sexta-feira, 31 de maio de 2013

Museu Paulista abre vaga para estagiário no Serviço de Conservação



O Museu Paulista da USP torna público, por de edital, o início do processo seletivo dentro do programa de Estágios Remunerados da USP para o Serviço de Conservação, Setor de Papel. A bolsa equivalente a 20 horas semanais de trabalho é de R$682,49, com o acréscimo do auxílio transporte.
O estágio tem vigência de um ano, podendo ser prorrogado por mais um ano e corresponde a uma vaga. Os pré-requisitos para os concorrentes são: Estar regularmente matriculado em curso de nível superior da Universidade de São Paulo, estar cursando 2º ou 3º ano de graduação em História, Biblioteconomia, Ciências Sociais, Letras, Artes Plásticas, Arquitetura e Ciências Humanas afins.
A contratação é para a área de conservação-restauro de documentos e obras com suporte papel. O estagio orientado visa colocar o aluno em contato direto com as atividades e dinâmica profissional de um laboratório de conservação e restauro.
As inscrições valem de 01 até 20 de junho de 2013, e os interessados deverão encaminhar para o email inahergert@usp.br, o currículo e carta de apresentação justificando o interesse pelo estágio no Serviço de Conservação, Setor Papel. Mais informações no Edital Estágio Museu Paulista.
boa sorte...

Museus de Nova York oferecem audioguia em português e tour com brasileira



A cobiça dos negócios de Nova York pelos brasileiros está mais aguçada do que nunca. Números preliminares mostram que, no ano passado, 826 mil visitaram a cidade. É quase oito vezes mais que em 2001, segundo a organização representante de turismo NYC & Company.




E, para atender a esse público, a cidade se adapta. O MoMA (Museu de Arte Moderna), por exemplo, lançou em março a versão em português do Brasil de seu audioguia.

A cineasta Lívia Palma, 27, foi uma das que usou o folder com a divisão das salas em português. "Eu falo inglês, mas na nossa língua é sempre melhor, né?"

No Metropolitan, onde a gravação do guia de obras no idioma foi lançada há poucas semanas, alguns dos vendedores na bilheteria ainda nem sabem da possibilidade.

Nesta fase de introdução, talvez o turista precise insistir, em inglês, antes de conseguir colocar as mãos no aparelho que vai orientá-lo pelas galerias. O repertório de instruções da versão portuguesa é menos abrangente.

Outro museu nova-iorquino que investe no português é o Louis Armstrong House Museum, sobre a vida do músico.

Há sete meses, a instituição passou a oferecer um tour em português. "Serviços como esse fazem com que os brasileiros se sintam bem-vindos e acolhidos na cidade", diz a guia Fernanda Pereira, que deixou o Rio de Janeiro há seis anos.
Helena Wolfenson/Folhapress
Panfleto com plano dos pisos do MoMA de Nova York em diferentes idiomas
Panfleto com plano dos pisos do MoMA de Nova York em diferentes idiomas


E como para 95% dos turistas brasileiros as compras estão entre as atividades de interesse na cidade, as lojas não perdem tempo.

A Macy's e a Bloomingdale's são algumas das que já possuem vendedores que falam português ou se saem muito bem no "portunhol".

O mesmo acontece em endereços mais sofisticados. A Burberry que fica perto da Quinta Avenida contratou, há cerca de dois meses, a brasileira Barbara Hallinan, que trabalhava na Armani do Soho. "Sei que fui contratada aqui por causa da língua", diz ela. "Temos muitos clientes do Brasil, hoje mesmo [dia da entrevista] já atendi seis".

Na loja de eletrônicos B&H, que já é conhecida por contratar atendentes do Brasil, mesmo quando o cliente faz a compra com um vendedor americano, eles costumam chamar um brasileiro para se despedir em português, em sinal de familiaridade.

Mais popular entre os turistas, o New York Sightseeing, passeio pela cidade em um ônibus de dois andares, oferece tours no idioma já há alguns anos.

No restaurante do luxuoso hotel Plaza Athénée, é um português, Antonio Rodrigues, quem recebe os brasileiros. "Eu já estou aqui há muitos anos, mas vi esse movimento crescer recentemente", observa.

BALANÇA NEGATIVA
Segundo previsão da NYC & Company, os brasileiros deixaram na cidade, no ano passado, US$ 1,9 bilhão. Nos EUA, gastaram US$ 8 bilhões (R$ 16 bilhões).

Só para comparar, dados do Ministério do Turismo brasileiro mostram que, no mesmo ano, os estrangeiros -todos, não só os americanos-deixaram no Brasil cerca de US$ 6,6 bilhões.

