quinta-feira, 11 de abril de 2013

Museu Metropolitan de Nova York recebe doação de US$ 1 bilhão


Herdeiro do setor de cosméticos Leonard Lauder doa 78 obras cubistas avaliadas em cerca de R$ 1,9 bilhão; valor seria 13% de sua fortuna


O museu Metropolitan de Nova York recebeu uma doação de obras no valor de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 1,9 bilhão) do herdeiro do setor de cosméticos Leonard Lauder.
O herdeiro do império criado por Estée Lauder prometeu entregar 78 obras cubistas para o museu. As obras fazem parte de uma das principais coleções cubistas do mundo e inclui obras de Pablo Picasso, Georges Braque, Juan Gris e Fernand Leger.
AP
O Metropolitan Museum of Art, em Nova York
Em uma declaração divulgada após a doação, Lauder, de 80 anos, afirmou que a doação é um presente para "as pessoas que vivem e trabalham em Nova York e aqueles do mundo todo que vêm visitar nossa grande instituição de artes".
O Metropolitan, ou Met, como é conhecido, afirmou que antes da doação, não tinha muitas obras de arte do começo do século 20. Mas, com estes novos quadros, o museu agora está na vanguarda das coleções do mundo todo.
"Há tempos sentíamos falta desta dimensão crítica da história do modernismo. Agora, o cubismo será representado com algumas de suas maiores obras-primas" afirmou o diretor do museu, Thomas Campbell.
AP
'Le Fumeur', de Fernand Léger, uma das obras doadas ao Met
Campbell disse ainda que a coleção é "notável por sua qualidade (...) e profundidade", com 33 obras de Picasso, 17 de Braque e 14 de Gris e Leger.
Quatro décadas
Lauder reuniu este acervo durante quase quatro décadas com o objetivo de contar a história de um movimento que revolucionou a arte moderna e abriu caminho para os trabalhos mais abstratos no século 20.
"Escolhi o Met como uma forma de dividir esta coleção pois senti que (o acervo) é essencial para o cubismo - e a arte que surgiu depois disso - ser visto e estudado dentro das coleções de um dos maiores museus enciclopédicos do mundo", afirmou Lauder.
Acredita-se que o valor da coleção alcance cerca de 13% do total da fortuna pessoal do herdeiro, de acordo com a revista Forbes. A revista destaca que a doação de Lauder ao Met "o consagra no panteão dos filantropistas mais generosos de todos os tempos".
O editor de artes da BBC Will Gompertz lembra que, como muitos dos maiores museus do mundo, o Met foi fundado graças a doações de grandes filantropistas. Gompertz afirma que talvez a mais famosa doação veio do patrimônio de J. Pierpont Morgan, um dos primeiros presidentes do banco JP Morgan.
"Ele era um colecionador de arte entusiasmado e conhecedor, que adquiria obras de artes baseado (na afirmação de que) 'nenhum preço é alto demais para um objeto de beleza inquestionável e autenticidade conhecida'", afirmou.
"Julgando pela qualidade dos trabalhos cubistas doados por Leonard Lauder, ele colecionava com um espírito parecido. Não é a maior doação, mas é uma das mais significativas", acrescentou.

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Ladrões no Museu do Louvre furtam, cospem e agridem, dizem seguranças



Em greve, eles afirmam que gangues estão cada vez mais violentas. Museu se comprometeu a melhorar a segurança e reabrirá amanhã.


