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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Conheça os 10 melhores museus de Israel




Israel é conhecido por muitas coisas; sua  história complexa pode ser conhecida visitando seus locais de peregrinação religiosa; mas um dos fatores que muitos desconhecem é que Israel possui mais de 200 museus, sendo considerado o  maior número de museus per capita do mundo. A entrada em todos eles variam entre  15 shekels (EUA US $ 4) a  75 shekels (EUA $ 20), com exceção do Museu Yad Vashem, cuja  entrada é gratuita.
Vashem de Israel museu do Holocausto Yad é uma das atrações mais importantes do Oriente Médio.
Vashem de Israel museu do Holocausto Yad é uma das atrações mais importantes do Oriente Médio.
A sua educação cultural começa aqui. Basta ter o cuidado de observar os horários de funcionamento que são um tanto excêntricos.

01 – O Museu de Israel

É a maior instituição cultural do país.Recentemente renovado e reorganizado, a sua característica principal é o Santuário do Livro, uma enorme estrutura de cúpula construído como uma vitrine para o Mar Morto e outros manuscritos antigos.
Museu de Israel-
Museu de Israel-
Funciona de  domingo à quinta-feira dez horas – cinco horas, terça-feira 04:00 às 09:00 pm, sexta-feira das 10:00 as 14:00 horas –  sábado das 10:00 às 05:00 da manhã.

02 – Tel Aviv Museu de arte

Museu de Tel Aviv de Arte, re inaugurado em 2011, colocou em choque a opinião dos visitantes que se dividem entre odiar e adorar a nova performance do museu.
Uma visita ao museu – fundada em 1932, é uma de arte levando Israel e as instituições de cultura – deve começar com a nova ala e fim no antigo complexo. Este circuito faz uma turnê completa de muitas exposições do museu de arte, arquitetura e design.
Museu de Arte Tel Aviv
Museu de Arte Tel Aviv – Israel
Funcionamento: aberto de segunda  e quarta-feira das 10:00 às 04:00 , terça-feira e quinta-feira das10:00 às 14:, sexta-feira 10:00-02:00, sábado dez horas – quatro horas, fechado em domingo;  www.tamuseum.com

03 – Museu de Arte, Ein Harod

Criado na década de 1930 com uma estrutura temporária de madeira em um kibutz (comunidade coletivo ), mudando-se para um edifício permanente passando  a se tornar o primeiro museu de Israel. A estrutura é um bom exemplo do Modernismo israelense, anunciou por sua beleza e simplicidade. O museu destaca a arte israelense  e já reuniu mais de 16 mil peças permanentes desde a abertura. 
Museu de arte Ein Harod
Museu de arte Ein Harod
Funcionamento: de  domingo a quinta-feira 09:00-4: 30 pm, sexta-feira 9 am-1: 30 pm, Sábado, 10 de am-4: 30. pm;  www.museumeinharod.org.il

04 – Design Museum Holon, Holon:

Este é um museu que constantemente hospeda exposições  de moda, da indústria  têxtil além de promover  a  semana de design de jóias, exposições e eventos.  Projetado pelo arquiteto baseado em Londres e designer israelense Ron Arad, o prédio em si é considerado uma obra de arte, com suas tiras de aço flowing pintadas em vários tons de vermelho.
 Design Museum Holon, Holon  - Israel
Design Museum Holon, Holon – Israel
Funcionamento Abre  segunda-feira e quarta-feira  das 10:00 às  04:00 horas;  terça-feira e quinta-feira 10:00 –  sexta-feira 10:00-02:00, sábado dez horas – oito horas;  www. dmh.org.il

