurado Museu do Plantio Direto em Mauá da Serra no Paraná

O secretário da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, Norberto Ortigara, participou no dia 23 de novembro de 2012 da inauguração do Museu do plantio direto, em Mauá da Serra, no Norte do Estado. O espaço guarda as primeiras máquinas e implementos agrícolas usados no sistema que mudou a história da região e serviu de exemplo para a agricultura no Brasil. O governo do Estado apoiou a construção.
O Paraná foi pioneiro no País na adoção da técnica que recomenda o plantio de lavoura na palha da cultura anterior para evitar a erosão e a perda da fertilidade do solo. "Hoje, praticamente 100% dos grãos produzidos no Estado, principalmente soja e milho, são cultivados com a técnica do plantio direto", informou Ortigara.

Para o secretário, o Paraná não seria o que é, com um eficiente desempenho agrícola, se não fosse essa invenção trazida dos Estados Unidos pelo pioneiro Herbert Bartz, de Rolândia. Graças a essa técnica, o Paraná ganhou de volta a fertilidade de seu solo. "Felizmente tomamos consciência da necessidade de praticar uma agricultura mais sustentável, que trouxe muitas vantagens", disse.

Ortigara citou um dos principais benefícios. "É a possibilidade do cultivo de uma segunda safra de milho, a safrinha, que hoje virou um safrão", ressaltou. O secretário lembrou que a técnica também beneficiou o Brasil com a expansão do cultivo de grãos na região do Cerrado, nos estados do Mato Grosso, Tocantins e Goiás.

A técnica do plantio direto enfrentou desafios no início, como a falta de máquinas apropriadas e a carência de técnicas para vencer o mato. Os problemas foram sendo resolvidos graças ao Instituto Agronômico do Paraná (Iapar). Hoje, a técnica ocupa 5 milhões de hectares agricultáveis no Paraná. No mundo, estima-se que esteja presente em 100 milhões de hectares.

No início da década de 70, a colônia japonesa que plantava batatas em Mauá da Serra estava desolada com os prejuízos causados pela erosão. A chuva sobre o solo descoberto levava insumos e material fértil para dentro dos rios. As famílias de pioneiros recorreram à ajuda do pioneiro Bartz.

Assim, a colônia tornou-se a primeira comunidade a implantar, de forma coletiva, o Sistema plantio direto. Daí, a iniciativa da construção do museu capitaneada pelo Grupo de Desenvolvimento de Tecnologias e pela Associação Cultura e Esportiva de Mauá.

fonte:
http://www.agrosoft.org.br/agropag/223615.htm

Exposição Brazilian Nature abre na Baviera

Agência FAPESP – Pela quinta vez na Alemanha desde 2008, a mostra Brazilian Nature – Mystery and Destiny será aberta ao público no próximo dia 4 de dezembro, às 18h, na Biblioteca da Universidade Católica de Eichstätt-Ingolstadt, em Eichstätt, no estado da Baviera.

Resultado de uma parceria entre a FAPESP e o Museu Botânico de Berlim, a exposição mostra o trabalho de documentação feito por Carl Friedrich Philipp von Martius (1794-1868), reunido na obra Flora brasiliensis, que 171 anos depois da publicação de seu primeiro volume permanece como o mais completo levantamento da flora brasileira.

O trabalho do naturalista alemão deu origem também ao projeto Flora Brasiliensis On-line e Revisitada, que inclui a atualização da nomenclatura utilizada no trabalho original de Martius e a inclusão de espécies descritas depois de sua publicação, com novas informações e ilustrações recentes.

A exposição apresenta também uma comparação das imagens produzidas no século 19 com fotografias atuais de plantas e biomas, além de retratar alguns dos resultados de pesquisas realizadas no âmbito do projeto Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo e do programa BIOTA-FAPESP, que reúne pesquisas sobre caracterização, conservação, recuperação e uso da biodiversidade do Estado de São Paulo.

Concebida com base nos dados provenientes desses três projetos, todos apoiados pela FAPESP, a exposição é composta por 37 painéis, com reproduções de imagens e ilustrações e textos explicativos.
Desde 2008, a mostra já foi vista em Berlim, Bremen, Leipizig e, em fevereiro deste ano, no Museu da Universidade de Heidelberg. Na América do Norte, a exposição já circulou por Toronto (Canadá), Washington, Cambridge e Morgantown (Estados Unidos) e está programada para ser exibida também na Espanha, nas cidades de Salamanca e Madri.

Exposição resultante de pesquisas
O projeto Flora Brasiliensis On-line e Revisitada, que corresponde à primeira parte da exposição, representa uma continuidade do trabalho de Martius, que teve seu último volume publicado em 1906, depois da morte do autor.

Em 2006, o projeto disponibilizou na internet a versão integral da obra de Martius, com 10.207 páginas com os textos das descrições das quase 23 mil espécies e as quase 4 mil ilustrações.  O Flora Brasiliensis On-line e Revisitada inclui a atualização da nomenclatura utilizada no trabalho original de Martius e a inclusão de espécies descritas depois de sua publicação, com novas informações e ilustrações recentes.

