quinta-feira, 2 de maio de 2013

Conservação preventiva e implantação de novos recursos estão a todo vapor no Museu Felícia Leirner e no Auditório Claudio Santoro


Nos quatro primeiros meses de 2013, o Museu Felícia Leirner e o Auditório Claudio Santoro, em Campos do Jordão (SP), passaram por diversas ações corretivas em suas instalações e ações de conservação preventiva em seus acervos. 
 
AcessibilidadeAs lajes centrais e dos camarins passaram por procedimentos de impermeabilização Comprometida com a segurança e a regularização técnica dos equipamentos, a ACAM Portinari está implementando um novo Projeto de Bombeiros que conta com a instalação de portas corta-fogo, barras antipânico, sistemas de alarmes, luzes de emergências, pinturas e sinalizações. Os dois elevadores do Auditório, também receberam cuidados.

Entre as benfeitorias, foram realizados ainda procedimentos para impermeabilização das lajes centrais e dos camarins, feita a reativação do Poço Artesiano, através da limpeza e instalação de nova bomba, além da manutenção do programa de controle de pragas.

» NOVIDADE 

No início de maio, o museu recebe seu novo grupo de trabalho. A partir de 2/5, a equipe composta por seis monitores guia, um coordenador de eventos e um auxiliar administrativo dará início as suas atividades. Os monitores passarão por uma capacitação para que auxiliem os visitantes na compreensão do acervo e dos projetos da instituição. 

 
» ACERVO

A preservação e difusão do legado da artista plástica Felícia Leirner é uma das principais preocupações da instituição. O museu investe na conservação preventiva das obras com um programa permanente e detalhado, executado pela equipe do renomado restaurador Júlio Morais.

Nesta etapa, mereceram atenção redobrada as esculturas de argamassa devido à época das chuvas, principalmente aquelas localizadas em áreas com menor incidência de sol. As obras com as bases de alvenaria de tijolos também foram recuperadas. 

Museus de Nova York investem em visitas guiadas em português para brasileiros


Mais atentos aos turistas brasileiros, alguns museus de Nova York agora oferecem opções de visita com acompanhamento em língua portuguesa.
Essas gravações, com comentários sobre as obras de arte, são comuns em museus da cidade norte-americana, mas eram raras as versões em português.
Stan Honda/AFP
Visitantes observam exposição de Claude Monet (1840-1926) no museu Metropolitan, de Nova York
Visitantes observam exposição de Claude Monet (1840-1926) no museu Metropolitan, de Nova York
O MoMA (Museu de Arte Moderna de Nova York) tem disponível o áudio em português desde o mês março. Visitantes podem adquiri-lo no próprio museu ou baixa-lo gratuitamente no site oficial .
Outras casas que também investem em visitas guiadas traduzidas são o Metropolitan e o Louis Armstrong House Museum, que reúne obras sobre a vida e carreira do trompetista norte-americano. Nestes casos, guias que falam português acompanham a visitação.
Além dos museus, brasileiros que não dominam o idioma inglês podem realizar o city tour por Nova York no famoso ônibus double decker (de dois andares), que passeia por pontos turísticos da cidade. A narração da excursão também está disponível em português.
De acordo com pesquisa realizada pela NYC & Company, organização nova-iorquina de turismo e marketing, 826 mil brasileiros visitaram Nova York em 2012.


fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/turismo/2013/05/1271490-museus-de-nova-york-investem-em-visitas-guiadas-em-portugues-para-brasileiros.shtml

Museu Van Gogh é reaberto ao público em Amsterdã; veja imagens



Local reúne a coleção mais completa do pintor holandês. 
Segundo curadora, mostra tem 'tesouros ocultos' do artista.


