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sábado, 31 de agosto de 2013

Inpa firma acordo para criação de museus a céu aberto

O Projeto prevê a implementação de museus a céu aberto em áreas mantidas pelo Inpa, com a junção das tecnologias japonesas para criar um ambiente interativo para estudantes e turistas
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Manaus - O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) assinaram, na quinta-feira (29), o plano básico do Projeto para Conservação da Biodiversidade Amazônica sob conceito de Museu a Céu Aberto em Manaus (AM). O documento foi assinado pelo diretor substituto do Inpa, Estevão Monteiro de Paula, e pelo diretor do Grupo para Conservação da Floresta e da Natureza da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), Kenichi Shishido.

O Projeto prevê a implementação de museus a céu aberto em áreas mantidas pelo Inpa, com a junção das tecnologias japonesas para criar um ambiente interativo para estudantes e turistas, além da construção de instalações para a criação de peixes-bois em semi-cativeiro e observação de copa das árvores. As áreas utilizadas serão o Bosque da Ciência (Aleixo), o Jardim Botânico Adolpho Ducke (Cidade de Deus), a Reserva Florestal Adolpho Ducke (km 26 da AM-010) e a ZF-2 (km 60 da BR-174).

“A geração atual está interessada em ver algo mais interativo, pois está crescendo com acesso a toda essa tecnologia. Então essa seria uma forma mais moderna de se observar a dinâmica florestal. Como a floresta funciona a noite, ou o acordar dos pássaros, tudo poderia ser observado em tempo real ou não. Além disso queremos obter imagens de outros fenômenos naturais que não são facilmente observáveis e disponibilizá-las para a população geral. Pretendemos também, oferecer cursos de capacitação nessas áreas”, afirma a pesquisadora do Inpa e responsável pela parceria no Brasil, Vera Silva.

O projeto está previsto para iniciar em abril de 2014 e conta com o financiamento total de 5 milhões de dólares, juntamente com as tecnologias desenvolvidas pelos japoneses, o conhecimento da biodiversidade e infraestrutura oferecida pelo Inpa.

“O Japão participa do tratado de biodiversidade e também do tratado de conservação da natureza, então este Projeto na Amazônia será uma contribuição a nível mundial. O professor Shiro Kohshima já vem tentando implantar este conceito de 'museu a céu aberto' em outros lugares, então acredito este Projeto no Inpa servirá de modelo para que seja difundido em outros lugares”, afirma Shishido.

Para o diretor-substituto do Inpa, Estevão Monteiro de Paula, o museu será mais uma opção para o ecoturismo em Manaus: “É um projeto muito interessante. Do ponto de vista do Inpa, seria uma forma de utilizar mais nossas áreas protegidas, como a Reserva Ducke e o Bosque da Ciência. E relação a Manaus, essa seria uma outra alternativa de turismo, um novo lugar com mais informações sobre a biodiversidade de uma forma natural”. 
 
fonte:
http://www.d24am.com/amazonia/meio-ambiente/inpa-firma-acordo-para-criacao-de-museus-a-ceu-aberto/94515

Cultura é principal atividade do estrangeiro no Brasil


A pesquisa, feita com 453 entrevistados durante os dias da Copa das Confederações 2013, reforça a aposta da Embratur em ações culturais. Em setembro, será lançado edital no valor de cerca de R$ 3 milhões, para que estados e municípios apresentem projetos de divulgação das festas. Já em agosto, a Embratur deu início a uma série de ações promocionais das Festas Juninas. “Temos de aproveitar a coincidência entre a Copa do Mundo e o mês de junho para divulgar mundialmente as festas de Santo Antonio, São João, São Paulo, São Pedro e São Marçal, diversificando a imagem que o público estrangeiro tem da cultura brasileira”, comenta Dino.


A série de ações foi lançada neste mês em Roma, com uma apresentação na Praça Navona do grupo Boi de Morros. “A autenticidade do folclore brasileiro, especialmente de grupos de bumba-meu-boi, surpreendeu os europeus. Os italianos e os demais turistas que aqui estiveram, ficaram sabendo que o Brasil tem outras belas celebrações além do réveillon e do Carnaval”, conta a coordenadora de Produtos e Destinos da Embratur, que acompanhou a ação, Delma de Andrade.


Na mesma linha, o Ministério da Cultura lançou um edital, com inscrições abertas até o próximo dia 23 de setembro, que escolherá atrações culturais que se apresentarão durante a Copa do Mundo 2014. Os vencedores irão se apresentar durante as fan fests, apresentações públicas dos jogos, em telão, que serão organizadas pela Fifa. “É uma iniciativa importante, porque estimula o estrangeiro que está naquela cidade-sede onde ocorre a fan fest a visitar outras cidades e realizar outras atividades culturais”, finaliza Dino

Fonte:
www.brasilturis.com.br/noticias.php?id=12541¬icia=cultura-e-principal-atividade-do-estrangeiro-no-br#sthash.pWWsZzPq.dpuf



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Pesquisa encomendada pela Embratur mostra que o turista que veio ao País para a Copa das Confederações, em junho, entre um jogo e outro, optou por visitar museus, monumentos e bairros históricos. Nos horários vagos a principal atividade de lazer do turista que veio para a competição foi cultural. Bairros históricos foram procuradas por 50,8 % dos estrangeiros. Em segundo lugar, com 39,5%, estão os museus, casas de cultura e exposições. Cerca de 39% dos estrangeiros optaram por passeios em monumentos. Os shows foram assistidos por 15,5%.

“O resultado dessa pesquisa revela que é correta nossa aposta na divulgação da cultura brasileira no exterior como forma de aumentar o interesse por nosso país. A pesquisa comprova que há grande interesse, inclusive no público aficionado por futebol, pela cultura brasileira”, afirma o presidente da Embratur, Flávio Dino.

De acordo com a pesquisa, conhecer bairros e regiões históricas foi o lazer preferido de 74,1% dos turistas que foram a Recife; de 62,5% dos que foram a Belo Horizonte; e de 58,2% dos que foram a Salvador. Já museus, casas de cultura e exposições foram a escolha de 69,4% dos que foram a Brasília; 55,7% dos que foram ao Rio de Janeiro; e 55,4% dos que foram a Belo Horizonte. Monumentos foram visitados, no Rio de Janeiro, por 58% dos estrangeiros; em Belo Horizonte, por 55,4%; e, em Salvador por 40,5%. Os shows foram mais procurados pelos turistas em Fortaleza (40%) e Salvador (24,1%).

A pesquisa, feita com 453 entrevistados durante os dias da Copa das Confederações 2013, reforça a aposta da Embratur em ações culturais. Em setembro, será lançado edital no valor de cerca de R$ 3 milhões, para que estados e municípios apresentem projetos de divulgação das festas. Já em agosto, a Embratur deu início a uma série de ações promocionais das Festas Juninas. “Temos de aproveitar a coincidência entre a Copa do Mundo e o mês de junho para divulgar mundialmente as festas de Santo Antonio, São João, São Paulo, São Pedro e São Marçal, diversificando a imagem que o público estrangeiro tem da cultura brasileira”, comenta Dino.

A série de ações foi lançada neste mês em Roma, com uma apresentação na Praça Navona do grupo Boi de Morros. “A autenticidade do folclore brasileiro, especialmente de grupos de bumba-meu-boi, surpreendeu os europeus. Os italianos e os demais turistas que aqui estiveram, ficaram sabendo que o Brasil tem outras belas celebrações além do réveillon e do Carnaval”, conta a coordenadora de Produtos e Destinos da Embratur, que acompanhou a ação, Delma de Andrade.

