sexta-feira, 22 de março de 2013

Museu no Rio apresenta maior fóssil de pterossauro já encontrado no país


Paleontólogos apresentaram réplica de 'Tropeognathus mesembrinus'.
Fóssil foi encontrado na Chapada do Araripe, na Região Nordeste.


fonte:http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/03/museu-nacional-apresenta-novo-gigante-pre-historico-brasileiro-no-rio.html
Fósseis do mais importante animal pré-histório descoberto no Brasil  (Foto: Ricardo Moraes/ Reuters)Pesquisadores do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) apresentaram nesta quarta-feira (20), o mais novo e importante fóssil de animal pré-histórico descoberto no Brasil. Trata-se do maior indivíduo do grupo encontrado no Hemisfério Sul. (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)
Foi apresentado nesta quarta-feira (20), no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, o esqueletoo maior réptil voador já encontrado no Brasil. Trata-se de um exemplar de "Tropeognathus mesembrinus" que, quando vivo, tinha cerca de 8,2 metros de envergadura.
"O que faz este exemplar particularmente especial é que se trata do fóssil mais completo encontrado até agora, com quase todo o esqueleto preservado, inclusive o crânio", explicou o paleontólogo Alexander Kellner, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ao apresentar a reconstrução do animal, feita em resina de poliéster.
A envergadura dessa espécie normalmente é de 7 metros, mas o exemplar apresentado era excepcionalmente grande. "Este fóssil encontrado nas rochas da Chapada do Araripe, no Nordeste do Brasil, é o maior encontrado no Hemisfério Sul e é o terceiro no mundo", disse Kellner, segundo informações da agência AFP.
O pesquisador Alexander Kellner explica detalhes do fóssil de pterossauro (Foto: AFP)O pesquisador Alexander Kellner explica detalhes do fóssil de pterossauro (Foto: AFP)
De acordo com o Museu Nacional, o novo fóssil confirma que a região da Chapada do Araripe, localizada entre os Estados de Ceará, Pernambuco e Piauí, reúne alguns dos mais importantes depósitos de fósseis do mundo, noticia a agência Reuters.
O especialista também apresentou uma reconstrução de como teria sido a cabeça desse animal. O estudo da estrutura óssea do réptil  voador mostrou que se tratava de um adulto.
A espécie pertence à família dos Anhangueridae, animais que se caracterizam por terem uma crista na parte anterior do crânio e a parte superior da mandíbula com uma dentição que mostra que eles se alimentavam de peixes.
Os vasos sanguíneos dessa crista serviam para regular a temperatura do corpo do animal, segunfo Kellner."Podemos provar que esses répteis gigantes voadores existiam no céu do Nordeste brasileiro muito antes do que pensávamos, porque os fósseis foram encontrados em formações rochosas de 110 milhões de anos", comentou o paleontólogo. Antes se acreditava que eles viveram entre 65 milhões e 72 milhões de anos atrás.Outras espécies de Anhangueridae já foram achadas em diversas partes do mundo, como Marrocos Inglaterra, Mongólia, Estados Unidos e China.
Fóssil encontrado no Brasil (Foto: Vanderlei Almeida/ AFP Photo)Modelo de poliéster mostra como é o esqueleto em seu conjunto (Foto: Vanderlei Almeida/ AFP Photo)
Detalhe do pterossauro encontrado no Nordeste (Foto: Vanderlei Almeida/ AFP Photo)

Fórum Permanente tem se proposto a discutir formatos e possibilidades para a instituição museológica na contemporaneidade


Neste mês de março, o Fórum lança o primeiro número de sua revista digital, Periódico Permanente, projeto contemplado pelo Prêmio Procultura de Estímulo às Artes Visuais 2010.

Fórum Permanente tem se proposto a discutir formatos e possibilidades para a instituição museológica na contemporaneidade. O corpo de textos que selecionamos pretende resgatar a diversidade das concepções que caracteriza a discussão sobre o papel do Museu hoje. Ativando este grupo, a publicação de texto de Guilherme Bueno, “É a modernidade nossa antiguidade” + entrevista sobre sua atuação como diretor do Museu de arte conteporânea de Niterói.



 

 fonte:
www.forumpermanente.org

Messi terá museu com objetos inéditos em Rosário, na Argentina



Local será construído perto de onde nasceu o atacante


Um museu, com o melhor jogador do mundo, Lionel Messi, como figura principal, será construído em Rosário, cidade natal do atacante, informou a prefeita Mónica Fein. "A família de Messi concordou em doar objetos inéditos do jogador. Será um museu do esporte onde Messi será a figura central", disse Fein.

