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sábado, 13 de abril de 2013

50 anos do Museu de Arte Contemporânea da USP

(Matéria veiculada no jornal SPTV 1ª edição, da TV Globo, 06/04/2013)






Museu Paulista e Renovalab são os destaques do “Palavra do Reitor”



O reitor João Grandino Rodas abriu o programa de hoje, dia 11 de abril, com um assunto que esteve em evidência nessa semana: a reforma do Museu Paulista, também conhecido como Museu do Ipiranga. De acordo com o dirigente, no segundo semestre de 2012, a atual direção do Museu em conjunto com a Superintendência do Espaço Físico (SEF) realizaram os levantamentos cadastrais da infraestrutura hidráulica, drenagem de águas pluviais, instalações elétricas e de comunicação de dados para a realização dos projetos de arquitetura e de modernização da infraestrutura do subsolo do Museu, primeiro passo para permitir o cumprimento das demais etapas de projetos e obras.
“O Museu Paulista constitui-se hoje em uma instituição caracterizada como o principal, senão o mais importante, museu de história deste país. O orçamento para as ações do Museu e sua preservação sempre estiveram restritas ao orçamento da Universidade e outros recursos obtidos junto à Fapesp e iniciativa privada, mas nunca recebeu recursos de outros órgãos governamentais, mesmo sabendo-se que este patrimônio é nacional e como tal deveria ser efetivamente considerado”, explicou o reitor.
O orçamento preliminar para o começo das obras é de R$ 21 milhões. A reforma poderá demandar um período de dois a quatro anos para ser concluída e exigir, temporariamente, o fechamento parcial ou total das instalações. O projeto também prevê a construção de uma torre especial ao lado da edificação, para tornar o prédio mais acessível. “O objetivo fundamental de todas estas ações será o de proporcionar não só aos visitantes do Museu o conforto necessário para apreciação do acervo do Museu Paulista, mas também a melhora de todas as condições ambientais para a manutenção das reservas técnicas que se dispõe nas instalações do Museu”, considerou.
Outro assunto em destaque foi o Programa de Renovação de Instrumentos de Laboratórios Didáticos (Renovalab), lançado pela Pró-Reitoria de Graduação com o propósito de revitalizar o ensino prático na Graduação. De acordo com o reitor, “o programa conta com verba no montante total de R$ 20 milhões e apoiará um ou mais projetos, cujo valor total, por Unidade, seja de, no máximo, R$ 1 milhão, para despesas correntes, tais como material de consumo, softwares, instalação, recuperação e manutenção de equipamentos e serviços de terceiros e despesas de capital – aquisição de novos equipamentos, mobiliário específico; substituição de equipamentos obsoletos, adequações no ambiente, necessárias para a instalação dos novos equipamentos e ao desenvolvimento do projeto”.
O reitor também falou sobre as linhas de ônibus que aceitam o Bilhete USP e esclareceu que a operação conjugada das linhas 8012 e 8022 – que conectam a estação Butantã do Metrô aos 52 pontos de ônibus internos do campus – teve início em 27 de fevereiro de 2012, e já registrou um aumento de 33% no número de passageiros – só no mês passado foram contabilizadas 612 mil passagens. Apesar da peculiaridade da linha, que tem uma demanda concentrada nos horários de entrada e saída das Unidades, a USP e a São Paulo Transportes (SPTrans) estudam constantemente uma maneira de melhorar a qualidade do serviço prestado.
O Túnel do Tempo resgatou trechos importantes que ilustram um dos períodos mais conturbados da história brasileira, o golpe militar de 1964, que levou ao poder o general Humberto de Alencar Castello Branco.
A seguir, ouça a íntegra do programa. Os ouvintes podem enviar suas dúvidas e comentários para o e-mail: radiousp.reitoria@usp.br .

MUSEO ENRICO POLI- LIMA, PERU


Uma das dicas de nosso amigo Jean Edouard Thro ( ele esta finalizando seu livro LOVE LIMA) , foi conhecermos a maior quantidade de obras particulares da cultura Peruana com artefactos unicos que não iriamos encontrar em nenhum outro museu. 