O trabalho foi financiado por uma parceria entre FAPESP, Fundação Vitae e Natura Cosméticos e executado pelo Centro de Referência em Informação Ambiental (Cria), pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e pelo Jardim Botânico de Missouri, nos Estados Unidos. O Flora Brasiliensis On-line está disponível em http://florabrasiliensis.cria.org.br

A segunda parte da exposição remete ao projeto Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo, iniciado em 1993 e que listou cerca de 8 mil espécies de fanerógamas, como são chamadas as plantas com flores, que representam 80% da flora paulista.

O projeto reuniu mais de 200 pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Estadual Paulista (Unesp), da Unicamp, dos institutos Botânico, Florestal e Agronômico e do Departamento de Parques e Áreas Verdes da cidade de São Paulo. Também contribuíram pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), de outros estados brasileiros e de outros países.

O terceiro elemento da exposição ultrapassa os limites da botânica e aborda a biodiversidade de forma mais geral, correspondendo ao programa BIOTA-FAPESP, que resultou na identificação e descrição de 500 novas espécies de plantas e animais e no registro de informações sobre mais de 12 mil espécies e bancos de dados com o conteúdo de 35 coleções biológicas. Os resultados do programa BIOTA-FAPESP têm sido aplicados como instrumento de preservação ambiental no Estado de São Paulo.

A exposição, que conta com o apoio do Instituto de Estudos Latino-Americanos da Universidade Católica de Eichstätt-Ingolstadt e será aberta pelo reitor da universidade, Dr. Richard Schenk, poderá ser visitada pelo público até 8 de fevereiro de 2013.

Os painéis digitalizados da exposição podem ser vistos, com legendas em português, inglês e alemão, no endereço: www.fapesp.br/publicacoes/braziliannature 

Museus locais é tema de livro

O livro “Museus do Amazonas”, primeira obra da cientista social e mestra em sociologia Rila Arruda, em parceria com Maralina Pinto, será lançado nesta sexta-feira (30) às 19h no Museu Amazônico como um marco: será a primeira publicação a abordar e, de certa forma catalogar, todos os museus do Amazonas desde a inauguração do primeiro espaço deste estilo, ainda no século 19, até os dias atuais.

De acordo com a escritora – que garante que o seu levantamento pode ser considerado mais eficaz que o do cadastro nacional do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) -, o Estado ainda carece de museus e de uma maior atenção a esses locais.

O livro surgiu de apenas uma parte de sua dissertação de mestrado, um capítulo intitulado “Política cultural e museus no Amazonas (1997-2010)”, onde aborda os museus pertencentes ao governo estadual, foco principal de sua obra. A publicação passou no edital da Fapeam, que bancará a impressão de 900 cópias. “Um dos principais objetivos é fazer um panorama histórico e ao mesmo tempo atual desses museus”, afirma Rila, revelando que no Amazonas, atualmente, existem 31 museus, sendo 27 deles na capital.

“Museus do Amazonas” está divido em três capítulos. O primeiro faz uma breve história desde a construção do primeiro museu do Estado, o Museu Botânico do Amazonas (1883-1890) até a criação do Ibram, hoje vinculado ao Ministério da Cultura (MinC). Na segunda parte, é mostrada uma descrição histórica dos primeiros museus do Amazonas, o Museu Botânico do AM e o Museu Amazonense. Já o terceiro capítulo é uma análise da política museal do Estado, a partir de 1997, e seus museus: Museu de Numismática, Pinacoteca, Misam, Museu Tiradentes, Ecomuseu do Seringal, Museu de Arqueologia, Museu Casa Eduardo Ribeiro e Museu do Homem do Norte. Há, ainda, uma lista de todos os museus públicos e privados de Manaus.

“Há uma certa escassez de fontes”, admite Rila, contando que utilizou como fontes primárias leis, decretos, folders, painéis de museus, documentos históricos, mensagens de gorvenadores e dados cedidos pela Secretaria de Estado de Cultura (SEC). “Como fontes secundárias utilizei algumas poucas referências sobre os locais, bem como monografias de uma especialização que teve na Ufam (Universidade Federal do Amazonas) em museologia, e um livro do Robério (Braga, titular da SEC) sobre o Palacete Provincial. Sobre o Museu Botânico há mais referências, porém descobri informações novas que não há em nenhuma publicação que já li sobre o assunto. Tudo está no livro”, acrescenta a escritora.

Para Rila, o Amazonas ainda carece de mais espaços desse tipo. “Não temos um museu de arte moderna ou contemporânea, tem apenas a Pinacoteca, mas não cumpre todo esse papel. Não temos um grande museu etnográfico, não temos um museu naval (o Museu do Porto está fechado há muito tempo), não há museu que abrigue exposições itinerantes que rodam o mundo etc”, acredita, culpando ainda os problemas na forma de exposições de museus privados de Manaus e a falta de guias impressos e publicações que tratem deste assunto.

fonte:
http://www.emtempo.com.br/cultura/19603-museus-locais-e-tema-de-livro.html