Na mesma linha, o Ministério da Cultura lançou um edital, com inscrições abertas até o próximo dia 23 de setembro, que escolherá atrações culturais que se apresentarão durante a Copa do Mundo 2014. Os vencedores irão se apresentar durante as fan fests, apresentações públicas dos jogos, em telão, que serão organizadas pela Fifa. “É uma iniciativa importante, porque estimula o estrangeiro que está naquela cidade-sede onde ocorre a fan fest a visitar outras cidades e realizar outras atividades culturais”, finaliza Dino.
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Pesquisa encomendada pela Embratur mostra que o turista que veio ao País para a Copa das Confederações, em junho, entre um jogo e outro, optou por visitar museus, monumentos e bairros históricos. Nos horários vagos a principal atividade de lazer do turista que veio para a competição foi cultural. Bairros históricos foram procuradas por 50,8 % dos estrangeiros. Em segundo lugar, com 39,5%, estão os museus, casas de cultura e exposições. Cerca de 39% dos estrangeiros optaram por passeios em monumentos. Os shows foram assistidos por 15,5%.

“O resultado dessa pesquisa revela que é correta nossa aposta na divulgação da cultura brasileira no exterior como forma de aumentar o interesse por nosso país. A pesquisa comprova que há grande interesse, inclusive no público aficionado por futebol, pela cultura brasileira”, afirma o presidente da Embratur, Flávio Dino.

De acordo com a pesquisa, conhecer bairros e regiões históricas foi o lazer preferido de 74,1% dos turistas que foram a Recife; de 62,5% dos que foram a Belo Horizonte; e de 58,2% dos que foram a Salvador. Já museus, casas de cultura e exposições foram a escolha de 69,4% dos que foram a Brasília; 55,7% dos que foram ao Rio de Janeiro; e 55,4% dos que foram a Belo Horizonte. Monumentos foram visitados, no Rio de Janeiro, por 58% dos estrangeiros; em Belo Horizonte, por 55,4%; e, em Salvador por 40,5%. Os shows foram mais procurados pelos turistas em Fortaleza (40%) e Salvador (24,1%).

A pesquisa, feita com 453 entrevistados durante os dias da Copa das Confederações 2013, reforça a aposta da Embratur em ações culturais. Em setembro, será lançado edital no valor de cerca de R$ 3 milhões, para que estados e municípios apresentem projetos de divulgação das festas. Já em agosto, a Embratur deu início a uma série de ações promocionais das Festas Juninas. “Temos de aproveitar a coincidência entre a Copa do Mundo e o mês de junho para divulgar mundialmente as festas de Santo Antonio, São João, São Paulo, São Pedro e São Marçal, diversificando a imagem que o público estrangeiro tem da cultura brasileira”, comenta Dino.

A série de ações foi lançada neste mês em Roma, com uma apresentação na Praça Navona do grupo Boi de Morros. “A autenticidade do folclore brasileiro, especialmente de grupos de bumba-meu-boi, surpreendeu os europeus. Os italianos e os demais turistas que aqui estiveram, ficaram sabendo que o Brasil tem outras belas celebrações além do réveillon e do Carnaval”, conta a coordenadora de Produtos e Destinos da Embratur, que acompanhou a ação, Delma de Andrade.

Na mesma linha, o Ministério da Cultura lançou um edital, com inscrições abertas até o próximo dia 23 de setembro, que escolherá atrações culturais que se apresentarão durante a Copa do Mundo 2014. Os vencedores irão se apresentar durante as fan fests, apresentações públicas dos jogos, em telão, que serão organizadas pela Fifa. “É uma iniciativa importante, porque estimula o estrangeiro que está naquela cidade-sede onde ocorre a fan fest a visitar outras cidades e realizar outras atividades culturais”, finaliza Dino.
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“O resultado dessa pesquisa revela que é correta nossa aposta na divulgação da cultura brasileira no exterior como forma de aumentar o interesse por nosso país. A pesquisa comprova que há grande interesse, inclusive no público aficionado por futebol, pela cultura brasileira”, afirma o presidente da Embratur, Flávio Dino.

De acordo com a pesquisa, conhecer bairros e regiões históricas foi o lazer preferido de 74,1% dos turistas que foram a Recife; de 62,5% dos que foram a Belo Horizonte; e de 58,2% dos que foram a Salvador. Já museus, casas de cultura e exposições foram a escolha de 69,4% dos que foram a Brasília; 55,7% dos que foram ao Rio de Janeiro; e 55,4% dos que foram a Belo Horizonte. Monumentos foram visitados, no Rio de Janeiro, por 58% dos estrangeiros; em Belo Horizonte, por 55,4%; e, em Salvador por 40,5%. Os shows foram mais procurados pelos turistas em Fortaleza (40%) e Salvador (24,1%).

A pesquisa, feita com 453 entrevistados durante os dias da Copa das Confederações 2013, reforça a aposta da Embratur em ações culturais. Em setembro, será lançado edital no valor de cerca de R$ 3 milhões, para que estados e municípios apresentem projetos de divulgação das festas. Já em agosto, a Embratur deu início a uma série de ações promocionais das Festas Juninas. “Temos de aproveitar a coincidência entre a Copa do Mundo e o mês de junho para divulgar mundialmente as festas de Santo Antonio, São João, São Paulo, São Pedro e São Marçal, diversificando a imagem que o público estrangeiro tem da cultura brasileira”, comenta Dino.

A série de ações foi lançada neste mês em Roma, com uma apresentação na Praça Navona do grupo Boi de Morros. “A autenticidade do folclore brasileiro, especialmente de grupos de bumba-meu-boi, surpreendeu os europeus. Os italianos e os demais turistas que aqui estiveram, ficaram sabendo que o Brasil tem outras belas celebrações além do réveillon e do Carnaval”, conta a coordenadora de Produtos e Destinos da Embratur, que acompanhou a ação, Delma de Andrade.

Na mesma linha, o Ministério da Cultura lançou um edital, com inscrições abertas até o próximo dia 23 de setembro, que escolherá atrações culturais que se apresentarão durante a Copa do Mundo 2014. Os vencedores irão se apresentar durante as fan fests, apresentações públicas dos jogos, em telão, que serão organizadas pela Fifa. “É uma iniciativa importante, porque estimula o estrangeiro que está naquela cidade-sede onde ocorre a fan fest a visitar outras cidades e realizar outras atividades culturais”, finaliza Dino.
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A artista mais cara do Brasil



Beatriz Milhazes é a artista contemporânea mais cara do Brasil.
Uma exposição no Rio de Janeiro reúne mais de 60 obras da criadora carioca. A mostra chamada “Meu bem” inclui pinturas, colagens e gravuras e uma instalação concebida especialmente para o espaço do Paço Imperial.


A artista mais cara do Brasil
As obras da artista brasileira de 53 anos têm sido exibidas na Bienal de Veneza, na Fundação Cartier, em Paris, no museu Reina Sofia, em Madrid, no MOMA e no Guggenheim, em Nova Iorque.

“Faz onze anos que eu não mostro na minha cidade, onde eu moro e onde tenho o meu ateliê. O Rio hoje faz parte do meu circuito maior que é um circuito internacional”, referiu a artista plástica.

Beatriz Milhazes considera que a arte contemporânea brasileira começa a conquistar fama internacional.

A obra “O Mágico” foi vendida por mais de um milhão de dólares em 2008.

