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sábado, 28 de setembro de 2013

Comunidade inaugura museu arqueológico


Comunidade inaugura museu arqueológico






Prédio é o primeiro espaço do Ceará não retirado do local onde foram realizadas as escavações

Unida no alto de um monte, a Comunidade Quilombola da Serra do Evaristo, no Maciço de Baturité, a 90 Km da Capital, sobrevive imersa num verdadeiro mergulho ao passado. A população local coordena uma pesquisa na área que originou o primeiro museu do Ceará não desterritorializado da área onde encontraram material histórico a partir de escavações. O prédio foi aberto ontem, com a presença de Jurema Machado, presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

O Museu Comunitário da Serra do Evaristo é uma pequena sala, feita com detalhes cuidadosos e sofisticados de cerâmica e madeira, com material de urnas funerárias datadas de 700 anos atrás, antes do descobrimento do Brasil FOTO: LUCAS DE MENEZES

O evento foi um verdadeiro acontecimento para a pequena população, formada por cerca de 140 famílias. Uma quarta-feira diferente, com direito a missa, seminário, apresentação artística, discursos e até forró ao fim do encontro para celebrar o que os membros da comunidade se orgulham ao chamar de conquista: a inauguração do Museu Comunitário da Serra do Evaristo.

Em meio a um cenário que possibilita visão panorâmica e privilegiada do Maciço de Baturité, o museu é uma pequena sala, feita com detalhes cuidadosos e sofisticados de cerâmica e madeira, no cume da Serra, e que, por enquanto, abriga material fruto de urnas funerárias datadas de 700 anos atrás, portanto, antes do descobrimento do Brasil.

Agora, o museu abriga o resultado do trabalho de escavações realizadas com o total apoio da comunidade, possibilitando assim a continuação de pesquisas relacionadas a diversos aspectos da época em que as urnas foram achadas, como informações sobre doenças, tipo de alimentação, além de hábitos e vegetação nativa, explica o historiador e arqueólogo, Igor Pedroza, um dos coordenadores das escavações. "Esse sítio nos possibilitou encontrar vestígios com contextos preservados", acrescenta. Hoje, o pesquisador aborda o assunto em seu doutorado.

Expostos no museu, aberto ao público pela primeira vez ontem, estão espécies de potes, machados polidos e outros artefatos de anos entre 1280 e 1390. "Além da pesquisa, das escavações e da recuperação dos artefatos, o estudo resultou na criação do museu, gerido pela comunidade. É uma pesquisa que não se encerra com as escavações, mas tem agora, no museu, uma possibilidade de acompanhamento permanente", diz a presidente do Iphan, Jurema Machado.

Interesse

Já o superintendente do Iphan no Ceará, Ramiro Teles, acrescenta a integração da comunidade com as pesquisas e o real interesse em deixar no local as escavações encontradas. "O material recolhido foi tão expressivo, em tamanha quantidade, que vimos a necessidade da construção do espaço. Foi uma solicitação da comunidade que o material não fosse desterritorializado".

Arqueóloga do Iphan Ceará, Verônica Viana também participou das pesquisas e destaca que, pela primeira vez no Ceará, houve a recuperação de um material da forma como foi abandonado pelos seus autores. "Isso nos possibilita, a partir das escavações, ter resultados diversos sobre esses grupos. Pelo fato de a gente ter esse material preservado, há uma pesquisa bem completa".

Chegar à sede do museu, no entanto, exige paciência. Após a entrada no município de Baturité, são cerca de 20 minutos de carro, em uma estrada feita parte de piçarra e parte de calçamento, praticamente sem nenhuma estrutura urbana para o motorista que faz a subida. Isso porque, diz Ramiro, a ideia da comunidade era não retirar do local de origem o material encontrado. Embora trate a viagem como "um charme" para o visitante, Ramiro admite a possibilidade de tentar viabilizar junto ao poder público melhorias no acesso.

A criação do museu se deu após solicitação da comunidade. O Iphan lançou edital e terceirizou a ArqueoSocio para realizar as escavações com a contribuição da população. A pesquisa teve início em 2012, e os gastos do Iphan com escavações somaram R$ 250 mil. Já o prédio do museu custou R$ 150 mil, mas foi pago por meio de um acordo com uma empresa que havia causado danos em outro sítio arqueológico no País.

DAHIANA ARAÚJO
SUBEDITORA

PROTAGONISTA

Procura por rastros do passado

Hoje, os integrantes da comunidade falam sobre o assunto como se sentissem uma saudade do que não conheceram. É o caso de uma das bolsistas selecionadas para trabalhar junto a arqueólogos e demais pesquisadores na busca por rastros do passado que possam ajudar a entender o futuro. Ela e os vizinhos andam com mais cuidado, observando se o que há no chão é vestígio do sítio arqueológico. Após o fim do trabalho de seis meses, Cristina presta serviço à empresa ArqueoSocio, que fez as escavações, em pesquisas realizadas em outros lugares do Estado.

