domingo, 31 de março de 2013

Lista põe 3 exposições no Brasil entre as mais vistas do mundo em 2012


O Brasil teve três exposiçõe entre as mais vistas em todo o mundo no ano passado, segundo um ranking publicado pela revista especializada The Art Newspaper.
De acordo com a publicação, a segunda mostra mais vista em 2012 em foi Amazônia: Ciclos de Modernidade, exibida no Centro Cultural Banco do Brasil, do Rio de Janeiro, entre maio e junho, que recebeu uma média de 7.928 visitantes diários.
A mostra brasileira ficou atrás apenas de Antigos Mestres Holandeses, a exposição mais popular do ano, que percorrerá diversos países, mas que foi inaugurada no Museu de Arte Metropolitana de Tóquio, com uma média de público diária de 10.573 pessoas.
O Brasil contou com outras duas exposições entre as 20 mais vistas do ano, segundo a lista. Antony Gormley: Corpos Presentes, na sétima posição, também exibida no CCBB carioca, entre agosto e setembro de 2012, foi vista por uma média de 6.909 visitantes/dia.
A 17ª mostra mais visitada também foi brasileira e, assim como as outras duas na lista, exibida no Centro Cultural Banco do Brasil, desta vez no de São Paulo: Impressionismo: Paris e a Modernidade, exibida entre agosto e outubro do ano passado, foi presitigiada por cerca de 5.660 pessoas por dia.
"O apetite dos brasileiros pelas exposições é extraordinário", diz reportagem da The Art Newspaper.
Brics e Louvre
Os demais países que compõem com o Brasil o bloco Brics (Rússia, Índia, China e África do Sul) também ocuparam algumas das primeiras posições na lista do The Art Newspaper.
A terceira exposição mais vista foi apresentada no Hermitage, de São Petersburgo, na Rússia. A China contou com duas exposições entre as 20 mais visitadas, na 14ª e na 16ª posições.
Curiosamente, as exibições que lideram o ranking não constam dos museus mundiais mais visitados em 2012. O museu internacional que mais recebeu visitantes em 2012 foi o parisiense Louvre, com um total de público de mais de 9,7 milhões de pessoas.
Desde que a Art Newspaper começou a divulgar a lista, em 2007, o Louvre comanda o ranking de museus mais visitados. O número de visitantes do museu teria sido impulsionado, recentemente, pela sua nova ala de arte islâmica.
Em segundo, ficou o Metropolitan, de Nova York, com mais de 6,1 milhões de visitantes, seguido do British Museum, em Londres, que teve um público superior a 5,7 milhões.
'Ordem mundial'
Segundo o editor de arte da BBC, Will Gompertz, há alguns anos o ranking de mostras mais visitadas era inteiramente dominado por exposições sediadas em instituições da Europa e dos Estados Unidos.
A novidade, afirma ele, ''é um reflexo das mudaças na ordem mundial, com o Brasil e a China aparecendo na relação das 20 mais visitadas''.
''Em breve, o Louvre e o Guggenheim abrirão filiais em Abu Dhabi; o México tem planos ambiciosos e a Índia vem se tornando uma potência emergente na cena de museus. Nos próximos anos, a relação de potências globais do circuito de exposições deverá mudar ainda mais'', comenta Gompertz.
Essa mudança, afirma ele, poderá se dar por meio de ''países que resolvam construir e/ou modernizar seus museus ou, cada vez mais, por corporações com um talento tanto para farejar arte como para promover suas próprias marcas''.
Esse, comenta, ''é o caso do CCBB, que está por trás de recentes exibições de sucesso na América do Sul, e empresa Samsung, que construiu um impressionante complexo de museus em Seul (Coreia do Sul)''.

fonte:

'Golpe de 1964' será tema de exposição no museu de Salto, SP



Mostra exibirá manchetes e matérias publicadas pela imprensa da cidade.
Evento será realizado para homenagear a memória dos 50 anos do golpe.


O 'Golpe de 1964' será tema de exposição no museu de Salto (SP), entre os dias 29 de março e 12 de abril. A mostra vai reunir jornais da cidade com manchetes e matérias publicadas sobre o assunto.
No evento, recortes dos jornais 'Taperá', 'O Liberal' e 'O Trabalhador', possibilitam que o público faça uma análise da imprensa frente à ação militar.
Na sexta-feira (12), dia de encerramento da mostra, os visitantes terão uma noite dedicada às músicas que marcaram o período e as produções de protesto, com canções de compositores como Chico Buarque, Geraldo Vandré, Caetano Veloso, Gilberto Geil e outros.

Exposição fotográfica em Cordeiro, Região Serrana do Rio (Foto: Divulgação)Jornais locais antigos com reportagens sobre o
'Golpe de 1964' ficarão em exposição


fonte:http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2013/03/golpe-de-1964-sera-tema-de-exposicao-no-museu-de-salto-sp.html

Cientistas exploram mar sul-africano em busca de peixe mítico

Uma equipe de mergulhadores e cientistas franceses e sul-africanos vai lançar, nas próximas semanas, uma expedição na África do Sul em busca do mítico celacanto, peixe mítico das grandes profundezas considerado desaparecido há muito tempo.


A expedição Gombessa, como o celacanto é chamado localmente, está prevista para se estender de 5 de abril a 15 de maio, informou nesta sexta-feira o Museu Nacional de História Natural (MNHN) de Paris em um comunicado.
Ela reunirá em torno do mergulhador e naturalista francês Laurent Ballesta uma equipe de mergulhadores especialmente treinados para alcançar grandes profundidades, cientistas do Instituto Sul-africano para a Biodiversidade Aquática (SAIAB) e seis cientistas do MNHN e do Centro Nacional de Pesquisas Científicas francês (CNRS).
"Gigante pacífico de 2 metros de comprimento", o celacanto foi reencontrado em 1938, na costa leste da África do Sul. "Nós acreditamos que tivesse desaparecido há 70 milhões de anos. É considerado a grande descoberta zoológica do século XX", ressaltou o museu.

O celacanto "traz em si os traços da mudança dos peixes para os primeiros vertebrados terrestres de quatro patas": esboços de membros em quatro de suas nadadeiras e uma bolsa de ar que seria o vestígio de um pulmão primitivo. Ele é, segundo o museu, "a testemunha viva e inesperada da saída das águas há 370 milhões de anos".
Entretanto, não conhecemos quase nada do modo de vida deste animal raríssimo que vivia a mais de 100 metros de profundidade, e do qual muito poucas observações diretas puderam ser feitas até hoje.

Para chegar até esta "lenda viva", Laurent Ballesta e sua equipe de mergulhadores deverão, diariamente, retornar às grutas de Jesser Canyon, na baía de Sodwana (Oceano Índico), a 120 metros de profundidade. Assim que tiverem feito contato com o animal, eles colocarão em andamento os protocolos científicos concebidos pela equipe de cientistas do MNHN e do CNRS, chefiada pelo paleontólogo Gael Clément, e os biólogos sul-africanos Kerry Sink e Angus Paterson, acrescentou o Museu.
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