Em 2014, o trabalho de Milhazes deverá ser exposto em museus dos Estados Unidos no âmbito de uma mostra itinerante. A obra deverá ser publicada num catálogo da Taschen e está previsto um documentário sobre a sua carreira.


fonte:
http://pt.euronews.com/2013/08/30/a-artista-mais-cara-do-brasil/

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

O gênio de Leonardo da Vinci brilha em exposição em Veneza



O gênio do Renascimento, Leonardo da Vinci, brilha mais uma vez em Veneza com uma exposição que reúne 52 desenhos de um dos artistas mais talentosos da história, admirado pela capacidade de combinar arte com ciência, beleza com mecânica, natureza com proporções, corpo com alma.

A exposição, que abriu as portas ao público nesta quinta-feira na Academia de Veneza e que permanecerá em cartaz até dezembro, tem como título "Leonardo da Vinci: o homem universal". Reúne desenhos de caráter artístico e científico, realizados entre 1478 e 1516.

As imagens foram cedidas por importantes museus italianos e por prestigiosas coleções privadas, entre elas a da família real britânica Windsor, do Ashmolean Museum, do British Museum e do Louvre de Paris.

Pela primeira vez em 30 anos, o público poderá admirar o célebre desenho do "Homem Vitruviano", com notas anatômicas escritas pelo mestre italiano, que preenchia cadernos com múltiplas observações, escrevia cartas, elaborava croquis e cópias de obras consultadas nas bibliotecas das cidades que visitava.

"Os desenhos foram expostos de maneira que possam ser observados dos dois lados, algo muito raro. É como folhear seu diário íntimo, entrever seu pensamento e seu modo de trabalhar", declarou à AFP a curadora da exposição, Annalisa Perissa.

Admirar o "diário pessoal" do símbolo indiscutível do homem do Renascimento, considerado um gênio universal por seu talento em várias disciplinas e sua curiosidade infinita, é uma viagem pelo mundo criativo de um dos artistas mais interessantes da história.

O arquiteto, botânico, científico, escritor, escultor, filósofo, engenheiro, inventor, músico, poeta e urbanista pinta, apaga, corrige, escreve, pensa, pula de uma ideia para outra.

Os minúsculos desenhos a lápis realizados em apenas uma folha, alguns a carvão, com pontas metálicas e também sanguínea (uma espécie de giz vermelho, que mistura de caulino e hematita), incluem perfis de rostos humanos, alguns muito estranhos, variedades de flores, formas geométricas, cálculos e anotações.

"Há 25 desenhos que nunca haviam sido expostos desde 1980. É uma ocasião única poder admirá-los todos juntos", comentou Perissa.

A sabedoria do mestre, a serviço del arte, é descoberta com os desenhos preparatórios para criar "A última ceia", que retornarão, assim como as demais obras expostas, a arquivos climatizados e não poderão ser expostos antes de cinco anos.

"Serão conservados a uma temperatura e com umidade constante, no escuro, em condições de segurança máxima", disse a curadora.

Ao lado do magnífico 'Homem Vitruviano', emblema da perfeição e do equilíbrio entre mente e corpo, estão expostos dois estudos procedentes da Biblioteca Real de Turim e da coleção da família Windsor.

"No total, apresentamos 11 estudos sobre a proporção que jamais haviam sido expostos juntos", destaca Perissa.

A mostra, dividida por temas, começa com uma área dedicada à botânica, com vários estudos de flores, retratos de pessoas e nuvens curiosas, em uma espécie de convite a navegar pela imaginação do artista.

Dez desenhos permitem reconstruir a preparação e a execução de "A Batalha de Anghiari", uma pintura mural imponente de 7x17 metros, realizada em Florença enquanto Michelangelo pintava "A Batalha de Cascina" na parede opuesta.

As duas obras se perderam e a pintura de Leonardo da Vinci é conhecida apenas graças, justamente, aos croquis preparatórios e cópias.

"Se fossem apenas desenhos, a exposição poderia ser menos atrativa. Na realidade vai além, porque nos permite analisar e ler o processo criativo do artista e sobretudo de um gênio extraordinário como Leonardo", afirma Giovanna Damiani, diretora do Departamento de Museus de Veneza.

Ao precursor de várias máquinas modernas e armas, a exposição dedica uma área que inclui estudos sobre uma hipótese de carro armado: várias criações que traçam o perfil de um artista único.

fonte:
http://br.noticias.yahoo.com/g%C3%AAnio-leonardo-vinci-brilha-exposi%C3%A7%C3%A3o-veneza-153514641.html

Artista plástica radicada no Brasil expõe ao lado de obras de Basquiat

A artista plástica Susi Sielski Cantarino, argentina radicada no Rio desde 1988 e diretora da Galeria Metara - que já se tornou um personagem carioca -, está comemorando 35 anos de carreira e, para marcar a data, participa da coletiva Joan-Joan-Joan: One Subject, Many Artists, que ficará em cartaz até janeiro, em Los Angeles, Califórnia. Seu quadro Magic Joan ficará ao lado de obras de artistas como Basquiat, David Hockney, Robert Mapplethorpe, Shepard Fairey, Larry Rivers, entre outros . Em comum, todos os trabalhos pertencem à coleção dos mecenas Jack e Joan Quinn, uma das mulheres mais pintadas do planeta e diva de Andy Warhol. Joan é editora da Interview e apresentadora do The Joan Quinn Profiles, o qual Susi foi entrevistada recentemente. “A arte de Susi irá enriquecer a experiência estética do espectador", diz o poeta e crítico de arte Ferreira Gullar.


Susi Cantarino - obra exposta na Califórnia (Foto: Divulgação)


Susi continuará comemorando sua arte com a individual Tempo, na Galeria Arte Aplicada, em São Paulo, dia 16 de outubro, com 17 obras, entre fotografia, pintura, instalação e assemblage a partir de uma linguagem de elementos como a memória, a escrita e os mitos. Os trabalhos artísticos de Susi são sempre cheios de imagens fortes e metáforas. Novos simbolismos e significados são revelados ao espectador num estado ideal, majestoso e maravilhoso”, diz Chris Pitman, tecladista do Guns N'Roses, admirador da artista há anos.

fonte:
http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/bruno-astuto/noticia/2013/08/artista-plastica-radicada-no-brasil-expoe-ao-lado-de-obras-de-bbasquiatb-na-california.html

Fim de Tarde no Museu apresenta nesta quinta-feira Helder Brandão, Annie Carvalho & Paulo Maurício


O Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa), por meio do Centro de Pesquisas Museológicas – Museu Sacaca apresenta no Projeto Fim de Tarde no Museu, desta quinta-feira, 29, a partir das 19h, Helder Brandão e a dupla poética Annie Carvalho & Paulo Maurício.

A Coordenação de Eventos Culturais do Museu Sacaca criou o Projeto Fim de Tarde no Museu com o objetivo de divulgar seus espaços, valorizar o talento dos artistas amapaenses e ainda celebrar datas que fazem parte do calendário artístico-cultural local e nacional.

Helder Brandão vive no mercado musical amapaense, há muitos anos. O músico já teve a oportunidade de se apresentar algumas vezes no Projeto Fim de Tarde no Museu e na ocasião de suas apresentações deixou sua marca, para que sempre o público que lhe acompanha queira retornar sempre ao projeto. Para que a noite fique completa teremos, ainda, a apresentação exclusiva da dupla poética Annie Carvalho & Paulo Maurício.

