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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Surpreenda-se com o museu mais visitado do Peru



Lima é uma cidade cheia de museus. Alguns deles são dedicados aos tesouros das civilizações que habitaram o Peru antes da chegada dos espanhóis, outros trazem algumas pérolas do período colonial, mas nenhum é mais popular que o Museu do Congresso e da Inquisição, que recebe quase 232 mil visitantes por ano.



O motivo do sucesso é uma mistura de curiosidade mórbida e interesse histórico. Fundado em 1968, por um lado, o museu expõe as práticas de tortura usadas pela Inquisição no Peru entre os séculos 16 e 19; por outro, conta a história da primeira sede do Senado do país – a instituição ocupa o prédio onde este se reuniu entre 1821 e 1939.



A aula de história começa pela fachada, inspirada na arquitetura grego-romana. Atrás dos pilares, quatro medalhões retratam ilustres parlamentares do século 19. Da esquerda para a direita, aparecem Francisco Xavier de Luna Pizarro, primeiro presidente do Congresso Constituinte do Peru; Francisco de Paula Gonzáles Vigil, deputado, senador e diretor da Biblioteca Nacional; Manuel Salazar y Baquijano, deputado, presidente do congresso e presidente da república (1827); e Bartolomé Herrera, deputado, ministro da justiça e bispo da província de Arequipa.



Antes de entrar, atente-se aos brasões na porta de madeira, cada um composto por 30 varas – uma para cada cúria da Antiga Roma. Em formato de cilindro, eles representam a união. Ao lado, o machado simboliza força, enquanto a rama expressa paz; já as folhas de louro, vitória e glória.



O hall de entrada é coroado por uma cúpula, que teve sua construção supervisionada pelo então presidente do Chile, Nicolas de Piérola Villena. Na parede, quatro estátuas do século 19 representam a liberdade e a justiça. Siga em frente.



O próximo ambiente é um dos mais importantes do museu. Nele aconteciam as audiências do Tribunal da Inquisição durante o período colonial. Estabelecido em 25 de janeiro de 1569, julgava os colonos que atentavam contra os dogmas da Igreha. Ao fundo, uma mesa com quatro personagens, entre inquisidores e acusado, retrata o momento da sentença judicial.



No período republicano, esse mesmo ambiente se transformou na Sala de Sessões do Senado Nacional, onde parlamentares se reuniam para debater o futuro do país. Ao lado dela está o Pátio Sevilhano, que traz uma placa com o nome do primeiro inquisidor, Serván de Cerezuela.



As salas seguintes são a Câmara Secreta da Inquisição, responsável por guardar os processos realizados pelo tribunal, e a Sala da Constituição, onde se conserva a constituição política do Peru, desde a primeira, de 1823, até a atual, ratificada em 1993.



Um dos pontos altos do museu é a Sala dos Autos da Fé. Ela conta a história das cerimônias em que os condenados pela Inquisição eram punidos em público – o ritual envolvia a procissão, a missa, a leitura de sentenças e a reconciliação dos pecadores. Pregadores e guardas saiam às ruas, um mês antes, convidando a população para assistir o ato público. Há um quadro no local retratando a cena. Adiante fica a Sala do Tronco, onde os réus eram imobilizados pelos pés antes e depois da sentença.





O último ambiente, talvez o mais marcante, é a Câmara dos Tormentos. Os réus eram torturados com instrumentos como “La Garrucha” – o prisioneiro era amarrado com os braços para trás, elevado por uma corda, e solto bruscamente. Já o “Potro”, outro método de tortura, consistia em colocar o condenado sobre uma mesa, amarrar mãos e pés, e girá-los no sentido contrário. Os castigos variavam de acordo com o crime do indivíduo. De arrepiar.