Museu do Louvre fechado no dia 10/4/2013 devido a uma greve de funcionários contra batedores de carteira (Foto: Kenzo Tribouillard/AFP)Placa em frente ao Museu do Louvre avisa que o local está fechado nesta quarta-feira (Foto: Kenzo Tribouillard/AFP)
Funcionários do Museu do Louvre, que entraram em greve nesta quarta-feira em protesto contra a ação de batedores de carteira no local, afirmam que, enquanto monitoram as obras de arte e o público em geral, “são vítimas cada vez mais frequentes de agressões, cuspes, ameaças e insultos por parte de gangues de ladrões, muitas vezes menores de idade, que atacam os visitantes sem que ninguém intervenha", denunciou o sindicato.
O museu, uma das maiores atrações turísticas de Paris, foi fechado devido à paralisação, mas foi anunciado que será reaberto já na quinta-feira (11).
Os sindicatos indicaram que conseguiram da diretoria da instituição o compromisso de adotar medidas contra as agressões ligadas aos batedores de carteira, segundo uma fonte sindical. Entre as medidas, a força policial deverá ser reforçada consideravelmente.
“Sempre existiram batedores de carteira no Louvre e nos locais turísticos do centro de Paris, mas há um ano e meio, são cada vez mais violentos, andam em bando e seu modus operandi é errante. Nada os para”, afirmou Sophie Aguirre, agente de segurança do museu e sindicalista.
Um de seus colegas citou um caso de uma “sala evacuada emergencialmente em um domingo, após um ataque a um casal praticado por batedores de carteira que voltaram na semana seguinte para novos roubos”.
Esses ladrões, segundo vários agentes, são geralmente menores de idade do leste europeu que entram gratuitamente no museu em grupos de 20 ou 30 e às vezes adultos, que, mesmo quando detidos pela polícia, voltam a roubar dias depois.
A última greve no museu foi em dezembro de 2009 e durou vários dias.
‘Situação inaceitável’
Segundo a direção do Louvre – que apresentou uma queixa ao Ministério Público de Paris em 2012 e pediu reforços policiais para combater as redes de batedores de carteira que atuam em suas instalações --, 200 agentes que fazem a segurança do estabelecimento cruzaram os braços nesta quarta-feira.
Cerca de cem de agentes da segurança se reuniram em frente ao Ministério da Cultura, onde uma delegação foi recebida.
Após este encontro, o ministério indicou que a ministra da Cultura, Aurélie Filippetti, entrará em contato com o ministro do Interior, Manuel Valls, “a fim de implantar um dispositivo de segurança adaptado a esta situação inaceitável e reforços policiais no exterior dos museus”.
A direção do museu indicou à AFP ter decidido tomar medidas de interdição temporária aos delinquentes que já foram identificados.
O Louvre recebe 10 milhões de visitantes a cada ano. Cerca de mil agentes e 470 funcionários trabalham diariamente no local, segundo a direção.
Esta situação é um novo golpe para a imagem da capital, após as repetidas agressões a turistas chineses que provocaram a reação de Pequim e fizeram com que o Ministério do Turismo abrisse uma investigação.
Em 20 de março, um grupo de 23 chineses que acabava de chegar a Paris foi assaltado em frente a um restaurante. Seu guia foi agredido e os bandidos levaram uma mochila com os passaportes e uma grande quantidade de dinheiro do grupo.


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Museus do Qatar compram 'Criança com Pomba', tela da fase azul de Picasso


O departamento de museus do Qatar comprou a tela "Criança com Pomba" do artista espanhol Pablo Picasso (1881-1973). A obra avaliada em R$ 151,9 milhões pertencia a uma coleção britânica desde 1924. A informação é do jornal francês "Le Figaro".

Tela de 1901, "Criança com Pomba" é uma das obras da chamada fase azul de Picasso. Ela foi emprestada a longo prazo para a National Gallery de Londres, onde ficou exposta entre 1974 e 2011, e é um dos trabalhos mais famosos do espanhol a ser exibida no Reino Unido.

A compra engrossa a já volumosa coleção de obras de arte ocidentais do país do golfo Pérsico. Numa série de ambiciosos projetos museológicos, o Qatar vem comprando obras-primas da vanguarda europeia.

Numa transação que foi considerada a mais cara da história da arte, a família real do país comprou, no ano passado, "Jogadores de Cartas", de Paul Cézanne, por R$ 496,6 milhões.