Cristina da Costa
Assistente de escavação

fonte:
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1321873

Maior museu entomológico da América Latina abriga 80 mil insetos


Coleção de borboletas rendeu à Seara apelido de terra das borboletas. Boa parte dos insetos, coletados desde 1924, não existe mais na natureza.





Do G1 SC


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Coleção de Borboletas no museu Fritz Plaumann (Foto: Portal de Turismo Seara/Divulgação)



O maior museu entomológico da América Latina abriga mais de 80 mil exemplares de 17 mil espécies diferentes de insetos em Seara, no Oeste de Santa Catarina. A coleção de borboletas do Museu Entomológico Fritz Plaumann rendeu a cidade o apelido de 'Terra das Borboletas'.
Fritz Plaumann mostra parte da coleção
(Foto: Portal de Turismo Seara/Divulgação)

Natural da Prússia Oriental, na época parte do império alemão e atualmente território da Lituânia, Fritz Plaumann chegou ao Brasil com a família em 1924, aos 22 anos, e se instalou no atual município de Seara, próximo ao distrito de Nova Teutônia. Na região, ele trabalhou como agricultor, fotógrafo e comerciante. Mas, durante toda a vida coletou e catalogou insetos. Das 17 mil espécies existentes no museu, 1.500 foram descobertas por ele e 150 foram batizadas com o seu nome ou derivados. Boa parte dos insetos não existe mais na natureza. Além das borboletas, fazem parte da coleção besouros, moscas, baratas e outros insetos da região.

Segundo informações passadas pelos gestores do museu, além do interesse por insetos, Plaumann era autodidata e buscava a preservação da natureza. Ele anotava três vezes ao dia todos os dados sobre o tempo na região, e utilizando mapas meteorológicos alemães, ele anotava a quantidade de chuva, umidade, vento e temperatura.
Coleção de Borboletas no museu Fritz Plaumann
(Foto: Portal de Turismo Seara/Divulgação)

A Prefeitura Municipal de Seara adquiriu em 1982 a coleção entomológica de Fritz Plaumann e 1988 inaugurou o museu, que tem quase 600 m², distribuídos em três pavimentos. O local fica em frente a casa onde Plaumann morava.

Plaumann dedicou 70 anos da sua vida à catalogação de insetos, e morreu no dia 22 de setembro de 1994, há 19 anos. Em 1985, obteve a Medalha do Mérito Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina e, no início de 1991, recebeu a mais alta condecoração do campo da ciência da Alemanha: a Grã-Cruz do Mérito Científico.

Em 2003, em homenagem, foi criado o Parque Estadual Fritz Plaumann em Concórdia, com o objetivo de proteger remanescentes das florestas que recobriam originalmente a região do Alto Uruguai no estado de Santa Catarina. Situado no município de Concórdia, o Parque tem aproximadamente 741 hectares localizados às margens do reservatório formado pela barragem da Usina Hidrelétrica de Ita, no Rio Uruguai.

Serviço
Museu Entomológico Fritz Plaumann
Seara: acesso pela rodovia SC-283
Horário de funcionamento: segunda a quinta-feira das 8h30min às 17h; sábados das 9h às 16h.
Informações: 49 3452-1191 fonte:
http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/nossa-terra/2013/noticia/2013/09/maior-museu-entomologico-da-america-latina-abriga-80-mil-insetos.html

 

Museu do Futebol comemora cinco anos de funcionamento

A comemoração será no dia 29, domingo, com jogos educativos com o núcleo educativo multidisciplinar
No próximo domingo, 29, o Museu do Futebol completa cinco anos de funcionamento. A comemoração será gratuita e contará com jogos educativos. Localizado no Estádio do Pacaembu, o museu já foi considerado um dos mais visitados do Estado, só este ano já ultrapassou a marca de 1,7 milhão de visitantes, com média de 1.500 pessoas por dia.

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O museu tem um núcleo educativo multidisciplinar com 21 profissionais que atenderam quase 15 mil pessoas só em 2013. O núcleo é responsável por atuar na criação de jogos e atividades que aprofundam o contato com o acervo do museu.

A comemoração do aniversário começa às 11h, com as atividades de jogos Mundo das Copas, Linha do Tempo e Jogo de Camisas.

O Museu do Futebol fica aberto de terça-feira a domingo, das 9h às 17h, com permanência até as 18h.

