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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Fim de Tarde no Museu apresenta Heloisa Melém e Tiago Soeiro


Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa), por meio do Centro de Pesquisas Museológicas – Museu Sacaca, apresenta no Projeto Fim de Tarde no Museu desta quinta-feira, 22, muita música na voz harmoniosa da cantora Heloisa Melém e, entre um e outro estilo musical, a poesia com a arte de recitar e declamar de Tiago Soeiro.


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A Coordenação de Eventos Culturais do Museu Sacaca criou o Projeto Fim de Tarde no Museu com objetivo de divulgar seus espaços, valorizar o talento dos artistas amapaenses e ainda celebrar datas que fazem parte do calendário artístico-cultural local e nacional.

Heloisa Melém, atualmente, é professora de Inglês. Iniciou sua carreira musical aos 16 anos. Possui uma experiência considerável na música e, inclusive, fez parte da banda “Os Cometas”, uma das mais antigas do Amapá. Com toda essa experiência acumulada, Heloisa trará para o Fim de Tarde no Museu desta noite grandes nomes da Música Popular Brasileira (MPB) e da Música Popular Amapaense (MPA), para possibilitar ao público presente a oportunidade de reviver bons momentos.

Tiago Soeiro é jornalista e enveredou pelos caminhos da poesia há mais de 10 anos. Carrega em sua bagagem uma rica experiência na arte de declamar, recitar, dizer versos e faz parte dos grupos de poesia Poetas Azuis e Abeporá das Palavras. Na noite desta quinta-feira, Tiago encantará a todos realizando apresentações performáticas reunindo música e poesia. Em seu repertório, estão incluídos poemas de Fernando Pessoa, Mário Quintana, Ferreira Gullar, Elisa Lucinda, Thiago de Melo, entre outros.
O projeto acontece às quintas-feiras, a partir das 19h, na Praça de Alimentação do Pequeno Empreendedor Popular. Comidas regionais, petiscos variados e cerveja bem gelada acompanham as atrações e garantem uma noite agradável e um lazer tranquilo. A entrada é franca.

Angela Andrade & Graça Viana Jucá/Iepa

fonte:
http://chicoterra.com/2013/08/21/fim-de-tarde-no-museu-apresenta-heloisa-melem-e-tiago-soeiro/

Com raridades, museus de moedas recontam história econômica



Espalhados pelo mundo, museus reúnem acervos com milhões de moedas que podem ter até 2,7 mil anos. Com itens raros e históricos, estes centros recontam a trajetória econômica da humanidade. A importância das coleções é imensa: a moeda é, quase sempre, produto de um governo e, por isso, traz consigo a história e as características dos povos.



Docente do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (USP), Maria Cristina Nicolau Kormikiari afirma que a moeda auxilia o arqueólogo a compreender as intenções do poder constituído - monarquia, império, república ou mesmo tribal. Além disso, a moeda reúne imagem - no caso, o símbolo cunhado - e mensagem literal. Os exemplares ainda indicam o tamanho dos poderes econômico e político de determinadas civilizações.



Já o professor da Universidade de Santo Amaro e da USP Vagner Carvalheiro Porto explica que o valor de uma moeda hoje é definido pela sua raridade. Itens que foram produzidos em quantidade reduzida ou que foram perdidos com o passar do tempo são mais valiosos. Peças antigas também são bastante valorizadas.



As primeiras moedas registradas datam do século 7 a.C. e são da Lídia, região então dominada pelos gregos e hoje pertencente à Turquia. Além destas, as corujas atenienses (assim chamadas por trazer o animal cunhado), os denários (de prata) e os áureos (de ouro) romanos e as moedas bizantinas estão entre as principais relíquias.



Na Idade Contemporânea, os primeiros centavos de dólar são bastante cobiçados. Já no Brasil, se destaca a moeda da coroação de Dom Pedro, diz Porto. As moedas conhecidas como flor de cunho também são bastante valiosas, por não terem circulado.



Os principais museus brasileiros de numismática - a ciência dedicada ao estudo de moedas e medalhas - são o Museu de Valores do Banco Central, em Brasília; o Herculano Pires, em São Paulo; e o Museu Histórico Nacional, no Rio. Porém, os principais acervos estão na Europa e nos Estados Unidos. Confira, na galeria de fotos, sete museus a se conhecer.