David Moir/Reuters
Ao fundo, quadro "Criança com Pomba", de Pablo Picasso
Ao fundo, quadro "Criança com Pomba", de Pablo Picasso


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http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1260400-museus-do-qatar-compram-crianca-com-pomba-tela-da-fase-azul-de-picasso.shtml

No próximo dia 18 de Abril, data em que se celebra o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, o Ecomuseu de Ribeira de Pena - .PT


No próximo dia 18 de Abril, data em que se celebra o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, o Ecomuseu de Ribeira de Pena irá realizar a apresentação pública do Roteiro “Tesouros de Ribeira de Pena”, um roteiro pelo património classificado como monumento nacional ou de interesse municipal no concelho de Ribeira de Pena. ( Portugal )
Roteiros RPena
Com este roteiro, o Ecomuseu pretende divulgar a riqueza patrimonial ribeirapenense com base naqueles que são os seus maiores tesouros arqueológicos e arquitectónicos, mas também sensibilizar para importância da sua preservação enquanto elementos de valor cultural nacional e local. Respondendo ao desafio “Património Educação = Identidade”, proposto pelo ICOMOS, o Ecomuseu disponibiliza uma ferramenta educativa importante com base no património cultural do concelho de Ribeira de Pena, que ficará depois disponível em formato digital na sua página online.
Além da apresentação pública, o programa inclui uma visita guiada pelo roteiro, inaugurando assim uma nova oferta disponível na agenda do Ecomuseu. As inscrições podem ser feitas na Câmara Municipal de Ribeira de Pena ou através do e-mail ecomuseu@cm-rpena.pt. Mais informações em ecomuseuribeiradepena.blogspot.com

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Museus se abrem para interações e redefinem relação com as cidades



Livro disponível para download discute o novo papel dos museus na era da informação e teve a participação de especialistas do mundo inteiro



Museu das Minas e do Metal, em Belo Horizonte: novos recursos a caminho

Imagine entrar em um museu e, à medida que aponta o smartphone para pontos sinalizados no espaço, acessar um universo de informações complementares sobre as obras. Cogite ainda, por meio de um aplicativo de realidade aumentada, conhecer aspectos da restauração do prédio histórico que está visitando. Parece longe da realidade, mas a novidade estreia em breve no Museu das Minas e do Metal (MMM), no Circuito Cultural Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. O anúncio, ainda que informal, foi feito por Ana Paula Gaspar, coordenadora de Mídias Sociais e Comunicação Digital do MMM, durante o lançamento do livro Reprograme, do jornalista Luis Marcelo Mendes.

O livro discute o novo papel dos museus na era da informação e teve a participação de especialistas do mundo inteiro. Entre os colaboradores, estão Robert Jones, responsável pela marca Tate Modern (galeria de arte de Londres) e do New Museum (Nova York), e Nina Simon, à frente do Santa Cruz Museum of Art and History, na Califórnia (Estados Unidos). Ana Paula explica que o visitante do MMM poderá baixar um aplicativo em seu dispositivo móvel ou utilizar aparelhos do próprio museu. Além de português, a plataforma terá versões em inglês e espanhol. Segundo ela, o principal benefício da novidade é a maior acessibilidade dos turistas, além de servir como mais um canal de comunicação entre o museu e o público. “O aplicativo terá ainda elementos de ‘gamificação’. Por meio de check-ins, os usuários ganharão descontos no café e na loja”, conta a coordenadora.


Todas as ferramentas de interatividade e novas propostas para descobrir o MMM fazem parte da construção da nova geração de museus, segundo Luis Marcelo Mendes. “O conceito do que é museu mudou dramaticamente na última geração. Antes era lugar para abrigar coleções. Hoje, há museus sem acervo”, ressalta. Um exemplo, cita, é o Museu da Maré (museudamare.org.br), iniciativa comunitária na favela do complexo da Maré, no Rio de Janeiro. Objetos que os próprios moradores levam e definem como importantes para exposição é que são o acervo. Há uma exibição virtual de todo o material. O Museu do Amanhã, também no Rio, pretende ser um espaço que vislumbra as possibilidades do futuro – uma coleção do que ainda não existe. Controverso e provocante.

