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terça-feira, 19 de março de 2013

Presidente usa viagens para visitar museus

Admiradora das artes plásticas, a presidente Dilma Rousseff deu continuidade ontem em Roma a seu tradicional passeio por museus de países aos quais visita. Acompanhada da comitiva de ministros, Dilma foi a mostra do pintor italiano Ticiano Vecellio, no museu Scuderia del Quirinale.

Em novembro do ano passado, em Madri, Dilma visitou os dois maiores museus da cidade, o Thyssen-Bornemisza e Nacional del Prado.

Em setembro de 2011, em Nova York, Dilma conferiu a exposição do pintor Frans Hals no Metropolitam, o maior museu dos Estados Unidos.

fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/99387-presidente-usa-viagens-para-visitar-museus.shtml

Presidente da FCP visita Museu Nacional de Arte Africana em Washington

O presidente da Fundação Cultural Palmares (FCP), Hilton Cobra e a ministra da Cultura, Marta Suplicy, visitaram no sábado (16), o Museu Nacional de Arte Africana em Washington, Estados Unidos. Na ocasião, que contou com a companhia do governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz, que também acompanha a comitiva, foi possível conversar com Francine Berkowitz, diretora do departamento de relações internacionais.

Nos Estados Unidos, eles estudam museus desde a concepção, conceito, arquitetura, acervo, tecnologia, sustentabilidade e atração de publico. O objetivo é uma prospecção para a construção, em Brasília, do Museu Nacional Afro-brasileiro de Cultura e Memória.

Na visitação, a comitiva ministerial foi recebida por Annette Ramirez Arellano, voluntária que fez exposição detalhada sobre a criação do museu, escolha do acervo, significado das peças, conservação e sustentabilidade.

Annette, explicou Francine, faz parte de um corpo de voluntário com mais de 6,5 mil pessoas, número que supera os 6 mil funcionários de todos os museus do Smithsonian (Fundado em 1846, o Smithsonian é o maior complexo de museus e pesquisa do Mundo. Tem iniciativas de formação para educadores em artes e de busca pelo respeito à diversidade por meio da Cultura).

Ao término da visita, a ministra Marta comentou que “o museu tem obras belíssimas” e está bem localizado. – próximo ao museu Asiático. “Este acompanhamento da visita por voluntário foi excelente, experiência exitosa e que devemos estudar melhor”, disse.

Para Hilton Cobra, o que se destacou foi a proximidade que o museu traz ao público com a arte africana. “Contribui para pensar que temos de trabalhar no Brasil com um museu que conta fatos, mas não podemos perder o lastro com a arte”.

Agenda – Para mais informações e para conferir experiências, a visita ministerial prossegue nos Estados Unidos.  Nesta segunda-feira (18), a comitiva está em Nova York, para pesquisar entre outras instituições o Museu de Arte Moderna (MoMa), espaço que é referência em criatividade. Também está no programa visitar o Schomburg Center, centro de pesquisa de cultura negra.

Confira outras agendas em Washington:

Fonte: Ministério da Cultura
Jessica PattersonJessica Patterson
Jessica Patterson
Jessica PattersonJessica Patterson

Museu de Zoologia da Unesc prepara uma Páscoa animal para a garotada

Além do tradicional coelho, para celebrar a Páscoa, este ano, o Museu de Zoologia Profª Morgana Cirimbelli Gaidzinski, da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), terá um dinossauro. Entre as atividades educativas programadas que lembram os símbolos da Páscoa, está a confeccionarão de ovos que serão colocados junto à réplica de filhote de Tiranossauro Rex que o museu ganhou no ano passado. As crianças de diferentes escolas das redes pública e privada serão recebidas durante a tarde do dia 26 de março.

Na programação também está inclusa a chegada do coelho, que animará as crianças, e uma visita orientada pelo museu, na qual os alunos terão a oportunidade de conhecer os animais que colocam ovos e poder comparar os diferentes tipos de ovos quanto a forma, tamanho e cores.

O agendamento das visitas deverá ser feito pelo telefone (48) 3431-2573, até 22 de março.

