sábado, 2 de março de 2013

Museus na Europa surpreendem com acervos inusitados dedicados a batatas fritas a ossadas humanas

Conhecida como 'Les Catacombes' essa galeria subterrânea reúne ossadas de parisienses Eduardo Vessoni Do UOL O continente europeu é endereço de alguns dos museus mais cobiçados de todo o planeta.  

 É no Velho Continente que visitantes estrangeiros engrossam filas e disputam um espaço diante de clássicos das artes como a Mona Lisa de Leonardo da Vinci que segue enigmática no Louvre, em Paris; o Guernica de Pablo Picasso que ainda tumultua as visitas ao belo Museu de Arte Reina Sofia, na capital espanhola; ou o busto de Nefertiti que atrai milhares de visitantes ao Neues Museum, na Ilha dos Museus de Berlim. 

No entanto, os acervos dos espaços museológicos da Europa não são formados apenas com peças famosas de altas cifras. 

A lista inclui espaços com acervos  inusitados como os museus da batata frita e do chocolate, em Bruges, na Bélgica; um curioso espaço dedicado ao fim das relações amorosas, onde objetos e cartas divertem visitantes em Zagreb, a capital da Croácia; e o simpático museu dos Ursos de Pelúcia, no interior da Alemanha, em plena Floresta Negra. 

Para quem ainda prefere visitas a museus com fins históricos, a Europa também surpreende (e emociona) em endereços que contam a história recente do continente como a visita a um museu de Sarajevo que tem acesso por um túnel de 1,5 metro de altura utilizado durante a Guerra da Bósnia ou a impactante Casa do Terror de Budapeste que permite que o visitante percorra celas de confinamento e salas de tortura utilizadas durante os sistemas totalitários imposto pelo país, durante o século 20. Veja imagens de alguns dos museus inusitados da Europa. 

Ampliar Conheça os museus mais curiosos da Europa28 fotos 24 / 28 Localizado em Paris, o Cité de la Musique (www.citedelamusique.fr) possui uma coleção com seis mil peças que contam a história dos últimos quatrocentos anos da música ocidental como instrumentos musicais do século 17 e um baixo com quatro metros de altura
fonte: http://noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2013/03/02/museus-na-europa-surpreendem-com-acervos-inusitados-dedicados-a-batatas-fritas-a-ossadas-humanas.jhtm

Firmado acordo para preservar e modernizar acervos de museus e bibliotecas do País



Acordo visa à preservação, valorização e divulgação do patrimônio documental arquivístico, bibliográfico e museológico do País


Divulgação/Empresa Brasil de ComunicaçãoAmpliar

Firmado acordo para preservar, modernizar e difundir acervos de museus e bibliotecas do País

Para preservar e democratizar o acesso aos acervos de museus, bibliotecas e arquivos do Brasil, foi firmado acordo de cooperação entre o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), a Fundação Biblioteca Nacional (FBN) e o Arquivo Nacional. A primeira reunião de trabalho das três instituições foi realizada na quinta-feira (28), na sede do Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro (RJ). A próxima reunião está marcada para o dia 14 de março.

O acordo, assinado em dezembro de 2011, visa à preservação, valorização e divulgação do patrimônio documental arquivístico, bibliográfico e museológico do País, além de possibilitar o cumprimento de uma das metas do Plano Nacional de Cultura (PNC), que pretende modernizar 50% das bibliotecas públicas e museus até o ano de 2020.

De acordo com o presidente do Ibram, José do Nascimento Junior, o objetivo é integrar esses três grandes sistemas de acervos brasileiros, tendo as três instituições como coordenadoras. “São 105 mil instituições que estão sob o guarda-chuva dessas três grandes instituições. Pretende-se que a gente possa estabelecer ações comuns, estratégias no sentido de preservação desse patrimônio que está sob essas instituições todas, para que a gente possa potencializar tanto a preservação quanto a difusão, ou seja, pôr à disposição da população, dos pesquisadores em geral”.


A diretora do Centro de Referência e Difusão da Biblioteca Nacional, Mônica Rizzo, diz que o Projeto Biblioteca Nacional Digital, com mais de cinco anos de existência, é pioneiro no Brasil na digitalização de acervos.

“As três instituições que aqui estão abrindo os trabalhos desse acordo, trarão sua expertise na sua área de concentração. No caso a Biblioteca Nacional trará a sua contribuição como agência bibliográfica nacional, como a instituição responsável pela padronização de processos dentro da biblioteconomia no Brasil, para agregar valor a esse conjunto e para que nós possamos, daqui para frente, difundir de forma integrada todo esse conhecimento que essas instituições que aqui estão detém”.

Ainda segundo Mônica, o que se pretende é a democratização do acervo, com uso pleno da internet. Nos últimos dois anos, a FBN digitalizou dez milhões de imagens de livros brasileiros que estão em domínio público. Para os próximos dez anos, a meta é pôr todo o acervo na rede para consulta pública, com prioridade para as obras raras.

O grupo de trabalho do acordo de cooperação entre Ibram, FBN e Arquivo Nacional tem prazo de funcionamento de dois anos, prorrogável por mais dois, mas o objetivo é construir um plano de trabalho para até 15 anos.


Fonte:
Instituto Brasileiro de Museus
Com informações da Agência Brasil