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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Ibram convida museus a revisarem planos de segurança


O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) divulgou nota esta semana convidando os museus do país a revisarem, neste começo de ano, seus planos de segurança e combate a incêndio.  É recomendado que os museus estejam com suas instalações adequadas ao Estatuto de Museus (Lei 11.904, de 14 de janeiro de 2009), especialmente tendo em vista a expectativa de aumento de público pela proximidade de grandes eventos internacionais no País.

De acordo com o Estatuto, “cada museu deve dispor de um Programa de Segurança periodicamente testado para prevenir e neutralizar perigos”. É importante destacar que a segurança do museu depende, fundamentalmente, de pessoas bem treinadas, bem preparadas e comprometidas com a sua missão.

Pensando nisso, o Ibram vem realizando diversas atividades para discutir, orientar e capacitar com vistas à segurança. Também estão sendo realizadas parcerias com órgãos de segurança, Defesa Civil e secretarias de cultura para diagnóstico, elaboração de diretrizes e treinamentos sobre o tema.

Gestão de riscos – A Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado é um dos assuntos abordados nas palestras e reuniões do projeto Conexões Ibram, que já percorreu 17 estados e firmou com eles acordos de cooperação técnica para orientar ações conjuntas nos próximos cinco anos.

Também será o foco de um programa,  previsto para ser lançado ainda neste primeiro semestre, voltado à prevenção e que pretende estabelecer parâmetros para a salvaguarda do patrimônio musealizado.

De acordo com levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Museus, nos últimos anos os principais riscos aos quais os museus brasileiros estiveram submetidos foram roubos e furtos, fogo, água e ação de pragas.
E a prevenção a esses riscos começa com procedimentos simples, como o controle do claviculário (foto), a ronda diária e a vistoria do livro de comentários, e vai até a construção de um plano de retirada de pessoas e obras, como é descrito no livro Segurança em Museus, lançado pelo Ibram em 2011 . Leia mais sobre o tema no site do Ibram.

Museu com projeto de restauro assinado por Norman Foster será reaberto em Munique

Com a intenção de mudar experiência dos visitantes, edifício ganha nova ala e espaços sociais


Gustavo Jazra

O Museu Lenbachhaus, localizado na cidade de Munique, Alemanha, será reaberto ao público no dia 8 de maio, após o projeto de restauração realizado pelo escritório de arquitetura Foster and Partners. As primeiras obras de arte começaram a ser instaladas na última semana, quando o local foi aberto para uma coletiva de imprensa.
De acordo com os arquitetos, o projeto de restauro teve como objetivo transformar a experiência dos visitantes que circularão pelo espaço, intocado desde 1972.
O edifício histórico recebeu uma nova ala para abrigar a coleção "Blue Rider". Outras galerias existentes foram ampliadas. Novas entradas e espaços públicos, incluindo restaurante, terraço e instalações educacionais, foram criados. Além disso, foi projetado um átrio com pé-direito alto. O novo espaço recebeu a escultura da artista dinamarquesa Olafur Eliasson chamada Wirbelwerk, uma espiral formada por vidro colorido e metal polido que vai do teto em direção ao solo. Foi incorporada, ainda, uma solução para a iluminação com o uso de LEDs.
Apesar das intervenções, a fachada ocre seguirá inalterada, para manter o aspecto histórico do local. Os novos elementos, entretanto, serão envolvidos por tubos na cor amarelo-bronze, para reforçar as relações entre o velho e o novo.
  fonte:http://www.piniweb.com.br/construcao/arquitetura/museu-com-projeto-de-restauro-assinado-por-norman-foster-sera-277685-1.asp

Grupo invade Museu Nacional de Bamaco e danifica objetos


Um empregado comentou que vários jovens foram detidos, mas não deu detalhes sobre o número de objetos que foram danificados

 

Bamaco - Um grupo de jovens invadiu nesta sexta-feira o Museu Nacional de Bamaco, onde danificou vários objetos, segundo informou à Agência Efe um empregado da instituição.
A fonte acrescentou que "foi necessária a intervenção da polícia para frear os ataques do grupo".
O empregado, que falou sob condição de anonimato, comentou que vários jovens foram detidos, mas não deu detalhes sobre o número de objetos que foram danificados.
Até o momento, não houve nenhuma declaração oficial sobre o ocorrido e não se sabe quais peças foram danificadas, assim como não foram reveladas as identidade dos atacantes.
A invasão aconteceu apesar do forte esquema de segurança implantado na cidade desde janeiro último 11, quando as tropas francesas se uniram ao Exército malinês em sua luta contra os rebeldes salafistas que ocupavam o norte do país desde junho.
Além disso, o fato coincidiu com os enfrentamentos entre dois corpos do Exército, os "boinas verdes" e os paraquedistas ou "boinas vermelhas", em um quartel militar, que acabou com a morte de pelo menos três civis.
Um choque que aconteceu depois que as medidas de segurança aumentaram, assim como o número de postos de controle na cidade.

fonte:
http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/grupo-de-jovens-invade-museu-nacional-de-bamaco-e-danifica-alguns-objetos

 

Princípio de incêndio atinge antigo Museu do Índio

A Aldeia Maracanã (antigo Museu do Índio), no Maracanã, Zona Norte do Rio, sofreu um princípio de incêndio na madrugada desta sexta-feira. Bombeiros do quartel de Vila Isabel foram acionados e conseguiram controlar as chamas.