Com informações de Matheus Reis/Comunicação Unesc

FBI identifica autores de roubo de museu de Boston em 1990

A polícia federal americana (FBI) afirma ter identificado os autores do espetacular roubo em um museu de Boston em 1990, de onde foram levadas obras avaliadas em 500 milhões de dólares jamais recuperadas.

Um total de 13 obras de arte, entre elas pinturas dos mestres holandeses Rembrandt e Vermeer, foram roubadas em 1990 do museu Isabella Stewart Gardner de Boston.

"Identificamos os autores, que são membros de uma organização criminosa com sede nos estados de Nova York, Nova Jersey, Pensilvânia e Nova Inglaterra (nordeste dos EUA)", afirmou o detetive do FBI Richard DesLauriers em coletiva de imprensa.

"Contudo, o crime prescreveu e seus autores já não podem ser detidos", disse a promotora federal Carmen Ortíz. "Somente quem estiver em posse dos objetos roubados poderá ser acusado", completou.

Richard DesLauriers explicou que as obras em questão, avaliadas em mais de 500 milhões de dólares, foram levadas a Connecticut e à Filadélfia, na Pensilvânia, sendo vendidas há cerca de 10 anos.
A partir deste momento, a pista se perde e o responsável do FBI faz um apelo ao público para denunciar qualquer informação sobre o caso que possa ajudar os investigadores.
O museu segue oferecendo uma recompensa de 5 milhões de dólares.

O golpe de 18 de março de 1990 no museu de Boston foi simples e incrivelmente eficaz, já que os dois ladrões, disfarçados de policiais, entraram no museu quando este estava fechado, afirmando estar respondendo a um chamado de emergência.

Uma vez dentro do museu, renderam os guardas e levaram três quadros de Rembrandt, um Vermeer, três desenhos de Degas e um quadro de Monet, de acordo com a instituição.

FONTE:
http://br.noticias.yahoo.com/fbi-identifica-autores-roubo-museu-boston-1990-001609490.html

Estudo revela que museus (.PT) não registam reflexão sobre o trabalho feito com o público sénior (MELHOR IDADE)

Um estudo hoje apresentado em Lisboa sobre a relação do público sénior com os museus afirma que «são muito poucos os museus» que registam uma reflexão sobre o trabalho desenvolvido com o público de escalões etários mais elevados.

O documento foi coordenado pelos museólogos Giles Teixeira, Margarida Lima de Faria e Maria Vlachou, do Grupo para a Acessibilidade nos Museus (GAM), e está hoje a ser apresentado na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

Segundo o estudo, «não parece haver» indicadores nos planos de atividades, que permitam avaliar o sucesso quanto ao cumprimento dos objetivos dirigidos ao público maior de 65 anos.
Alerta o documento para a importância do retorno dado pelo público sénior das ações planeadas e executadas para si, e refere que «apenas 37% dos museus inquiridos afirmou possibilitar esta avaliação».

Todavia, como «não existe uma reflexão escrita por parte dos museus, não se sabe até que ponto o retorno dado é analisado» e permite uma melhoria das condições dos museus.
Sublinha o estudo que é necessário, para melhor se conhecer a realidade, a «obtenção e manutenção de dados estatísticos rigorosos e fiáveis quanto às visitas».

«Seria útil se todos os museus, pelo menos os que fazem parte da Rede Portuguesa de Museus, tivessem um registo comum dos visitantes, em termos e categorias».

Os autores do documento apontam «melhorias que se podem fazer com um investimento mínimo», como «a colocação de fitas aderentes nas escadas e no chão», para uma circulação em segurança.
Outra proposta é a adaptação das letras dos logótipos, textos e legendas, assim como dos contrastes, do posicionamento e da iluminação.

Os autores afirmam que se devem «facilitar as visitas repetidas» e lembram que o preço do bilhete pode «ser um fator dissuasor da ida aos museus», pois a este custo devem juntar-se outros, como os das deslocações e da alimentação, propondo «promoções conjuntas» com transportes públicos, parques de estacionamento, restaurantes ou cafetarias, e até a definição de «bilhetes-família».
Diário Digital com Lusa