 Explicou-nos do reconhecimento dado pelo Governo Fujimori ao Sr. ENRICO POLI e que a coleção se encontra na residência do Proprietário, que transformou o local em um museu único, que as visitas são monitoradas por guia ( o próprio proprietário ou pelo seu filho) e para grupos fechados de no máximo 5 pessoas.

Como adoro dicas valiosas ...fomos conhecer. Tudo começa pelo modo inusitado de se comprar os ingressos. Mas em nossa próxima ida quero conhecer o Museu do Oro e outros que nos foram indicados. 

Primeiro faz-se uma ligação diretamente ao proprietario Sr. Enrico Poli ( telefone: 4222437 ), este lhe fornecerá o dia e horário disponivel ... e da necessidade de pagamento antecipado ( 250 soles por pessoa). Assim após fazermos a reserva, nos dirigimos para o local para a aquisição do ingresso e orientações finais ( não é permitido atraso). Como o grupo é fechado (5 pessoas) Luiz presenteou nosso motorista (do taxi que fretamos) com um convite para nos acompanhar na visita ao Museu.











Em um tranqüilo bairro residencial conseguimos localizar a residência ( situada na Rua Lord Cochrane numero 466, bairro Miraflores) que em nada lembra um museu, assim você poderá passar despercebido em sua frente...não há placa indicativa. 

O proprietário lhe atenderá e após um rápido dialogo e pagamento dos ingressos, repassara as instruções de que não há tolerância para atrasos e que não será permitida nenhuma foto ou filmagem.

Dois dias depois com antecedência , estávamos em frente a residência e exatamente as 16h o portão se abre e somos recebidos pelo Sr. Enrico Poli... em nosso grupo ( eu, Luiz Antonio, nossos amigos Sadi e Rosangela ), contamos com a presença de nosso simpático e prestativo motorista ( que assim como nós se encantou com tudo que viu e ouviu, e que nos contou irá retornar com seus filhos e esposa, pois nunca aprendeu tanto da história de seu povo) . 

Após as devidas apresentações o Sr. Enrico nos leva para o Hall de entrada de sua casa e meu primeiro de muitos OHH se faz presente...e uma maravilhosa aula de História se inicia. 

Este aproveita a oportunidade para falar se sua origem italiana, que chegou em 1950 ao peru e que quando vivia nos Andes conheceu a essência deste passado, de uma civilização que estava sendo esquecida e antes que ela desaparecesse veio a idéia de montar uma coleção, que começou apenas voltada para o passado índio mas foi-se ampliando. Usou recursos próprios para adquirir no mercado peças que encontrava,andou por todo Peru, sua casa familiar foi sendo então ocupada pelos objetos e a família aprendendo a conviver com eles. Hoje família, casa e coleção são um todo indissolúvel.

Um Peruano de alma e sangue...mais que um apaixonado, um defensor como poucos de uma cultura rica e intrigante...que briga para defender este Patrimônio Nacional que foi levado para muitos Países . Sua coleção é conservada com muito carinho, e é seu desejo poder um dia expor seu acervo MARAVILHOSO ao povo Peruano.



Você terá acesso a obras desde 2000 a.C até o inicio da Republica 1700 a 1800.



Lembro que cada obra é explicada com detalhes, tornando assim um momento único de conhceimento. Há peças de cerâmica , tecidos, objetos de metal, madeira, quadros, moveis, esculturas, altares, jóias, peças religiosas, indumentária religiosa, esculturas desde 1.500 a.C, 1.200 a.C, altares do século XVII; esculturas em alabastro ou pedra de Huamanga dos séculos XVII e XVIII;esculturas feitas de cactos ou de maguey pois não há arvores nos Andes e em lima; uma armadura inca sendo que uma igual se encontra no Museo de las Américas em Madri ( explicou-nos que no mundo andino tudo era feito em dupla, pois para se ter vida há que se ter um companheiro e formar um par), moveis onde seu funcionamento me lembrou o filme código da Vinci.