A artista Anne Carvalho possui um histórico artístico. Há mais de três anos começou sua carreira como declamadora de poesias. Com o passar dos anos, começou a escrever poemas. Em janeiro de 2014 fará o lançamento de seu primeiro livro. Anne Carvalho também já teve oportunidade de se apresentar com outros grupos no Projeto Fim de Tarde no Museu, porém é a primeira vez que irá executar sua performance ao lado do jovem poeta Paulo Maurício, que também é cantor e compositor.

No repertório da dupla está a exposição de poetas renomados como: Mário Quintana, Camões, Cecília Meirelles, além da declamação de poemas de autoria da jovem poetisa Anne Carvalho.

O projeto acontece às quintas-feiras, a partir das 19h, na Praça da Alimentação do Pequeno Empreendedor Popular. Comidas regionais, petiscos variados e uma cervejinha bem gelada acompanham as atrações e garantem uma noite agradável e um lazer tranquilo. A Entrada é franca. Participe.

Angela Andrade/Iepa
fonte:
http://chicoterra.com/2013/08/28/fim-de-tarde-no-museu-apresenta-nesta-quinta-feira-helder-brandao-annie-carvalho-paulo-mauricio/

Salvador vai sediar 4º Encontro Baiano de Museus em setembro

Educação e desenvolvimento social estão na pauta do evento


Editoria Cultura & Comportamento
A capital baiana vai sediar, nos dias 10 e 11 de setembro, o 4º Encontro Baiano de Museus, que acontece no Instituto Feminino da Bahia (Politeama), das 9h às 18h. 

Realizado pela Diretoria de Museus do Instituto Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC), o evento constitui um importante espaço de intercâmbio de experiências entre museus, sociedade civil, instituições públicas e privadas, universidades e órgãos de gestão municipal, estadual e federal. 

A iniciativa pretende delinear diretrizes para o setor na Bahia, consolidando a Política Setorial de Museus, em consonância com a Política Nacional de Museus (PNM). O 3º Encontro Baiano de Museus foi em Ilhéus, em 2011, sob o tema Museus, Território e Inclusão Sociocultural. Este ano, a temática é Museu, Educação e Desenvolvimento Social.


As inscrições para o 4º Encontro Baiano de Museus são gratuitas e podem ser realizadas no site, até o dia 05 de setembro, para participantes ouvintes e que queiram integrar os Grupos de Trabalho (GTs). Sugere-se a doação de fraldas geriátricas tamanhos G ou GG, que serão encaminhadas ao Lar Irmã Maria Luiza, localizado no Largo dos Mares.


fonte:

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Cine Museu Amazônia no AM exibe filmes sobre ocupação da Amazônia

Temporada começa no dia 28 de agosto e vai até 4 de dezembro.
Exibições ocorrerão no Instituto de Educação do Amazonas


O Museu Amazônico vai promover no período de 28 de agosto até o dia 4 de dezembro o Cine Museu Amazônico. O projeto, sem fins lucrativos e de caráter pedagógico, terá a exibição do vídeo instalação “Mater Dolorosa – ln Memoriam II (Da criação e sobrevivência das formas)”, do artista plástico Roberto Evangelista.
saiba mais

A programação do evento contará com oito filmes que retratam como tem sido tratada tanto a natureza física quanto humana ao longo do processo de desenvolvimento e ocupação da Amazônia. O evento contará ainda com a participação de palestrantes convidados, dentre eles, Roberto Evangelista, Renan Freitas Pinto, Márcio Souza, Abrahim Baze.

Dentre os filmes que serão exibidos, além de “Mater Dolorosa, in memoriam II (Da criação e sobrevivência das formas)”, estão “A Selva”, de Márcio Souza, “Davi contra Golias – Brasil Caim”, de Aurélio Michiles, e “Balbina no país da impunidade”, de Rogelio Casado.

As exibições ocorrerão no Instituto de Educação do Amazonas, às quartas-feiras, sempre às 9 e 14 horas. A temporada começa no dia 28 de agosto e vai até 4 de dezembro do corrente ano.

fonte:
http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2013/08/cine-museu-amazonia-no-am-exibe-filmes-sobre-ocupacao-da-amazonia.html

Petrobras anuncia investimento de R$ 20 milhões em 12 museus



A Petrobras anunciou hoje (27), em parceria com o Ministério da Cultura, o investimento de R$ 20 milhões em 12 museus, entre este ano e 2014. Os recursos serão investidos em requalificação, implantação de audioguias e material de divulgação trilíngue. Segundo a empresa, o patrocínio faz parte da ação cultural do ministério para a Copa do Mundo de 2014.

Dos 12 museus, cinco ficam no Rio de Janeiro e são vinculados ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Dois deles estão em Petrópolis, na região serrana: o Museu Imperial e o Palácio Rio Negro. Os demais são o Museu de Arte Sacra, em Paraty, no litoral sul, e na capital fluminense, os museus da República e Chácara do Céu.

No Nordeste, quatro projetos foram contemplados. Em Pernambuco, serão revitalizados o Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco, em Olinda, e o Museu da Cidade do Recife. Em Natal, capital do Rio Grande do Norte, integra a lista o projeto de requalificação da Pinacoteca do Palácio da Cultura no Palácio Potengi. E a Bahia receberá recursos para a implantação do Museu Nacional de Cultura Afro-Brasileira, em Salvador.

A cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais, terá o Museu Mariano Procópio revitalizado. Já em São Paulo será criado um site de busca, o Portal dos Museus. Também na capital paulista, o Museu Lasar Segall, instalado na antiga residência e ateliê do artista plástico que deu nome à instituição, passará por uma requalificação de sua biblioteca especializada em arte e fotografia.

fonte:
http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2013/08/27/petrobras-anuncia-investimento-de-r-20-milhoes-em-12-museus/

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

"Merchandising" do Museu d"Orsay é cem por cento português



Quem visitar o Museu d'Orsay, em França, ou vier a fazê-lo nos próximos cinco anos, e comprar objetos de "merchandising" de arte, é muito provável que adquira produtos integralmente desenhados e produzidos em Portugal.


Canecas, chávenas, lápis, capas de "iphone" e de "ipad", borrachas, sacos, "t-shirt's", chapéus-de-chuva, leques, magnéticos, marcadores de livros e tapetes para rato de computador contam-se entre os produtos de uma linha desenhada, concebida e produzida para este museu, ao abrigo de uma parceria entre o proprietário de uma loja de arte e uma empresa de "design", ambas com sede em Lisboa, disse à agência Lusa o proprietário da loja de arte, Luís Pilar.

«Cem por cento desta linha é feita em Portugal, tudo é produzido em Portugal, o que é muito importante para o nosso projeto», sublinhou Luís Pilar.

O projeto com o Museu d'Orsay resulta de um desafio lançado pela empresa pública francesa Réunion des Musées Nationaux (RMN), depois de ter visto o trabalho que a loja e a empresa de design desenvolveram para a exposição de Joana Vasconcelos, em 2012, no Palácio de Versalhes, em Paris, acrescentou Luís Pilar.

O fornecimento dos produtos foi contratualizado por cinco anos, vigorando até 2017, e a encomenda inicial, «muito significativa», rondou os 160 mil euros, afirmou, acrescentando que, depois do fornecimento inicial, o museu já pediu mais de mil "t-shirt's".

O tema base para o projeto foi fornecido pelo Museu - "A modernidade" -, tendo, para o efeito, cedido três obras chave do seu acervo: uma do impressionista Claude Monet ("Campo de papoilas") e duas dos pós-impressionistas Paul Gauguin ("Arearea") e Vincent Van Gogh (um autorretrato).

