sexta-feira, 16 de agosto de 2013

AGENDA - dia 17 de agosto ( sabado ) das 14 às 15 hs - “face to face” - bate papo com os artistas - no salão da exposição

 NOME DA EXPOSIÇÃO
   Memórias de um segundo atrás.

 - BRIEFING SOBRE A EXPOSIÇÃO
   Edison Mariotti, idealizador desta  exposição vem contribuindo para
as    manifestações de artistas brasileiros divulgando seus trabalhos
na  internet ( www.rc.com.br ). Agora, é com grande satisfação que o
convidamos para a  exposição " Memórias de um segundo atrás "  em um
ambiente real.  O evento acontece no ESPAÇO da LIVRARIA CULTURA,
localizado na Av Paulista, 2073 - Conjunto Nacional, na RAMPA, acesso
via Al. Santos - São  Paulo SP. Essa exposição ficará aberta à
visitação, de 02 agosto até 30 de agosto de 2013, aberto para
visitação todos o dias das 10h às 22hs.  Ressaltamos que vossa
presença é de grande importância, valorizando o  evento e evidenciando
os artistas brasileiros; Magda Bugelli, Mary Yamanaka, Iara Pinheiro,
Vivi Zepe e Karlene Bianca.

AGENDA -
                          “face to face” - bate papo com os artistas - no salão da exposição


  - dia 17 de agosto ( sabado ) das 14 às 15 hs
  - dia 24 de agosto ( sabado ) das 14 às 15 hs

Museus de Sergipe vencem prêmio do IPHAN



O Museu Histórico de Sergipe (MHS) e o Museu da Gente Sergipana ganharam dois dos oito Prêmios Rodrigo Melo Franco de Andrade, promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O resultado do prêmio, que teve 233 projetos inscritos , foi divulgado na manhã dessa quarta-feira, 14, e consagra a política cultural do Governo de Sergipe.

“Foram dois prêmios para o nosso Estado. Apenas São Paulo teve desempenho semelhante. Isso nos enche de orgulho e mostra que o governador Marcelo Déda acertou em cheio ao apostar na reforma do Museu Histórico de Sergipe e na criação do Museu da Gente Sergipana”, diz a secretária Eloísa Galdino.

O MHS foi o vencedor da categoria ‘Políticas públicas, programas e projetos governamentais’ com um projeto educativo desenvolvido entre os anos de 2010 e 2012. Já o Instituto Banese levou o prêmio na categoria ‘Responsabilidade Social’, pela construção do Museu da Gente Sergipana. Os vencedores receberão certificado, troféu e R$ 20 mil em dinheiro em solenidade a ser promovida no dia 17 de outubro, no Museu Nacional, em Brasília (DF).

O diretor do Museu Histórico de Sergipe, Thiago Fragata, enaltece o trabalho de equipe. “A conquista do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade representa o trabalho de uma equipe dedicada, que não mede esforços para fazer do MHS um espaço cultural atrativo a sergipanos e turistas, que prima também pelas ações pedagógicas relacionadas à preservação do patrimônio histórico. É uma grande vitória”, comemora Thiago.



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Museu dos EUA reúne exposição com 'obras toscas'


Local em Boston abriga obras de 'artistas anônimos'.
Segundo os donos, quanto pior a obra, melhor.


2 comentários
À direita a obra 'Mana Lisa' exposta no museu e  à esquerda a obra Hollywood Lips (Foto: Reprodução/Museum of Bad Art)À direita a obra 'Mana Lisa' exposta no museu e à esquerda a obra Hollywood Lips (Foto: Reprodução/Museum of Bad Art)
Um museu de Boston, nos Estados Unidos, tem um conceito de arte "diferente" - reúne apenas obras de artistas anônimos. O museu de "Bad Art" diz que só aceita trabalhos sinceros e originais de pessoas comuns, "que queriam comunicar algo para o espectador".
O museu é encarado como o lar de centenas de obras de arte que deram errado - mas que agora são vistos por milhares de visitantes. A exposição do saguão, por conta do grande sucesso, recebe diariamente centenas de inscrições de "artistas" por mês que querem compartilhar suas obras, mas apenas as piores são penduradas nas paredes da galeria.
Entre as mais novas peças da coleção, é possível encontrar desde um homem nu coçando sua axila, uma Mona Lisa transexual e uma pintura feita a óleo de um peixe morto.
De acordo com o jornal "Daily News", o negociante de antiguidades Scott Wilson fundou o museu com seu amigo Jerry Reilly depois de encontrar uma peça de arte em uma lata de lixo, chamada de "Lucy in the Field with Flowers" e perceber que era "tão ruim que se transformava em algo bom".
A dupla gostou da ideia e também começou a recolher "trabalhos auxiliares de arte" que nunca iriam ser colocados em uma galeria tradicional. Várias pessoas se interessaram pela ideia e os dois começaram a expor as "obras toscas" em um espaço doado.
Louise Reilly Sacco, diretor-executivo do museu, disse: "Somos a primeira instituição a coletar, exibir e celebrar estas obras que de outra forma nunca teriam recebido o reconhecimento que merecem. Fazemos isso de forma respeitosa com os artistas".