Outros atletas "rosarinos" famosos farão parte do museu, como o volante do Real Madrid Angel Di María e a capitã da seleção argentina de hóquei na grama Luciana "Lucha" Aymar. "Acredito que o Museu estará pronto em dois anos", informou Hermes Binner, ex-candidato socialista à presidência e ex-governador de Santa Fé.

A província de Santa Fé, onde se encontra a cidade de Rosário, comprou um prédio de 32 hectares que pertencia ao Exército. O projeto será financiado com verba pública e privada. "O museu ficará na zona sul da cidade, perto de onde nasceu Messi", completou Binner.


fonte: Correio do Povo

Museu Goeldi seleciona estagiários para projeto de estudo ambiental

Alunos devem cursar a partir do 3º semestre e ter disposição para viagens.
Projeto será desenvolvido em Algodoal e na ilha do Marajó.

Repórter Mirante mostra preservação do peixe-boi no litoral maranhense (Foto: Reprodução/TV Mirante)O peixe-boi é um dos mamíferos estudados pelo
projeto (Foto: Reprodução/TV Mirante)
O Grupo de Estudos de Mamíferos Aquáticos da Amazônia (Genam) do Museu Paraense Emílio Goeldi seleciona estudantes dos cursos de biologia, oceanografia, engenharia de pesca e áreas afins para estágio no projeto Bicho D'água, uma iniciativa de conservação socioambiental que irá estudar os mamíferos aquáticos como o boto cinza e o peixe-boi na costa leste do Marajó e em Algodoal.
Podem participar alunos a partir do 3º semestre, que tenham disponibilidade para viagens, disposição para acordar cedo, trabalhar em locais remotos e fazer longas caminhadas. O museu pede ainda que os candidatos tenham disponibilidade para trabalhar em horários não convencionais e capacidade de interagir com moradores locais, respeitando as características culturais das regiões estudadas.
Os estudantes interessados devem encaminhar Currículo Lattes e cartas de intenção e recomendação para o e-mail gemam.pa@gmail.com com o assunto “Estágio GEMAM”. Mais informações sobre o projeto através do site do Bicho d'água

fonte:
http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2013/03/museu-goeldi-seleciona-estagiarios-para-para-projeto-de-estudo-ambiental.html

Museu em Lima conta a história da produção do chocolate



Os chocolates mais famosos podem ser suíços ou belgas, mas o que pouca gente sabe é que um dos mais importantes produtores de cacau do mundo é o Peru, onde o fruto é consumido desde o tempo dos incas. Nada mais justo, portanto, que o país abrigue um museu totalmente dedicado ao cacau e ao seu mais nobre derivado. Localizado no distrito de Miraflores, em Lima, o ChocoMuseo conta a história milenar da produção de um dos doces mais adorados do mundo e ainda comercializa deliciosas barras. É o programa ideal para os amantes do chocolate.



No passeio, os visitantes vão descobrir que o primeiro povo a transformar o cacau em chocolate foram os maias, que viveram na América Central no primeiro milênio depois de Cristo. O chocolate maia, no entanto, era uma bebida espumante e amarga. Referências ao cacau aparecem em uma série de gravuras desta civilização, algumas datadas do ano 900.



O museu também apresenta todo o processo de transformação do cacau em chocolate, passando pelas etapas de fermentação, torrefação, seleção dos grãos, moagem, prensagem, refinamento e têmpera, até a produção da barra propriamente dita.



O ChocoMuseo oferece ainda cursos rápidos, com duração de cerca de três horas, para que os visitantes aprendam a fazer o seu próprio chocolate ou suas próprias trufas. Caso você disponha de um final de semana livre na cidade, é possível ainda fazer um tour de dois dias pelas plantações de cacau do país, que ficam próximas à cidade perdida de Machu Picchu.



Mas a grande atração mesmo é a loja existente no local. Lá, você poderá experimentar as mais diferentes variedades de chocolate fabricados pelo próprio museu, além de degustar chás, cafés e outras bebidas que levam o doce em sua composição.
Se você está em Lima e é apaixonado por chocolates, não pode deixar de visitar o ChocoMuseo, em Miraflores Foto: Divulgação
Se você está em Lima e é apaixonado por chocolates, não pode deixar de visitar o ChocoMuseo, em Miraflores


Com entrada gratuita, o ChocoMuseo de Lima fica localizado na Rua Berlin, 375, Miraflores (a três quadras do parque Kennedy). Ele fica aberto todos os dias, das 11h às 19h. Os telefones para contato são (+51) 01 445 9708 ou (+51) 983 361 342

fonte:
http://vidaeestilo.terra.com.br/turismo/turismo-de-negocios/lima/museu-em-lima-conta-a-historia-da-producao-do-chocolate,61db1c8fdad8d310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html

Batalhão de Choque da PM cerca museu ocupado por índios no Rio


 
Três foram detidos; PMs usaram spray de pimenta e gás lacrimogênio.
Imóvel, no Maracanã, será a sede do futuro Museu Olímpico.