Com o "cartão-de-visita" desenvolvido para o Museu d"Orsay, Luís Pilar e o "designer" Duarte Lukas procuraram outros museus, confiantes na «qualidade do produto», com vista à expansão do negócio.

«Tem sido bastante fácil, abordarmos os museus», disse o proprietário da Artwear, acrescentando estarem já a desenvolver projetos para os museus Prado e Thyssen, na capital espanhola, para a Tate Gallery e para o British Museum, em Londres, Reino Unido, além de estarem em «negociações avançadas» com o Museu Van Gogh, de Amesterdão.

Para a Tate vão produzir uma linha completa de produtos, ainda por definir, para uma exposição temporária de Matisse, enquanto para o Thyssen já fizeram uma linha completa para uma exposição temporária do impressionista Camille Pissarro, e estão a começar a produzir uma nova linha baseada num quadro de Salvador Dalí.

Questionado sobre a produção para o mercado português, Luís Pilar respondeu pela positiva, embora tivesse acrescentado que se trata de trabalhos mais pontuais. «Aqui funcionamos mais como distribuidores, pois o mercado [português] não tem escala como aqueles museus estrangeiros».

Uma linha completa baseada nos desenhos da série "Fernando Pessoa", de Júlio Pomar, com têxteis, cadernos, chávenas de café e canecas, entre outros, vai começar a ser comercializada em Portugal, em setembro, indicou o proprietário da loja de arte. 


fonte:
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=3387530

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Dia do Pioneiro

Acontece neste domingo, dia 25, no Museu Histórico de Londrina, às 9h30 da manhã, uma grande festa para comemorar o Dia do Pioneiro. A data instituída através de Lei Municipal nº 3.573/83 para comemorar esse dia e a chegada da Primeira Caravana em agosto de 1929 é o dia 21 de agosto.

A diretora do Museu Histórico de Londrina, Profa. Dra. Regina Célia Alegro, juntamente com o Presidente da Associação dos Amigos do Museu – ASAM, Prof. Anísio Ribas Bueno e voluntários decidiram comemorar o Dia do Pioneiro no dia 25 de agosto, por ser um domingo, e para que os pioneiros, familiares e a comunidade em geral possam participar.

A festa será nos Jardins do Museu, onde haverá o Café da Manhã com os Pioneiros, apresentação do Coral Tempos Dourados da UEL, lançamento do livro Memórias Fotográficas: a fotografia e fragmentos da história de Londrina, de Paulo César Boni, Rosana Reineri Unfried e Omeletino Benatto , exposição de fotografias dos associados do Fotoclube de Londrina e a apresentação de uma vídeo sobre a história do café em Londrina do Sr. Armínio Kaiser e Irineu Pozzobon.

Esse dia é uma comemoração em agradecimento a todos os pioneiros que aqui chegaram e deram suas contribuições de diversas formas e em vários segmentos e também para àqueles que continuam lutando pelo desenvolvimento de nossa querida cidade de Londrina.

O evento é aberto à comunidade londrinense.

fonte:
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-31--227-20130825

Em Sertãozinho, um velho engenho se tornará museu

Usina fundada no começo do século 20, que conserva maquinário e galpões da época, passa por recuperação no interior do Estado




Seja no prédio principal, seja em qualquer um dos sete pequenos galpões que o orbitam, entrar nas ruínas do Engenho Central de Sertãozinho é um privilégio de aguçar os olhos daqueles que gostam de História. Parece uma viagem no tempo, entre centrífugas escocesas do século 19 - importadas pela família de Santos Dumont -, telhas inglesas, velhas fornalhas, balanças, tonéis e um obsoleto maquinário que movimentou a indústria da cana de 1903 a 1974, período em que a usina funcionou.

Veja também:
Projeto de zeladoria pode se espalhar por outras cidades
Galeria de fotos


Tiago Queiroz/AE
Antigos galpões da usina, que produzia açúcar desde o início do século 20, foram preservados



Esse eldorado histórico-industrial paulista fica no coração da Fazenda Vassoural, entre Sertãozinho e Pontal, perto de Ribeirão Preto. Foi criado pelo coronel Francisco Schmidt, que nos primeiros anos do século 20 chegou a acumular um patrimônio de 62 fazendas. O Engenho Central era o motor de seus negócios: dali saíam as sacas de açúcar cristal - e os litros de cachaça. Diariamente, uma maria-fumaça adentrava a usina e de lá saía carregada - o ramal da Estrada de Ferro Mogiana foi puxado até a fazenda por força do próprio coronel.

Nos anos 1960, as terras foram compradas dos Schmidt pela família Biagi. Desde que a usina parou de funcionar, há quase 40 anos, os novos proprietários acalentavam o sonho de transformar tudo em museu. Por isso, o velho maquinário não foi vendido como sucata, a exemplo de tantas indústrias centenárias, e os velhos galpões não foram demolidos.

Nos últimos anos, o museu começou a sair do papel. Primeiro, com a criação de uma fundação - o Instituto Cultural Engenho Central. A instituição deve custar R$ 15 milhões. Pela Lei Rouanet, a fundação foi autorizada a captar R$ 10,5 milhões. Até agora, conseguiram R$ 3 milhões - o que seria suficiente para a primeira fase.

Representantes da fundação esperam que, a partir de dezembro, o espaço já tenha se convertido em um memorial - com possibilidade de visitas monitoradas de escolas e também de outros pequenos grupos. O Museu Nacional do Açúcar e do Álcool será a fase seguinte, a conclusão do projeto ainda não tem um prazo definido.

O trabalho já começou. Há dois meses, o instituto contratou os serviços do Estúdio Sarasá, de São Paulo, para implementar um projeto de zeladoria de patrimônio no local (leia mais abaixo). Foram selecionados 14 jovens da região, todos com ensino médio, e eles ganham cerca de R$ 900 por mês para aprender a lidar com um prédio histórico.

Os jovens chegam diariamente à fazenda em uma van contratada pelo projeto. Ali, eles têm aulas teóricas e práticas. Nas práticas, colocam a mão na massa e ajudam a recuperar o velho Engenho Central e os galpões anexos.

Aos poucos, a sujeira e o pó vão saindo e a história, brotando. "Em breve, deixaremos este local em condições de visitação", explica o arquiteto Fabio Di Mauro, um dos orientadores dos aprendizes. "Algumas patologias do prédio vão ser estabilizadas, outras serão corrigidas. É preciso analisar caso a caso." Enquanto isso, a historiadora Mirza Pellicciotta se detém na tarefa de compreender cada uma das peças antigas - ela está inventariando os milhares de itens encontrados dentro dos imóveis. "Os equipamentos serão protegidos para não deteriorar", adianta.

Jovens. Ao mesmo tempo em que nasce um museu, 14 jovens descobrem uma vocação. "Eu estou achando muito legal trabalhar com isso, e agora quero me tornar engenheiro civil", afirma Marlon Gomes da Silva, de 18 anos. O rapaz cursa o 3.º ano do ensino médio e, antes de ser contratado para estudar e trabalhar na zeladoria do Engenho Central, era office-boy em Sertãozinho.

"Quando entrei para o projeto, nem sabia o que estava fazendo aqui, o que iria encontrar", admite Marcela Giovana Ferreira da Silva, de 19 anos, que antes era cabeleireira na cidade de Pontal. "Estou gostando tanto que, no futuro, quero me tornar arquiteta."

fonte:
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,em-sertaozinho-um-velho-engenho-se-tornara-museu-,1067538,0.htm

domingo, 25 de agosto de 2013

Mostra de oratórios lembra tradição religiosa de Minas em Tiradentes

Peças do Museu do Oratório de Ouro Preto estão expostas na cidade.
Exposição acontece junto com o Festival Cultura e Gastronomia.