O famoso museu Van Gogh, em Amsterdã, reabriu suas portas ao público nesta quarta-feira (1º), apresentado uma nova mostra de algumas obras do artista holandês. “A partir de hoje, os visitantes poderão ver a nova exposição, que lhes apresenta Van Gogh como se eles estivessem vendo por cima do ombro [do próprio pintor enquanto criava as obras]”, afirmou à AFP o diretor do museu, Axel Ruger.
“[A exposição] mostra verdadeiramente como Van Gogh se desenvolveu como artista”, acrescenta Roger. “Os visitantes podem verificar os pequenos métodos [do pintor].” Já a curadora Marije Vellekoop observa que “o público pode ver os tesouros ocultos em algumas pinturas, por exemplo quando Van Gogh pintou um por cima de outro”.
O museu Van Gogh, que reúne a coleção mais completa de obras do pintor holandês, é uma das principais atrações de Amsterdã. Fundada em 1973, a instituição conta com mais de 200 obras, sendo cerca de 140 produzidas pelo próprio Vincent Van Gogh (1853-1890).
Por causa do número crescente de visitantes, o museu já havia sido reformado e ampliado no final dos anos 1990. O Van Gogh é o museu mais famoso da cidade, junto com seu vizinho Rijksmuseum, onde estão importantes pinturas de Rembrandt. 
As obras do museu Van Gogh refletem as cinco fases mais importantes da trajetória do artista: Holanda (1880-1885), Paris (1886-1888), Arles (1888-1889) e Saint Remy (1889-1890), ambas em Provença (sul da França), e Auvers sur Oise (1890), perto de Paris.
Entre as telas mais conhecidas, estão “A casa amarela” (1888), “Amendoeira em flor” (1890), “Campo de trigo com corvos” e uma série de autorretratos. O museu havia fechado suas portas para uma nova renovação em setembro do ano passado. Cerca de 75 obras de Van Gogh tinham sido transferidas para o museu Hermitage de Amsterdã, onde foram vistas por 665 mil pessoas.
“Acho que o estilo mais acessível de Van Gogh  o que realmente atrai o público”, avaliou um visitante londrino de 31 anos.

Restauro transforma locomotiva em 'museu em movimento' em Campinas


Público conferiu trabalho durante passeio até Jaguariúna na terça-feira.
Trabalho preservou caractéristas originais da máquina fabricada em 1952.



Um passeio entre Campinas (SP) e Jaguariúna (SP) fez passageiros lembrarem tradições mantidas nas primeiras décadas do século XX a bordo de uma locomotiva ano 1952 restaurada pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF). O trabalho preservou características originais da composição adquirida pela Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, fundada em 1872.
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"Nós somos um museu dinâmico, em movimento, que é o trem funcionando", explicou o diretor da ABPF, Helio Gazetta Filho. Além da recuperação dos carros de passageiros, houve manutenção dos assentos  feitos em couro ou madeira, usados na época pela primeira e segunda classes, respectivamente. O restauro também incluiu o piso de madeira, bagageiro e uma sala específica para uso de autoridades, onde há poltronas estofadas e vista privilegiada durante o percurso.

No restaurante onde era proibida a entrada de mulheres, na década de 1920, a estagiária de maquinista Daiane Miranda comenta as mudanças de comportamento da sociedade. "Havia esse tabu com a mulher. Elas não aprendiam a ler, escrever... Ainda bem que mudou para melhor", comemora. Ela realiza o curso para a função há três anos.

O ferroviário aposentado Ivo Arias também endossou a opinião da estudante. "O que ela [Daiane] sabe sobre ferrovia, em todo esse meu tempo de ferroviário, de quase 60 anos, há coisas que eu não sei e ela sabe", admite.

Detalhes e recuperação
Os lustres instalados na época foram identificados por meio de uma fotografia antiga e refeitos. "Ele é tão complexo que várias fundições e empresas que fazem lustres não quiseram fazer. Daí nós conseguimos com um senhor, de uma fundição pequenininha, que aceitou o desafio", lembrou o diretor da ABPF, Helio Gazetta Filho

O técnico de manutenção de locomotiva Rodrigo Cunha diz estar satisfeito com o trabalho realizado pela equipe durante pelo menos 12 meses. "Ver tudo pronto é muito emocionante".
Locomotiva da Companhia Mogiana realiza passeio em Campinas, SP (Foto: Reprodução / EPTV)Locomotiva da Companhia Mogiana realiza passeio em Campinas, SP (Foto: Reprodução / EPTV)
fonte:http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2013/05/restauro-transforma-locomotiva-em-museu-em-movimento-em-campinas.html