05 – Yad Vashem, em Jerusalém

Um passeio à Jerusalém é inconcebível sem uma visita a Yad Veshem, o Museu do Holocausto, que comemora os milhões de judeus que pereceram como resultado da perseguição nazista na Segunda Guerra Mundial. O museu de  45 mil metros quadrados, atrai mais de um milhão de visitantes por ano, de todo o mundo.  É também o local onde muitas visitas diplomáticas formais com Israel  a maioria dos quais são, então, com uma foto divulgada nos principais jornais no dia seguinte.
Museu Yad Vasem - Israel
Museu Yad Vasem – Israel
O edifício principal é um triângulo de concreto esculpido no lado de uma montanha. Uma vez lá dentro, os visitantes seguem uma rota tendo em apresentações multidisciplinares e interdisciplinares que o documento que o museu chama de “história da Shoah a partir de uma perspectiva única judaica, enfatizando as experiências das vítimas individuais através de artefatos originais, testemunhos de sobreviventes e bens pessoais.”  É uma experiência singular a visita a este museu, e o que tem de melhor é que a ao contrário dos outros , a entrada no Yad Vashem é gratuita.
Funcionamento: de domingo-quarta-feira 09:00-17:00, quinta-feira nove horas – oito horas, sexta-feira nove horas – duas horas, fechado no sábado; 

06 – Galeria de Arte, Umm el-Fahem

Criado Em 1996, por  um grupo de moradores e artistas que decidiu enriquecer Umm el-Fahem (uma cidade árabe-israelense do norte com uma das maiores taxas de desemprego do país) , com uma galeria de alta qualidade apresentando arte contemporânea árabe e palestina. A galeria rapidamente evoluiu para um vibrante centro cultural, conectando árabes e judeus com a arte e cultura.  A entrada é  grátis para crianças.
El Fahem  Museu do Futuro
El Fahem Museu do Futuro
Funcionamento: sábado a quinta-feira -das oito horas às cinco horas;  umelfahemgallery.org

07 – Museu do Seam, Jerusalém

É o museu mais provocante em Israel. As exposições visam o aumento das polêmicas questões sociais sobre as diferenças nacionais, étnicas ou econômicas.  O museu se refere a si mesmo como um “museu sócio-político”, e mostra inabalável exposições assumindo várias preocupações políticas. Além das exposições, o museu oferece vistas espectaculares sobre a cidade e um café agradável em seu telhado.

Museu  On The Seam
Museu On The Seam
Funcionamento:  domingo à quinta-feira das dez às cinco horas, sexta-feira das dez às  duas horas; fechado aos sábado; www.mots.org.il

08 – Museu de Arte Islâmica, Jerusalém

Este museu especial está localizado próximo  à residência oficial do presidente de Israel e contém um dos arquivos mais impressionantes de arte islâmica do mundo. Exposições permanentes são exibidos em ordem cronológica e geográfica, mostrando vários períodos da arte islâmica. O museu também é conhecido por sua vasta coleção de relógios antigos, que se tornou famoso em 1983, quando o ladrão profissional Naaman Diller conseguiu roubar 100 relógios no valor de 204 milhões dólares EUA a partir da exposição.  Diller escondeu seu curso em cofres ao redor do mundo. Eles foram recuperados somente após sua morte, em 2004, quando sua viúva confessou à polícia.
O Museu de Arte Islâmica, Jerusalém
O Museu de Arte Islâmica, Jerusalém
Funcionamento:  domingo, segunda e quarta-feira das dez às três horas, terça-feira e quinta-feira 10:00-07:00, sexta-feira dez horas – duas horas, sábado dez horas – quatro horas;  www. islamicart.co.il

09 – O Museu de Arte de Negev, Beer Sheva

O Museu de Arte de Negev exibe arte contemporânea israelense e recebe uma série de shows de verão ao vivo no seu pátio. Localizado na parte antiga da cidade de Beer Sheva, também conhecida como “a capital do deserto”, o prédio do museu foi construído durante o período Otomano no início do século 20. Graças a uma recente reforma, o seu esplendor original foi restaurada.
O Museu de Arte de Negev, Beer Sheva
O Museu de Arte de Negev, Beer Sheva
Funcionamento: segunda-feira, terça-feira, quinta-feira das dez  às  quatro horas, quarta-feira ao meio-dia, 19:00, sexta-feira e sábado das dez às   duas horas, fechado domingo;  www.negev -museum.org.il

10 - Madatech, Haifa

Este museu funky de ciência, tecnologia e espaço é apresentado no que costumava ser o Instituto de Tecnologia de Israel. 
O Madatech apresenta inúmeras exposições  permanentes e temporárias ciência e tecnologia. Hands-on e interativo Naturalmente, é um sucesso com as crianças. 
 Madatech - Museuda ciência e tecnologia
Madatech – Museuda ciência e tecnologia
Funcionamento: segunda-quarta-feira dez horas – quatro horas, quinta-feira e sábado dez horas – seis horas, sexta-feira 10:00-13:00, domingo meio-dia 04:00;  www.madatech . org.il

fonte:
http://www.viajarpelomundo.com.br/10-melhores-museus-de-israel/

Museu do Piauí recebe 5° Festival do Júri Popular em Teresina

Festival marca o retorno capital do PI aos grandes eventos do circuito nacional de cinema



