domingo, 17 de fevereiro de 2013

Você conhece o Museu Vale?



Localizado em Vila Velha, no Espírito Santo, e prestes a completar 15 anos, o Museu Vale promove o contato com a diversidade das linguagens, técnicas e estéticas contemporâneas, incentivando muitos jovens a ingressarem no mercado de produção artístico-cultural.


A fachada do Museu Vale, em Vila Velha, Espírito Santo. Foto: Luciana Tancredo / Cia da Foto​
O passado...

Que tal viajar no tempo? No Museu Vale, crianças e adultos voltam aos tempos da Maria Fumaça e conhecem a história e o trajeto da Estrada de Ferro Vitória a Minas. Essa viagem no tempo é quase real, já que a Maria Fumaça está em perfeito estado de conservação e todos podem “embarcar” nos seus dois vagões de madeira. A sensação é de que a locomotiva está pronta para partir!

Uma sala especial abriga uma imensa maquete que mostra todo o trajeto da Estrada de Ferro Vitória a Minas, desde a extração de minério até a sua chegada ao Porto de Tubarão, no Espírito Santo. Construída pela Associação Mineira de Ferromodelismo especialmente para o Museu da Vale, a maquete desperta a curiosidade de crianças e adultos.

Sistemas de audioguias ajudam o visitante a conhecer todos os espaços, inclusive com equipamentos especiais para pessoas com deficiência auditiva.

Para completar o passeio, o espaço conta com o Café do Museu que, claro, mantém o clima, e funciona em um antigo vagão de trem.
... e o futuro

Mas nem só do passado vive o Museu Vale. Desde a sua inauguração o espaço já recebeu mais de um milhão de visitantes e apresentou diversas exposições de artistas contemporâneos brasileiros e estrangeiros, além de workshops e seminários internacionais. Trabalhos de artistas como Waltércio Caldas, OSGÊMEOS e Irmãos Campana, entre outros, já passaram por ali.

O museu também é sede do Programa Educativo, referência em arte-educação, que atende cerca de 3.500 estudantes por mês.
Visite

Museu Vale
Antiga Estação Pedro Nolasco, s/no – Argolas, Vila Velha, Espírito Santo
Horários de visitação:

Fevereiro a dezembro
Segundas - fechado para o público (manutenção)
Terças a sextas: 8h às 17h
Sábados e domingos: 10h às 18h
Informações: (55) 27 3333 2484

Site: www.museuvale.com
Crescendo junto com as comunidades

O museu é uma iniciativa da Fundação Vale que contribui para o desenvolvimento integrado – econômico, ambiental e social – dos territórios onde a Vale opera, fortalecendo o capital humano nas comunidades e respeitando as identidades culturais locais. Saiba mais sobre a Fundação Vale no site www.fundacaovale.org

Museu da Escrita tem acervo de 1.400 peças

O Museu da Escrita, no Dionísio Torres, reúne manuscritos, canetas, penas, máquinas de escrever e prensas tipográficas. São 1.400 peças dispostas em 16 salas. A visitação é gratuita




Fruto da iniciativa do economista José Luís Gomes Morais, o Museu da Escrita, inaugurado o mês passado, está aberto para visitas. As 1.400 peças expostas nas 16 salas do museu foram adquiridas pelo próprio José Luís, em cerca de 10 anos de garimpagem no Brasil e no exterior. Foi ele também, com ajuda da mulher, que organizou o museu, sem o auxílio de nenhum profissional especializado no assunto.

Percorrendo-se as salas é possível ter uma ideia da evolução da escrita ao longo do tempo e observar os objetos relacionados ao ato de escrever ou utilizados para reproduzir textos, como penas, livros, canetas, prensas tipográficas e máquinas de escrever, das mais diversas épocas.

José Luís diz que desde criança gosta de preservar objetos, tendo começado a colecionar moedas, álbum de figurinhas, selos e até carteiras de cigarro vazias. Juntando material aleatoriamente, diz ter resolvido direcionar a sua pesquisa para a área da escrita.