Índios fazem manifestação e negociam saída de museu ocupado (Foto: Pilar Olivares/Reuters)




Equipes do Batalhão de Choque da Polícia Militar cercam o antigo Museu do Índio, no Maracanã, Zona Norte do Rio de Janeiro, desde as 3h desta sexta-feira (22). Mais de 50 PMs, além de vários carros e motos da corporação, estão no local. O cerco acontece um dia após o governo dar o ultimato aos índios para que deixem o prédio. No local será construído o Museu Olímpico.

Pouco antes das 7h, funcionários do governo chegaram ao museu para tentar negociar a desocupação. Os índios, muitos deles encapuzados, resistem a sair do imóvel. Estudantes e simpatizantes do movimento fazem uma manifestação com cartazes e ocupam os fundos e as laterais do imóvel. Durante a madrugada, três pessoas que participavam do ato foram detidas. Para dispersar o tumulto, a PM usou spray de pimenta e gás lacrimogênio

Trânsito complicado
A Avenida Radial Oeste, uma das principais vias da Zona Norte do Rio de Janeiro, foi fechada, por volta das 6h30, para a desocupação do museu. Dez minutos depois, a via foi reaberta, mas o trânsito continuou muito complicado, principalmente no sentido Centro. De acordo com o Centro de Operações da Prefeitura do Rio, a melhor opção para os motoristas é a Avenida Visconde de Niterói.

O grupo de indígenas que ocupa o local, que se autodenomina Aldeia Maracanã, está no imóvel desde 2006. A 8ª Vara Federal Cível do Rio concedeu imissão de posse em favor do governo estadual e os índios foram notificados em 15 de março.


A Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos ofereceu, além do Hotel Santana, três opções de moradia provisória, até que o Centro de Referência Indígena seja construído na Quinta da Boa Vista, também na Zona Norte, além do Hotel Santanna, no Centro (veja a íntegra da proposta no fim da reportagem).

Segundo o Secretário estadual de Assistência Social, Zaqueu Teixeira, os indígenas terão que se deslocar para o hotel, onde terão alimentação e um andar exclusivo. Os índios que não quiserem ficar no local, poderão aceitar ficar provisoriamente em três áreas sugeridas pelo governo: um terreno em Jacarepaguá, próximo ao Hotel Curupati; o abrigo Cristo Redentor; ou ao lado do barracão da Odebretch, na Rua Visconde de Niterói.

Zaqueu Teixeira deu um prazo de um ano e meio para a construção do Centro de Referência Indígena. Até lá, os índios poderão escolher um dos locais sugeridos pelo governo, caso aceitem a proposta. Se recusarem, a Justiça poderá obrigar a saída.

“Oferecemos tudo para que fosse resolvido: transporte, alimentação, hospedagem para que fosse resolvida e não tem mais o que ofertar. É a última proposta do governo. Se eles não cumprirem, a Justiça vai obrigá-los a sair. Minha parte, que é ofertar, já está feita. Aí é com a Justiça o tempo para retirá-los”, disse o secretário.


PMs negociam com índios desocupação de antigo museu no Maracanã (Foto: Fábio Teixeira/Estadão Conteúdo)

Leia a íntegra da proposta, enviada ao G1 pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos:

"PROPOSTA FINAL DO GOVERNO

Criação do Centro de Referência da Cultura dos Povos Indígenas, onde atualmente está instalado – e em processo de desativação – o Galpão da Quinta da Boa Vista, ou seja, a Unidade Prisional Evaristo de Moraes; ou em área na antiga colônia Curupaiti, em Jacarepaguá, ou ainda em área no abrigo Cristo Redentor, em Bonsucesso.