 

Em dias de festança quase profana no Festival Cultura e Gastronomia de Tiradentes, uma exposição de oratórios lembra a tradição religiosa de Minas Gerais. Começa neste sábado (24), na cidade, a mostra itinerante do Museu do Oratório “Oratórios – Relíquias do Barroco Brasileiro”, que fica em Ouro Preto.

Oratórios em Tiradentes (Foto: Cíntia Paes/G1)Oratórios em exposição na mostra, em Tiradentes (Foto: Cíntia Paes/G1)
 
Algumas das mais de 100 peças estão expostas na Antiga Cadeia Pública da cidade. As imagens que hoje fazem parte do acerto do museu, em Ouro Preto foram doadas pela presidente do Instituto Cultural Flávio Gutierrez, Ângela Gutierrez, que também faz a curadoria da mostra.
A curadora da mostra, Ângela Gutierrez (Foto: Cíntia Paes/G1) 
 
Ângela Gutierrez no museu (Foto: Cíntia Paes/G1)
Segundo Ângela, os oratórios são, além de objeto de devoção, elementos importantes para estudo da história brasileira, principalmente a do século XVIII. “Eles lembram muito as curvas do barroco, as brincadeiras do rococó. Eles se inspiram, realmente, nas igrejas, nas ermidas, nas catedrais”, conta a curadora.
Herança portuguesa, os oratórios serviam como pequenas capelas dentro das casas em um Brasil onde as vilas e os povoados eram muitos distantes uns dos outros, e os padres, muito poucos. “O primeiro [oratório] chegou com a primeira caravela na costa brasileira. E este uso se tornou fortíssimo em uma terra descoberta, que era enorme. Quando havia um padre, abria-se o oratório e, diante dele, celebravam-se os sacramentos”, conta.
Trio de oratórios (Foto: Cíntia Paes/G1) 
 
Trio de oratórios (Foto: Cíntia Paes/G1)
A exposição da mostra itinerante no prédio onde funcionou a Cadeia Pública também é emblemático. “Foi um lugar de tristeza, de sofrimento, e que no momento acolhe esses objetos da fé tão brasileiros. A cadeia é uma construção sólida, bonita, importante”, resume a curadora.
A mostra já esteve em vários países, como os Estados Unidos, França, Itália, Chile, Venezuela, Inglaterra, Equador e, mais recentemente, no Rio de Janeiro, durante a Jornada Mundial da Juventude, em ocasião da visita do Papa Francisco, em julho. Até o fim do ano, ela ainda irá para outras cidades brasileiras. Em Tiradentes, a exposição fica na cidade até o dia 15 de setembro, com entrada gratuita.
Imagens de Sant'Anas (Foto: Cíntia Paes/G1) 
 
Imagens de Sant'Anas (Foto: Cíntia Paes/G1)
Museu da Sant’Ana
A empresária, devota de Sant’Ana, vai doar, em 2014, sua coleção particular de imagens da mãe de Nossa Senhora para a criação de um museu em Tiradentes, que vai funcionar na Antiga Cadeia Pública. A expectativa da curadora é ter todas as 260 imagens que reuniu durante toda a sua vida dentro do prédio. “Chega este momento em que a gente entende que a coleção se torna mais importante que o colecionador”, resume.
Ângela doou sua coleção para a criação do Museu do Oratório, em 1998, em Ouro Preto, e também sua coleção de peças do dia-a-dia do trabalhador ao longo da história do Brasil que compõem o Museu de Artes e Ofícios, que funciona no centro de Belo Horizonte. A expectativa é que o Museu de Sant’Ana seja inaugurado em 2014.

fonte G1

 

Jogo de 'empurra-empurra' põe em risco Museu de Geologia no Paraná

Espaço fica no Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa. Impasse está entre governo estadual e Fundação responsável pelo acervo

Projeto do Museu de Geologia e Paleontologia conta história da origem da Terra até a formação dos arenitos do Parque Estadual de Vila Velha (Foto: Divulgação/Funabi)Projeto do Museu de Geologia e Paleontologia conta história da origem da Terra até a formação dos arenitos do Parque Estadual de Vila Velha (Foto: Divulgação/Funabi)

Um jogo de "empurra-empurra" coloca em risco a implantação do Museu de Geologia e Paleontologia do Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais, no Paraná. O motivo é a falta de um convênio entre a Fundação João José Bigarella (Funabi), responsável pelo acervo, e o governo do estado, que deve administrar o espaço. Segundo o presidente da Funabi, Glaucon Horrocks, o museu pode perder os recursos da Lei de Incentivo à Cultura caso não haja um acordo até o fim de 2013.
saiba mais


A ideia do espaço é contar a história da origem da Terra até a formação dos arenitos do Parque de Vila Velha. O acervo de rochas e outros materiais foram colhidos durante os 70 anos de profissão do professor e geólogo João José Bigarella. A Funabi teve o projeto aprovado pelo Ministério da Cultura (MinC) em 2007 e recebeu R$ 800 mil já aplicados no museu. “Se não houver um convênio entre a Funabi e o governo, a Fundação não recebe o restante do recurso e será obrigada a devolver o dinheiro”, esclarece Horrocks.

Como o museu deve ficar dentro de uma Unidade de Conservação, o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) precisa de um documento que comprove a viabilidade econômica e técnica do espaço. O estudo deve conter, por exemplo, número de pessoas que vão trabalhar no local, de frequentadores do museu e previsão de gastos. Segundo a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema), o setor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do IAP não recebeu qualquer documento que comprove este estudo. Por esse motivo, fica inviável firmar um convênio.

A situação é muito grave. O governo não entende o significado de tudo isso"
João José Bigarella, geólogo

O presidente da Fundação, em contrapartida, diz que o estudo de viabilidade foi realizado e está anexado ao relatório final da Comissão Especial de Investigação (CEI) realizado pelos deputados da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), em 2012. “O documento está no relatório, inclusive com laudo do IAP. O próprio Instituto disse que o local precisa passar por reformas para começar a funcionar”, afirma Horrocks.

O deputado estadual Péricles de Holleben Mello (PT), integrante da CEI, conta que uma vistoria foi realizada pela comissão. Participaram deputados, representantes da Funabi e do IAP. “O argumento do IAP é ridículo. Foi o Instituto que contratou uma auditoria para fazer um estudo de viabilidade. A Sema tem muito mais informação do que consta no relatório”, revela.

Mesmo com a participação do IAP no processo, ao final da comissão, a Alep ficou encarregada de encaminhar o relatório final ao governo. “Eu estava certo de que esse documento havia sido entregue, mas já cobrei a Alep. Nos próximos dias, todos os envolvidos terão esse relatório em mãos”, garante o deputado. Segundo o deputado, o estado tem consciência de toda a situação. “A única explicação é falta de prioridade”.

O Museu
O Museu de Geologia e Paleontologia é uma idealização do professor Bigarella. “É um patrimônio diferente com cenários fabulosos. Nenhum museu tem isso. Viajei por florestas, estive nas geleiras e nesses locais, encontrei rochas e outros materiais suficientes para formar um museu”, afirma o geólogo.

Segundo Bigarella, o projeto todo está montado, baseado em uma síntese de 350 museus visitados por ele. “Vamos expor minerais e rochas, réplicas de animais e vegetação antigas, contar as várias fases de separação dos continentes. São cenários grandes de nove metros de comprimento”, comenta. De acordo com o professor, boa parte do acervo está pronta para a exposição. O prédio já está construído e conta com dois mil metros quadrados.
 
Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa
(Foto: Denis Ferreira Neto/SECS/Divulgação)

O professor disse que o Museu vai contar uma história diferente da formação dos arenitos de Vila Velha. “Todo mundo acha que os arenitos surgiram do mar. Na verdade, eles foram formados no período das geleiras, há 300 milhões de anos, quando a América do Sul estava ligada a África”, revela. Para entender melhor esta teoria, Bigarella viajou até as geleiras e estudou o fato.

A possibilidade de perder a implantação do Museu na cidade entristece o professor Bigarella. “A situação é muito grave. O governo não entende o significado disso tudo. Se não conseguirmos o recurso, vamos ter de negociar o acervo com outra instituição. Ponta Grossa pode perder um espaço riquíssimo”, alega.

fonte:
http://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/noticia/2013/08/jogo-de-empurra-empurra-poe-em-risco-museu-de-geologia-no-parana.html

sábado, 24 de agosto de 2013

Atração dos elevadores corporativos



Depois do sucesso da primeira e recente exposição da Galeria E. - espaço digital inovador lançado pela Elemidia, dentro de elevadores comerciais - o público ganha novas atrações. E ao mesmo tempo ganham a divulgação de seu trabalho autoral os artistas que ditam tendências nos campos da fotografia, animação, grafite e ilustração.


Até a primeira quinzena de setembro, um conjunto de obras pode ser visto por milhares de usuários durante os seus percursos em elevadores de edifícios corporativos nas cidades de São Paulo, e agora também em Porto Alegre, Curitiba, Cuiabá, Maceió. A exposição reúne os artistas Duda Lanna, Anna Anjos e Tatoo (ilustração), Rafael Sliks (grafite) e Rogério Camolez (modelagem).

A Galeria E. é uma iniciativa da Elemidia, maior empresa brasileira da mídia digital out of home, e com curadoria do Estúdio Zupi, referência em artes visuais e considerado o maior crossmedia da arte e criatividade no Brasil.


fonte:
http://www.portaldapropaganda.com.br/portal/component/content/article/16-capa/37845-galeria-e-e-a-nova-atracao-dos-elevadores-corporativos

Aeroporto de Paris tem museu para tornar espera por voo mais agradável

http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2013/08/aeroporto-de-paris-tem-museu-para-tornar-espera-por-voo-mais-agradavel.html

Desde o início deste ano, os passageiros que passam pelo aeroporto Charles de Gaulle, na França, podem conferir obras emblemáticas dos grandes museus de Paris. No terminal 2E, uma área que opera voos para Ásia, América do Norte e Brasil, foi aberto o museu de Roissy. A primeira exposição foi dedicada a Auguste Rodin e tinha 50 obras do escultor.

A mostra atual, que vai até janeiro, homenageia o artista francês Jean Dubuffet. Ele é pioneiro da chamada arte bruta, uma expressão que designa a arte produzida por criadores livres de qualquer influência do mercado. São 21 obras, entre pinturas, esculturas e maquetes. Realizadas entre 1967 e 1974, as obras gráficas e lúdicas são as mais conhecidas do artista.

Diariamente, o espaço de 250 metros quadrados recebe cerca de dois mil visitantes e a previsão é atingir mais de 700 mil até o final deste ano, o que equivale à visitação anual do Museu Rodin, um dos mais procurados da capital francesa. As exposição duram cerca de seis meses.



Após suspensão temporária do serviço para atualização da plataforma, já está disponível para consulta do público a base de dados online do Cadastro Nacional de Museus, iniciativa desenvolvida pelo Ibram/MinC, que tem por objetivo conhecer e integrar os museus brasileiros por meio da coleta, registro e disseminação de informações sobre o setor. - See more at: http://www.museus.gov.br/noticias/cadastro-nacional-de-museus-ja-esta-novamente-disponivel-para-consulta-online/#sthash.wRAbc3GJ.dpuf
Após suspensão temporária do serviço para atualização da plataforma, já está disponível para consulta do público a base de dados online do Cadastro Nacional de Museus, iniciativa desenvolvida pelo Ibram/MinC, que tem por objetivo conhecer e integrar os museus brasileiros por meio da coleta, registro e disseminação de informações sobre o setor.
A ferramenta permite a busca de museus por nome, unidade da federação (UF), município, natureza administrativa e tipologia de acervo. Possibilita ainda identificar a quantidade de museus por UF e região, podendo ser utilizada por profissionais de museus, gestores, pesquisadores e público em geral.
Com base nas informações do Cadastro Nacional de Museus, lançado em 2006, sabe-se hoje que o Brasil possui mais de 3.200 instituições museológicas. A base de dados é atualizada de forma permanente e subsidia a produção de publicações como Museus em Números e Guia dos Museus Brasileiros.
Para cadastrar um museu, é necessário preencher um questionário e enviar para o endereço eletrônico cnm@museus.gov.br.
- See more at: http://www.museus.gov.br/noticias/cadastro-nacional-de-museus-ja-esta-novamente-disponivel-para-consulta-online/#sthash.wRAbc3GJ.dpuf
Cadastro Nacional de Museus já está novamente disponível para consulta online
  Após suspensão temporária do serviço para atualização da plataforma, já está disponível para consulta do público a base de dados online do Cadastro Nacional de Museus, iniciativa desenvolvida pelo Ibram/MinC, que tem por objetivo conhecer e integrar os museus brasileiros por meio da coleta, registro e disseminação de informações sobre o setor.
A ferramenta permite a busca de museus por nome, unidade da federação (UF), município, natureza administrativa e tipologia de acervo. Possibilita ainda identificar a quantidade de museus por UF e região, podendo ser utilizada por profissionais de museus, gestores, pesquisadores e público em geral.
Com base nas informações do Cadastro Nacional de Museus, lançado em 2006, sabe-se hoje que o Brasil possui mais de 3.200 instituições museológicas. A base de dados é atualizada de forma permanente e subsidia a produção de publicações como Museus em Números e Guia dos Museus Brasileiros.
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Cadastro Nacional de Museus já está novamente disponível para consulta online
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A ferramenta permite a busca de museus por nome, unidade da federação (UF), município, natureza administrativa e tipologia de acervo. Possibilita ainda identificar a quantidade de museus por UF e região, podendo ser utilizada por profissionais de museus, gestores, pesquisadores e público em geral.
Com base nas informações do Cadastro Nacional de Museus, lançado em 2006, sabe-se hoje que o Brasil possui mais de 3.200 instituições museológicas. A base de dados é atualizada de forma permanente e subsidia a produção de publicações como Museus em Números e Guia dos Museus Brasileiros.
Para cadastrar um museu, é necessário preencher um questionário e enviar para o endereço eletrônico cnm@museus.gov.br.
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Primavera dos Museus 2013



O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) informou nesta sexta-feira, 23, que a 7ª Primavera dos Museus vai mobilizar um número recorde de instituições. Um total de 884 museus e centros culturais de todo o país confirmaram sua participação no evento que acontecerá de 23 a 29 de setembro.




 Serão mais de 2,6 mil atividades em torno do tema Museus, Memória e Cultura Afro-Brasileira, que propõe aos museus reverberar as contribuições da África para a sociedade brasileira e disseminar conhecimento e reflexão crítica sobre a realidade afrodescendente no país, contribuindo para a ampliação de olhares e a superação de preconceitos e discriminações raciais.