GUARDAS ATÔNITOS Segundo a publicação Museums of the world, há 55 mil museus em todo o mundo. Mendes estima que desses só 1% faz parte da nova geração, embora seja urgente que as instituições acompanhem as mudanças de comportamento dos novos tempos. A proibição de tirar fotos, por exemplo, prática comum nessas instituições, foi questionada por um flashmob no Museu d’ Orsay, em Paris: centenas de pessoas sacaram seus celulares ao mesmo tempo e começaram a fotografar, deixando os guardas sem reação.

Por seu lado, o Museu de Arte Metropolitan (metmuseum.org), em Nova York, percebeu a ineficiência da proibição e faturou em cima de uma campanha que reuniu imagens do público posando com as obras. Já no Walker Art Center (walkerart.org), em Minneapolis (EUA), 10 mil pessoas se reuniram para ver, durante uma hora e meia, um festival de filmes de gatos compartilhados no YouTube. A ideia, aparentemente boba, recebeu milhares de inscrições e registrou o maior público em toda a história do Walker. Já está programada a segunda edição do festival. O cadastro dos vídeos pode ser feito até 1º de maio no site (http://bit.ly/11IsstU).



REPROGRAME

Editado pela Ímã Editorial, o livro reúne artigos, entrevistas e palestras de autores brasileiros e internacionais com tradução viabilizada por financiamento coletivo no site Catarse. Disponível, gratuitamente, para download nos formatos PDF ou para iPad e Kindle. Preço da edição impressa: R$ 29,90
reprograme.com.br


VISITE
BELO HORIZONTE
Museu das Minas e do Metal
Aberto às terças, quartas, sextas-feiras, sábados e domingos, das 12h às 17h, com permanência até as 18h. Todo último domingo do mês, a entrada é gratuita. Entrada: R$ 6 (inteira). Fica no Circuito Cultural Praça da Liberdade.
(31) 3516-7200
mmm.org.br

Memorial Minas Gerais- Vale
Aberto de terça-feira a domingo. Entrada gratuita. Circuito Cultural Praça da Liberdade.
(31) 3343- 7317
memorialvale.com.br

Museu das Telecomunicações
Aberto de terça-feira a domingo, das 11h às 17h. Entrada franca.
Localização: Av. Afonso Pena, nº 4.001, térreo, Mangabeiras.
(31) 3229-3131
oifuturo.org.br/cultura/oi-futuro-bh

ARACAJU (SE)
Museu da Gente Sergipana
Aberto de terça a sexta-feira, das 10h às 17h. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 16h.
Localização: Av. Ivo do Prado, nº 398, Centro, Aracaju (SE).
(79) 3218-1551
museudagentesergipana.com.br

SÃO PAULO
Museu da Língua Portuguesa
Aberto de terça-feira a domingo, das 10h às 18h. Entrada: R$ 6 (inteira).
Localização: Estação da Luz, São Paulo (SP).
(11) 3326-0775
museulinguaportuguesa.org.br


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Edital CEDEM/OEDH da UNESP - Tenho algo a dizer



Centro de Documentação e Memória da Unesp/ Observatório de Direitos Humanos da Unesp.

1. INTRODUÇÃO
Com a implementação da Comissão da Verdade (Lei Federal no. 12528 de 18/11/2011) será possível conhecer muito do que está ocultado no período compreendido entre 1964 a 1985, em relação às graves violações aos direitos humanos cometidos durante a ditadura civil-militar, bem como as lutas individuais e coletivas de resistência ao arbítrio.