O Centro de Referência da Cultura dos Povos Indígenas deverá ter como finalidades, dentre outras a serem previstas em seu instrumento de criação, as seguintes:
a) a salvaguarda do patrimônio material e imaterial das populações originárias;
b) a realização de estudos e pesquisas sobre as culturas indígenas brasileiras;
c) a promoção do intercâmbio cultural com a população urbana;
d) a promoção da cultura do resgate e proteção do ambiente;
e) a preservação da cultura indígena brasileira, através da educação;
f) a criação de um espaço de participação e convivência democrática dos povos indígenas;
g) a comercialização legal do artesanato e arte indígenas.
Criação e instalação do Conselho Estadual de Direitos Indígenas, que monitorará o funcionamento do Centro de Referência da Cultura dos Povos Indígenas e atuará como órgão consultivo do Estado na formulação de políticas de defesa e promoção dos direitos indígenas e atuará como órgão consultivo do Estado na formulação de políticas de defesa e promoção dos direitos indígenas.
Reafirmação da proposta de transporte, hospedagem e alimentação ou aluguel social até a conclusão do Centro de Referência, da seguinte forma:
O hotel à disposição é o Hotel Acolhedor Santana II, localizado na rua do Santana nº 204 e administrado pela Prefeitura do Rio de Janeiro. Em que pese a atual rotina do hotel, há um compromisso da Prefeitura em flexibilizar as regras para receber os índios;
Os índios terão à disposição café da manhã, almoço e jantar.
O transporte das pessoas e bens será feito em veículos do próprios Estado, tanto para o local de hospedagem temporária quanto para a aldeia de origem;
Para os índios que não quiserem permanecer hospedados no hotel Santana, o Governo do Estado oferece ainda a alternativa de construção imediata de um alojamento temporário, com estrutura provisória, em três locais diferentes: na avenida Visconde de Niterói, ao lado do barracão da Odebrecht; ou em área na antiga colônia Curupaiti, em Jacarepaguá, ou ainda em área no abrigo Cristo Redentor, em Bonsucesso.
E, além disso, para os índios que não quiserem se hospedar nos locais oferecidos ou voltar à aldeia de origem, o Governo do Estado oferece o benefício do aluguel social no valor de R$ 400 mensais por família até a inauguração do Centro de Referência."


fonte:http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/03/policia-cerca-museu-ocupado-por-indios-no-rio.html

Museu Histórico Nacional - Peças raras de ouro em exposição pela 1ª vez



A mostra “BES Numismática e o Brasil” é parte das comemorações do Ano de Portugal no Brasil. É a primeira vez que esta coleção particular é apresentada ao público. A seleção foi feita entre as 2 mil peças de ouro do Brasil integrantes da coleção portuguesa, uma das mais completas e significativas coleções do gênero no mundo.


Barra de ouro Rio das Mortes (1796) Maria I, 8 x 2 cm (apenas 3 exemplares no mundo)
Barra de ouro Rio das Mortes (1796) Maria I, 8 x 2 cm (apenas 3 exemplares no mundo)
A exposição reúne barras de ouro e 150 moedas “made in Brazil” de dois mil itens da coleção de numismática do Banco Espírito Santo, o maior grupo financeiro de Portugal cujo acervo tem 13 mil itens.

Moeda 1822 coroação Rio de Janeiro.
Moeda 1822 coroação Rio de Janeiro.

Museu Histórico Nacional
até 20 de junho de 2013
Praça Marechal Âncora, s/nº – Próximo à Praça XV

fonte: babeldasartes

Museu do Diamante traz novidades após revisão da exposição permanente



 
O Museu do Diamante/Ibram, em Diamantina (MG), realizou no mês de fevereiro uma revisão em sua exposição permanente. A mudança da expografia foi desenvolvida pela equipe do museu e resultou de pesquisas e consultas a documentação do acervo, bibliotecas e arquivos públicos.
Com a reformulação da exposição, o novo circuito traz salas que tratam sobre a extração do diamante, cavalaria e objetos de uso doméstico; instrumentos de repressão (espadas, carabinas, grilhões, gargalheira, dentre outros); arte sacra cristã e uma sala (alcova) na qual tenta-se reproduzir um quarto feminino do século XIX.
Mudança na expografia é resultado de pesquisas da equipe do Museu do Diamante
Além dessas, conta também com uma sala multifuncional onde acontecem ações do setor educativo, eventos, exibição de filmes e exposições temporárias, e uma sala de música

Pesquisas e novo diálogo
Segundo os responsáveis pela revisão, alguns elementos e objetos distribuídos anteriormente nas salas do antigo circuito ainda remetiam à exposição de inauguração do Museu do Diamante (década de 50). As legendas encontravam-se desatualizadas, assim como alguns dos suportes expográficos.
Contudo, o que mais chamou a atenção da equipe foi a descontinuidade do discurso expográfico, pois os objetos pouco dialogavam entre si, dificultando o diálogo entre público e objeto. Após análise do acervo exposto e do que se encontrava em reserva técnica, assim como pesquisas na documentação do acervo, em bibliotecas e arquivos públicos, as mudanças devem dar novo fôlego ao discurso do museu.
A equipe do museu continuará pesquisando e experimentando novas mudanças – embrião de um projeto expográfico a ser implantado depois da reforma do museu. O horário para visitação é de terça-feira a Sábado, das 10h às 17h30, e domingos e feriados, das 9h às 13h. Saiba mais sobre o Museu do Diamante.
Texto: Divulgação Museu do Diamante