A fachada do museu foi inspirada na arquitetura greco-romana Foto: Visor Peru/Creative Commons
A fachada do museu foi inspirada na arquitetura greco-romana
Foto: Visor Peru/Creative Commons


Museu do Congresso e da Inquisição
Plaza Bolívar, 548
00xx 311 7777.5160
Todos os dias, das 9h às 17h
Entrada franca
Visitas guiadas em inglês, espanhol, português, alemão e italiano

fonte:
http://vidaeestilo.terra.com.br/turismo/turismo-de-negocios/lima/surpreenda-se-com-o-museu-mais-visitado-do-peru,0e8ae959c29ae310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html

Hans-Martin Hinz, em visita ao Brasil para a preparação da 23ª Conferência Geral do Conselho Internacional de Museus, que será realizada no próximo mês de agosto.


Museus

A secretária-executiva do Ministério da Cultura, Jeanine Pires, participa nesta terça-feira, 14, representando a ministra Marta Suplicy, de recepção no Palácio da Guanabara, no Rio de Janeiro, ao presidente do Conselho Internacional de Museus (ICOM), Hans-Martin Hinz, em visita ao Brasil para a preparação da 23ª Conferência Geral do Conselho Internacional de Museus, que será realizada no próximo mês de agosto. A recepção é promovida pelo governador do Estado, Sérgio Cabral, e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes.

"É uma grande satisfação para o Ministério da Cultura, receber o presidente do ICOM durante a Semana Nacional de Museus, que reúne mais de 1.200 museus em todo o Brasil. A realização da Conferência Internacional, no Rio de Janeiro em agosto, será de grande relevância para o intercâmbio entre instituições brasileiras e de outros países", avalia Jeanine Pires.

A visita de Hinz acontece durante a 11ª Semana Nacional de Museus, com tema "Museus (memória + criatividade) = mudança social", proposto pelo Icom. Promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), o evento acontece anualmente em comemoração ao Dia Internacional de Museus (18 de maio) e neste ano tem a participação de 1.252 instituições de 535 municípios do Brasil e do Distrito Federal. A programação conta com 3.911 ações em todo o País e pode ser conferida em no site www.museus.gov.br.

O Icom

Com a participação de aproximadamente 30.000 membros de 137 países, o Icom é a única organização mundial de museus e profissionais que atuam em museus e mantém relações formais com a UNESCO e com status consultivo no Conselho Econômico e Social da ONU, além de parcerias com entidades como a Organização Mundial de Propriedade Intelectual, a INTERPOL e a Organização Mundial de Alfândegas, a fim de realizar suas missões internacionais de serviço público, incluindo a luta contra o tráfico de bens culturais e promovendo o gerenciamento de risco e o preparo para emergências com o objetivo de proteger o patrimônio cultural em casos de desastres naturais ou causados pelo homem.

fonte:
http://www.cultura.gov.br/noticias-destaques/-/asset_publisher/OiKX3xlR9iTn/content/museus/10883

Secreto e preservado, abrigo nuclear soviético vai virar museu


Bunker para guardar ogivas na República Tcheca abre em agosto. Local terá exposições sobre a corrida armamentista da Guerra Fria.


Abrigo nuclear soviético perto da vila de Misov, na República Tcheca (Foto: Petr Josek/Reuters)Instalação de uma das exposições no abrigo nuclear soviético perto da vila de Misov, na República Tcheca (Foto: Petr Josek/Reuters)
 
Um antigo abrigo nuclear secreto na República Tcheca, usado para guardar ogivas durante a corrida atômica da Guerra Fria, vai ser transformado em museu.
O bunker de cimento, que fica no subsolo, foi construído nos anos 1960 em uma floresta perto da vila de Misov, ao sul de Praga e a 60 km da fronteira com a Alemanha.

Foto de Stalin na parede do abrigo nuclear soviético perto da vila de Misov, na República Tcheca (Foto: Petr Josek/Reuters) 
Foto de Stalin na parede do abrigo
(Foto: Petr Josek/Reuters)
 
Trata-se de um dos três lugares do tipo existentes na antiga Tchecoslováquia. Apenas ele se manteve intacto. “É o único que ainda existe para lembrar as futuras gerações”, disse Vaclav Vitovec, director da Fundação Cortina de Ferro, que está se preparando para abrir o lugar em agosto.

O bunker fica no meio de uma floresta, protegido por paredes grossas de concreto e dois pares de pesados portões de ferro. No interior, há quatro câmaras com capacidade para estocar 80 ogivas nucleares que podiam ser montadas em mísseis.

