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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Ecomuseu encerra Primavera de Museu com Pôr do Sol Cultural


A 7ª Primavera de Museu do Ecomuseu da Amazônia encerrou a programação no fim da tarde desta última sexta-feira, dia 27, com o I Pôr do Sol Cultural da ilha de Caratateua. Música, dança, poemas e diversas apresentações culturais afro-brasileiras marcaram o evento.

Com composições de artistas regionais e de autoria própria, o professor Raimundo Lima empolgou o público que cantou junto todo repertório. O grupo Tupiniquim também marcou presença no Pôr do Sol Cultural e colocou os integrantes do Grupo da Melhor Idade do Ecomuseu da Amazônia para dançar no ritmo do carimbó.

Os grupos de Capoeira Luta e Tradição, Pará e Abadá Capoeira mostraram um pouco da performance da luta que é típica do país e revela a cultura afro-brasileira. ”É bom saber que agora não estamos mais sozinhos”, disse mestre Paiva, se referindo a parceria com o Ecomuseu da Amazônia.

Para a coordenadora do projeto, Maria Terezinha Resende, esse foi o primeiro de muitos outros que virão. “Precisamos valorizar o que o povo tem de melhor na ilha, que é a cultura local”, declarou. É o que também acha o técnico do Ecomuseu e morador da ilha de Caratateua, Junior Portugal. “Aqui existe uma diversidade cultural muito grande que precisa ser explorada, e essa iniciativa já é um grande começo”.

A Programação deixou Neca Borges, que também é morador da ilha, aprovou a programação. “A gente não vê isso por aqui, e quando acontece é uma satisfação muito grande, pois a gente começa a sentir mais orgulhoso e perceber as coisas belas que têm em nossa Caratateua”, disse o morador.

Texto: Adriana Lira – Ascom/ Fumbosque
Fotos: Comus
Edição: Dandara de Almeida – NID/Comus

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Novo Museu em comunidade quilombola no Nordeste

O Museu Comunitário da Serra do Evaristo, recebe o acervo arqueológico resgatado da escavação realizada ali mesmo pelo IPHAN-CE. Os trabalhos tiveram início em março de 2012 em um sítio funerário de onde foram coletados inúmeros vestígios materiais pré-históricos.

O maior diferencial do museu é a preservação do acervo arqueológico in loco, diferente do que ocorre com inúmeros vestígios funerários expostos e depositados em museus do Ceará, sem qualquer informação sobre suas procedências. O acervo tem peças de mais de 700 anos.

Na cerimônia de inauguração haverá o Seminário Multidimensão do Museu, organizado pela própria comunidade, que também participou diretamente das escavações e da construção do Museu em conjunto com os arqueólogos e técnicos.

fonte:
babeldasartes

John Bella aponta museus como garante da história de Angola

O escritor angolano John Bella apontou os museus nacionais como património que garantem a história de Angola, através do historial das suas peças que devem ser salvaguardadas, apurou a Rádio Luanda.




Em declaração à imprensa a propósito da importância dos museus, o escritor informou que nestas instituições encontra-se os valores orais e escritos do país, razão pela qual o seu acervo deve ser valorizado.

Segundo o escritor, em qualquer parte do mundo os museus são de grande utilidade para os visitantes, por serem a melhor forma de contar a história de um país.

John Bella apontou ainda a necessidade da criação de mais programas que permitam as pessoas visitarem estas instituições e de formas a saírem melhor informados sobre as histórias de Angola.

O escritor reconhece que os museus têm um papel fundamental na divulgação do património histórico-cultural, por permitirem que a nova geração conheça o percurso da história de Angola.

John Bella reforçou a necessidade da colaboração entre as várias instituições de formas a realizar visitas guiadas, sobretudo para os mais jovens, por acreditar ser em tenra idade que os conhecimentos da história de Angola devem ser passados.


fonte:
http://www.rna.ao/radioluanda/noticias.cgi?ID=78813

sábado, 28 de setembro de 2013

Comunidade inaugura museu arqueológico


Comunidade inaugura museu arqueológico






Prédio é o primeiro espaço do Ceará não retirado do local onde foram realizadas as escavações

Unida no alto de um monte, a Comunidade Quilombola da Serra do Evaristo, no Maciço de Baturité, a 90 Km da Capital, sobrevive imersa num verdadeiro mergulho ao passado. A população local coordena uma pesquisa na área que originou o primeiro museu do Ceará não desterritorializado da área onde encontraram material histórico a partir de escavações. O prédio foi aberto ontem, com a presença de Jurema Machado, presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

O Museu Comunitário da Serra do Evaristo é uma pequena sala, feita com detalhes cuidadosos e sofisticados de cerâmica e madeira, com material de urnas funerárias datadas de 700 anos atrás, antes do descobrimento do Brasil FOTO: LUCAS DE MENEZES

O evento foi um verdadeiro acontecimento para a pequena população, formada por cerca de 140 famílias. Uma quarta-feira diferente, com direito a missa, seminário, apresentação artística, discursos e até forró ao fim do encontro para celebrar o que os membros da comunidade se orgulham ao chamar de conquista: a inauguração do Museu Comunitário da Serra do Evaristo.

Em meio a um cenário que possibilita visão panorâmica e privilegiada do Maciço de Baturité, o museu é uma pequena sala, feita com detalhes cuidadosos e sofisticados de cerâmica e madeira, no cume da Serra, e que, por enquanto, abriga material fruto de urnas funerárias datadas de 700 anos atrás, portanto, antes do descobrimento do Brasil.