O Museu do Piauí - Casa de Odilon Nunes recebe, entre os dias 19 a 23, o 5° Festival do Júri Popular, evento realizado em circuito nacional com exibições concomitantes em 22 cidades espalhadas por todo o país.
Em Teresina, o Festival é resultado da articulação entre o Museu do Piauí, através do Programa Educativo, e o grupo Coletivo Diagonal, responsável por trazer o evento para a capital.
Durante o Festival, será exibida mostra-competitiva de curta-metragens. Cerca de 50 filmes integram a parte competitiva do Festival onde o público será convidado a expressar sua opinião sobre os filmes exibidos em categorias onde normalmente não é consultado.
Além do tradicional Melhor Filme, o espectador também poderá votar em quesitos como Direção, Roteiro e Fotografia. Ao final de cada exibição, o público recebe uma cédula computada que retorna ao Rio de Janeiro para a apuração na Sobretudo Produção, idealizadora do evento.
Segundo Dora Medeiros, diretora do Museu do Piauí, o apoio à realização do Festival do Júri Popular só reafirma o compromisso da Casa com a democratização da cultura em todas as suas formas de expressão. “O Museu é um espaço democrático e suas ações vão além de resguardar o patrimônio cultural do Piauí, através do seu acervo. Nós estamos sempre abertos a receber eventos de todas as artes, seja das artes-plásticas, dança, música ou outra. A ideia é que o Museu se insira em Teresina como um espaço cultural”, explica Dora.
Um dos pontos de destaque no Festival é a presença de filmes de alto nível. Serão exibidos curtas de nomes importantes como Gabriel Mascaro e o polêmico e sedutor Irene, de Patricia Galucci e Victor Nascimento. De acordo com Aristides Oliveira, integrante do Coletivo Diagonal, responsável por trazer o Festival para Teresina, a mostra abre espaço para que todos possam conferir um painel inédito da cena audiovisual contemporânea brasileira. “A importância maior do Festival é reinserir Teresina nos grandes eventos audiovisuais realizados no Brasil e também contribuir para uma reflexão sobre a produção nacional e piauiense. É preciso conhecer o que tem se feito no restante do país para pensar a nossa produção”, argumenta.
O Coletivo Diagonal é um grupo de Teresina que trabalha com intervenções urbanas como forma de arte. Além do Festival do Júri Popular, o grupo faz parte da exposição Poéticas do Coletivo, aberta até o dia 21 de marça no Museu do Piauí.
A mostra acontece sob a supervisão do coordenador do Núcleo Educativo do Museu, Gustavo Carvalho, e se destaca por possibilitar um diálogo entre os grupos do Movimento Coletivo da capital como: Sociedade dos Poetas Por Vir, Núcleo de Quadrinhos do Piauí, Cabeça de Chave, Mais Movimento e Diagonal, todos caracterizados pelas intervenções urbanas.
“Essa exposição é a abertura de um espaço tradicional como o Museu para a arte coletiva feita por grupos alternativos de Teresina. É também uma forma de chamar o público jovem para visitar o Museu. Nesta exposição, são encontradas desde obras feitas com grafite e colagem até peças montadas com poesias e vídeos. Todas elas foram criadas especialmente para este momento, levando em consideração a estrutura do Museu do Piauí”, revela Gustavo Carvalho.
A Casa de Odilon Nunes é mantida pelo Governo do Estado, através da Fundação Cultural do Piauí (Fundac). O Museu fica na Rua Areolino de Abreu, 900, centro de Teresina.
Confira a programação do Festival:
Dia 19 (Terça-feira)
15h
Classificação indicativa: 14 anos.
A galinha que burlou o sistema, de Quico Meirelles, SP
O que lembro, tenho, de Rafhael Barbosa, AL
Surf Surf, de Wellington Sari, PR
Contrato de amor, de Thais Fernandes, RS
Vestido de Laerte, de Cláudia Priscila e Pedro Marques, SP
A onda traz, o vento leva, de Gabriel Mascaro, PE
Dia 20 (Quarta-feira)
15h
Classificação indicativa: 14 anos
Luna e Cinara, de Clara Linhart, RJ
A mão que afaga, de Gabriela Amaral Almeida, SP
Linear, de Amir Admoni, SP
Cowboy, de Tarcisio Lara Puiati, RJ
Animador, de Cainan Baladez e Fernanda Chicolet, SP
Festa no apartamento da Suzana, de Christopher Faust, PR
Confete, de Jô Serfaty e Mariana Kaufman, RJ
Dia 21 (Quinta-feira)
15h
Classificação indicativa: 16 anos
Memórias externas de uma mulher serrilhada, de Eduardo Kishimoto, SP
O membro decaído, de Lucas Sá, MA/RS
Irene, de Patricia Galucci e Victor Nascimento, SP
Monumento, de Gregório Graziosi, SP
Dicionário, de Ricardo Weschenfelder, SC
Quem tem medo de Cris Negão?, de René Guerra, SP
18h
Classificação indicativa: 18 anos
Urânio Picuí, de Antônio Carrilho e Tiago Melo, PE
Bomba, de Francisco Franco, MG
Dia estrelado, de Nara Normande, PE
O mundo de Ulim e Oilut, de Caru Alves de Souza, SP
A triste história de Kid-Punhetinha, de Andradina Azevedo e Dida Andrade, SP
Deus, de André Miranda, DF
Dia 22 (Sexta-feira)
Classificação indicativa: 12 anos
15h
Os barcos, de Caetano Gotardo e Thaís de Almeida Prado, SP
Capela, de Gustavo Rosa de Moura, SP
Charizard, de Leonardo Mouramateus, CE
O gigante, de Julio Vanzeler e Luís da Matta Almeida, SC
Uma, duas semanas, de Fernanda Teixeira, RJ
Menino do cinco, de Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira, BA
18h
Classificação indicativa: 12 anos
A cidade, de Liliana Sulzbach, RS
Macacos me mordam, de César Maurício e Sávio Savio Leite, MG
Hooji, de Marcello Quintella e Boynard, RJ
Desterro, de Cláudio Marques e Marília Hughes, BA
Funeral à cigana, de Fernando Honesko, SP
Piove, il film di Pio, de Thiago Brandimarte Mendonça, SP
Dia 23 (Sábado)
18h
Classificação indicativa: 16 anos
Manual para atropelar cachorro, de Rafael Primo, SP
Decisão, de Leila Hipólito, RJ