Pedindo-se para citar peças que ele considera interessantes, lembra das “escrivaninhas portáteis”, de origem inglesa, utilizadas no período em que o Reino Unido tinha colônias espalhadas por todo o mundo conhecido.

Antepassados muito distantes do notebook, as escrivaninhas portáteis têm mais ou menos esse tamanho, mas com maior profundidade. Na caixa, que se abre propiciando um apoio para a escrita, eram guardados papel, tinta e penas de escrever, utilizados pelos viajantes para fazer contato de negócios ou com suas famílias.

A peça mais antiga do museu é um conjunto original de três folhas escritas por monges copistas da Idade Média. José Luís cita também um livro português de 973 folhas escrito a mão pela mesma pessoa, trabalho que demorou 15 anos. Segundo ele, sabe-se que foi reproduzido pelo mesmo escriba, pois observa-se a mesma caligrafia do início do fim do livro, que data da segunda metade do século 18.

Mas o xodó de José Luís é um peso de papel em forma de pata de leão, sem valor comercial. Ele diz que, ainda menino, começou a trabalhar em um banco em Sobral, sua cidade de origem. Ao deixar o emprego, com 17 anos, pediu e ganhou a peça do gerente do estabelecimento. “Está comigo há 46 anos, é o meu mascote”.

SERVIÇO

Museu da Escrita Professora Maria Isaurita Gomes Morais
Onde: Rua Dr. Walder Studart, 56 - Dionísio Torres - Fortaleza

Horário de funcionamento: de terça-feira aos domingos das 9h às 12h e das 13h às 17h.
Preço da Entrada: R$ 9,00 (inteira) e R$ 4,50 (meia)
Outras informações: (85) 3244 7729

fonte:
http://www.opovo.com.br/app/opovo/vidaearte/2013/02/16/noticiasjornalvidaearte,3006567/museu-da-escrita-tem-acervo-de-1-400-pecas.shtml

Museu chinês será construído com CDs descartados


Rio -  Em vez da lata de lixo, obras grandiosas: projetos arquitetônicos já estão prevendo a utilização de material reciclável em suas construções.
Um exemplo desta nova ‘arquitetura sustentável’ é o iGreen, museu de aviação com cinema 5D a ser erguido em Kunshan, na China. O escritório chinês Miniwis de design e tecnologia vai reaproveitar CDs e DVDs como as principais matérias-primas da construção.
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução
De acordo com Yen Christopher, engenheiro chefe de materiais da Miniwiz, o processo que transformará os CDs na estrutura do museu é algo “sem precedentes”, como informou o Ciclo Vivo. A edificação — que deverá ser uma das maiores estruturas esféricas do mundo — será desenvolvida de forma a permitir o cultivo de plantas e árvores endêmicas, criando um ‘microclima’. Construído para suportar terremotos, rajadas de vento, chuva ácida e a incidência de raios ultravioletas, o iGreen deverá servir como símbolo para conscientizar a população sobre a importância da reciclagem e da responsabilidade sobre os resíduos pós-consumo. O museu deve ser finalizado em 2015 .
Já na província espanhola de Granada, na Espanha, foi criada a maior construção com materiais reciclados do mundo: um pavilhão feito com 45 mil embalagens Tetra Pak. Alunos de cerca de 100 escolas da região coletaram as caixas de leite e outros produtos. O projeto foi idealizado pelo Departamento de Meio Ambiente do Governo de Granada com a proposta de sensibilizar a população local sobre o cuidado com os resíduos pós-consumo. O pavilhão, instalado no Parque das Ciências de Granada, levou duas semanas para ser construído. Ele tem uma estrutura de 30 metros de comprimento por 15 de largura e 7 de altura. O local também será utilizado como uma unidade de reciclagem, segundo o Ciclo Vivo.

fonte:
http://odia.ig.com.br/portal/cienciaesaude/vidaemeioambiente/museu-chin%C3%AAs-ser%C3%A1-constru%C3%ADdo-com-cds-descartados-1.549821