Agora, o museu abriga o resultado do trabalho de escavações realizadas com o total apoio da comunidade, possibilitando assim a continuação de pesquisas relacionadas a diversos aspectos da época em que as urnas foram achadas, como informações sobre doenças, tipo de alimentação, além de hábitos e vegetação nativa, explica o historiador e arqueólogo, Igor Pedroza, um dos coordenadores das escavações. "Esse sítio nos possibilitou encontrar vestígios com contextos preservados", acrescenta. Hoje, o pesquisador aborda o assunto em seu doutorado.

Expostos no museu, aberto ao público pela primeira vez ontem, estão espécies de potes, machados polidos e outros artefatos de anos entre 1280 e 1390. "Além da pesquisa, das escavações e da recuperação dos artefatos, o estudo resultou na criação do museu, gerido pela comunidade. É uma pesquisa que não se encerra com as escavações, mas tem agora, no museu, uma possibilidade de acompanhamento permanente", diz a presidente do Iphan, Jurema Machado.

Interesse

Já o superintendente do Iphan no Ceará, Ramiro Teles, acrescenta a integração da comunidade com as pesquisas e o real interesse em deixar no local as escavações encontradas. "O material recolhido foi tão expressivo, em tamanha quantidade, que vimos a necessidade da construção do espaço. Foi uma solicitação da comunidade que o material não fosse desterritorializado".

Arqueóloga do Iphan Ceará, Verônica Viana também participou das pesquisas e destaca que, pela primeira vez no Ceará, houve a recuperação de um material da forma como foi abandonado pelos seus autores. "Isso nos possibilita, a partir das escavações, ter resultados diversos sobre esses grupos. Pelo fato de a gente ter esse material preservado, há uma pesquisa bem completa".

Chegar à sede do museu, no entanto, exige paciência. Após a entrada no município de Baturité, são cerca de 20 minutos de carro, em uma estrada feita parte de piçarra e parte de calçamento, praticamente sem nenhuma estrutura urbana para o motorista que faz a subida. Isso porque, diz Ramiro, a ideia da comunidade era não retirar do local de origem o material encontrado. Embora trate a viagem como "um charme" para o visitante, Ramiro admite a possibilidade de tentar viabilizar junto ao poder público melhorias no acesso.

A criação do museu se deu após solicitação da comunidade. O Iphan lançou edital e terceirizou a ArqueoSocio para realizar as escavações com a contribuição da população. A pesquisa teve início em 2012, e os gastos do Iphan com escavações somaram R$ 250 mil. Já o prédio do museu custou R$ 150 mil, mas foi pago por meio de um acordo com uma empresa que havia causado danos em outro sítio arqueológico no País.

DAHIANA ARAÚJO
SUBEDITORA

PROTAGONISTA

Procura por rastros do passado

Hoje, os integrantes da comunidade falam sobre o assunto como se sentissem uma saudade do que não conheceram. É o caso de uma das bolsistas selecionadas para trabalhar junto a arqueólogos e demais pesquisadores na busca por rastros do passado que possam ajudar a entender o futuro. Ela e os vizinhos andam com mais cuidado, observando se o que há no chão é vestígio do sítio arqueológico. Após o fim do trabalho de seis meses, Cristina presta serviço à empresa ArqueoSocio, que fez as escavações, em pesquisas realizadas em outros lugares do Estado.

Cristina da Costa
Assistente de escavação

fonte:
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1321873

Maior museu entomológico da América Latina abriga 80 mil insetos


Coleção de borboletas rendeu à Seara apelido de terra das borboletas. Boa parte dos insetos, coletados desde 1924, não existe mais na natureza.





Do G1 SC


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Coleção de Borboletas no museu Fritz Plaumann (Foto: Portal de Turismo Seara/Divulgação)



O maior museu entomológico da América Latina abriga mais de 80 mil exemplares de 17 mil espécies diferentes de insetos em Seara, no Oeste de Santa Catarina. A coleção de borboletas do Museu Entomológico Fritz Plaumann rendeu a cidade o apelido de 'Terra das Borboletas'.
Fritz Plaumann mostra parte da coleção
(Foto: Portal de Turismo Seara/Divulgação)

Natural da Prússia Oriental, na época parte do império alemão e atualmente território da Lituânia, Fritz Plaumann chegou ao Brasil com a família em 1924, aos 22 anos, e se instalou no atual município de Seara, próximo ao distrito de Nova Teutônia. Na região, ele trabalhou como agricultor, fotógrafo e comerciante. Mas, durante toda a vida coletou e catalogou insetos. Das 17 mil espécies existentes no museu, 1.500 foram descobertas por ele e 150 foram batizadas com o seu nome ou derivados. Boa parte dos insetos não existe mais na natureza. Além das borboletas, fazem parte da coleção besouros, moscas, baratas e outros insetos da região.

Segundo informações passadas pelos gestores do museu, além do interesse por insetos, Plaumann era autodidata e buscava a preservação da natureza. Ele anotava três vezes ao dia todos os dados sobre o tempo na região, e utilizando mapas meteorológicos alemães, ele anotava a quantidade de chuva, umidade, vento e temperatura.
Coleção de Borboletas no museu Fritz Plaumann
(Foto: Portal de Turismo Seara/Divulgação)

A Prefeitura Municipal de Seara adquiriu em 1982 a coleção entomológica de Fritz Plaumann e 1988 inaugurou o museu, que tem quase 600 m², distribuídos em três pavimentos. O local fica em frente a casa onde Plaumann morava.

Plaumann dedicou 70 anos da sua vida à catalogação de insetos, e morreu no dia 22 de setembro de 1994, há 19 anos. Em 1985, obteve a Medalha do Mérito Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina e, no início de 1991, recebeu a mais alta condecoração do campo da ciência da Alemanha: a Grã-Cruz do Mérito Científico.