SERVIÇO
Aniversário de cinco anos do Museu do Futebol
Museu do Futebol (Praça Charles Miller s/n, Pacaembu, São Paulo)
Dia 29 de setembro, domingo, das 9h às 18h (bilheteria até as 17h)
Entrada gratuita
Mais informações (11) 3664-3848
http://www.museudofutebol.org.br

Amazônia brasileira vai contar com museus a céu aberto



O projeto faz parte de uma parceria entre os governos brasileiro e japonês

Brasil e Japão assinaram nesta quinta-feira (29) um plano básico do Projeto para Conservação da Biodiversidade Amazônica sob Conceito de Museu a Céu Aberto em Manaus. A parceria envolve técnicos do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica).


O projeto prevê a implantação de museus a céu aberto em áreas mantidas pelo Inpa, com o uso de tecnologias japonesas, para criar um ambiente interativo para estudantes e turistas. O objetivo é trazer um novo conceito de museu: a própria floresta com o estudo da biodiversidade. Será montada uma infraestrutura para buscar informações, imagens e sons do que existe para o público de maneira interativa e com mais tecnologia. Torres serão instaladas para a captação dessas imagens e sons.


Também está prevista a construção de instalações para a criação de peixes-boi em semicativeiro e observação de copa das árvores. As áreas utilizadas serão o Bosque da Ciência (Aleixo), o Jardim Botânico Adolpho Ducke (Cidade de Deus), a Reserva Florestal Adolpho Ducke (km 26 da AM-010) e a ZF-2 (km 60 da BR-174).

Existe também a intenção de obter imagens de outros fenômenos naturais que não são facilmente observáveis e disponibilizá-las para a população, bem como a de oferecer cursos de capacitação nessas áreas.


O projeto está previsto para começar em abril e conta com financiamento total de US$ 5 milhões, juntamente com as tecnologias desenvolvidas pelos japoneses e o conhecimento da biodiversidade e a infraestrutura oferecida pelo Inpa.

A Amazônia brasileira

O Brasil abriga 60% da Floresta Amazônica. A Amazônia Legal Brasileira é uma região administrativa que se estende pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e partes do Tocantins, Maranhão e Goiás. Ela representa 53% da área terrestre total do Brasil (5 milhões de quilômetros quadrados), conta com uma população de 25 milhões de habitantes e gera quase 8% do PIB brasileiro.


- O desmatamento na região caiu 76,9% entre 2004 e 2011.

- Cerca de 43% (2,1 milhões de km2) do território da Amazônia fica dentro de Áreas Protegidas ou Áreas habitadas por povos indígenas.


federal ou estadual fora das Áreas Protegidas e das Áreas habitadas por povos indígenas.

- Há cerca de 400 áreas indígenas identificadas e demarcadas na região, que abrigam entre 170.000 e 200.000 habitantes indígenas.

 fonte:
http://www.cbnfoz.com.br/noticias-do-brasil/editorial/brasil/01092013-38514-amazonia-brasileira-vai-contar-com-museus-a-ceu-aberto

The Butler House Museum no Annual Smithsonian Museum Day


O Butler House Museum é um dos 1,500 museus do país que participará do 2013 Smithsonian Museum Day, neste sábado (28). O Dia do Museu é um evento anual patrocinado pela Smithsonian Magazine que promove entrada gratuita para participar de museus ao baixar um ingresso diretamente do website do Smithsonian.

A Butler House abrirá das 10am às 2pm com conhecedores disponíveis para guiar os interessados através da história da casa que ajudou a começar tudo em Deerfield Beach. A casa é um dos quatro locais históricos localizados na cidade que constam do Registro Histórico Nacional. Os outros locais são East Coast Railroad Station, a Elementary School e a Old School House, ao lado da Prefeitura.

A Butler House fica na 380 East Hillsboro Blvd, Deerfield Beach, Flórida. Para se tornar um sócio anual, basta pagar um preço promocional de $20 até 31 de outubro de 2013 para comemorar o 40º aniversário da Sociedade Histórica de Deerfield Beach; todas as entidades voluntárias supervisionam as quatro propriedades. Quem estiver interessado em juntar-se ao corpo de voluntários, deve obter mais informações sobre a Sociedade Histórica de Deerfield Beach, ligando para (954)429-0378 ou visitando www.deerfield-history.org.

Para baixar um ingresso para o Smithsonian Museum Day, acesse www.smithsonianmag.com/museumday/Museum-Day-Faqs.html.
Classes de dança para

fonte:
http://acheiusa.com/acheiusa2011/asp/noticias/ultimas_noticias.asp?cd_n=10488