O Cedem e o Observatório de Direitos Humanos da Unesp firmaram parceria para elaboração do projeto “Tenho algo a dizer”, que visa obter depoimentos de docentes e ex-docentes, servidores técnicos e ex-servidores técnicos afetados direta ou indiretamente pelo regime nesse período da nossa história recente.

Pretende-se assim, participar da reconstrução histórica do período da ditadura militar relacionada à Unesp, em consonância com os esforços da Comissão Nacional da Verdade e de outras comissões estaduais, municipais e institucionais criadas e em fase de criação, atualmente no Brasil.

O projeto envolverá a coleta de depoimentos voluntários e documentos, para publicação, que revelem experiências vividas por docentes e funcionários (e ex) da Unesp e dos, então, “Institutos Isolados”, relacionadas à ditadura civil-militar do período de 1964 a 1985. Pretende-se contribuir, desta maneira, com a construção da própria história da Unesp.

 
2. OBJETIVO e ATIVIDADES
Coordenar o projeto, que terá as seguintes atividades:
a) Pesquisa nos depoimentos existentes no CEDEM para indicação de possíveis contatos;
b) Definição dos fundamentos teóricos e metodológicos das entrevistas, do grupo de entrevistados, da preparação do campo de trabalho, das rotinas de transcrição e de conferência e arquivamento;
c) Contatos com entrevistados, agendamento das entrevistas e viagens;
d) Realização de aproximadamente 30 entrevistas, totalizando 120 horas de gravação em áudio e/ou em vídeo;
e) Elaboração de texto para publicação.

3. REMUNERAÇÃO
A forma de implementação compreende a outorga de 02 bolsas de auxílio à pesquisa no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais) cada, por um período máximo de 12 (doze) mensais cada uma, por um período de 08 (oito) meses (maio a dezembro).

4. SOLICITAÇÃO DE ENQUADRAMENTO
Para solicitar o enquadramento, os pesquisadores deverão encaminhar ao CEDEM, (franceli@cedem.unesp.br, com o assunto “Projeto Tenho algo a dizer”) os seguintes documentos:
I – Carta de solicitação – com justificativa de interesse - contendo nome, dados pessoais
II - Currículo Lattes  
Obs.: Poderão inscrever-se docentes doutores do quadro ativo da Unesp das áreas de História e Ciência Política.

5. PRAZOS
Envio das inscrições: de 01/04/2013 a 21/04/2013 (até ás 24hs)
Início da bolsa - maio de 2013

6. ENQUADRAMENTO
O CEDEM e/ou OEDH procederão a análise dos documentos e a análise de mérito e, por fim, deliberarão sobre a solicitação.
Obs: A solicitação de inscrição com documentação incompleta não será analisada.

7. LIBERAÇÃO E APLICAÇÃO DOS RECURSOS
I - Os recursos serão liberados mediante assinatura de Termo de Outorga.
II – Os gastos decorrentes de viagens para reuniões e/ou entrevistas ocorrerão por conta dos pesquisadores.

8. RELATÓRIO FINAL E PRODUÇÃO CIENTIFICA GERADA.
Os beneficiados deverão enviar ao CEDEM o relatório científico final. O prazo de entrega do relatório será de 30 dias após o encerramento.
O não cumprimento da atividade acordada e não entrega do relatório cientifico implicará em devolução dos valores recebidos à Unesp.

9. INFORMAÇÕES AOS BOLSISTAS
a) O pagamento da bolsa será efetuado diretamente ao bolsista, mediante depósito mensal em conta bancaria (Banco do Brasil - conta-corrente ou poupança individual), indicada pelo contemplado;
b) É vedada a divisão da mensalidade de uma bolsa entre dois ou mais pesquisadores.

10. FONTE DO RECURSO
PDI/UNESP.

11. DISPOSIÇÃO FINAL
Os casos omissos serão resolvidos pelo CEDEM e OEDH.

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