Em 2003, em homenagem, foi criado o Parque Estadual Fritz Plaumann em Concórdia, com o objetivo de proteger remanescentes das florestas que recobriam originalmente a região do Alto Uruguai no estado de Santa Catarina. Situado no município de Concórdia, o Parque tem aproximadamente 741 hectares localizados às margens do reservatório formado pela barragem da Usina Hidrelétrica de Ita, no Rio Uruguai.

Serviço
Museu Entomológico Fritz Plaumann
Seara: acesso pela rodovia SC-283
Horário de funcionamento: segunda a quinta-feira das 8h30min às 17h; sábados das 9h às 16h.
Informações: 49 3452-1191 fonte:
http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/nossa-terra/2013/noticia/2013/09/maior-museu-entomologico-da-america-latina-abriga-80-mil-insetos.html

 

Museu do Futebol comemora cinco anos de funcionamento

A comemoração será no dia 29, domingo, com jogos educativos com o núcleo educativo multidisciplinar
No próximo domingo, 29, o Museu do Futebol completa cinco anos de funcionamento. A comemoração será gratuita e contará com jogos educativos. Localizado no Estádio do Pacaembu, o museu já foi considerado um dos mais visitados do Estado, só este ano já ultrapassou a marca de 1,7 milhão de visitantes, com média de 1.500 pessoas por dia.

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O museu tem um núcleo educativo multidisciplinar com 21 profissionais que atenderam quase 15 mil pessoas só em 2013. O núcleo é responsável por atuar na criação de jogos e atividades que aprofundam o contato com o acervo do museu.

A comemoração do aniversário começa às 11h, com as atividades de jogos Mundo das Copas, Linha do Tempo e Jogo de Camisas.

O Museu do Futebol fica aberto de terça-feira a domingo, das 9h às 17h, com permanência até as 18h.

SERVIÇO
Aniversário de cinco anos do Museu do Futebol
Museu do Futebol (Praça Charles Miller s/n, Pacaembu, São Paulo)
Dia 29 de setembro, domingo, das 9h às 18h (bilheteria até as 17h)
Entrada gratuita
Mais informações (11) 3664-3848
http://www.museudofutebol.org.br

Amazônia brasileira vai contar com museus a céu aberto



O projeto faz parte de uma parceria entre os governos brasileiro e japonês

Brasil e Japão assinaram nesta quinta-feira (29) um plano básico do Projeto para Conservação da Biodiversidade Amazônica sob Conceito de Museu a Céu Aberto em Manaus. A parceria envolve técnicos do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica).


O projeto prevê a implantação de museus a céu aberto em áreas mantidas pelo Inpa, com o uso de tecnologias japonesas, para criar um ambiente interativo para estudantes e turistas. O objetivo é trazer um novo conceito de museu: a própria floresta com o estudo da biodiversidade. Será montada uma infraestrutura para buscar informações, imagens e sons do que existe para o público de maneira interativa e com mais tecnologia. Torres serão instaladas para a captação dessas imagens e sons.


Também está prevista a construção de instalações para a criação de peixes-boi em semicativeiro e observação de copa das árvores. As áreas utilizadas serão o Bosque da Ciência (Aleixo), o Jardim Botânico Adolpho Ducke (Cidade de Deus), a Reserva Florestal Adolpho Ducke (km 26 da AM-010) e a ZF-2 (km 60 da BR-174).

Existe também a intenção de obter imagens de outros fenômenos naturais que não são facilmente observáveis e disponibilizá-las para a população, bem como a de oferecer cursos de capacitação nessas áreas.


O projeto está previsto para começar em abril e conta com financiamento total de US$ 5 milhões, juntamente com as tecnologias desenvolvidas pelos japoneses e o conhecimento da biodiversidade e a infraestrutura oferecida pelo Inpa.

A Amazônia brasileira

O Brasil abriga 60% da Floresta Amazônica. A Amazônia Legal Brasileira é uma região administrativa que se estende pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e partes do Tocantins, Maranhão e Goiás. Ela representa 53% da área terrestre total do Brasil (5 milhões de quilômetros quadrados), conta com uma população de 25 milhões de habitantes e gera quase 8% do PIB brasileiro.


- O desmatamento na região caiu 76,9% entre 2004 e 2011.

- Cerca de 43% (2,1 milhões de km2) do território da Amazônia fica dentro de Áreas Protegidas ou Áreas habitadas por povos indígenas.


federal ou estadual fora das Áreas Protegidas e das Áreas habitadas por povos indígenas.

- Há cerca de 400 áreas indígenas identificadas e demarcadas na região, que abrigam entre 170.000 e 200.000 habitantes indígenas.

 fonte:
http://www.cbnfoz.com.br/noticias-do-brasil/editorial/brasil/01092013-38514-amazonia-brasileira-vai-contar-com-museus-a-ceu-aberto

The Butler House Museum no Annual Smithsonian Museum Day


O Butler House Museum é um dos 1,500 museus do país que participará do 2013 Smithsonian Museum Day, neste sábado (28). O Dia do Museu é um evento anual patrocinado pela Smithsonian Magazine que promove entrada gratuita para participar de museus ao baixar um ingresso diretamente do website do Smithsonian.

A Butler House abrirá das 10am às 2pm com conhecedores disponíveis para guiar os interessados através da história da casa que ajudou a começar tudo em Deerfield Beach. A casa é um dos quatro locais históricos localizados na cidade que constam do Registro Histórico Nacional. Os outros locais são East Coast Railroad Station, a Elementary School e a Old School House, ao lado da Prefeitura.