Uma sucessão de pequenos ambientes abriga o resto dos equipamentos, como motor a diesel, máscaras de gás, ferramentas variadas e filtros de ar.

Tudo isso será exibido junto com fotos e textos sobre a corrida armamentista entre os Estados Unidos e a União Soviética.

Estrela soviética e pombas brancas estão pintadas no chão de abrigo nuclear soviético perto da vila de Misov, na República Tcheca (Foto: Petr Josek/Reuters) 
Estrela soviética e pombas brancas estão pintadas
no chão do abrigo  (Foto: Petr Josek/Reuters)
 
Historiadores dizem que o lugar era tão secreto que não se sabe nem se sabe se ogivas chegaram a ser guardadas ali. Mas os diretores da Fundação Cortina de Ferro, citando generais tchecos e soviéticos reformados, estão convencidos de que o local foi usado.

Eles dizem que as ferramentas e os equipamentos encontrados lá também indicam que o local foi operacional. “De 60 a 131 ogivas foram estocadas aqui”, diz Vitovec.

Desde que as forças soviéticas foram expulsas da Tchecoslováquia, em 1990 e 1991, o bunker de Misov era usado para estocar toneladas de notas de dinheiro da Tchecoslováquia, que foram tirados de circulação quando o país se dividiu em 1992.

Vista geral do abrigo nuclear soviético perto da vila de Misov, na República Tcheca (Foto: Petr Josek/Reuters)Vista geral do abrigo nuclear soviético perto da vila de Misov, na República Tcheca (Foto: Petr Josek/Reuters)
 
 
fonte:
http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2013/05/secreto-e-preservado-abrigo-nuclear-sovietico-vai-virar-museu.html

Berlim preserva a história da comunidade judaica




De museus e memoriais a sinagogas e cemitérios, a capital alemã abriga numerosos testemunhos de 2 mil anos de uma intensa vida semita na Alemanha, para além do mero interesse turístico.


A passos incertos, Peter Mertens caminha pelo bosque de blocos de concreto dispostos simetricamente. Quanto mais o turista da cidade Darmstadt, de 63 anos, o adentra, mais altos ficam os monólitos e mais ele tem a impressão de estar desaparecendo em meio a eles. "Ou sou que eu estou tonto, ou o chão está balançando", diz Mertens.
Memorial do Holocausto: lugar de homenagem às vítimas

A sensação de insegurança é intencional. O Memorial do Holocausto, projetado por Peter Eisenman e inaugurado em 2005 em Berlim, evoca os 6 milhões de judeus assassinados na Europa sob o jugo dos nacional-socialistas.

Muitos deles permaneceram sem sepultura, pois seus restos mortais foram incinerados ou simplesmente enterrados em valas. O memorial no coração da capital alemã, cujas estelas de concreto lembram lápides, oferece um lugar em que todas as vítimas podem ser homenageadas. Além disso, um centro de documentação subterrâneo traça a história da perseguição antissemita e narra destinos individuais através de fotos e cartas.

História teuto-judaica em Kreuzberg
Prédio do Museu Judaico tem a forma de uma estrela de Davi partida

O Museu Judaico, no bairro berlinense de Kreuzberg, também tematiza o genocídio dos judeus. Desde a inauguração, em 2001, sua arquitetura espetacular atrai turistas de todo o mundo, sendo o maior foco de interesse o novo prédio em ziguezague, do arquiteto Daniel Libeskind.

"Por um momento, fiquei sem ar", descreve o estudante Holm Weissbach, contando sua opressiva experiência dentro da Torre do Holocausto. Trata-se de uma sala memorial estreita, que a luz do dia penetra através de uma fresta no teto. Um corredor em declive, o assim chamado "Eixo do Holocausto", leva até o aposento escuro. Também aqui, o chão irregular reflete o desequilíbrio que invadiu a vida dos judeus durante a dominação nazista.

