sexta-feira, 8 de março de 2013

No Dia Internacional da Mulher elas não pagarão ingressos nos Museus Blumenau

Blumenau - Em homenagem às mulheres, nesta sexta-feira, dia 8 de março, elas não pagam ingresso para visitar o museu de Hábitos e Costumes e da Família Colonial. A taxa para os demais visitantes permanece em R$ 3 (inteira) e R$ 1,50 (estudantes). Visitantes acima de 60 anos e com menos de oito anos não pagam ingresso.

O Museu de Hábitos e Costumes, por intermédio da Fundação Cultural, programou dois dias especiais de Páscoa para visitação de grupos escolares com agendamento. O objetivo é a valorização e a preservação dos costumes regionais de Páscoa.

Para as escolas que agendarem visitas no dia 21, serão promovidas atividades educativas com a temática "Páscoa". O público-alvo são crianças entre 4 a 7 anos. No dia 22, haverá oficina criativa de Páscoa para alunos de 8 a 10 anos.

O Museu de Hábitos e Costumes está localizado na Rua XV de Novembro, 25, no Centro Histórico da cidade. O horário de funcionamento vai das 10h às 16h. Mais informações no telefone 3381-7979.

fonte:
http://www.santacatarina24horas.com/index.php/capa/cidades/94-blumenau-sc/14367-no-dia-internacional-da-mulher-elas-nao-pagarao-ingressos-nos-museus-blumenau.html

Museu alemão devolve obra de arte roubada por nazistas



O quadro "Virgem e o Menino", atribuído ao Mestre de Flémalle (1375-1444), identificado pelos historiadores como Robert Campin, havia sido doado ao museu de Stuttgart depois da Segunda Guerra Mundial




Montreal - Um museu alemão devolveu pela primeira vez um quadro que havia sido roubado pelos nazistas de um comerciante de arte judeu, e que foi entregue aos herdeiros do marchand.

A Universidade Concordia de Montreal, em nome dos executores do espólio de Max Stern (1904-1987), anunciou a restituição por parte da Staatsgalerie de Stuttgart de uma pintura do início do Renascimento pertencente a Stern. Clarence Epstein, responsável pelo projeto de devolução, recebeu a obra em uma cerimônia na embaixada do Canadá em Berlim.

O quadro "Virgem e o Menino", atribuído ao Mestre de Flémalle (1375-1444), identificado pelos historiadores como Robert Campin, havia sido doado ao museu de Stuttgart depois da Segunda Guerra Mundial.

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Desde 2003, a Universidade Concordia recuperou mais de 400 pinturas de Stern que caíram nas mãos dos nazistas após uma venda forçada em 1937. Stern precisou fechar sua galeria de Dusseldorf em dezembro deste ano e fugir para Londres antes de se radicar no Canadá.

Depois de sua morte em 1987, a maior parte de seus bens foi legada à Universidade Concordia, à Universidade McGill em Montreal e à Universidade Hebreia de Jerusalém. A restituição da obra pelo museu de Stuttgart ocorre no centenário da fundação da Galeria Stern em Düsseldorf por parte do pai de Max Stern, Julius.

Esta é décima devolução nos dez anos do projeto de restituição, e sua recuperação ocorreu graças aos pesquisadores da Staatsgalerie de Stuttgart e do Escritório de Processamento de Reclamações do Holocausto do Departamento de Serviços Financeiros do estado de Nova York. "Descobrimos documentos importantes que convenceram o estado de Baden-Wurttemberg de que esta reclamação tinha bases muito sólidas", explicou Epstein.

"O desafio é fazer com que vários museus que estejam em posse de pinturas de Stern sigam o exemplo de Staatsgalerie", declarou o presidente da Universidade Concordia, Alan Shepard.

fonte:
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/mundo/2013/03/05/interna_mundo,352974/museu-alemao-devolve-obra-de-arte-roubada-por-nazistas.shtml

Zaragoza doa quadros ao Museu Nacional de Brasília



Trata-se de uma série completa, chamada “Não Matarás”, que retrata o período e as práticas da ditadura



Num momento em que o Brasil busca recontar sua história recente, a partir da Comissão da Verdade, criada para restabelecer definitivamente os fatos relacionados à ditadura militar, o publicitário e artista plástico José Zaragoza, sócio-fundador da DPZ Propaganda, resolve doar quadros e esculturas que fez durante esse período, os chamados anos de chumbo, para o Museu Nacional de Brasília. Ele pintou essa série, batizada de “Não Matarás” ao longo de muitos anos e as obras estiveram expostas no Museu de Arte de São Paulo Chateaubriand (MASP), em 1986. Agora, depois de cumpridos todos os trâmites, farão parte do acervo do Museu Nacional de Brasília, para onde estão sendo enviadas nesta semana com o respectivo termo de doação.