A Butler House fica na 380 East Hillsboro Blvd, Deerfield Beach, Flórida. Para se tornar um sócio anual, basta pagar um preço promocional de $20 até 31 de outubro de 2013 para comemorar o 40º aniversário da Sociedade Histórica de Deerfield Beach; todas as entidades voluntárias supervisionam as quatro propriedades. Quem estiver interessado em juntar-se ao corpo de voluntários, deve obter mais informações sobre a Sociedade Histórica de Deerfield Beach, ligando para (954)429-0378 ou visitando www.deerfield-history.org.

Para baixar um ingresso para o Smithsonian Museum Day, acesse www.smithsonianmag.com/museumday/Museum-Day-Faqs.html.
Classes de dança para

fonte:
http://acheiusa.com/acheiusa2011/asp/noticias/ultimas_noticias.asp?cd_n=10488

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Atividades na Casa do Povoador comemoram 10 anos do Centro Cultural Martha Watts

Em 2013, o Centro Cultural Martha Watts, espaço que agrega arte, cultura e memória, comemora seu décimo aniversário. Para celebrar a data, ao longo do ano distintas atividades de cunho artístico e histórico estão sendo desenvolvidas.

Abaixo mais um evento:

Data: 28 de setembro de 2013
Local: Casa do Povoador ------------- Piracicaba SP
Av. Beira Rio, 844
Horário: a partir das 9h

 28/09 a 27/10 Exposição: Arte, Cultura e Memória – 10 anos do Centro Cultural Martha Watts


A exposição mostra o edifício inaugurado em 1884 até sua utilização atual.
Horário de visitação: de 2ª a 6ª das 8h às 17h e aos sábados e domingos das 8h às 18h.

 Pintura ao ar livre, artistas da APAP

 Recital de piano Cecília Bellato e alunos – EMPEM

 “Abraço e poesia”: intervenção cênica com o Grupo de Teatro Cochichonacoxia da Unimep.

  • Calendar icon 26 de setembro de 2013
fonte:
http://semac.piracicaba.sp.gov.br/povoador/?p=232

Museu terá réplica do homem pré-histórico em Cuiabá



A réplica de um homem pré-histórico caçador coletor será inaugurada em tamanho natural, no Museu de Pré-História Casa Dom Aquino, nesta sexta-feira (27.09), às 17h. A inauguração desta réplica faz parte da programação da “7ª Primavera de Museus”. A secretária de Estado de Cultura de Mato Grosso, Janete Gomes Riva, estará presente e convida toda a população para conferir. A entrada é gratuita.

A escultura, feita em argila pelo artista plástico e escultor, Junne Fontenele Cardoso, estará disposta ao ar livre, em meio a milhares de lascas da Pré-História, onde unirá cultura, arte e educação de modo interativo com a toda população do Estado de Mato Grosso.

Junne Fontenele

Natural do Estado do Ceará começou a esculpir, aos 13 anos de idade, criando pequenas peças em cerâmica, como pratos, rosto de animais entre outras. Com 16 anos foi estudar anatomia humana, onde teve identificação no processo criativo.

“Criei um estilo próprio, autodidata, sem nenhuma formação superior artística, na qual me identifico como um escultor realista contemporâneo. Como inspiração uso tema social da atualidade: a dor, fome, miséria, o medo, a paixão, o preconceito e o trabalho o regional.

Já expos na região Nordeste, na casa da cultura Belchior, em 2003, e na casa da Cultura, em Sobral, no Ceará.

Em 2004 se mudou para Mato Grosso e, residindo em Cuiabá, realizou três exposições coletivas na SEC. Em 2005, expos no Memorial Praça das Bandeira, e em 2006, na Casa do Artesão participou duas vezes consecutivas no “Salão Jovem Arte”, outras duas no “Salão Acubá”, onde foi um dos selecionados.

Também professor de Artes e Gestor Ambiental, atualmente trabalha em projetos sociais, além da arte voltada ao realismo, social e cultural.

Serviço

O horário de funcionamento do Museu de Pré-História Casa Dom Aquino, é das 8h às 11h30, e das 13h30 às 17h30, de segunda a sexta-feira. Aos sábados das 8h às 11h30. O agendamento inclui monitores de arqueologia e paleontologia, para grupos acima de seis pessoas.




  


fonte:
http://www.odocumento.com.br/materia.php?id=440390

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Mostra de orquídeas celebra a Primavera



Em comemoração à chegada da Primavera, no último dia 22 de setembro, o Palacete das Artes apresenta uma exposição dedicada às flores. Entre os dias 27 e 29 (de sexta a domingo) o local será palco da "Primavera dos Museus", onde ocorrerá a 5ª Mostra de Orquídeas, das 10h às 18h.

O encontro promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), em parceria com os Orquidófilos Baianos Associados (OBA), vai reunir mais de 6 mil plantas de biólogos especializados no cuidado com a planta na Bahia e de vários outros cantos do Brasil.

Além disso, a exposição pretende trazer à tona discussões que despertem nos visitantes uma preocupação ambiental.

Também ocorrerá uma feira com oficinas gratuitas sobre o cultivo de orquídeas, que serão apresentadas nos três dias, além de uma oficina de bonsai (no sábado e domingo).

Uma palestra sobre orquídeas nativas será ministrada no sábado e outra sobre doenças e tratamentos envolvendo a planta acontecerá no domingo.

Uma exposição com 40 fotografias de Claudio Colavolpe completa a mostra.