O maior museu israelita da Europa, no entanto, não apenas recorda a Shoah. Nos andares superiores desdobram-se os 2 mil anos de história judaica na Alemanha, da Antiguidade Romana ao período presente.
Mostras do museu trazem muitas surpresas

Rolos de torá históricos, joias preciosas e escritos da Idade Média documentam a íntima ligação entre a cultura judaica e a história alemã. As peças falam de épocas em que artistas, autores e cientistas judeus marcaram a vida intelectual de sua pátria germânica.

"Super interessante!", avalia Annika Reimann após a visita de três horas. "Por exemplo, eu não tinha a menor ideia de que Bob Dylan é judeu." A moça de 17 anos relata suas impressões no jardim do museu. Aqui se pode relaxar, no verão até mesmo com uma cesta de piquenique do restaurante do museu.

O pátio interno oferece uma vista ampla sobre o conjunto arquitetônico. O museu é uma das muitas instituições e monumentos construídos nos últimos 20 anos com o fim de reexaminar a história teuto-judaica.

Arredores da Nova Sinagoga

A Nova Sinagoga da Oranienburger Strasse também atrai visualmente. Sua cúpula dourada em estilo mourisco brilha para muito além dos telhados circundantes. No entanto, apenas uma pequena parte daquela que já foi a maior casa de prece semita do país foi preservada. Hoje, ela abriga uma mostra sobre os 140 anos da sinagoga e conta a vida dos judeus no bairro de Mitte.
Mostra na Nova Sinagoga conta a vida dos judeus no bairro Mitte

Nele foi criado, em meados do século 18, o primeiro centro judaico de Berlim, no qual mais tarde iriam morar muitos imigrantes da Rússia e de outros Estados do Leste Europeu. Em decorrência da industrialização e da população crescente, a área se transformou num bairro pobre. Após a Segunda Guerra Mundial, grande parte dos resquícios da vida judaica havia sido destruída.

Somente a partir da década de 1990, essa vida em torno da sinagoga experimentou um pequeno renascimento, testemunhado por lojas, restaurantes e escolas israelitas. O Centrum Judaicum na Nova Sinagoga promove regularmente concertos, leituras e apresentações teatrais, e seu arquivo documenta a história da comunidade judaica berlinense.

Descanso em paz na floresta de contos de fadas

Jeff Cohn, morador de Chicago de 59 anos, pediu ao Centrum Judaicum que pesquisasse sobre seus ancestrais. Sua família já vive nos Estados Unidos há três gerações, porém graças à pesquisa, ele pôde localizar seus bisavós. Eles estão enterrados no cemitério judaico do bairro berlinense de Weissensee.
Túmulos históricos fascinam o visitante do Cemitério de Weissensee

Durante 20 minutos de caminhada Cohn passa por mausoléus imponentes, lápides de mármore e canteiros fúnebres cobertos de plantas. Por fim, sob a sombra de árvores altas, ele encontra o túmulo de seus bisavós, modesto e fortemente castigado pelo tempo.

"Um último repouso encantador", diz Cohn, emocionado. Assim como ele, muitos visitantes são seduzidos pela atmosfera mágica desse local e por sua tranquilidade, para além do burburinho da metrópole. A metade deles é de turistas.

É espantoso que o gigantesco cemitério tenha sobrevivido incólume o Terceiro Reich. A maior parte das 115 mil sepulturas data de antes de 1933. Apenas poucos familiares ainda cuidam delas. Mas por vezes, segundo o velho costume judeu, um visitante coloca uma pedrinha sobre uma das lápides. Ela quer dizer: "Vocês não estão esquecidos".
 
fonte:
http://www.dw.de/berlim-preserva-a-hist%C3%B3ria-da-comunidade-judaica/a-16819667

Museu do Pará confirma exposição de Cândido Portinari para 2014

A mostra do pintor brasileiro é patrocinada pela Petrobras, mas ainda não tem data definida para ser apresentada.

 



BELÉM – O Museu Histórico do Pará (MHEP) está entre os guardiões da cultura e da história do Estado, receberá, em 2014, a exposição de obras de um dos maiores expoentes das artes plásticas brasileiras: o pintor Cândido Portinari. A mostra, patrocinada pela Petrobras, já está confirmada, e falta apenas a definição da data. Ainda neste ano, o espaço deverá abrigar a exposição “Amazônia – Ciclo de Modernidade”, que conta a história da Amazônia a partir da sua produção técnica.