José Zaragoza, catalão de nascimento, brasileiro por opção, veio para o Brasil ainda muito jovem justamente para se afastar da ditadura de Franco. “Eu sempre abominei esse tipo de controle, a falta de democracia, as ditaduras, sejam de direita ou de esquerda. Por isso dediquei tanto tempo de minha vida a buscar retratar meu repúdio a tudo isso.” Durante muito tempo, silencioso, ele pintou e esculpiu essa série de quadros e esculturas que retratavam a ditadura, os chamados anos de chumbo, e a fase de transição, batizada de Nova República. Era sua forma de expressão, de mostrar sua indignação com a tortura e a falta de democracia no País que o acolheu, que o tornou conhecido mundialmente pela pintura e propaganda, e que ele escolheu como Pátria.

Sobre esses quadros e seus significados, em 1986, escreveram Pietro Maria Bardi, Neil Ferreira e Jacob Klintowit, entre outros. Para relembrar esses textos e as obras Zaragoza produziu um folheto, com esses escritos e ilustrações das obras, meio que contando todo esse processo. Nele ele incluiu inclusive o termo de doação ao museu. “É um grito, um desabafo, um apelo….”, “Não Matarás é um depoimento indignado…” estão entre as frases dos que sobre essa série escreveram à época.

As obras retratam em tons cinza, preto, vermelho, em tarjas e cárceres, momentos que o Brasil e sua população esperam jamais reviver. Clausuras e torturas, homens sem alma, sem sentimentos, carrancudos, o sofrimento dos que foram mortos, torturados, mutilados pela dor das prisões e dos porões da ditadura. “Não Matarás” foi, segundo Zaragoza, sua forma de dizer basta! De fazer um apelo para que o processo de redemocratização não fosse interrompido. Ele não queria mais voltar a pintar pelos motivos de tanta violência.

Essas peças receberam, por tudo isso, o nome “Não Matarás” e foram expostas no MASP em 1986, a convite do então Presidente, Pietro Maria Bardi. Depois do evento, foram guardadas com todo cuidado e a sete chaves pelo artista em seu atelier. Vintee seis anos depois, Zaragoza decidiu que esse quase documento deveria estar em outro lugar, voltar ao acesso público, sobretudo a partir da criação da Comissão da Verdade. “Escolhi o Museu Nacional, do Conjunto Cultural da República, em Brasília, por sua importância, pela afinidade do tema, pela proximidade com o poder decisório do País e das obras de alguém que eu tanto admirei, Oscar Niemeyer.”

A Secretaria de Cultura do Distrito Federal e o Museu Nacional desenvolvem um trabalho junto à sociedade que está em plena sintonia com os conceitos que as obras de Zaragoza faz transparecer. Por isso, o artista espera que sua iniciativa encontre eco entre as autoridades e permita a todos reflexões sobre a importância de se ter um País livre, uma democracia plena.

José Zaragoza entende que era preciso esse tempo antes que essas obras pudessem ter um destino definitivo.“Penso que o passado deve ser preservado sempre, mas determinadas memórias e imagens precisam de um tempo de reclusão antes de serem revistas. Neste caso, estamos falando de um passado muito ruim e que deixou lembranças amargas. Agora, com o devido tempo, devem ser preservadas, para que essas práticas jamais floresçam de novo no nosso Brasil”.

fonte:
http://www.inteligemcia.com.br/109657/2013/03/07/zaragoza-doa-quadros-ao-museu-nacional-de-brasilia/

Corpo de Chávez será embalsamado e irá para museu em Caracas


CARACAS, 7 Mar (Reuters) - O corpo do presidente venezuelano, Hugo Chávez, será embalsamado e enterrado no Museu da Revolução em Caracas, disse na quinta-feira o vice-presidente Nicolás Maduro.
"Foi decidido preparar o corpo do comandante presidente, embalsamá-lo para que fique aberto eternamente, para que o povo possa tê-lo ali em seu Museu da Revolução", afirmou Maduro.
O funeral de Chávez estava marcado para sexta-feira, mas Maduro disse que seu corpo será velado por mais sete dias, para que os venezuelanos, que aguardam em longas filas no velório, possam vê-lo.

fonte:
http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPE92609T20130307