Primavera dos Museus - acompanhe a programação


Dia 27 (sexta-feira):
10h – Abertura;
16h – Oficina: Cultivo de Orquídeas (Dalton Holland Baptista, orquidólogo de renome nacional além de orquidófilo)

Dia 28 (sábado):
10h – Oficina: Cultivo de Orquídeas (Dalton Holland Baptista);
11h - oficina de Bonsai;
16h – Palestra sobre Orquídeas Nativas da Bahia (Professor e Engenheiro Doutor Ednildo Andrade Torres);
17h – Oficina: Cultivo de Orquídeas (Químico Doutor Francisco de Assis Ferreira Parente)

Dia 29 (domingo):
10h – Oficina: Cultivo de Orquídeas (Dalton Holland Baptista);
11h - oficina de Bonsai; 15h – Palestra sobre Orquídeas – Doenças e Tratamentos (Químico Doutor Francisco de Assis Ferreira Parente);
16h – Oficina: Cultivo de Orquídeas (Ednildo Andrade Torres); 18h – Encerramento


fonte:
http://atarde.uol.com.br/bahia/salvador/materias/1536306-mostra-de-orquideas-celebra-primavera-no-palacete-das-artes

Museu expõe animais empalhados mortos na guerra da palestina

Eles viviam no zoológico da cidade Qalqilya, na Cisjordânia


Editora Globo
Leão empalhado é um dos principais atrativos do local (Foto: Divulgação/Daniel Tepper)
As guerras sempre fizeram vítimas e apenas os humanos são lembrados para homenagens. Mas um médico veterinário que vive na Cisjordânia, região conflituosa da palestina, decidiu empalhar os animais que morreram no zoológico da cidade de Qalqilya.
Editora Globo
Dr. Khader é o responsável pelo acervo do museu (Foto: Divulgação/Daniel Tepper)

O espaço reúne várias espécies e virou museu, funcionando no zoológico onde também estão os bichos sobreviventes da guerra. A ideia foi do veterinário do local, o Dr. Sami Khader, que também é autodidada em taxodermia, técnica de preservação dos corpos para fins de estudos e exibições.
Editora Globo
Os bichos empalhados morreram durante a guerra da Cisjordânia (Foto: Divulgação/Daniel Tepper)

Durante a Segunda Intifada (2000-2005), que vitimou mais de cinco mil pessoas entre palestinos e israeleses, Dr. Khader teve que cuidar do zoológico sozinho. Na época, muitos animais morreram de fome ou doenças, sufocados por gás lacrimogêneo e atingidos por bombas e balas.
Editora Globo
Macacos estão entre as espécies expostas (Foto: Divulgação/Daniel Tepper)

São quase 100 peças no acervo, entre elas exemplares exóticos em vários níveis de decomposição. Todas ficam em salas abafadas e quentes, mas incrivelmente sem odor. A iluminação ajuda a separar o amontoado de espécies misturadas, oscilando em feixes luminosos com ares macabros nas cores azul, laranja e amarelo.
Editora Globo
Alguns animais ficaram desfigurados após serem empalhados (Foto: Divulgação/Daniel Tepper)

Os visitantes se deparam com exemplares de leões, girafas e macacos, entre outros, com olhos vidrados e feições animadas, como se estivessem emitindo sons ou interagindo. Em alguns bichos faltam pedaços dos corpos ou têm ossos desajustados.
Editora Globo
Algumas cabeças estão penduradas nas paredes do museu, dando um clima macabro ao ambiente (Foto: Divulgação/Daniel Tepper)

Com o fim dos conflitos, o zoológico virou um dos poucos ambientes abertos da região isentos de tensão política. Por lá famílias inteiras usufurem de miniparque de diversões, um lago e animais vivos, como ursos e macacos.
Editora Globo
A girafa morta foi mantida em pé no museu (Foto: Divulgação/Daniel Tepper)
 
fonte:
http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI343077-18071,00-MUSEU+EXPOE+ANIMAIS+EMPALHADOS+MORTOS+NA+GUERRA+DA+PALESTINA.html

Museu Oswaldo Russomano é reaberto em Bragança Paulista, SP


Espaço foi reaberto após dois anos de obras para reforma.

Até o final do ano, cerca de 300 escolas devem visitar o local.



Museu Oswaldo Russomano foi reaberto após dois anos de reforma (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)


Quem gosta de conhecer e ver de perto detalhes da história do Brasil tem um bom motivo para visitar Bragança Paulista (SP). Depois de dois anos fechado para reformas, o Museu Municipal Oswaldo Russomano foi reaberto e volta com diversas atrações na cidade.

A espada e a bandeira usadas por Dom Pedro II, há mais de 120 anos, podem ser vistas pelo público novamente. Elas e as mais de 3 mil peças do Museu Oswaldo Russomado ficaram guardadas até que a reforma do prédio terminasse.

O assoalho foi todo restaurado e os papéis de parede foram trocados. O prédio, no centro da cidade, está com pintura nova e também ganhou rampa de acesso e banheiros para pessoas com deficiência. “A reforma era necessária porque o museu é de 1972. Acho que pedia realmente um restauro em várias partes”, afirmou o secretário de Cultura e Turismo da cidade Noy Camilo.
Mais de 3 mil peças ficaram guardadas durante a
reforma (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)

Com a reabertura, mais de 300 escolas já marcaram visita no museu até o fim do ano e os alunos vão poder conhecer melhor a civilização Maia. Objetos, estátuas e fotos históricas fazem parte de uma exposição temporária.

Carrinho de pipoca
A principal novidade na reabertura do museu, porém, não é nenhuma mudança na estrutura do prédio. A maior atração é um carrinho do pipoqueiro Geraldo Domingues de Camargo, querido por muitos bragantinos. Camargo trabalhou por quase 50 anos na cidade até se aposentar no ano passado.