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Museu da diversidade reabre na República

As comemorações do Mês do Orgulho LGBT e da Parada Gay começam nesta sexta-feira, 31, com a reabertura do Museu da Diversidade, Centro de Cultura, Memória e Estudos da Diversidade Sexual, na Estação República, no centro de São Paulo. O espaço, que ficou fechado dois meses para reforma, exibe a exposição Crisálidas, da fotógrafa Madalena Schwartz (1921-1993).
Em cartaz até 30 de setembro, a mostra apresenta 34 retratos de transformistas, travestis epersonagens  do teatro underground paulistano feitos nas décadas de 1960 e 1970, período da ditadura militar. Na época, as imagens foram consideradas uma transgressão ao regime, por levantarem temas ligados à diversidade e à liberdade sexuais.
A maioria das fotografias foi feita em um estúdio improvisado dentro do apartamento de Madalena, no Edifício Copan, centro da cidade. Interessada em retratar a androginia e o transformismo, a fotógrafa se aproximou do universo LGBT paulistano e conheceu artistas que faziam parte faziam parte da cena cultural da cidade, como os integrantes dos grupos Secos & Molhados e Dzi Croquettes.
Filho de Madalena e diretor do Museu Lasar Segall, Jorge Schwartz é o responsável pela curadoria da exposição. A expografia é assinada por Felippe Crescenti.
Sem preconceito
Com camiseta da campanha São Paulo Contra Homofobia, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) esteve nesta quinta-feira, 30, na abertura da exposição, reservada a convidados, e disse que a cidade tem compromisso com diieitos humanos e civis. "São Paulo é a terra da vanguarda, cosmopolita, formada por gente do mundo inteiro, sem preconceito. A beleza da cidade é exatamente essa diversidade." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Futebol é tema de atividades em museus baianos



Entre os dias 15 e 30 de junho, período em que acontece a Copa das Confederações, os museus vinculados ao Instituto do Patrimônio Artístico e Cultura da Bahia promovem atividades com a temática do futebol. Os visitantes poderão conhecer ainda um pouco da arte produzida na Bahia, em exposições de Mario Cravo Jr. e de 11 artistas que apresentam um panorama da fotografia baiana na atualidade. Além disso, os espaços oferecem um pelo Comércio e o Rio Vermelho, bairros tradicionais de Salvador.


Gratuitas, as ações acontecem a partir de 18/6, no Palacete das Artes, que exibe a exposição O Jogo só acaba quando termina, em parceria com o Goethe Institute Salvador-Bahia. Em cartaz até 11 de agosto, a mostra pretende fazer um apanhado circunstancial do futebol atual e de suas implicações sociais e culturais por meio da videoarte, fotografia e uma instalação sonora.

Diversos filmes onde o futebol e suas estrelas são os personagens principais também serão exibidos no Projeto Cinema no Palacete ,de 18 a 28 de junho. No total, são sete sessões, que acontecem sempre às 16h30: Garrincha, Estrela Solitária (18), Fuga para a vitória (19), Maradona (20), Heleno (21), Maldito Futebol Clube (26), Hooligans (27) e Rádio Gogó/Virou o Jogo (28).

Os atrativos, a cultura e a produção artística de Salvador poderão ser conhecidos na exposição Esculturas de Mario Cravo Jr. Com 90 anos, o artista plástico se tornou uma marca registrada da capital baiana ao espalhar suas obras por diversos espaços públicos da cidade. Na mostra, em exibição no Palacete até 1º de setembro, a trajetória de Mario Cravo é apresentada por meio de 62 esculturas, nas quais ele utiliza como matéria prima o barro, gesso, sabão, aço, sucata, alumínio, resina e plástico.

Singularidades

No Pelourinho, aspectos tradicionais da cultura baiana dialogam com um olhar contemporâneo sobre o estado. Na Galeria Solar Ferrão, de 19 de junho até 1º de setembro, a exposição Lunar – Fotografia na Bahia, apresenta 18 trabalhos fotográficos que falam de uma Bahia fora dos seus limites temporais, um lugar entre o passado e o futuro, mas que não é presente.

Bem pertinho da Galeria Solar Ferrão, cultura e história se reúnem no Museu Tempostal, que apresenta até 13 de outubro a exposição O Bairro do Comércio. Com cerca de 100 postais e fotografias datados da primeira década do século XX até os anos 80, a mostra apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos da região.

O Rio Vermelho, bairro boêmio da cidade, foi retratado pelo artista plástico Ygas Eloy, na exposição Rio Vermelho, dos Artistas e das Artes, aberta à visitação até 30 de junho no Palacete das Artes. A mostra, que valoriza a história e o patrimônio cultural de um dos bairros mais famosos de Salvador, conta com pinturas acrílicas, esculturas, instalações, fotografias e textos elaborados pelo artista.

A Galeria Solar Ferrão e o Museu Tempostal ficam abertos à visitação de terça a sexta-feira, das 10h às 18h, e nos finais de semana e feriados, entre 12h e 17h. O Palacete das Artes recebe visitantes de terça a sexta-feira, das 13h às 19h, e sábados, domingos e feriados, das 14h às 19h.


De Salvador
Ana Emília Ribeiro


fonte:
http://www.vermelho.org.br/ba/noticia.php?id_noticia=214970&id_secao=58