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Mamífero é descoberto em florestas da América do Sul



EUA - Na natureza, em museus ou até mesmo em zoológicos da América do Sul e do Norte, uma espécie passou mais cem anos desapercebida. Mas cientistas do Instituto Smithsoniano, em buscas de campo, finalmente conseguiram definir que trata-se de um achado: o olinguito (Bassaricyon neblina), primeiro carnívoro descoberto no Ocidente em 35 anos. A descoberta foi publicada nesta quinta-feira na revista "ZooKeys".

O olinguito parece resultado de um cruzamento entre um gato doméstico e um ursinho de pelúcia. É o mais recente membro cientificamente documentado da família Procyonidae, da qual fazem parte os guaxinins, quatis, juparás e olingos. O olinguito tem dois quilos, olhos grandes e pêlo marrom alaranjado. É nativo de florestas úmidas da Colômbia e do Equador. Além de ser o mais recente membro descrito de sua família, o olinguito também é a mais novo carnívoro do século 21.

'O mundo ainda não está completamente explorado'

- A descoberta do olinguito nos mostra que o mundo ainda não está completamente explorado, seus segredos ainda não foram revelados - disse Kristofer Helgen, curador do Museu Nacional de História Natural dos EUA e coordenador da equipe que registrou a descoberta. - Se novos carnívoros ainda podem ser encontrados, que outras surpresas nos aguardam? Muitas espécies do mundo ainda não são conhecidas pela ciência. Documentá-las é o primeiro passo para a compreensão de toda a riqueza e diversidade da vida na Terra.

A descoberta de um novo carnívoro, no entanto, não é algo simples. Esta levou uma década, e não era o objetivo original do projeto. A equipe de Helgen queria entender quantas espécies olingo eram reconhecidas e como essas espécies estavam distribuídas, questões que ainda não estavam claras para os cientistas. Inesperadamente, um exame atento de 95% de espécimes de olingo presentes em museus, juntamente com o teste de DNA e análise de dados de campo, revelaram a existência do olinguito, uma espécie não descrita anteriormente.

Descoberto nos Andes

A primeira pista veio dos dentes e do crânio do olinguito, que eram menores e com forma diferente do que os de olingos. Registros de campo mostraram que ele aparecia numa única área do norte da Cordilheira dos Andes, entre cinco mil e nove mil metros acima do nível do mar - elevação muito maior do que a conhecida de espécies de olingo. Esta informação, no entanto, estava vindo de espécimes de olinguito negligenciadas coletadas no início do século 20. A questão de Helgen e sua equipe em seguida foi: o olinguito ainda existe na natureza?

Para responder a essa pergunta, Helgen convidou Roland Kays, diretor do Laboratório de Biodiversidade e Observação da Terra do Museu Natural de Ciências da Carolina do Norte.

- Os dados das antigas espécimes nos deu uma ideia de onde procurá-lo, mas ainda parecia um tiro no escuro - disse Kays.

Expedição rumo ao desconhecido

A confirmação da existência do olinguito veio por meio de alguns segundos de um vídeo granulado feito por Miguel Pinto, um zoólogo no Equador. Em seguida, Helgen e Kays partiram numa expedição em busca do animal e encontraram olinguitos numa floresta nas encostas dos Andes. Passaram dias documentando tudo sobre o animal. Eles notaram que a olinguito é mais ativo à noite, é principalmente um comedor de frutas, raramente sai das árvores e tem um bebê de cada vez.

A equipe também ressaltou que seu habitat está sob forte pressão do desenvolvimento humano. A equipe estima que 42% da área já foram tomadas pela agricultura ou construções.

Embora seja novo para a ciência, o olinguito já é conhecido local. Mesmo sem identidade definida, ele já aparece em amostras de museus há mais de cem anos e até em jardins zoológicos nos Estados Unidos nos anos 1960 e 1970.

- Este é o primeiro passo - disse Helgen sobre o batismo científico. - É um belo animal, mas sabemos muito pouco sobre ele. Em quantos países vive? O que mais podemos aprender sobre o seu comportamento? O que faremos para assegurar a sua conservação?

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