O principal diferencial do pipoqueiro, era o serviço oferecido e o tratamento aos clientes. “Quando a pessoa precisava e não tinha dinheiro para pagar (a pipoca), eu não esperava ela nem pedir. Eu oferecia a pipoca, a pessoa pegava e ficava tão contente”, disse Camargo.
Carrinho de pipoca é uma das novidades da
reabertura (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)

Agora, quem sentir saudades vai ter pelo menos a oportunidade de ver o carrinho que acompanhou o pipoqueiro nos últimos 13 anos. “A gente acha que não merece o que muitas pessoas estão programando para gente, mas se eles acham que a gente merece a gente aceita com todo gosto”, afirma.

Serviço
O Museu Municipal fica na Rua Coronel João Leme, 520, no centro. Ele funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 17h. Aos sábados, domingos e feriados o horário de funcionamento é das 10h às 16h. A entrada é gratuita.
 
fonte:
http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2013/09/museu-oswaldo-russomano-e-reaberto-em-braganca-paulista-sp.html

 

Comunidade inaugura museu arqueológico

Será inaugurado, na tarde de hoje, o Museu Comunitário da Serra do Evaristo, em Baturité, distante 90 Km de Fortaleza. O local vai receber o acervo arqueológico que foi resgatado na escavação realizada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Ceará (Iphan-CE) nas proximidades da região, em março de 2012.

A celebração terá vários momentos. O início está marcado para as 14h, com o Seminário Multidimensão do Museu. Na ocasião, será relatado todo o processo que culminou no resgate do sítio arqueológico e na construção do equipamento. A palestra foi organizada pela comunidade quilombola, que contribuiu com as escavações dos objetos e esteve envolvida nas obras de construção do Museu.

Logo mais, às 16h, será realizada uma caminhada partindo do Ponto da Cultura, tendo como destino o museu. A celebração será oficializada às 18h. Para participar da inauguração do museu, foi convidada a superintendente nacional do Iphan, Jurema Machado.

A realização terá ainda apresentações artísticas de moradores da comunidade e do cantor local Zé Vicente, além de representantes de etnias indígenas e de outras comunidades quilombolas do Ceará. Também foram convidados alunos do Instituto Federal de Acaraú. O museu funcionará ao público de terça-feira a sábado, de 9h às 17h.

fonte:
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1321518

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Museu do Marcapasso reúne mais de 500 peças





Os participantes do 68º Congresso Brasileiro de Cardiologia, no Rio de Janeiro, no período de 28 de setembro a 1º de outubro, vão ter a oportunidade de conhecer uma preciosidade da cardiologia nacional: O Museu do Marcapasso do DECA - Departamento de Estimulação Cardíaca Artificial da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular (SBCCV). 

O maior acervo sobre estimulação cardíaca artificial do mundo tem mais de 500 peças, entre geradores de marcapassos antigos, cabos-eletrodos, cartazes, fitas cassete, fitas de vídeo, fotografias, programadores antigos, livros, folders, filmes V8 e peças originais fabricadas artesanalmente na antiga oficina do Instituto de Cardiologia do Estado de São Paulo. “No final de 1974, comecei a colecionar geradores de marcapasso com desgastes, que eram substituídos durante as cirurgias de pacientes em Uberaba. Em um ano, já tinha conseguido um grande número de peças”, lembra Celso Salgado de Melo, o criador do Museu. 

O cardiologista conta que a principal ajuda para reunir as peças foi do Departamento de Estimulação Cardíaca Artificial do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, do acervo de Décio Kormann, e de colegas de várias regiões do Brasil, que enviaram marcapassos e outros equipamentos. 

O acervo também tem peças internacionais. “Nesses anos de história, mantivemos muitos intercâmbios, principalmente com Seymour Furman, responsável pelo museu da Heart Rhythm Society, presente em vários congressos americanos. Muitas peças repetidas foram trocados com eles. Enviamos também várias peças para o museu da Bakken Society and Library, de Minneapolis (EUA)”, explica. 

Recentemente, todas as peças foram fotografadas e catalogadas pelo fotógrafo Gilson Anunciação. “Gilson fez um ótimo trabalho e, além disso, ajudou a criar um site próprio do Museu (http://www.deca.org.br/museu/) que pode ser acessado por todos que desejam conhecer a fantástica história da estimulação cardíaca artificial”, finaliza Celso Salgado de Melo. 

fonte:
http://www.pautas.incorporativa.com.br/a-mostra-release.php?id=22613

 

Museu d'Orsay de Paris dedica mostra à nudez masculina


São ao todo 180 obras, divididas em onze espaços, que mostram a evolução na representação do nu masculino de 1800 à atualidade, passando pelo ideal clássico, a nudez heroica e o corpo inserido na natureza



fonte:
http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/museu-dorsay-de-paris-dedica-mostra-a-nudez-masculina

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Realismo não-socialista de Arkadi Plastov


Está a decorrer no Museu Russo uma exposição dedicada ao 120º aniversário do nascimento de Arkadi Plastov, um dos maiores pintores do período soviético.





© Foto: Armen Apresyan

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Veranico. 1970-1971.




























Os visitantes da exposição são recebidos pela "Festa de Kolkhoz", uma tela enorme pintada em 1937. Esta obra vibrante e cheia de optimismo, que representa pessoas felizes, pode servir de exemplo clássico do realismo socialista. Nos tempos soviéticos essa pintura foi exposta por diversas vezes e a sua reprodução podia ser encontrada nos manuais escolares ao lado das obras dos melhores pintores russos.


A exposição no Museu Russo recebeu o nome de "O Solo e o Destino". Essas palavras refletem a essência da obra do pintor que toda a sua vida se inspirou na natureza e na vida rural. Ao glorificar o trabalho duro dos camponeses, o pintor criou obras cuja maior parte é dedicada às pessoas do seu povoado natal. O pintor enaltece a vida do campo, nos seus quadros os espectadores observam as pessoas simples com as suas preocupações e receios, com as suas alegrias e tristezas. Por isso hoje as obras de Plastov não são vistas como um hino especificamente ao modo de vida soviético.