O espaço carrega uma grande responsabilidade para com a história do Pará, sendo também uma das ‘relíquias’ do passado. Segundo o diretor do MHEP, Sérgio Melo, não se trata de um museu tradicional. Ao contrário, afirma o diretor, o Museu busca, cada vez mais, dialogar com a contemporaneidade e as mais variadas expressões artísticas.

“Hoje, os museus mais famosos do mundo, que são considerados tradicionais, apresentam uma grande diversidade de coleções e de manifestações artísticas. Este prédio, pelas suas características arquitetônicas e históricas, pode levar as pessoas a pensarem que se trata apenas de um espaço histórico, com coleções apenas de nível histórico. É claro que também somos isso, mas a abrangência é muito maior. Para nós, o papel do museu é justamente possibilitar que as pessoas tenham compreensão do passado, mas sem brigar com a contemporaneidade. Cultura é algo dinâmico e tem que estar sempre dentro de um processo de movimentação”, justificou.

Acervo

No local, é possível apreciar uma das mais importantes obras de arte da pinacoteca brasileira: “Conquista do Amazonas”, de Antonio Parreiras, encomendada em 1905, pelo então governador Augusto Montenegro. Além disso, existe um acervo variado de coleções; que vão desde a parte arqueológica até a arte contemporânea. As peças passam por mobiliário, papéis, pinturas e outros objetos.

A mostra, patrocinada pela Petrobras, já está confirmada, e falta apenas a definição da data. Foto: Divulgação
A mostra, patrocinada pela Petrobras, já está confirmada, e falta apenas a definição da data. Foto: Divulgação

fonte:
http://www.portalamazonia.com.br/cultura/arte/museu-do-para-confirma-exposicao-de-candido-portinari-para-2014/

 

Dia Internacional dos Museus, no sábado, a administração do palácio, no centro de Pequim

A Cidade Proibida, antigo palácio imperial chinês hoje transformado num dos principais museus e atrações turísticas da China, impôs a interdição de fumar dentro do seu recinto, anunciaram as autoridades locais.

 

Aproveitando a celebração do Dia Internacional dos Museus, no sábado, a administração do palácio, no centro de Pequim, informou que a partir de agora turistas e trabalhadores estão proibidos de fumar no recinto, incluindo os pátios exteriores, sem apontar as sanções para quem violar a regra.
A Cidade Proibida, que serviu de residência aos imperadores das dinastias Ming (1368-1644) e Qing (1644-1911), foi durante meio milénio o centro político e cultural da China, e, depois de sobreviver a guerras civis e à Revolução Cultural, transformou-se num dos locais mais turísticos do país.
O monumento é um dos seis em Pequim que estão classificados como Património Mundial da UNESCO.

fonte:
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=652584&tm=7&layout=121&visual=49

 

Emater busca apoio para criação de Ecomuseu Colonial

A história da agricultura no Paraná e o turismo rural na região Oeste do Estado poderão ganhar um espaço privilegiado em Foz do Iguaçu. A ideia de criação de um museu, denominado “Ecomuseu Colonial” será apresentada amanhã (21) pelo Instituto Emater (Empresa Brasileira de Extensão Rural) à prefeitura de Foz do Iguaçu. O objetivo da reunião, conforme explicou o gerente da unidade municipal da Emater, Roberto Lolis, é debater os recursos disponíveis pelo município e a parceria com o Governo do Estado para a implantação do projeto. A proposta é criar um espaço interativo no Colégio Estadual Manoel Moreira Pena (Colégio Agrícola), valorizando e fortalecendo o turismo rural e à agricultura familiar. (Thays Petters)

Colégio Agrícola poderá abrigar museu colonial que contará a história do turismo rural e agricultura familiar (Foto: Roger Meireles)

fonte:
http://www.gazeta.inf.br/caderno1/emater-busca-apoio-para-criacao-de-ecomuseu-colonial/