quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Mostra de orquídeas celebra a Primavera



Em comemoração à chegada da Primavera, no último dia 22 de setembro, o Palacete das Artes apresenta uma exposição dedicada às flores. Entre os dias 27 e 29 (de sexta a domingo) o local será palco da "Primavera dos Museus", onde ocorrerá a 5ª Mostra de Orquídeas, das 10h às 18h.

O encontro promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), em parceria com os Orquidófilos Baianos Associados (OBA), vai reunir mais de 6 mil plantas de biólogos especializados no cuidado com a planta na Bahia e de vários outros cantos do Brasil.

Além disso, a exposição pretende trazer à tona discussões que despertem nos visitantes uma preocupação ambiental.

Também ocorrerá uma feira com oficinas gratuitas sobre o cultivo de orquídeas, que serão apresentadas nos três dias, além de uma oficina de bonsai (no sábado e domingo).

Uma palestra sobre orquídeas nativas será ministrada no sábado e outra sobre doenças e tratamentos envolvendo a planta acontecerá no domingo.

Uma exposição com 40 fotografias de Claudio Colavolpe completa a mostra.

Primavera dos Museus - acompanhe a programação


Dia 27 (sexta-feira):
10h – Abertura;
16h – Oficina: Cultivo de Orquídeas (Dalton Holland Baptista, orquidólogo de renome nacional além de orquidófilo)

Dia 28 (sábado):
10h – Oficina: Cultivo de Orquídeas (Dalton Holland Baptista);
11h - oficina de Bonsai;
16h – Palestra sobre Orquídeas Nativas da Bahia (Professor e Engenheiro Doutor Ednildo Andrade Torres);
17h – Oficina: Cultivo de Orquídeas (Químico Doutor Francisco de Assis Ferreira Parente)

Dia 29 (domingo):
10h – Oficina: Cultivo de Orquídeas (Dalton Holland Baptista);
11h - oficina de Bonsai; 15h – Palestra sobre Orquídeas – Doenças e Tratamentos (Químico Doutor Francisco de Assis Ferreira Parente);
16h – Oficina: Cultivo de Orquídeas (Ednildo Andrade Torres); 18h – Encerramento


fonte:
http://atarde.uol.com.br/bahia/salvador/materias/1536306-mostra-de-orquideas-celebra-primavera-no-palacete-das-artes

Museu expõe animais empalhados mortos na guerra da palestina

Eles viviam no zoológico da cidade Qalqilya, na Cisjordânia


Editora Globo
Leão empalhado é um dos principais atrativos do local (Foto: Divulgação/Daniel Tepper)
As guerras sempre fizeram vítimas e apenas os humanos são lembrados para homenagens. Mas um médico veterinário que vive na Cisjordânia, região conflituosa da palestina, decidiu empalhar os animais que morreram no zoológico da cidade de Qalqilya.
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Dr. Khader é o responsável pelo acervo do museu (Foto: Divulgação/Daniel Tepper)

O espaço reúne várias espécies e virou museu, funcionando no zoológico onde também estão os bichos sobreviventes da guerra. A ideia foi do veterinário do local, o Dr. Sami Khader, que também é autodidada em taxodermia, técnica de preservação dos corpos para fins de estudos e exibições.
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Os bichos empalhados morreram durante a guerra da Cisjordânia (Foto: Divulgação/Daniel Tepper)

Durante a Segunda Intifada (2000-2005), que vitimou mais de cinco mil pessoas entre palestinos e israeleses, Dr. Khader teve que cuidar do zoológico sozinho. Na época, muitos animais morreram de fome ou doenças, sufocados por gás lacrimogêneo e atingidos por bombas e balas.
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Macacos estão entre as espécies expostas (Foto: Divulgação/Daniel Tepper)

São quase 100 peças no acervo, entre elas exemplares exóticos em vários níveis de decomposição. Todas ficam em salas abafadas e quentes, mas incrivelmente sem odor. A iluminação ajuda a separar o amontoado de espécies misturadas, oscilando em feixes luminosos com ares macabros nas cores azul, laranja e amarelo.
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Alguns animais ficaram desfigurados após serem empalhados (Foto: Divulgação/Daniel Tepper)

Os visitantes se deparam com exemplares de leões, girafas e macacos, entre outros, com olhos vidrados e feições animadas, como se estivessem emitindo sons ou interagindo. Em alguns bichos faltam pedaços dos corpos ou têm ossos desajustados.
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Algumas cabeças estão penduradas nas paredes do museu, dando um clima macabro ao ambiente (Foto: Divulgação/Daniel Tepper)

Com o fim dos conflitos, o zoológico virou um dos poucos ambientes abertos da região isentos de tensão política. Por lá famílias inteiras usufurem de miniparque de diversões, um lago e animais vivos, como ursos e macacos.
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A girafa morta foi mantida em pé no museu (Foto: Divulgação/Daniel Tepper)
 
fonte:
http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI343077-18071,00-MUSEU+EXPOE+ANIMAIS+EMPALHADOS+MORTOS+NA+GUERRA+DA+PALESTINA.html

Museu Oswaldo Russomano é reaberto em Bragança Paulista, SP


Espaço foi reaberto após dois anos de obras para reforma.