Um dos quadros mais comoventes do pintor, "Primavera", atrai constantemente a atenção dos espectadores. Uma jovem mulher veste apressadamente a filha à entrada da bania (sauna russa). Numa manhã cinzenta, em que do céu cai a última neve de março, a menina parece particularmente indefesa. A criação dessa obra é recordada pelo pintor emérito da Rússia Boris Sklyaruk:

"Numa ocasião Arkadi Plastov viu como uma sua vizinha vestia a sua filha depois do banho. Esse momento lhe pareceu tão belo que o artista teve imediatamente a ideia de registrar essa beleza na tela."

Algumas obras expostas poderão surpreender os visitantes que esperam ver apenas exemplos clássicos da pintura soviética. Afinal, nos anos de 1950, durante o florescimento na União Soviética da luta contra todas as manifestações de religiosidade, o pintor representava cultos, festas e cerimônias religiosas.

Os trabalhos de Plastov representaram regularmente a arte da URSS em exposições no estrangeiro. Assim, o seu quadro "Ceia dos Tratoristas" esteve exposto em Londres em 1958. Dizem que o presidente da Real Academia de Artes Sir Charles Wheeler esteve longamente a observá-lo e depois disse:

"Há tanto que o realismo como arte pode transmitir... Sabem, agora eu percebi com especial clareza porque vocês, os russos, conseguiram sobreviver na guerra e vencer. Quem pode trabalhar com tanto entusiasmo não é fácil de vencer!" Os quadros que motivaram uma nota tão elevada do perito britânico podem ser vistos até ao dia 4 de novembro

Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/2013_09_22/realismo-nao-socialista-de-arkadi-plastov-1162/?from=menu

 

 

Museu da UFPA apresenta exposição de azulejos históricos

“Azulejos: Arte e Técnica" tem curadoria da professora Jussara Derenji.
Objetivo é sensibilizar a sociedade para o olhar atento.

 

Azulejos históricos são tema de exposição para sensibilizar visitantes. (Foto: Divulgação/UFPA)Azulejos históricos são tema de exposição para sensibilizar visitantes. (Foto: Divulgação/UFPA)

A Universidade Federal do Pará, por meio do Museu da UFPA e do Laboratório de Conservação, Restauração e Reabilitação (Lacore), convida os estudantes, os professores e a comunidade para a Exposição “Azulejos: Arte e Técnica”.

Com a curadoria da professora Jussara Derenji, o evento tem como objetivo sensibilizar a sociedade para o olhar atento, a apreciação, mas também a fiscalização e o cuidado para a conservação desse acervo de azulejos, reconhecendo que, para preservar, é preciso conhecer e identificar-se com o bem cultural.

A exposição apresenta um apanhado sobre o patrimônio azulejar no Estado do Pará, como: Painéis azulejares da Igreja e Colégio Santo Antônio, uma construção que abriga um dos mais importantes conjuntos de azulejos portugueses em Belém, sendo os únicos exemplares remanescentes do século XVIII na capital paraense; Solar Barão do Guajará, que corresponde a uma das fachadas azulejadas mais antigas de Belém, revestida em azulejos portugueses decorados em azul e branco; e Sobrado Fábrica Soberano, que abrigou a fábrica de bebidas Soberano até 1980, com a fachada revestida em azulejos portugueses decorados com a técnica da estampilha.

Além destes, a cidade de Belém apresenta, ainda, grande variedade de azulejos em relevo, semi-industriais e industriais, produzidos no século XIX e no início do XX, aplicados no exterior e no interior das edificações. É possível encontrar, ainda, azulejos toponímicos, destacando-se painel art nouveau, feito sob encomenda com o nome do estabelecimento comercial.

Dos padrões de azulejos de coleções que estarão expostos no Museu, destacam-se alguns exemplares da coleção de azulejos do Senhor Geraldo Corrêa, cedidas para essa exposição por familiares. Há, também, a coleção sob a guarda do Lacore, constituída desde a década de 1970, pela contribuição de professores, estudantes e outras pessoas que doaram diversos exemplares utilizados em trabalhos de pesquisa, ensino e extensão pelo laboratório.

Junto com a Exposição “Azulejos: Arte e Técnica”, o visitante irá encontrar mais três exposições que tratam, sob outros aspectos, da questão azulejar e da preservação de bens culturais. Há a exposição com o tema “Lacore: Consolidando a Pesquisa para a Memória e a Preservação do Patrimônio Cultural na Amazônia”, que mostra a criação, a trajetória, o perfil e as pesquisas desenvolvidas pelo Lacore da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) e pelo Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (PPGAU) da UFPA. Nessa mostra, o visitante poderá observar a questão da conservação do patrimônio cultural na Amazônia e seu diversificado acervo patrimonial.

Há, ainda, a Exposição “Azulejos do Pará no Século XX”, destacando a produção da Fábrica AZPA (Azulejos do Pará), que produziu e vendeu azulejos utilizando matéria-prima regional, sendo a primeira indústria cerâmica implantada no Norte do Brasil. Em 1972, a empresa lançou a linha para pisos e azulejos com desenhos exclusivos criados por profissionais de Belém, como a arquiteta Dulcília Maneschy, baseados na cultura Marajoara e Tapajônica.

E por fim, a Exposição “Memória Profanada”, já apresentada em 2012 pela Secretaria de Estado de Cultura (Secult), na Estação das Docas, realizada após a depredação dos azulejos que compõem a Residência Vitor Maria da Silva (a Casa do Ferro de Engomar) e cedido para remontagem em versão compacta. A exibição conta com imagens de renomados fotógrafos e textos esclarecedores sobre o assunto, uma apresentação da beleza do acervo azulejar paraense, mostrando os riscos e as perdas que assolam a história da cidade, no intuito de esclarecer fatos e sensibilizar a sociedade para a questão da preservação.