Segundo a corporação, o fogo começou na fiação elétrica. Não houve feridos. No local, vivem alguns índios de várias tribos, que chegaram a ser ameaçados de despejo pelo governo estadual.
Incêndio ocorreu durante a madrugada. Ninguém ficou ferido
Incêndio ocorreu durante a madrugada. Ninguém ficou ferido
 
Nesta quinta-feira, mais uma tentativa, dessa vez dentro do Poder Legislativo estadual, vai tentar manter os índios da Aldeia Maracanã. Trata-se do Projeto de Lei 1.908/2013, do deputado estadual Luiz Paulo (PSDB), que declara a Aldeia como patrimônio histórico cultural do Estado do Rio.

O PL foi publicado no Diário Oficial do estado nesta quarta-feira (6), e é apenas um primeiro movimento para ser levado à pauta da Casa - terá de passar por três comissões antes - e votado pelos parlamentares da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). A partir daí, a lei segue para o governador, que pode ou não vetá-la.

"A Aldeia Maracanã funciona como uma espécie de "museu vivo", onde os indígenas de diversas comunidades contam suas histórias e divulgam sua cultura, inclusive pelo artesanato. Assim posto, é justo e importante que seja reconhecida como Patrimônio Histórico Cultural do Estado do Rio e se mantenha nas instalações que hoje ocupa", diz trecho da justificativa do PL 1.908/2013.

Para Afonso Apurinã, um dos líderes dos indígenas, a medida é favorável para a luta de continuar no antigo Museu do Índio. "É muito positivo, só o fato de colocar isso já é muito bom. Creio que, depois da decisão do governo de não demolir o prédio, se projeto se vier para a Câmara vai nos favorecer", afirmou Apurinã, lembrando o recuo do governo do Rio em suas intenções de demolir o prédio histórico.

Paralelamente, nesta quinta-feira (7) os índios informaram que terminaram de redigir o documento sobre sua situação, que será enviado nesta sexta-feira (8) ao governo estadual. Os detalhes, porém, não foram revelados porque os índios temem que o vazamento interfira nas negociações.

Aprovação improvável
Para o deputado Marcelo Freixo (PSOL), que já participou de diversas atividades e expressa seu apoio à causa indígena, é pouco provável que o projeto seja aprovado na Alerj. "Essa é mais uma tentativa de quem concorda com a preservação da memória indígena e da resistência ali formada. Tem meu apoio, mas acho muito difícil passar na Câmara", afirmou Freixo.

Segundo ele, existem alternativas para a preservação do local. "Se tivesse boa vontade do governo, há várias alternativas, como restaurar o prédio e criar uma alternativa econômica para o artesanato dos índios, receber escolas, entre outras saídas pedagógicas. Agora, se quiser dar para o Eike Batista, não tem saída pedagógica. Se quiser dar para a população do Rio, aí temos muitas alternativas", alfinetou.

Autor do projeto, o deputado Luiz Paulo classificou a medida como parte de uma luta iniciada quando, em outubro do ano passado, o governo lançou a minuta do edital de concessão para o estádio do Maracanã. Segundo o tucano, a luta tem dois níveis: preservar o prédio do antigo Museu do Índio e a Aldeia Maracanã. "Se o Maracanã vai ter todo esse novo esplendor, o que há de mais em se criar um polo da nossa cultura indígena?", questionou.

"Aquilo que é patrimônio cultural, será tratado como patrimônio e não como indigente, que pode ser removido. Agora, não posso dizer que conseguirei aprovar o projeto. Acho complicado, mas não se faz política sem resistência. No início, também era considerada inexorável a derrubada do prédio. O coro aumentou, entraram artistas e o governo recuou. A Escola Municipal Friendenreich ia sair de qualquer jeito, mas ficará pelo menos até 2013", defendeu o deputado.  

fonte:
http://www.jb.com.br/rio/noticias/2013/02/08/principio-de-incendio-atinge-antigo-museu-do-indio/

Jardim do Museu da República recebe grupos circenses para apresentações


Desde o último fim de semana, o Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), abriu seu jardim para receber dois grupos circenses, que farão apresentações gratuitas aos fins de semana até o mês de março, sempre às 11h.

 
Apresentações de circo  no jardim do museu no Catete

O circo Dux vai apresentar o projeto Museu de Excentrecidades, que conta com curiosidades e números fantásticos. Serão reunidos os números clássicos da companhia, como o homem forte Átila, o Príncipe da Brutalidade e Zenok, O Faquir Oriental – criações que vieram do projeto de manutenção Blefes Excêntricos, patrocinado pela Petrobrás. As apresentações do grupo acontecem nos sábados 23 de fevereiro, 2 e 9 de março.
Já o circo Coletivo Nopok vai apresentar o seu espetáculoPocket – um espetáculo para todos os bolsos, que se utiliza de “charlas” clássicas, música, dança e comédia física na criação de “gags” e cenas – acompanhado por música ao vivo. As apresentações serão aos domingos 24 de fevereiro, 3 e 10 de março. Saiba mais sobre o Museu da República.
Texto: Divulgação Museu da República

MUSEU DE OBRAS FALSAS EM VIENA

A cidade de Viena, na Áustria, abriga o insólito Fälschermuseum, ou Museu dos Falsificadores, com obras criadas por copistas famosos como o britânico Tom Keating (1917-1984), o holandês Han van Meegeren (1889-1947) e o alemão Konrad Kujau (1938-2000). O acervo da instituição reúne quadros e esboços falsos copiados de trabalhos de mestres como Rafael, Van Gogh, Monet, Rembrandt, Schiele e Klimt. A diretora do museu, Diane Grobe, afirmou que hoje em dia o ofício de falsificador de arte clássica está em via de extinção. "Os copistas contemporâneos arriscam menos e preferem falsificar obras abstratas." / EFE

fonte:
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,museu-de-obras-falsas-em-viena-,994526,0.htm