Programação será disponibilizada

O Ibram, instituição vinculada ao Ministério da Cultura, divulgará, na primeira semana de setembro, um guia online contendo toda a programação da temporada, que oferecerá ao público de todas as regiões do Brasil exposições, seminários, oficinas, exibições de música, teatro, dança e cinema, além de outras atividades e atrações.

Confira o texto explicativo sobre o tema deste ano.

Realizada desde 2007, a Primavera dos Museus é resultado de uma ação conjunta entre o Ibram e as instituições museológicas de todo o país. Os museus que participam da ação têm conseguido alcançar importantes resultados, como o aumento da visitação, maior envolvimento da comunidade, e fortalecimento de sua imagem.

(Texto: Ibram/MinC)
(Fotos na home e acima: Ascom/Ibram - Primavera dos Museus/2011)
(Publicação: Ascom/MinC)

HISTÓRIA - Musal participa de conferência internacional de museus



O Rio de Janeiro sediou, entre os dias 11 e 17 de agosto, a 23ª Conferência do Conselho Internacional de Museus (ICOM), que teve como tema: “Museus + criatividade = mudança social”. O ICOM foi criado por profissionais de museus em 1946 e atualmente a rede conta com 30.000 membros de 137 países. É um órgão consultivo do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas.

O ICOM subdivide-se em 117 comitês nacionais e 31 comitês internacionais dedicados às várias tipologias de museus. O diretor do Museu Aeroespacial e os oficiais museólogos integraram o ICOMAM – comitê do ICOM que se dedica ao estudo de armaria e da história militar.

Durante a conferência, o diretor do Musal proferiu a palestra “Arquitetura de Museus” para os participantes do ICOMAM, dentre eles diretores de museus militares e de armas de vários países.

A 23ª Conferência do ICOM recebeu cerca de 2000 participantes de mais de 100 países, que tiveram como local principal dos trabalhos a Cidade das Artes, localizada na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Os comitês temáticos realizaram algumas visitas técnicas. Uma delas foi o Musal, onde receberam o livro recém-lançado “Museu Aeroespacial – 40 anos” .


Fonte: MUSAL

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Alemanha Berlim constrói museu para obras de arte do século XX


Berlim concordou hoje em construir um novo museu para albergar obras de arte do século XX incluindo de artistas como Rothko, Magritte ou Dali doados por um casal abastado, provavelmente para resolver uma disputa de anos.
 
A Fundação de museus estatais apresentou uma proposta para a cidade criar um museu de 130 milhões de euros para albergar a coleção diretamente responsável pela grande afluência de público à Nova Galeria Nacional do Fórum Cultural, no centro de Berlim.
A coleção de arte pertence aos colecionadores Ulla e Heiner Pietzsch e inclui peças de Max Ernst, André Breton ou Joan Miró, estando avaliada em 150 milhões de euros.

A recomendação da fundação marca provavelmente o fim de uma disputa sobre o plano inicial de deslocar uma das mais importantes coleções de arte berlinense, que reúne obras de inestimável valor dos Grandes Mestres, para outro sítio.

O novo plano significa que as obras de pintores como Rembrandt, Caravaggio, Duerer e Cranach podem permanecer no “The National Museums’ Gemäldegalerie” em vez de serem deslocalizadas para a ilha de museus, classificada pela UNESCO.

Esse cenário criou uma polémica de contornos internacionais no último ano, com duas petições contra a mudança de instalações da coleção a congregar dezenas de milhares de assinaturas e com vários protestos formais por parte de reconhecidos historiadores de arte.

Os historiadores argumentavam que as obras de arte teriam de ficar armazenadas e fora da vista do público durante anos, enquanto durasse a mudança.

Apesar do custo do novo museu ser elevado, é bastante mais baixo do que os 375 milhões de euros estimados que seriam necessários para levar por diante o conceito original.

O ministro da Cultura alemão, Bernd Neumann, já felicitou o compromisso.
“A nova proposta vai tornar o Fórum Cultural mais atrativo e manter os custos num nível comportável”, defendeu.

Berlim, à qual falta uma base industrial, tem feito depender muito o seu desenvolvimento da cultura, conseguindo que os seus museus sejam reconhecidos mundialmente, o que ajudou a impulsionar o turismo.

O número de visitantes aos museus da cidade aumentou cerca de 73%, o equivalente a seis milhões de pessoas, entre 2002 e 2010, contra apenas 8% na Alemanha, de acordo com um estudo realizado o ano passado.


fonte:
http://www.noticiasaominuto.com/cultura/100177/berlim-constr%C3%B3i-museu-para-obras-de-arte-do-s%C3%A9culo-xx#.UhfQvFY83s0
 

Museu em NY monta exposição de microapartamentos


Museu quer demonstrar que, com um pouco de criatividade, é possível viver bem em um microapartamento, tendência nas grandes metrópoles

 

Nova York
Nova York: na cidade, "seu apartamento é seu quarto e a cidade é a sala", diz um dos mantras dos agentes imobiliários 

Nova York - "Em Nova York, seu apartamento é seu quarto e a cidade é a sala" é um dos mantras recorrentes dos agentes imobiliários na tentativa de convencer um estrangeiro a alugar um dos minúsculos imóveis da cidade.


Mas o Museu da Cidade de Nova York (MCNY) quer demonstrar que, com um pouco de criatividade, em um microapartamento é possível fazer caber ao mesmo tempo quarto e sala. O desafio foi feito convidando cinco pessoas a viver durante um fim de semana inteiro em um apartamento de 30 metros quadrados construído no terceiro andar do museu.

"Quando entrei aqui pensei que era pequeno demais, mas depois que se começa a viver é diferente, parece aberto, não se sente nem de longe que é pequeno como de fato é", disse Taylor Jones, um bolsista do museu que, junto com sua colega Emily Theakston, teve coragem de passar 24 horas no pequeno espaço.
De seis da tarde de quinta-feira até as seis da tarde de sexta, Taylor e Emily compartilharam o microapartamento, projetado pela firma italiana Clei e mobiliado pela Resource Furniture, que importa para os Estados Unidos "móveis multiuso" fabricados na Europa.

Uma cadeira de escrivaninha que se transforma em uma escada, uma mesa auxiliar que se transforma em quatro assentos ou uma cama de casal que recua na parede para dar passagem a um sofá são algumas das propostas que permitem aproveitar ao máximo este diminuto espaço.

fonte:
http://exame.abril.com.br/economia/noticias/museu-em-ny-monta-exposicao-de-microapartamentos

 

AGENDA - “face to face” - bate papo com os artistas - dia 24 de agosto ( sabado ) das 14 às 15 hs

   Edison Mariotti, idealizador desta  exposição vem contribuindo para
as    manifestações de artistas brasileiros divulgando seus trabalhos
na  internet ( www.rc.com.br ). Agora, é com grande satisfação que o
convidamos para a  exposição " Memórias de um segundo atrás "  em um
ambiente real.  O evento acontece no ESPAÇO da LIVRARIA CULTURA,
localizado na Av Paulista, 2073 - Conjunto Nacional, na RAMPA, acesso
via Al. Santos - São  Paulo SP. Essa exposição ficará aberta à
visitação, de 02 agosto até 30 de agosto de 2013, aberto para
visitação todos o dias das 10h às 22hs.  Ressaltamos que vossa
presença é de grande importância, valorizando o  evento e evidenciando
os artistas brasileiros; Magda Bugelli, Mary Yamanaka, Iara Pinheiro,
Vivi Zepe e Karlene Bianca.

AGENDA - “face to face” - bate papo com os artistas - no salão da exposição


  - dia 24 de agosto ( sabado ) das 14 às 15 hs