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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Imagens inéditas de Andy Warhol da ArtRio 2013



Na 3ª ArtRio (5 a 8 de setembro) no Pier Mauá, no Rio de Janeiro, haverá uma exposição inédita com 15 imagens de Andy Warhol (1928-1987), um dos principais artistas da Pop Art.

A exposição ‘Lost Then Found’ reúne 15 imagens do fotógrafo Steve Woods feitas nos corredores de um hotel em Deuville, na França, em 1981 e que estiveram perdidas por 30 anos.
15 imagens inéditas de Andy Warhol em exposição na ArtRio
15 imagens inéditas de Andy Warhol em exposição na ArtRio

Quem patrocina a exposição é a Ipanema que produziu rasteiras com imagens de divulgação da mostra. A renda obtida com a venda será destinada à ONG Spetaculu.
Quem patrocina a exposição é a Ipanema que produziu rasteiras com imagens de divulgação da mostra. A renda obtida com a venda será destinada à ONG Spetaculu (escola de arte e tecnologia).
Para quem não vai à exposição, resta abraçar o toy Andy Wahrol, da Babel das Artes.

 fote: babeldasartes
toy_art_andy_warhol_ecofriendly

Museus divergem sobre como receber obras apreendidas de ex-banqueiro


Embora o governo venha implantando medidas para preservar obras de arte apreendidas em investigações policiais ou bloqueadas em imbróglios jurídicos, esse é um campo ainda incerto.

No caso das obras de Edemar Cid Ferreira, uma decisão judicial deve determinar até o fim do ano se mesmo as peças já encaminhadas a museus deverão ser incorporadas à massa falida do Banco Santos e leiloadas para honrar credores da instituição.

fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2013/09/1335721-museus-divergem-sobre-como-receber-obras-apreendidas-de-ex-banqueiro.shtml

Barco-museu inicia jornada educativa pelo Rio São Francisco



Começa neste sábado (7) a edição 2013 de “O Museu no Balanço das Águas”, projeto realizado pelo museu Coleção Karandash de Arte Popular e Contemporânea, este ano com patrocínio da Funarte e apoio do Sebrae-AL. As atividades do barco-museu da Coleção Karandash terão início no município de Belo Monte, a 230 km de Maceió, aportando entre os moradores ribeirinhos para uma série de oficinas de artes visuais e fotografia, durante três dias. Em seguida, no dia 10, a embarcação segue para o povoado Ilha do Ferro, em Pão de Açúcar (a 250 km da capital), onde ficará por mais três dias, encerrando a jornada no povoado Entremontes, em Piranhas (a 280 km), nos dias 13, 14 e 15 de setembro.

Para monitorar as seis oficinas de três dias em cada comunidade (com sete horas/aulas por dia) foram chamados de volta artistas que trabalham com o projeto – coordenado pelos artistas visuais Dalton Costa e Maria Amélia Vieira, tutores da Coleção Karandash – desde a primeira navegação do barco, em 2008. O fotógrafo Juarez Cavalcanti é um deles. Mais uma vez, Cavalcanti ministrará uma disputada oficina de Fotografia.

Este ano, porém, o projeto contará pela primeira vez com o olhar de Celso Brandão, fotógrafo e documentarista que também realizará uma oficina de Fotografia.
Além destes, os artistas mineiros cariocas Rubem Grilo e Adriana Maciel realizarão, respectivamente, as oficinas “Colagem – Papeis das Imagens”, de xilogravuras, e “Assim É, se lhe Parece”, que une cenografia e desenho.
Completam o time de monitores os próprios organizadores da ação, Dalton Costa (Escultura) e Maria Amélia (Pintura e Desenho).

Ação de arte-educativa

Desde a primeira jornada em 2008, o barco O Museu no Balanço das Águas realiza oficinas de arte-educativa em povoados às margens do baixo rio São Francisco, no sertão alagoano. Em 2010 e 2008 foram realizadas duas edições de uma nova modalidade do projeto, que é “O Cinema no Balanço das Águas”, que levou a essas comunidades, além das oficinas de fotografia e de artes visuais, novos cursos de cinema, incluindo cinema de animação.
O projeto incorpora artistas populares de região, que participam como assistentes das oficinas. A proa e o convés do barco-museu são decorados com esculturas de mestres como Fernando Rodrigues (1928-2008), Véio, Resêndio, José de Tertulina e Zezinho. Este ano, a embarcação foi totalmente reformada, ganhando pintura e motor novos.

Sustentabilidade

A oficina de Dalton Costa traz um dado novo às atividades do barco-museu, originalmente conhecido como Santa Maria (a embarcação fazia transporte de passageiros entre os povoados e entre uma margem e outra do São Francisco). A proposta é uma renovação da mata ciliar, com a plantação de diversas mudas nativas, com o propósito de estimular entre os jovens a preservação da Natureza.

“Quero que os alunos entendam essas questões e trabalhem com a sustentabilidade. Iremos fazer um plantio da mata encontrada na calha do rio. Levaremos diversas mudas de craibeiras, barrigudas, ingá e pau d’arco de várias cores. Plantaremos 20 mudas em cada comunidade. Vamos construir abrigos para as mudas, na verdade, esculturas que terão a função de proteger as mudas”, afirma o artista, de 58 anos. A oficina é destinada aos jovens entre dez e 17 anos. “Cada uma dessas mudas plantadas será cuidada por um monitor. Ao cabo de seis meses, a árvore mais viçosa e mais bem tratada receberá um prêmio. Serão premiados os primeiro, segundo e terceiro lugares. Com isso, espero estar estimulando o cuidado com as árvores.”

A coordenadora do projeto, Maria Amélia Vieira, 58, diz que o “O Museu no Balanço das Águas” cria um link entre o rio São Francisco e a população das comunidades ribeirinhas envolvidas com o projeto. “As crianças ficam loucas quando veem o barco chegando. Na minha oficina, trabalharei com as histórias de vida desses jovens, trazendo para o desenho e para a escultura temas que tenham a ver com a realidade de todos eles.” 
 
Entre as comunidades a serem visitadas estão o município de Belo Monte e os povoados Ilha do Ferro, em Pão de Açúcar, e Entremontes, em Piranhas
 
 
fonte:
http://aquiacontece.com.br/noticia/2013/09/03/barcomuseu-inicia-jornada-de-pelo-rio-sao-francisco