fonte:
http://180graus.com/cultura/museu-do-piaui-recebe-5-festival-do-juri-popular-em-teresina-588449.html

Museu Thyssen conta a história da pintura ao ar livre


'Impressionismo e ar livre' está até 12 de maio no Thyssen-Bornemisza, em Madrid, e explica a influência da pintura ao ar livre em obras do século XIX.

Gustave Courbet, 1874, Le Chateau de Chillon.
Gustave Courbet, 1874, Le Chateau de Chillon.Fotografia © Museu Gustave Courbet, Ornans

A técnica já era utilizada quase um século antes da primeira exposição impressionista em 1874, mas foi com mestres como Monet, Sisley, Renoir ou Van Gogh que a pintura ao ar livre atingiu a sua máxima expressão.
Sem apresentar uma ordem cronológica, a nova exposição temporária do Thyssen recua até à génese desta técnica e sublinha a sua importância para a renovação plástica das obras do século XIX.
Turner, Constable, Corot, Rousseau, Courbet e Daubigny são apenas alguns dos nomes que o Thyssen reuniu para esta exposição. No total, são sete salas dedicadas a temas diferentes, desde "ruínas, terraços e telhados" a "árvores e plantas".
Ao mesmo tempo, até dia 17 deste mês, também no Thyssen, continua patente 'A Arte de Cartier', que reúne algumas das mais impressionantes peças de joalharia da marca. Entre uma carteira com uma jóia incrustada que pertenceu a Jackie Kennedy a peças da coleção privada da coroa espanhola, são mais de 1480 os objetos organizados de acordo com os materiais usados e as técnicas aplicadas.

fonte:
http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=3049971