Serviço
Exposição “Azulejos: Arte e Técnica” segue até dia 11 de outubro, no Museu da UFPA, localizado na avenida Governador José Malcher, 1192, esquina com Generalíssimo Deodoro, antiga Residência do Governador Augusto Montenegro. Visitação gratuita,de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 10h às 14h.
 
fonte:
http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2013/09/museu-da-ufpa-apresenta-exposicao-de-azulejos-historicos.html

 

Tartaruga de duas cabeças é a nova atração de museu na Flórida



Uma pequena tartaruga de duas cabeças se transformou na nova atração do museu Ripley's Believe It or Not!, que fica na cidade de Santo Agostinho (St. Augustine), nos Estados Unidos, uma anomalia rara nessa espécie de quelônio de ventre avermelhado, divulgou a instituição no Facebook.



"O novo bebê está fenomenal. Precisamos de ajudar para escolher um nome para ela", disse a publicação, que também revela que o réptil ainda está em processo de adaptação ao novo ambiente.



"Uma vez que comece a comer mais", estará exposta na galeria, acrescentou o museu Ripley, que lançou um concurso para escolher o nome da tartaruga.



Aparentemente, a pequena tartaruga é muito ativa; mas, por dispor de duas funções cerebrais independentes e completas, seus movimentos são indecisos, explicou o canal local WTEV em sua edição digital.



Para ajudar o quelônio a se movimentar, seus cuidadores modificaram o tanque de água que se transformou em seu habitat no museu.



As tartarugas de duas cabeças raramente sobrevivem na natureza; em cativeiro, podem viver saudáveis por muitos anos.

fonte:
http://noticias.terra.com.br/ciencia/tartaruga-de-duas-cabecas-e-a-nova-atracao-de-museu-na-florida,30dca15cada41410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html

Mercedes vai abrir museu em Pequim para tentar impulsionar vendas



A Mercedes-Benz planeja abrir um museu em Pequim para mostrar a herança da marca, a mais recente tentativa da montadora de luxo para impulsionar as vendas na China.

O museu será o primeiro de uma montadora de luxo estrangeira na China e segue uma série de tentativas da Mercedes, de propriedade da Daimler, para aumentar sua atuação no país, incluindo a nomeação de um executivo com foco no mercado e um acordo para comprar uma participação em seu parceiro local.

"A Daimler está procurando novas maneiras de interagir com mais frequência com o cliente e deixá-lo mais animado sobre a marca Mercedes-Benz. Um novo museu é certamente uma forma de apoiar isso", disse o analista da LBBW Frank Biller.

Montadoras alemãs, incluindo Mercedes, Porsche e BMW, possuem museus em seu mercado doméstico para mostrar as suas marcas, que, segundo especialistas, podem aumentar seu apelo entre os potenciais compradores.

A empresa não deu detalhes sobre o tamanho ou o escopo do projeto, nem quando ele pode ser inaugurado.

Mais de 5 milhões de pessoas visitaram o Museu Mercedes-Benz em Stuttgart desde que sua abertura, em maio de 2006, disse um porta-voz da Daimler.


fonte:
http://diversao.terra.com.br/arte-e-cultura/mercedes-vai-abrir-museu-em-pequim-para-tentar-impulsionar-vendas,b18ca15cada41410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html

domingo, 22 de setembro de 2013

Tapeçaria no Museu Abade Baçal



» O Museu do Abade de Baçal, em Bragança, apresenta uma vasta coleção de trabalhos de pintura originais produzidos exclusivamente para Tapeçaria de Portalegre até ao final de Outubro.

Trata-se de uma parceria com o Museu da Presidência da República, num mostra que inclui obras de Almada Negreiros, Maria Keil, Nadir Afonso, Manuel Cargaleiro, Guilherme Camarinha, Eduardo Nery, Graça Morais e Joana de Vasconcelos, mas também o moçambicano Malangatana e o pai da arquitectura moderna, o francês Le Corbusier. Estes são alguns dos autores de meia centena de trabalhos gravados na famosa Manufactura de Tapeçarias de Portalegre, que estão representados numa exposição que foi inaugurada sexta-feira, em Bragança, no Museu do Abade de Baçal.

“Vai Ser Arte: 70 anos de arte portuguesa – Cartões para tapeçaria” é o título da mostra, que para o director do Museu da Presidência da República, Diogo Gaspar, faz um percurso por todos os grandes movimentos artísticos portugueses do século XX. “É sobretudo uma mostra importante que faz um percurso por todos os grandes movimentos artísticos portugueses e alguns internacionais, reunidas num só espaço”, realçou o responsável.

A directora do Museu do Abade Baçal garante que é uma exposição a não perder. “É uma oportunidade para conhecer uma coleção de mais de 50 cartões inéditos para tapeçaria que nos permitem atravessar diferentes movimentos e correntes estéticas da história da arte contemporânea, por isso deixo o convite todas as pessoas a virem ao museu do Abade de Baçal”, refere Ana Maria Afonso.

Esta mostra, apresentada recentemente no âmbito da iniciativa Belém Art Fest nos Jardins do Palácio de Belém, migrou agora para o Museu do Abade de Baçal, e está patente ao público até 27 de Outubro.

Destaque
Exposição inclui obras do moçambicano Malangatana e do pai da arquitectura moderna, Le Corbusier



fonte:
http://www.jornalnordeste.com/noticia.asp?idEdicao=489&id=19245&idSeccao=4359&Action=noticia#.Uj8joiw_lcI