Acervos pelo mundo
O Museo Casa de la Moneda, em Madri, na Espanha, tem suas origens no século 18. Situado desde 1964 na Fábrica Nacional de Moeda e Timbre, apresenta uma das maiores coleções de moedas da Europa, além de diferentes formas de produção do dinheiro. Pelo seu site, é possível comprar produtos numismáticos, incluindo euros comemorativos da Copa do Mundo de 2014. Localizado na Rua Doctor Esquerdo, 36, está aberto, com entrada franca, de terça a sexta-feira, das 10h às 17h30min, e aos finais de semana, das 10h às 14h.












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A coleção numismática de Berlim, do Münzkabinnet, está exposta em vários dos integrantes da rede Berlin State Museums
Foto: Shutterstock



Situado no centro histórico de Atenas, o Numismatic Museum reúne mais de meio milhão de objetos, como moedas e medalhas. Peças da Grécia Antiga, romanas, bizantinas e de civilizações orientais são destaques. Moedas medievais e do mundo moderno também podem ser encontradas. Reúne, por exemplo, as corujas atenienses, do século V a.C. O Numismatic Museum fica na Rua Panepistimiou, 12, e abre às segundas-feiras, das 13h às 20h, e de terça a sexta-feira, das 8h às 17h.



O Departamento de Moedas e Medalhas do British Museum, em Londres, abriga cerca de um milhão de objetos. O museu inglês apresenta a história das moedas desde suas origens no século VII a.C. até a atualidade. O British Museum conta ainda com a maior biblioteca do mundo sobre o assunto. A relação entre dinheiro e religiosidade e entre moedas e comunicação também são atrativos do museu britânico. Com entrada franca, abre diariamente das 10h às 17h30min, exceto às sextas-feiras, quando fecha às 20h30min. O terceiro museu mais visitado no mundo fica na Great Russell Street WC1B 3DG.



A National Numismatic Collection (NNC) reúne mais de 1,6 milhão de objetos no Museu da Smithsonian Institution, em Washington, nos EUA. Entre as raridades, uma das mais antigas moedas do mundo, com 2,7 mil anos. O museu ainda é referência na história das moedas norte-americanas - conta, por exemplo, com dois dos três exemplares conhecidos da mais valiosa moeda do mundo, a Saint-Gaudens Double Eagle, moeda de ouro de US$ 20, de 1933. O NNC se localiza na Constitution Avenue e está aberto diariamente das 10h às 17h30min, com entrada franca.



Uma das maiores organizações de colecionadores de moedas do mundo, a American Numismatic Association, fundada em 1891, conta com o Money Museum, no Colorado, nos EUA. Mais de 250 mil objetos reconstroem a história da numismática. A coleção Harry W. Bass é a mais importante. Localizado na N. Cascade Avenue, 818, o museu fica aberto das 10h30min às 17h, de terça-feira a sábado, e o ingresso custa US$ 5.



Um dos mais diversificados museus do mundo, o Hermitage conta com mais de um milhão de itens em sua coleção numismática. O acervo do museu de São Petersburgo, na Rússia, inclui moedas primitivas de Ásia, África e Europa, em especial da Grécia Antiga. Entre as principais atrações estão lídias douradas, dracmas e moedas da cidade de Cízico, as primeiras internacionais da Idade Antiga. O ingresso custa 400 rublos, aproximadamente R$ 28. O Hermitage funciona de terça a domingo, das 10h30min às 21h, na Dvortsovaya Ploshchad, 2.



A coleção numismática de Berlim, do Münzkabinnet, está exposta em vários dos integrantes da rede Berlin State Museums. A maior parte das peças podem ser encontradas no Bode-Museum (Am Kupfergraben, 10.117) e no Altes Museum (Am Kupfergraben, 10.178). O acervo abrange de moedas do século VII a.C. aos mais recentes euros e de todas as partes do mundo. Os museus estão abertos de terça-feira a domingo, das 10h às 18h - na quinta, fecham às 20h. Os ingressos custam 10 euros.

fonte:
http://economia.terra.com.br/operacoes-cambiais/para-sua-viagem/com-raridades-museus-de-moedas-recontam-historia-economica,48d9e36e35d90410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html