E encontrará algo único ... as trombetas em ouro descobertas em 1974 em Pacatnamut em uma tumba de um sacerdote. Sobre elas Enrico Poli acredita que este sacerdote de Pacatnamut representaria a energia do pensamento e o som emitido pelas trombetas seriam a representação da voz da vida; e que o índio venerava o cosmos e assim os metais adquiriam poderes sobrenaturais...ouro igual energia, prata igual a água, e o cobre dourado.
Em sua sala pinturas até o teto, e ele nos explica obra a obra o que foi retratado pelo artista e a maneira que estes administravam a cultura peruana com a religião católica. Me encantei com as telas do nascimento de Nossa Senhora ( alias nunca havia visto em nenhum museu ) . Em seu pátio interno (jardim) me encantei com as muitas igrejas em cerâmica, e qual a minha surpresa quando este me explica a representação delas para o povo peruano.
Explicou-nos sobre Pizarro e que os índios pensaram ser ele um novo deus desconhecido para eles, sendo então Pizarro o primeiro invasor que se apropiou de um tesouro milenar...e pior foi imposto um novo deus que impôs o aniquilamento do que havia começado a mil anos antes quando se criou e se multiplicou os primeiros deuses desta cultura que foi o sol, a lua, os astros, a terra, rios, mares ... a natureza.
Me encantei com os ornamentos em ouro e prata, colares enormes com trabalhos que encantariam os estilistas...havia um em ouro onde 20 peças reproduzindo o cacau; explicou-nos que o fruto do cacau entre os antigos povos equivalia simbolicamente ao coração humano, assim como o chocolate ao sangue.

RECOMENDO ESTA VISITA , foram as duas horas mais rápidas e com a melhor aula de historia de civilização que com certeza terá em você um aproveitamento nota 10.

“El Peru es mucho más que um cúmulo de huacos , de bellas e imponentes Ruinas (otrora templos); es vida. Como vivimos hoy, más parece ser que El pregonado amor por El no ES tan auténtico y eso dificulta El tránsito.
Ahora ya no hay uma verdadera comunión tierra-hombre.
Los hombres no son los mismos, no son engendrados ni paridos por los mismos Andes, no entiendem a esta tierra. Así creo que hay que cuidar esse imenso tesoro de vidas, vidas que El pasado contiene y que para conocerlas hay que soriendo mirar al infinito y sentirlas hasta oír que nos hablan, que nos enseñan a verlas u escucharlas. “ ( Enrico Poli).

fonte: 
http://viajandocomluizemonica.blogspot.com.br/2013/04/museo-enrico-poli-lima-peru.html



As fotos que constam neste post foram retiradas do livro adquirido no Mus
eo Enrico Poli, pois não se permite fotografias e  filmagem .

Museu Imperial de Petrópolis, RJ, realiza curso para guias de turismo


 

Atividade acontece de 13 a 15 de maio. Evento faz parte da Semana Nacional dos Museus.


Museu Imperial (Foto: Thamine Leta/G1)Museu Imperial (Foto: Thamine Leta/G1)
De 13 a 19 de maio acontece a 11ª Semana Nacional dos Museus. Em Petrópolis, Região Serrana do Rio, o Museu Imperial/Ibram vai oferecer dentro da programação a quinta edição do Curso de Atualização para Guias de Turismo. A atividade, que será realizada de 13 a 15 de maio, visa capacitar os guias para atuarem nos pontos turísticos da Cidade Imperial de modo a proporcionar atendimento de qualidade aos turistas que visitam o município.
O curso é gratuito e destinado a guias com registro na Embratur. As inscrições estarão abertas a partir do próximo dia 15 de abril pelo site do Museu Imperial, com vagas limitadas a 60. Caso ocorram mais inscrições, os excedentes ficarão em uma lista de espera para o caso de desistências. No Museu Imperial e na sua subunidade, a Casa de Cláudio de Souza, além do curso, haverá também mesa redonda, exposição, ações educativas e outras atividades relacionadas ao tema.
A programação prevê ainda palestras e visitas guiadas no Museu Imperial e outros pontos turísticos da cidade. Também será realizada uma visita técnica aos bastidores do Museu Imperial, na qual os participantes conhecerão os acervos arquivístico, bibliográfico e museológico que não estão expostos no palácio. Os guias serão convidados ainda a assistir aos espetáculos Som e Luz e Um Sarau Imperial gratuitamente.
A 11ª Semana Nacional de Museus acontecerá de 13 a 18 de maio e terá como tema “Museus (memória + criatividade) = mudança social”. O evento também celebran o Dia Internacional de Museus que é comemorado no dia 18 de maio

fonte:

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Teatro Guarany abriga a 7ª Conferência Municipal de Cultura



Na ocasião será homologada a eleição dos membros da sociedade civil, escolhidos nas pré-conferências realizadas em março


O Teatro Guarany (praça dos Andradas, 100 – Centro Histórico) recebe neste sábado (13), a partir das 9h, a 7ª Conferência Municipal de Cultura de Santos. Na ocasião será homologada a eleição dos membros da sociedade civil, escolhidos nas pré-conferências realizadas em março, e que irão compor o novo Conselho Municipal de Cultura (Concult) - biênio 2013/2014. 

Além disso, serão promovidas discussões e votações das propostas apresentadas nas pré-conferências, em cada segmento cultural. São eles Música e Ópera, Artes Visuais, Promoção e Produção Cultural, Folclore/Artesanato e Cultura Popular, Teatro e Circo, Carnaval, História e Memória, Literatura, Patrimônio Histórico, Dança e Movimento e Audiovisual e Multimeios.

A 7ª Conferência Municipal de Cultura é aberta ao público. A participação nas discussões e votações é restrita aos conselheiros. O secretário da pasta, Raul Christiano, comporá a mesa de trabalho, conjuntamente com a diretoria executiva do Concult.

O Teatro Guarany recebe a 7ª Conferência Municipal de Cultura (Foto: Matheus Tagé/DL)

Projeto “Que museu é esse?” estreitará relação entre museu e escola



Com o objetivo de associar conteúdos abordados em sala de aula com as temáticas apresentadas pelo Centro de PesquisasMuseológicas/Museu Sacaca em sua Exposição a Céu Aberto, o Projeto “Que Museu é Esse?” realiza suas primeiras atividades na Escola Estadual Josefa Jucileide, a partir das 8h30, deste sábado, 13.
Criado pela Divisão de Ação Cultural e Educativa (Dace), do Museu Sacaca, o projeto conta com a contribuição de outros projetos do museu, como o Planetário Móvel Mayawaka; Circo, Arte e Ludicidade; Clube do Gibi e Cine I’ã e parceria de escolas das redes de ensino estadual, municipal e particular.
“Que Museu é Esse?” inicia suas atividades deste primeiro semestre onde a equipe, constituída pelos representantes dos demais projetos do museu, reunirá com professores e equipe técnico-pedagógica da escola para, em conjunto, elaborarem o planejamento para a execução neste semestre.
A finalidade da execução do projeto nas escolas é realizar com os alunos ações que possibilitem e fortaleçam o conhecimento da identidade cultural do Estado; favorecer a interação entre as diferentes manifestações artístico-culturais e a comunidade; provocar nos alunos interesse maior nos aspectos relacionados às pesquisas científicas sobre biodiversidade, gastronomia, meio ambiente e sua implicação no desenvolvimento regional e, principalmente, a valorização da memória individual e coletiva dos grupos envolvidos, que constituem o patrimônio e identidade cultural do povo do Amapá, possibilitando, assim, uma difusão mais ampla desse conhecimento, que tantos benefícios têm trazido à população.
O Museu Sacaca, com a execução do projeto, vai conseguir estabelecer com as escolas uma relação mais próxima, íntima, intensa e dinâmica. Vai ajudar a resgatar em cada aluno-participante, amapaense ou não, a identificação com suas raízes nacionais e a recuperação da autoestima e do sentimento de orgulho e pertencimento, que existe, mas que se encontra quase esquecido no coração de todos.

Angela Andrade/Iepa
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