Até o final do ano, cerca de 300 escolas devem visitar o local.



Museu Oswaldo Russomano foi reaberto após dois anos de reforma (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)


Quem gosta de conhecer e ver de perto detalhes da história do Brasil tem um bom motivo para visitar Bragança Paulista (SP). Depois de dois anos fechado para reformas, o Museu Municipal Oswaldo Russomano foi reaberto e volta com diversas atrações na cidade.

A espada e a bandeira usadas por Dom Pedro II, há mais de 120 anos, podem ser vistas pelo público novamente. Elas e as mais de 3 mil peças do Museu Oswaldo Russomado ficaram guardadas até que a reforma do prédio terminasse.

O assoalho foi todo restaurado e os papéis de parede foram trocados. O prédio, no centro da cidade, está com pintura nova e também ganhou rampa de acesso e banheiros para pessoas com deficiência. “A reforma era necessária porque o museu é de 1972. Acho que pedia realmente um restauro em várias partes”, afirmou o secretário de Cultura e Turismo da cidade Noy Camilo.
Mais de 3 mil peças ficaram guardadas durante a
reforma (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)

Com a reabertura, mais de 300 escolas já marcaram visita no museu até o fim do ano e os alunos vão poder conhecer melhor a civilização Maia. Objetos, estátuas e fotos históricas fazem parte de uma exposição temporária.

Carrinho de pipoca
A principal novidade na reabertura do museu, porém, não é nenhuma mudança na estrutura do prédio. A maior atração é um carrinho do pipoqueiro Geraldo Domingues de Camargo, querido por muitos bragantinos. Camargo trabalhou por quase 50 anos na cidade até se aposentar no ano passado.

O principal diferencial do pipoqueiro, era o serviço oferecido e o tratamento aos clientes. “Quando a pessoa precisava e não tinha dinheiro para pagar (a pipoca), eu não esperava ela nem pedir. Eu oferecia a pipoca, a pessoa pegava e ficava tão contente”, disse Camargo.
Carrinho de pipoca é uma das novidades da
reabertura (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)

Agora, quem sentir saudades vai ter pelo menos a oportunidade de ver o carrinho que acompanhou o pipoqueiro nos últimos 13 anos. “A gente acha que não merece o que muitas pessoas estão programando para gente, mas se eles acham que a gente merece a gente aceita com todo gosto”, afirma.

Serviço
O Museu Municipal fica na Rua Coronel João Leme, 520, no centro. Ele funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 17h. Aos sábados, domingos e feriados o horário de funcionamento é das 10h às 16h. A entrada é gratuita.
 
fonte:
http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2013/09/museu-oswaldo-russomano-e-reaberto-em-braganca-paulista-sp.html

 

Comunidade inaugura museu arqueológico

Será inaugurado, na tarde de hoje, o Museu Comunitário da Serra do Evaristo, em Baturité, distante 90 Km de Fortaleza. O local vai receber o acervo arqueológico que foi resgatado na escavação realizada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Ceará (Iphan-CE) nas proximidades da região, em março de 2012.

A celebração terá vários momentos. O início está marcado para as 14h, com o Seminário Multidimensão do Museu. Na ocasião, será relatado todo o processo que culminou no resgate do sítio arqueológico e na construção do equipamento. A palestra foi organizada pela comunidade quilombola, que contribuiu com as escavações dos objetos e esteve envolvida nas obras de construção do Museu.

Logo mais, às 16h, será realizada uma caminhada partindo do Ponto da Cultura, tendo como destino o museu. A celebração será oficializada às 18h. Para participar da inauguração do museu, foi convidada a superintendente nacional do Iphan, Jurema Machado.

A realização terá ainda apresentações artísticas de moradores da comunidade e do cantor local Zé Vicente, além de representantes de etnias indígenas e de outras comunidades quilombolas do Ceará. Também foram convidados alunos do Instituto Federal de Acaraú. O museu funcionará ao público de terça-feira a sábado, de 9h às 17h.

fonte:
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1321518